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Opinião: Onze homens e um segredo: corrupção!

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

E os “cavaleiros do apocalipse” incrustados na Suprema Corte, se colocam acima do bem e do mal. É incrível que esses senhores envolvidos até o pescoço em falcatruas e malandragens, corrompidos e corrompendo, ainda se posam de honestos defensores da democracia, mandando prender inocentes e ameaçando todos que se opõem as suas diretrizes, ignorando  solenemente as acusações de prevaricação e corrupção. Ignoram o contrato de 130 milhões com o Banco Master, os 20 bilhões do resort Tayaya e tantos outros que permanecem no anonimato.

Se fossemos um país sério, esses senhores estariam destituídos de seus empregos, leia-se STF, presos e condenados. Mas não, esse é o país da impunidade, onde o ladrão manda investigar e ameaçar de prisão aqueles que denunciaram a corrupção praticada.  É muita cara-de-pau!

A investigação envolvendo o Banco Master, e os R$ 130 milhões contratados pelo escritório do tirano Alexandre de Moraes e os R$ 20 milhões contratados pelo outro tirano Dias Toffoli precisa ser cirúrgica, com ampla autonomia nas investigações consideradas necessárias diante da complexidade e do volume de provas.

A promiscuidade entre os ministros e o banqueiro do Master não deixam margem para dúvidas de que sempre apostaram e ainda apostam na impunidade. Mas as investigações sob a relatoria do ministro André Mendonça, esperam a sociedade que não termine em pizza. Deve ser o mais ampla possível dentro da legalidade, investigando além dos ministros, seus familiares, por exemplo, Viviane Barci de Moraes, que recebeu R$ 129 milhões por serviços prestados ao Master, segundo apuração publicada em jornais de grande circulação.

O relator ministro Mendonça tem o dever de tornar público todo esse “mar de lama” , ou seja,  derrubar o sigilo do caso imposta por Toffoli. Um escândalo de tamanha projeção como esse tem que ser público, o mais transparente possível, pois estamos diante de um rombo, segundo dados demonstrados somente pelo Fundo Garantidor de Crédito, de cerca de 51 bilhões, que infelizmente, o que tudo indica, essa conta recairá nas costa do povão. 

Os malfeitores no alto de suas arrogâncias reagem

Numa tentativa de intimidar todos aqueles que criticam a postura, a ladroagem dos ministros do STF, alguns tiranos mostram suas garras, como recentemente o xerife do Brasil Alexandre de Moraes fez contra o presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal sendo intimado a depor na Polícia Federal Cabral.

Moraes já mandou investigar e condenar arbitrariamente, segundo seu entendimento, centenas de opositores, principalmente os que participaram da manifestação do 8 de janeiro. Não podemos esquecer o exemplo da condenação da Débora Rodrigues dos santos “Débora do batom” condenada a 14 anos de prisão em regime inicial fechado, filmada pichando a frase “Perdeu Mané” na estátua da Justiça, em frente ao STF, sendo-lhe imputada os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.

Ao que parece, os crimes imputados ilegalmente a Débora, serviriam para imputar os tiranos Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, pelos danos que estão causando ao erário público.

O “silêncio dos inocentes”

Os ministros, envolvidos nas falcatruas além de arrombar os cofres públicos, estão desonrando a Suprema Corte (STF). Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e a quadrilha que se apoderou da Corte, Banco Master, “o amigo do pai”, o Resort Tayayá, o contrato entre o Master de R$3,6 milhões de reais, entre tantas outras ilegalidades, um pergunta que não quer calar: onde estão os representantes do PT no governo, diante de um dos maiores escândalos do sistema financeiro que atinge 210 milhões de brasileiros entre os quais 90 milhões que sobrevivem do bolsa família. Nos faz lembrar a fábula dos três macaquinhos “não vejo, não ouço, não falo”.

‘Infelizmente esse é o nosso país, do carnaval, do futebol, da malandragem e da impunidade institucionalizada. Vem aí as eleições. Hora de mudanças!

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