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No pior momento da pandemia, Brasil tem pico de 1.910 mortes em 1 dia

Brasil teve pico de 1.910 mortes em 1 dia. (Foto: Amanda Perobelli/Reuters/ABr)
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O Brasil passa por seu pior momento na pandemia. O país registrou, nesta semana, os maiores picos no número de mortes por covid-19, o mais alto deles na quarta (3), quando foram contabilizados 1.910 óbitos.

Entre terça (2) e a quarta, o Brasil também teve o 2º dia com mais novos casos registrados: 71.704. O dia com maior número de novos diagnósticos confirmados foi 7 de janeiro (87.843).

A semana com recorde de mortes entre 21 a 27 de fevereiro (8.244 óbitos), conforme boletim divulgado pelo Ministério da Saúde — o resultado representou um aumento de 11% sobre a semana anterior, que teve 7.445 mortes. Essa mesma semana teve 378.084 novos casos, aumento de 11% em relação à anterior. O total ficou pouco abaixo do recorde de 379.061 novos diagnósticos positivos, registrado na metade de janeiro.

Com mais de 261 mil mortes, o Brasil segue como o 2º país com mais óbitos, atrás dos EUA (511 mil óbitos). O país também é o 3º no ranking com maior número de casos (10,7 milhões), atrás de Índia (11 milhões) e EUA (28,5 milhões).

Ação de governadores

Governadores de 14 estados enviaram uma carta ao presidente Jair Bolsonaro pedindo ajuda para agilizar compra de vacinas. Eles querem que os ministérios da Saúde e de Relações Exteriores acionem entidades estrangeiras e organismos internacionais e peçam intermediação e apoio inclusive da Organização Mundial da Saúde. “Se não tivermos pressa, o futuro não nos julgará com benevolência”, escreveram.

A carta foi enviada logo depois de Bolsonaro criticar, durante uma visita a Goiás, as medidas mais restritivas adotadas por governadores e prefeitos em várias regiões do país.

Em meio a isso, o Ministério da Saúde formalizou a intenção de compra de 38 milhões de doses da vacina da Janssen e outras 100 milhões de doses da Pfizer, única que, até o momento, possui registro definitivo na Anvisa. A pasta ainda informou que espera fechar a compra de 13 milhões de doses da vacina produzida pelo laboratório Moderna para 2021.

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