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Equipe de universitários vai representar o Brasil na NASA

Foto : Divulgação
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Formado por jovens estudantes de Engenharia e de Física com o objetivo de criar soluções concretas para o mundo, especialmente no setor aeroespacial, o Projeto Ares foi lançado no fim de 2020 e vem enfileirando conquistas. E uma das maiores foi bem recente: representar o Brasil no Human Exploration Rover Challenge, que acontecerá no Alabama (EUA), no ano que vem.

A nossa proposta de rover de exploração espacial foi aprovada pela NASA e vamos representar a PUC-Rio como única universidade do Brasil aprovada nesta iniciativa. Estamos extremamente motivados com a conquista, e animados com a oportunidade de representar nosso país na NASA – celebra Luísa Leão, capitã do projeto.

Campeão e vice da OBSAT (Olimpíada Brasileira de Satélites), o Ares também recebeu, em 2021, apoio do governo federal, através do Ministério de Ciências e Tecnologia, para o desenvolvimento do CubeSats. Trata-se do satélite que garantiu ao projeto universitário carioca o objetivo de ir à Lua coletar dados quantitativos e qualitativos acerca dos depósitos de gelo lunares.

Para o lançamento deste satélite, o ANGEL (Análise do Gelo por Espectrometria na Lua), a janela de lançamento ideal seria em 2024, com o início da Missão Artemis, da NASA. Inclusive, fui convidada para estar presente na assinatura do Acordo de Cooperação entre Brasil e NASA para ida à Lua – revela Luísa.

Foto : Divulgação

Como não poderia deixar de ser, a capitã e idealizadora do Ares está radiante com os feitos:

Com menos de um ano de equipe, conquistamos reconhecimento como referência na área de satélites e, agora, de rover de exploração espacial. Nosso próximo passo é lançar um foguete que está em desenvolvimento, com o objetivo de quebrar recordes de altitude.

Fico extremamente feliz por atuar com êxito no setor aeroespacial, que desde pequena sou apaixonada. Entrei em Engenharia Mecânica com o objetivo de me especializar em Engenharia Aeroespacial, e posteriormente me tornar astronauta! Essas conquistas, tanto na Agência Espacial Brasileira (AEB), quanto na Agência Espacial Americana (NASA), me fazem ver que estou cada vez mais próxima dos meus objetivos!

Gratidão ao Franco

A ida à Agência Espacial Americana não será a primeira da jovem estudante brasileira. Em 2018, quando era aluna do Liceu Franco-Brasileiro, Luísa foi à NASA pela primeira vez, quando ganhou convite para apresentar um projeto sobre a criação de um campo magnético em Marte através da energia solar. No mesmo ano, ganhou bolsa de estudos para cursar a National Flight Academy, em uma base militar da Flórida.

Durante os 3 anos que fui aluna do Franco recebi apoio incondicional, e acesso a oportunidades extracurriculares de muita importância. Fui bolsista no Franco, e ter um colégio tão bom me acolhendo e investindo em mim mudou minha vida. Sou extremamente grata por poder experimentar tudo isso.

Luísa aponta o principal diferencial que notou no Franco:

Em outros colégios vemos que uma preocupação recorrente é a colocação no vestibular acima da formação do estudante como indivíduo. Porém, no Franco, uma coisa que foi muito especial para mim, e acredito que seja o seu maior diferencial, é que, além do ensino de qualidade, também nos foi proporcionado um acompanhamento pessoal, com a preocupação de formar indivíduos íntegros, e auxiliar os estudantes a se encontrarem na sua jornada. Eu entrei no colégio como uma pessoa, e saí uma outra completamente diferente. Durante os 3 anos tive apoio incondicional do colégio, e acesso a oportunidades extracurriculares de muita importância – agradece a futura engenheira.

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