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Anonymous ressurge

Foto: Reprodução
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Considerado o grupo de hacktivismo mais famoso do mundo, o Anonymous está desde a primeira década deste século no imaginário popular. Com ações diretas e ataques voltados a políticos, empresários e outras personalidades, o coletivo virou uma das principais facetas da internet mundial.

Com várias células atuantes, inclusive no Brasil, o Anonymous voltou a entrar em evidência nesta semana após “declarar guerra” contra o presidente Jair Bolsonaro. Além de dizer que Bolsonaro “pagaria pelos crimes cometidos”, a divisão do grupo chamada “EterSec” aplicou um golpe de deface no site do Fib Bank, que nada mais é que pichação: a aparência de um site é desfigurada com imagens, vídeos e textos em forma de hacktivismo.

“A guerra está declarada, e faremos você pagar por seus crimes”, “As pessoas que você está matando são as pessoas das quais você depende”, diz o vídeo, que está rodando o Twitter e levou o Anonymous para os assuntos mais comentados na rede social. A revolta teria sido provocada pelos descasos no gerenciamento da pandemia de covid-19 e de comentários considerados antidemocráticos.

A Fib Bank está sendo investigada na CPI da covid por causa de um contrato de R$ 80,7 milhões envolvendo o Ministério da Saúde e a Precisa Medicamentos na compra da vacina Covaxin. Devido às suspeitas de irregularidades na aquisição do imunizante, o contrato foi suspenso.

Essa não é a primeira vez, inclusive, que o chefe do Executivo do Brasil é alvo do grupo. A Anonymous já atacou o Ministério da Defesa em 2018, mais recentemente em junho do ano passado, o Anonymous vazou dados de familiares e ministros do governo Bolsonaro, entre eles Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, Abraham Weintraub e Damares Alves. Lembrando que o grupo também já atacou a JBS/Friboi, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal e expôs nomes também como o Ex-Presidente Michel Temer e Aécio Neves.

Aisha Raquel Ali
Webdesigner, assessoria em social media e marketing
aisha.raquel@jornaldr1.com.br

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