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Sustentabilidade climática: quem pagará a conta?

Foto: Pixabay
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Para cumprir os compromissos mundiais de descarbonização até 2050 as empresas desempenharão um papel importante em uma solução climática duradoura, o que significa que qualquer chance de progresso exigirá que todos os setores se mobilizem .

Os executivos do varejo estão reconhecendo a necessidade de se adequarem à nova ordem mundial de uma economia de baixo carbono, mas esta mudança vêm com um preço alto cujas fontes de financiamento e o caminho a seguir ainda não estão claros.

O primeiro passo deve ser enfrentar suas próprias emissões diretas e indiretas, chamados de escopo 1 e 2.

As emissões de Escopo 1 são geradas diretamente pelas empresas em suas operações e enquanto o escopo 2 representa indiretamente as emissões por meio da compra de energia, respectivamente. Para reduzir essas emissões os varejistas precisam buscar melhorar a eficiência energética de suas lojas com LEDs por exemplo,  ventilação e ar condicionado mais eficientes,  geração de energia solar no local ou contratação de energia de fazendas solares quando possível.  Uma outra forma de mitigação das emissões dos gases de efeito estufa pode ser a troca  sua própria frota de transporte atualizando para veículos de emissão zero (por exemplo, aqueles que funcionam com baterias ou células de combustível).

Toda mudança precisa incluir treinamento das  equipes necessárias para gerenciar internamente o processo de mudança energética e a transição, bem como o custo futuro do pagamento de impostos de carbono sobre as emissões residuais.

O importante é que os varejistas já comecem a criar uma estratégia de transição para uma economia de baixo carbono de forma que esta mudança possa gerar um menor impacto na composição final do produto caso contrário, caberá ao consumidor pagar a integralidade desta conta climática. Lembrem, a responsabilidade é compartilhada, e todos  deves buscar soluções incluindo, Governos, investidores e fornecedores.

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