Há anos que estamos vivendo sob um regime estratificação social, caracterizado por uma profunda desigualdade social, onde setores privilegiados da sociedade, entre os quais o funcionalismo público de uma forma geral, destacando-se aqueles mais vorazes que se alimentam descaradamente do erário público através da corrupção que infelizmente se tornou uma banalidade, assim como banal a violência dos criminosos organizados nas comunidades e nos grandes castelos em Brasília – Congresso Nacional, Senado Federal, Tribunais de Exceção – STF, STJ, TST, entre outros regionais, não podemos esquecer os do Poder Executivo. Um bando de parasitas se locupletando despudoradamente do dinheiro público às custas da miséria do povão.
O povão paga conta com a fome!
Segundo o IBGE, cuja pesquisa está longe de se levar a sério, a fome atinge 6.48 milhões de pessoas no Brasil. A insegurança alimentar afeta principalmente crianças, jovens, mulheres e domicílios pobres.
O número de pessoas que vivem em lares com insegurança alimentar grave enfrentam a fome diariamente, dados do levantamento sobre Segurança Alimentar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). “O IBGE define insegurança alimentar grave como a situação em que há falta de qualidade e redução na quantidade de alimentos, incluindo crianças e adolescentes, transformando a fome em uma experiência vivida no domicílio.”
“Já a insegurança alimentar moderada — caracterizada pela falta de qualidade e redução na quantidade de alimentos atinge cerca de 9,795 milhões. Ainda segundo o estudo, 18,9 milhões de famílias ainda enfrentam algum grau de insegurança alimentar.”
Mas os parasitas em Brasília ignoram solenemente essa situação, afinal não vão abrir mão de manterem seus privilégios, mesmo que custe a fome de um quarto da população, que representa cerca 52 milhões de vidas.
A máquina pública, Câmara e Senado a pleno vapor repondo suas energias, aprovaram dois projetos de lei que concedem benefícios acima do teto constitucional a seus servidores, reajustando remunerações, criando gratificações para seus supersalários. E não para por saí, criaram tal de licença compensatória em que os servidores terão um dia de folga a cada três dias trabalhados. Segundo estimativas os benefícios dos servidores da Câmara e do Senado podem chegar a R$ 4,3 bilhões anuais para os cofres públicos.
E os tribunais não ficam para trás.
“Os tribunais de Justiça pagaram R$ 3,9 bilhões em retroativos em 2025. O campeão da gastança foi o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), com R$ 1,5 bilhão. Ali, 569 magistrados receberam boladas acima de R$ 1 milhão. Os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) receberam R$ 9 milhões em retroativos em 2025. O STJ quebrou o silêncio dos tribunais, que se negam a informar o que é pago com esses retroativos. As despesas dos tribunais de Justiça dos estados com retroativos – 3,6 bilhões – representam 93% do total dos gastos com todos os tribunais.”
A gastança é um poço sem fundo
“Os deputados gastaram R$ 238 milhões com o tal Cotão, em 2025. A maior despesa foi com divulgação da atividade parlamentar – R$ 100 milhões. Trata-se de gastos com autopromoção. Em segundo lugar vêm o aluguel de veículos, com R$ 41 milhões, combustível desses veículos custou mais R$ 22 milhões, manutenção dos escritórios nos seus estados com assessores pagos pela Câmara, mais R$ 33 milhões, passagens aéreas nacionais R$ 27,6 milhões, hospedagens R$ 3,8 milhões, etc.” Fonte Lúcio Vaz 05/02/2026 Gazeta do Povo.
É muita mordomia, num país de atolado pela miséria e fome.
No STF um código de conduta para livrar a cara do corruptos ministros. Os escândalos não param e tem ministros corruptos se comportando como se toda essa lama não os afetam. E a falta de decoro: Banco Master; Tayayá resort de luxo; bilionária fraudes no INSS que Polícia Federal estima em até R$ 6,3 bilhões desviados de aposentados e pensionistas atingindo 4,1 milhões de pessoas e contrato de 130 milhões formalizado com o escritório da esposa de ministro.
Nem Código de Conduta apaga essa lama no STF, até porque a corrupção é continuada. Somente há uma forma de amenizar esse caos na Suprema Corte, é a eleição dos ministros e limitação de seu mandato em 4 anos.
O povão que uma resposta do Congresso e do Senado. Não dá para nossos representantes continuarem se mantendo acovardados diante de uma suprema corte corrupta afetando a economia de mais de 200 milhões de brasileiros.
Teremos eleições esse ano. É hora de mudanças profundas nos rumos de nosso país. Nós, eleitores, temos que mostrar nossas insatisfações votando e elegendo um novo Congresso.
Chega de corrupção! Chega de fome e miséria! Agora é a nossa vez!



