Insatisfação e falta de benefícios para o colaborador, são alguns dos motivos
A rotatividade de funcionários é um dos desafios mais importantes para as empresas brasileiras. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de rotatividade no Brasil gira em torno de 40% ao ano, sendo que os custos com demissões, novas contratações e treinamentos representam um impacto significativo para as empresas. Diante desse cenário, benefícios como o plano de saúde empresarial se destacam como um fator estratégico na retenção de talentos e na redução dessa taxa, garantindo maior estabilidade e satisfação aos colaboradores.
Para a Gestora de Seguros e CEO da Géia Consultoria e Corretora de Seguros, Sandra Oliveira, a oferta de um plano de saúde empresarial está diretamente ligada à redução da rotatividade dos funcionários. “Independentemente de seu porte, ter sucesso na contratação e retenção dos seus colaboradores, envolve diversos fatores importantes, entre eles, os benefícios, como o plano de saúde, fazem toda a diferença para a segurança dos colaboradores e a competitividade da empresa. Isso significa segurança para o colaborador e seus dependentes, quando estes estão inseridos no mesmo, certo que podem contar com atendimento médico quando precisarem. Para a empresa, a certeza de que entre a necessidade de atendimento do colaborador e a obtenção do mesmo, será em menor tempo que se o mesmo dependesse da agenda da rede pública, diminuindo sua ausência no trabalho”, pontua.
Além de ser um diferencial competitivo, o investimento em um plano de saúde para colaboradores pode trazer desafios às empresas, como a escolha do modelo ideal e a gestão dos custos envolvidos. “A identificação do melhor produto no mercado para o perfil do cliente, é o primeiro passo para uma boa implantação e aceitação do plano de saúde pelos envolvidos, esta fase, deve ser imediatamente seguida pela identificação das pessoas que farão uso dos benefícios. Conhecer a saúde física e mental de cada colaborador é fundamental para tratar os riscos eminentes e os controláveis, com base neste perfil, elaborar um programa de saúde que possa ser assertivo, eleve o sentimento de pertencimento do colaborador a empresa empregadora, que vai além da entrega da carteirinha do plano de saúde”, analisa Sandra.
Eduardo Lima, de 34 anos, atua há 10 anos na área de vendas em uma empresa de calçados em São Paulo, e se sente mais motivado no seu setor. “Desde que minha empresa passou a oferecer plano de saúde, percebi uma grande diferença no ambiente de trabalho. Me sinto mais seguro, valorizado e motivado a permanecer na equipe. Além disso, saber que minha saúde e da minha família estão protegidas me dá mais tranquilidade para focar no meu desempenho profissional. Gosto e sou feliz de trabalhar aqui, mas nem todos os lugares que trabalhei foram assim. Tive sorte desta vez”, conta.
Outro ponto relevante é o impacto do plano de saúde na produtividade e no engajamento dos funcionários. Empresas que oferecem esse benefício percebem uma redução na ausência e um aumento na motivação dos colaboradores. “Ter esse benefício já não é mais um diferencial. É preciso que o colaborador tenha a percepção de valor e perceba o cuidado e o interesse que a empresa tem para com a sua saúde física e mental, o que gera para a empresa, maior produtividade e menor índice de ausência. A empresa não tem nenhum custo adicional para oferecer este benefício, existem consultorias que agregam este benefício a sua contratação para administrar o produto junto a operadora, a mesma se diferencia dos concorrentes, agregando valor. Todos saem ganhando”, explica a Gestora de Seguros da Géia
Diante desse cenário, os gestores de empresas que se preocupam com essas questões, contribuem não só para reduzir a rotatividade, mas também contribui para um ambiente corporativo mais saudável e produtivo. As empresas que valorizam o bem-estar de seus colaboradores tendem a se destacar no mercado, criando equipes mais engajadas e fortalecendo sua reputação como empregadoras atrativas e sendo mais procuradas no mercado. “O maior desafio das empresas é entender que muitas pessoas vêm para o mercado de trabalho fragilizados na sua saúde mental e os empreendedores precisam ter a conscientização que o cuidado com a saúde mental, física e financeira destes colaboradores através de programas de saúde e prevenção é o caminho para uma boa gestão e melhores resultados”, finaliza Sandra Oliveira.