A Policia Civil prendeu homem que e apontado como lider do grupo Povo de Israel, em um churrasco em São João de Miriti, na Baixada Fluminense.
Suspeito, identificado como Márcio Cea de Paiva, conhecido como “Kinca”, de 45 anos, era monitorado por agentes da 38ª DP e possuía dois mandados de prisão em aberto por roubo.
De acordo com as investigações, o Kinca era uma das lideranças desse grupo criminoso chamado Povo de Israel e ocupava a terceira posição de hierarquia do grupo. Eles atuavam em golpes de extorção e no chamado falso sequestro, que era praticado aparti de ligações telefonicas falsas.
A prisão aconteceus enquando o suspeito estava em um churrasco com amigos em São João de Miriti, na abordagem, lá foi encontrado outro homem com um mandado de prisão em aberto.
Outras cinco pessoais foram flagradas com celulares roubados no local. no total foram sete pessoas encaminhadas a delegaçia.
Segundo a Policia Civil, o grupo Povo de Israel teve inicio nas penitenciárias do Estado do Rio de Janeiro. O grupo e majoritariamente formado por detentos.
Entre os crimes atribuidos ao grupo estão o golpe do falso sequestro, que já movimentou milhões de reais em diversas operações investigadas pelas autoridades.
Kinca também possui uma exenso histórico criminal. De acordo com a polícia, ele acumula diversas anotações por crimes como roubo de carga, estelionato e receptação.
Também e apontado como suspeito no envolvimento na série de ataques ocorridos em novembro de 2010 no Rio de Janeiro. Na ocasião, foram registrados arrastões, veículos incendiados e ataques contra forças de segurança em reação à política de implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
Após ser preso naquela época, Kinca chegou a ser transferido para o Presídio Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
Agora, com a nova prisão, a Polícia Civil pretende aprofundar as investigações para identificar outros integrantes da organização e possíveis conexões com crimes cometidos a partir de presídios.
Enquanto isso, o caso reacende o alerta sobre a atuação de facções que continuam coordenando golpes e extorsões mesmo com integrantes cumprindo pena no sistema prisional.





