Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização. ©2019 Diário do Rio.

Mariana Becker: Mostrando que a mulher pode estar onde quiser

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email
Share on telegram

Mariana Gertum Becker nasceu em Porto Alegre no dia 30 de abril de 1971. Ingressou na Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul em 1989.

A jornalista trabalhou, durante o curso, no Jornal Vertical, na Rádio Ipanema e na Zero Hora. Formou-se em 1994, no mesmo ano foi contratada pela Rede Globo.

Trabalhando no mundo esportivo, Mariana cobriu o Circuito Mundial de surfe entre os anos de 2003 e 2004.

Ela foi correspondente internacional da TV Globo e fez a cobertura do circuito de Fórmula 1 na emissora entre o ano de  2008 até o final da temporada de 2020, quando o esporte deixou a emissora carioca

Com o fim do contrato da Rede Globo com a Liberty Media, dona dos direitos da Fórmula 1 no ano de 2021, Mariana Becker não teve seu contrato renovado com a emissora e deixou o canal após 27 anos.

As transmissões de Fórmula 1 migraram para a Rede Bandeirantes de Televisão e em 6 de fevereiro de 2021, Mariana assinou contrato com a emissora. Sendo repórter durante toda a temporada.

Mariana abre uma porta de inspiração para as meninas que gostam de automobilismo, mostrando a possibilidade de as mulheres terem representatividade e trabalharem mesmo em ambientes mais masculinizados como a F1. Respeitada pela imprensa internacional e pelos pilotos, a repórter brasileira inclusive apareceu em trechos de Drive to Survive, série da Netflix que aborda as temporadas da F1.

pt Português
X
Open chat