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Dia da Consciência Negra: Milton Nascimento um dos mais influentes e talentosos músicos da Música Popular Brasileira 

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Milton nasceu em uma favela do bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro. Filho da empregada doméstica Maria do Carmo do Nascimento, que ainda muito jovem, entrou em depressão, e morreu de tuberculose antes de Milton completar dois anos. Logo, Milton ficou entregue aos cuidados da avó.

 

Uma das duas filhas do casal para o qual sua avó trabalhava, a professora de música Lília Silva Campos, era recém-casada e não estava conseguindo engravidar. Imediatamente, Lília adotou o cantor e a família se mudou para Três Pontas, em Minas.

 

Milton começou a gostar de música por influência da mãe, que havia estudado com Villa Lobos. Aos quatro anos, ganhou uma sanfona e desde cedo explorou sua voz.

 

Em 1962, gravou a primeira canção, “Barulho de Trem”. Em Três Pontas, integrava, ao lado de Wagner Tiso, o grupo W’s Boys, que tocava em bailes. Em 1966 Milton escreveu, em parceria com César Roldão Vieira, as canções para a peça infantil “Viagem ao Faz de Conta” de Walter Quaglia. Em 1967, segundo o trecho da contracapa do disco Milton e Tamba Trio: “Milton Nascimento entrou no estúdio acompanhado pelo ‘Tamba Trio’, no Rio de Janeiro, em 1967, para gravar seu primeiro disco.

 

Milton Nascimento já gravou 34 álbuns. Cantou com dúzias de outros artistas, incluindo Maria Bethânia, Elis Regina, Gal Costa, Jorge Ben Jor, Mercedes Sosa, Caetano Veloso, Simone, Chico Buarque, Clementina de Jesus, Gilberto Gil, Lô Borges, Beto Guedes, Paul Simon, Criolo, Angra, Peter Gabriel, Duran Duran (com quem co-escreveu e gravou a faixa “Breath After Breath”, de 1993),Wayne Shorter, Herbie Hancock, Quincy Jones.

 

Milton, usou suas músicas como forma de expressão e manifestação política. Entre outras canções, há “Maria Maria”, que se tornou a música das mulheres brasileiras. Como também, a interpretação de “Coração de Estudante”, que se tornou o hino das Diretas Já e dos funerais de Tancredo Neves.

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