Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização. ©2019 Diário do Rio.

Mudança climática e a onda de calor devastadora

Foto: Reprodução
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email
Share on telegram

Desde que o mundo começou a realizar os registros de temperatura há mais de 170 anos – teve início em 1850 – o mês de março deste ano apresentou a maior anomalia de temperatura global até então registrada.

A Índia e o Paquistão são dois exemplos de países que mais foram afetados por esta onda de calor devastadora que o planeta vem experimentando, afetando 70% dos países e tendo consequências graves na saúde publica daquelas populações, com 90 mortes até o momento. Na agricultura, sofreu uma redução de 35% na produção de trigo, o que levou o governo da Índia a interromper a exportação que iria ajudar a abastecer a oferta mundial de trigo que atualmente se vê prejudicado com a suspensão da exportação por parte da Ucrânia, que está em guerra.

Outra consequência em decorrência do forte calor foi o derretimento de um lago Glacial no Paquistão que causou inundações.

Em um mundo globalizado, o impacto negativo das mudanças climáticas não são sentidos apenas em uma localidade, os efeitos são sentidos por todos nós.

Cientistas de mais de sete países se reuniram para analisar o fenômeno e concluíram que os efeitos são consequência da atividade humana e que as nossas atividades aumentaram em 30 vezes a probabilidade destas ondas de calor extremos ocorrem novamente.

É inegável que as cidades precisam se adaptar ás mudanças climáticas, seja se preparando para fortes chuvas ou para as ondas de calor. Precisam-se criar Planos de Ação para ondas de calor, alertando a população através de mensagens e os serviços públicos precisam repensar horários de funcionamento alternativos.

Atitudes simples, mas que podem reduzir a mortalidade.

pt Português
X