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Tomaz Adour e o ingrediente que faltava (parte 1)

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Empreender nunca foi tão difundido. Atualmente, os convites acontecem com grande frequência para desenvolver um negócio na esfera digital; onde a base se apoia intrinsicamente nas técnicas de escrita. Em entrevista com o renomado Tomaz Adour, editor fundador da editora Vermelho Marinho e presidente da LIBRE – Liga Brasileira de editoras independentes que defende a bibliodiversidade; foi possível elencar para você diferentes formas de gerar renda, com a inseparável dupla: Leitura e escrita. Fica comigo até o final e descubra também quando escrever livros lhe proporcionara renda ou não. Até lá, você será capaz de descobrir o ingrediente que faltava.

Nesse sentido, Tomaz, afirma que para quem escolhe trabalhar escrevendo livros, a escrita deve ser encarada como uma carreira e não como algo esporádico, pois exige persistência. E se lhe servir de preparo, ele diz: “O Brasil é um país que lê pouco,.” Segundo o editor, atualmente o Brasil vende a mesma quantidade de livros que eram vendidos na década de 90, apesar da população ter dobrado. “A concorrência em ralação ao livro, hoje é muito grande, se compararmos o acesso ao celular e estreaming”, afirma Tomaz. No entanto, a variação dessa carreira funciona como base estratégica para gerar autoridade e relevância em um determinado assunto, ao mesmo passo que você exerce outra profissão. Ele explica que muitos autores fazem sucesso de primeira e depois não conseguem “repetir a dose”, porém, outros tentam de primeira e se deparam com a necessidade de persistir por mais alguns livros, até serem muito possivelmente, bem-sucedidos.

Muito generoso, Tomaz, conta alguns segredos para quem deseja se destacar ou até mesmo escrever um Best Seller; quais sejam: A definição do público alvo, originalidade e a capacidade de não se perder nas obras inspiracionais, assemelhando sem perceber ideias substanciais de outros autores, vindo a cair no mais do mesmo. O editor, ressalta que a comunicação dentro do mercado editorial também é muito efetiva quando se trata de escritores arrogantes, reclamões e que não valorizam a editora que lhes acolheram, por motivos superficiais. Todavia, nascida e criada para que escritores brasileiros conseguissem publicar o que eles não conseguiam nas demais editoras, a editora Vermelho Marinho veio para ampliar oportunidades e possuí o seu diferencial pautado em obras clássicas raras, da literatura brasileira e foi a primeira editora virtual do Brasil.

Dessa forma, escrever traz frutos que se regrados com base no amor e na persistência, lhe oferecerá mais de uma vertente rumo ao mesmo fim. Além disso, graças a editoras como a Vermelho Marinho, muitos sonhos podem se tornar realidade. Te conto na próxima coluna, sobre as diferentes formas de se empreender com a escrita dentro do métier fechado das editoras, com grande oportunidade.

 

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