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Empreendedorismo: Maria Alice Medina – Gente que faz, “do rock a Compostela”

Foto: Arquivo pessoal
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Muitas pessoas conhecem a definição da palavra empreender, apenas pela percepção do sentido empresarial. Todavia, vai muito além! A palavra empreender é abrangente, a qual segundo o dicionário Michaelis, também pode ser compreendida por: Praticar, tentar, realizar, fazer, executar.

Maria Alice Medina, sabe muito bem como é isso! Fisioterapeuta, acupunturista e terapeuta craniosacal, bem-sucedida, passou muitos anos de sua vida, executando, fazendo e acontecendo no mundo empresarial, com uma atuação fervorosa no maior evento do Brasil, o Rock in Rio. Quando decidiu virar uma página da sua vida, abandonando o que ela descreveu durante a entrevista como:  “Aquele mundo”, para ir em busca de uma espiritualidade que já se encontrava em pleno processo. E como é o desejo do coração de todo empreendedor, queria ainda mais liberdade! “Sou flexível e camaleónica, me adapto a qualquer lugar” disse Alice. Então, inspirada pelo livro do seu amigo escritor, o aclamado Paulo Coelho, ao mesmo passo que se via movida por uma força motriz interior, capaz de tirá-la de qualquer lugar naquele momento, Alice permitiu-se ir em busca e apenas peregrinar, aproveitando caminho.

Entretanto, como quem empreende, Alice afirma, que enquanto se trilha o caminho, é importante escolher onde se pisa! É necessário, bem como narra a parábola “amolar o machado” como que um ritual, ao considerar que dia após dia ela sentia a necessidade de alongar os pés, com o objetivo de evoluir e permanecer no caminho. Assim como a caminhada de um empreendedor, peregrinar pelo caminho a Santiago de Compostela, muitas vezes pode ser solitário, sendo possível a todo tipo de empreendedor, que mesmo ao peregrinar sempre o mesmo caminho, acumulem encontros e experiências diferentes, pois a viagem é única. Porém, como diz Alice, sempre com ajuda dos que de alguma forma trilham o mesmo caminho que você. Alice conta, que em Santiago existe a lenda da concha, qual seja: Durante a peregrinação, o peregrino carrega uma concha para que durante o caminho, ele possa preenchê-la com as suas experiências vividas durante a caminhada; para que ao chegar a Santiago possa oferecer sua pérola, simbolizando o que ele realizou e reuniu de melhor durante a jornada. No entanto, é oportuno lembrar que existem contratempos e perigos pelo caminho, afinal “ostra que não é incomodada não faz pérola!”

@mariaalicemedina, realizou e reuniu suas experiências em uma concha chamada livro, cujo o título é: Do Rock a Compostela – As vezes se ganha, as se aprende; toda a sua trajetória que já dura 22 anos, com 13 vezes no caminho a Santiago, com um olhar e uma paisagem mais revigorante que a outra. E assim ela segue, não com a arrogância de quem sabe tudo sobre o seu caminho, mas com o mesmo entusiasmo e espírito de descoberta do início. Empreendedor, como você vem peregrinando o seu caminho?

Luciana Marques
Profissional de Marketing e Escritora
Instagram: lucianamc10_

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