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DJ Ivis é preso após vídeo agredindo a esposa; Advogado vai pedir habeas corpus

DJ Ivis foi preso por agredir a esposa e ser filmado (Foto: Divulgação)
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O cantor DJ Ivis, Iverson de Souza Araújo, foi preso após os vídeos de agressões contra a ex-mulher, Pamella Holanda, serem divulgados por ela nas redes sociais. A prisão aconteceu em um condomínio de luxo em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza. Ele vai responder pelo crime de violência doméstica e enquadrado na Lei Maria da Penha.

 

DJ Ivis foi encaminhado para a Delegacia Metropolitana do Eusébio, na Grande Fortaleza, que investiga o caso. Ele foi levado para a Delegacia de Captura, conforme informações apuradas no local. Vídeos gravados por camera de segurança interna mostram DJ Ivis agredindo a ex-mulher na frente da filha e de outras duas pessoas, uma é a mãe de Pamella e a outra é um homem chamado Charles, que, de acordo com Ivis, foi trazido da Paraíba para Fortaleza para ajudar o artista. Charles alegou que “ficou em choque” e não conseguiu intervir nas agressões.

Após vazar os vídeos no qual mostra ele agredindo Pamella, o DJ perdeu todos os contratos que detinha, inclusive com a empresa Vybbe, pertencente a Xand Avião. O próprio Xand foi quem anunciou o desligamento de Ivis.

“Não admito nem compactuo com nenhum tipo de violência, ainda mais com uma mulher. Nada explica, não tem explicação. “Como todo mundo sabe o DJ faz parte da Vybbe, infelizmente, não tem como continuar com ele na nossa empresa”, comunicou.

O advogado do DJ Ivis afirmou, na quinta-feira (15), que irá entrar com um pedido de conversão da prisão preventiva do cantor em medidas cautelares, como o uso de tornozeleira. A ideia é que ele cumpra obrigações judiciais longe da cadeia. De acordo com o advogado André Quezado, “não há motivação para manutenção dessa prisão em relação a esses fatos”, uma vez que há medidas cautelares diversas, como o uso de tornozeleira eletrônica e o afastamento da ex-mulher, já determinado pela Justiça. Quezado afirmou que não há motivação para a prisão em função da garantia da ordem pública, principal fundamento utilizado pela Polícia Civil ao apresentar o pedido à Justiça.

 

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