Para que serve essa estrutura extremamente cara para o bolso do cidadão que ganha R$ 1.518? Temos um sistema judiciário e um congresso dos mais caros do mundo, que não servem ao povo que paga essa conta. Essa casta de “notáveis”, estão no topo dos mais ricos do país, sempre implementando políticas visando seus interesses pessoais.
Em 2023, o Poder Judiciário brasileiro custou R$ 132,8 bilhões, o que equivale a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Este valor representou um aumento de 9% em relação a 2022, quando o gasto foi de R$ 116 bilhões.
Já o poder legislativo não fica para trás. Cada deputado federal ganha em média é R$ 47 mil. Em 2024, as despesas pagas pela Câmara dos Deputados superaram a quantia de R$ 6 bilhões, ou seja, por ano esses parasitas consomem toda essa grana dos cofres público.
Os gastos com toda estrutura do judiciário bate a casa dos R$ 160 bilhões por ano. Somente o STF consome por ano a bagatela de R$ 900 milhões. O STJ custou aos cofres públicos R$ 2.2 bilhões em 2024, e o orçamento do STM para 2025 foi de R$ 260 milhões.
Conforme se verifica, toda essa estrutura é mantida com o suor do povão carente de hospitais, segurança, emprego, moradia, alimentação etc.
Ainda temos um poder executivo que até agora não disse a que veio. Estamos amargando uma inflação alta, mais de 12% ao ano e os alimentos de primeira necessidade estão, como diz a gíria, “o olho da cara”, tirando toda alternativa do povão de se alimentar dignamente. Feijão nas alturas acompanhado do arroz, leite, carne, café, açúcar, azeite e ovos, entre tanto outros produtos alimentícios.
Como é sabido, o que vale é a vontade pessoal dos ministros, que varia de acordo com as circunstâncias e os interesses envolvidos. Os milicos do Supremo podem tomar decisões fora da lei como vem acontecendo nas condenações dos baderneiro do 8 de janeiro, em Brasília.
A fome financeira desta casta aprovou recentemente um aumento salarial e sob a justificativa, segundo o supremo milico Barroso, que o tal “quinquênio”, é para quem ganha somente de salário cerca de R$ 40 mil, e diz que os “magistrados estão precisando de mais incentivos financeiros para continuar nos seus empregos”. É sempre bom lembrar que o Judiciário e o mais caro do mundo com mais de R$ 40 bilhões por ano, gastos com salários.
O supremo milico Barroso que se dirigiu aos “manés” perderam, junto com os demais milicos rasgaram e jogaram no lixo a “Constituição Cidadã” de 1988, e fazem o que querem a margem da lei. Vale tudo, prender inocentes e libertar a bandidagem, como ocorreu com os condenados da Lava Jato. O interessante é que eles, do Judiciário, têm benefícios que os mortais não têm, tais como salário, férias, licenças-prêmio, auxílio saúde, auxílio educação, quinquênio, auxílio alimentação e uma penca de penduricalho.
Que País é esse?
Pela libertação dos baderneiros do 8 de janeiro
Quantos mais precisarão morrer para que a justiça seja feita? Cleriston Pereira da Cunha, de 46 anos, o Clezão, preso do 8/1 morreu em novembro de 2023, por um mal súbito, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
Estamos, sem sombra de dúvidas, sob um regime autoritário e de exceção exercido pelos “milicos” do judiciário. Enquanto assassinos, ladrões, sequestradores, assaltantes de banco, terroristas e gente condenada por crimes hediondos estão circulando livremente pelas ruas, e até o ex-governador Sérgio Cabral, condenado a 400 anos de cadeia, dezenas de manifestantes que promoveram a quebradeira do dia 8 de janeiro, e a cabeleireira Débora, mãe de dois filhos menores, por escrever com batom “perdeu, mané”, na base da estátua, em Brasília, estão presos e condenados a mais de 10 anos pelos mandantes da nação brasileira, com o apoio do Executivo, dos milicos das forças armada e a conivência dos inúteis deputados federais e Senadores.
Esse é o Brasil!