Não precisa ser muito inteligente para saber que temos uma suprema corte com 11 tiranos que se apossaram do país sem precisar de canhões, tanques e baionetas e sem dar um tiro, para tomarem o poder de assalto.
A ingerência dos milicos de toga encastelados na Suprema Corte não tem limites. Dominaram o congresso e o senado ao anularem as decisões dos “representantes do povo”, libertam a bandidagem do “colarinho branco” e protegem a ladroagem que atacou os aposentados e pensionistas (idosos e crianças -PCD) com concessão de habeas corpus, como vem ocorrendo com a CPMI do INSS.
Temos dois exemplos perniciosos de decisões aplicadas pelos milicos de togas: Renato Duque, condenado a 29 anos e dois meses de prisão, além de multa, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato, teve a prisão revogada pelo milico de toga Toffoli, e a decisão do milico de toga Gilmar Mendes ao conceder um habeas corpus que impediu o depoimento de Igor Dias Delecrode à CPMI, do INSS. O empresário, de 28 anos, é apontado como um dos principais envolvidos em um esquema de fraude que teria desviado R$ 1,4 bilhão de aposentadorias.
Para não esqueçamos, vale lembrar que é o ex-deputado Alessandro Molon, autor do pedido de liminar concedido pelos milico de toga Fachin que impede a polícia de subir o morro, e na mais recente intromissão e contrariando a vontade da maioria do povo carioca, milico de toga Alexandre “o grande”, resolveu intervir tiranamente no Estado do Rio de Janeiro, dando ordens ao governador e aos secretários da Polícia Civil e da Polícia Militar exigindo explicações sobre a ação policial no Complexo do Alemão.
Durante a incursão nas comunidades que resultou dezenas de mortes, 4 bravos policiais perderam a vida e até hoje nenhuma homenagem dos governantes e dos milicos de togas encastelados em Brasília. O novo ministro Guilherme Boulos, e o ministro Lewandowski, que ainda não disse pra que veio, revelou que Lula teria ficado “estarrecido”, com as mortes da bandidagem.
Esse país não tem seriedade
Nossos governantes insistem no imobilismo diante da violência urbana, mas não dá para ignorar que o povo não aguenta mais a criminalidade. A população quer segurança, o direito de ir e vir sem sofrer assaltos e todo tipo de agressões da bandidagem, por isso, como diz as pesquisas, apoia as forças de segurança e as ações contra os criminosos.
É preciso endurecer as leis com punições mais severas contra os narcotraficantes e contra os assaltantes do erário público, que representam tudo de nocivo na sociedade brasileira.
Muito embora nosso representante máximo, ao que nos parece, seja um defensor da bandidagem, que já passou a mão na cabeça de ladrões de celular, e disse que traficantes são “vítimas dos usuários” e que a megaoperação policial no Rio de Janeiro foi uma “matança”, ainda nos restam esperança que os anseios populares serão devidamente atendidos.
O que não podemos mais, é ter que conviver e aceitar a realidade que nos apresenta, ou seja, um país anarquizado, com um narco-congresso, narco-senado, narco-judiciário e narco-forças armadas. É uma anarquia geral.



