Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização. ©2019 Diário do Rio.

Benefício do INSS precisa ganhar agilidade para honrar o nome

Foto: Reprodução
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email
Share on telegram

 

Quem tem dependido do INSS, principalmente neste momento de pandemia, não aguenta mais tanta demora na hora de receber o benefício, de estar “em análise” o tempo inteiro. Algo que é direito da população brasileira, não pode ser tratado como um favor e ser solucionado ‘a hora que der’. No mês de janeiro, novos valores e datas de pagamentos serão concedidos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Para quem recebe aposentadorias, BPC e o auxílio doença, as atualizações já estão valendo.

O INSS firmou um acordo com o Ministério Público Federal (MPF), por meio do qual assume o compromisso de reduzir os prazos das análises e das concessões previdenciárias e assistenciais. Os novos prazos deverão entrar em vigor após seis meses da homologação do acordo judicial pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Neste acordo, o INSS deverá se concentrar para concluir os processos administrativos de acordo com a espécie e o grau de complexidade do benefício. Por exemplo, o INSS terá até 45 dias para finalizar a análise dos requerimentos de auxílio-doença, 60 dias para pensão por morte e 30 dias para salário-maternidade.

Conforme informações do presidente do INSS, Leonardo Rolim, o acordo se trata de um avanço notório, que indica que realmente é a melhor solução para o cidadão, à medida em que terá os benefícios garantidos dentro de um prazo consideravelmente razoável. Na oportunidade ele ainda destacou que o acordo provém de um trabalho em conjunto com ambos os órgãos e afirmou que o INSS tem adotado uma série de medidas auxiliares para acelerar o acesso aos benefícios.

pt Português
X
Open chat