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Cada macaco no seu galho

Foto: Reprodução
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Ciência, significa conhecimento ordenado, um conjunto de informações repousados sobre princípios certos, não só teórico, mas também experimentado. Ciência representa toda a informação adquirida através do estudo, pesquisa e da prática. O saber, designa a forma elevada desse conhecimento.

Matérias científicas são destinadas para estudara natureza nos seus julgamentos fundamentais, gerido por regras e leis de origem natural com legitimidade universal. Concordando ou não, as leis da natureza já nasceram sancionadas, sem chances de habeas corpus ou alterações, são eternas, jamais poderão ser revogadas sob pena de extinção total da vida. Ciências Naturais, ou da Natureza, não tem como objeto de estudo o comportamento humano em sociedade, tão pouco suas invenções, mas sim exclusivamente os conceitos físicos, químicos e biológicos dos seres vivos e do meio ambiente.

As ciências naturais se completam no processo de experimentação ao analisar as peças de estudo sem a intervenção dos seres humanos. Portanto, o empírico é um fato que se apoia somente em experiências vividas, e não em opiniões. É um método criado para testar a validade de teorias e hipóteses em um contexto de experiência que gera evidências para se obter conclusões.

Já o senso comum é o conhecimento baseado em um experimento vulgar, não sistemático e nem organizado de forma racional. Esse empirismo designado para aquele indivíduo que promete curar doenças, sem noções científicas, é um charlatão.

Todas as disciplinas e especializações têm as suas importâncias que são fundamentais à coletividade dentro dos seus respectivos habitats de atuação. Quando o cidadão é inábil em ciências, desqualificado na área de ciências naturais, atua fora do seu “quadrado” emitindo opiniões públicas com grande influência popular e principalmente regras, pode ameaçar o avanço da sociedade com consequências devastadoras à humanidade.

Neste caso, se não for irresponsável é criminoso, um assassinato ao saber. Será um embaixador da ignorância, o mensageiro da desordem e representante líder de uma tragédia. É injúria, não somente aos profissionais da área de ciências naturais, mas à todas as espécies da vida terrestre.

Neste momento sob uma enfermidade epidêmica de estudos ainda inconclusivos e efeitos conflitantes, demonstram um risco exponencial à sobrevivência. É de extrema necessidade que a discussão cientifica e resultados contraditórios deste tema, sejam públicos. Mas, é imperativo admitir que apenas os especialistas e cientistas, pertinentes a esta área da saúde, exercitem o saber das suas expertises.

Toda e qualquer ação clínica, orientações e decisões cabíveis são atribuições exclusivas ao ignorado profissional conhecido pelo título de médico. É, só ele quem sabe o caminho e/ou tentativa de como curar. Baseando-se nas conclusões cientificas disponíveis devem ser livres e assegurados no exercício das suas funções, é para isso que ele existe, é para isso que ele se aparelhou.

A discricionariedade administrativa jamais pode sobrepor as razões cientificas que sustentam a vida.

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