Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização. ©2019 Diário do Rio.

Confiança do consumidor na economia cai e medo de perder o emprego afeta 62,1% no Rio

Caixa e Ministério vão injetar bilhão no Turismo
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email
Share on telegram

Os índices de confiança dos consumidores na economia brasileira nos próximos três meses continuam em queda e o medo de perder o emprego subiu para 62,1% entre os moradores do estado do Rio de Janeiro. É o que aponta nova pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ), divulgada nesta semana. O levantamento entrevistou 393 consumidores, entre 12 e 22 de março.

Apenas 17,6% se mostraram confiantes na recuperação da economia brasileira nos próximos meses, índice inferior ao constatado em fevereiro (29,3%). O indicador referente aos que estão pessimistas também subiu, de 24,5% para 29,3%, assim como os muito pessimistas: de 18,8% para 29,8%. O percentual de consumidores que acreditam que a economia não sofrerá alterações diminuiu de 21% para 17%. Os muito confiantes continuam somando 6,4%.

Questionados sobre as expectativas em relação à economia fluminense no próximo trimestre, 29% estão muito pessimistas, 30,8% pessimistas, 18,6% acreditam que não haverá alteração e apenas 21,6% estão confiantes ou muito confiantes. 

Emprego, renda e endividamento

Em relação ao emprego, o percentual de pessoas com medo de perder o posto de trabalho no Rio (62,1%) foi o maior já registrado. Em fevereiro, essa taxa era de 49,3%.

O percentual de consumidores que acreditam em algum tipo de redução da renda familiar subiu de 45% para 60,8%. O indicador dos que creem que a situação econômica de suas famílias continuará como está caiu de 36,7% para 25,7%. Apenas 13,5% dos fluminenses acreditam que a renda aumentará.

Com relação a endividamento, o total de fluminenses que se disseram endividados ou muito endividados subiu de 50,5% para 58,8%. A porcentagem de consumidores inadimplentes ou com muitas restrições apresentou aumento nesse estudo: de 37,2% para 41,2%. O índice de fluminenses pouco inadimplentes caiu de 19,8% para 15%. Entre os que se declararam inadimplentes, o cartão de crédito segue na liderança (60,1%), seguido pelas contas de luz, gás, água, internet e telefone (47,9%) e pelo crédito pessoal (33,8%).

 

pt Português
X
Open chat