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Rainbow é igual a Arco-íris

Foto: Divulgação/Ubisoft
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Com um mês bem movimentado, Rainbow Six Siege recebe grandes novidades e o ano 6 está sendo um ano muito representativo para a comunidade. Na primeira temporada do ano de 2021 recebemos Flores, primeiro operador do jogo a levantar bandeira homossexual. Ubisoft lançou em nota na história do personagem que o Flores era abertamente Gay. O operador se diz bastante reservado com o seu companheiro e possivelmente casado com ele.

A importância do Flores para a recepção da comunidade era inserir um personagem LGBTQIA+, aumentar mais a representatividade no jogo, já que é a primeira vez que é inserido no game um personagem abertamente gay.

Mas Flores não vai ficar sozinho nessa. A Ubisoft está prestes a lançar mais uma personagem para levantar essa representatividade e trazer mais diversidade para o jogo.

Atualmente na segunda temporada, durante o evento do Six Major do México, a empresa lançou a chegada da nova temporada do ano 6, denominada “Operação Crystal Guarda” Junto a ela será apresentada a Anjo “Osa” Ianković. Como citei, o Flores não estaria sozinho para essa representatividade. Osa chamou atenção da comunidade por se tratar da primeira operadora transgênero no jogo. Mais uma vez, suas confirmações estão dentro da história do personagem.

Escritor da empresa, Simon Ducharme contou sobre a decisão da inclusão da personagem trans. Consultores trans quiseram apresentar a Osa de uma forma mais autêntica e orgânica.

Tendo sua história escrita por uma pessoa queer e sua dublagem por uma mulher trans, Osa conta com uma identidade totalmente influenciada por seu gênero. Desde sua revelação, não teve nenhuma menção sobre ela ser uma mulher trans. Tudo se encontra dentro de sua lore no jogo.

Osa, de origem croata, é engenheira militar, especialista em robótica e formada em eletromecânica, será uma atacante na operação Rainbow Six, tendo sua especialidade um escudo transparente que pode se prender em superfícies e armações.

Foto: Reprodução/Ubisoft

Diversidade dentro dos jogos

É importante uma empresa como a Ubisoft trazer esse reconhecimento para dentro do game. Isso certamente traz um público com quem se identifique-se e se torne um ambiente mais confortável. O esporte eletrônico também demonstra uma certa toxicidade sobre esse assunto, justamente por conta do preconceito e a discriminação com relação à comunidade LGBTQIA+. A representatividade é a saída para que o ambiente entre em uma diversidade e possa diminuir o preconceito, acolhendo cada vez mais o público.

Jonathan Oliveira
Designer gráfico, fotógrafo e diagramador do Jornal DR1
jonathanoliveira@jornaldr1.com.br

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