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A fé que nos fortalece e renova nossas esperanças, a cada novo amanhecer

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Na última quarta-feira (13), o Jornal DR 1 teve a grata e honrosa satisfação de ter  se unido a centenas de fiéis que participaram da comemoração do Dia de Nossa Senhora da Rosa Mística, no Corcovado, onde foi celebrada uma missa pelo Padre Omar, reitor do Santuário do Cristo Redentor, seguida da oração do terço consagrado a Nossa Senhora da Rosa Mística, comandada por Madre Hildegard da Congregação Irmãs Missionárias da Rosa Mística do Gama – DF. Um momento único, de extrema beleza, de amor e de fé, cuja sua expressão maior, acaba por nos emocionar.

A história da devoção a Nossa Senhora da Rosa Mística remonta a primavera de 1947, pouco tempo após o término da segunda grande guerra mundial, em uma Itália em reconstrução, quando no pequeno vilarejo de Fontenelle, na cidade de Montichiari, região da Lombardia, a auxiliar de enfermagem Pierina Gilli, 35 anos foi  visitada pela Mãe de Jesus.

Na primeira aparição, a Virgem se apresenta a Pierina trajada com uma túnica purpura, com um véu branco ao redor da cabeça. Tinha um semblante de profunda tristeza, olhos marejados de lágrimas que caiam em gotas cintilantes, três grandes espadas que perfuravam seu santo Coração e pronunciava apenas três palavras: oração, penitência e reparação.

A primeira espada representava a ruína da vocação sacerdotal e religiosa. A segunda espada representava a vida pecaminosa que levavam muitos sacerdotes e religiosos. A terceira espada representava os padres e monges que cometem a traição de Judas, abandonam a vocação, perdem a fé e a bem-aventurança eterna e, tornam-se inimigos das igrejas.

Pierina compreendeu que tinha o dever de dedicar sua vida a Virgem, oferecendo-lhe preces, sacrifícios e penitência, para reparar os pecados  das 3 categorias de almas consagradas à Deus: primeiro as almas religiosas que traiam suas vocações, segundo para reparar o pecado mortal de suas almas e terceiro para reparar a traição dos padres que se tornaram indignos de seus ministérios. Além de contribuir à santificação dos padres e sacerdotes, através de preces, de sacrifícios e de penitência.


Num domingo de 13 de julho de 1947, pela manhã, enquanto rezava o Rosário a Virgem voltou a aparecer para Pierina, sendo que desta vez estava vestida de branco e no lugar das espadas trazia em seu peito tres rosas: Branca, vermelha e amarela. A branca simbolizando as almas que rezam para que nenhuma vocação se perca. A rosa Vermelha simbolizando as almas que expiam pelos pecados cometidos pelas almas consagradas e a rosa amarela simbolizando o espírito de penitência e, também, as almas que se sacrificam suas vidas em expiação pelos sacerdotes que traem Jesus como fez Judas. Desta vez, sorrindo, disse Sou a Mãe de Jesus e a Mãe de todos vós.

Pediu, ainda, que todos os dias 13 do mês fossem dedicados, em honra, a Nossa Senhora da Rosa Mística. Conclui dizendo ” A oferta de almas que se sacrificam é um pedido do Meu Coração em prol da Salvação dos servos de Deus desorientados e pelas suas ordens religiosas. Portanto, as espadas significavam as ofensas, os pecados e as rosas a reparação.

Nas últimas aparições da Virgem a Pierina, aconteceram muitos e fantásticos sinais no sol e no céu, similares aos que ja havia, sucedidos em Fátima e que foram vistos por multidões. Foi dado a Pierina a visão do inferno e que apavorada, clamou a Deus por ajuda.

Hoje muitos padres e bispos não só reconhecem Montichiari, como também, se tornaram devotas de Nossa Senhora da Rosa Mística.

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