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Bonnie Tyler morre aos 75 anos e deixa um legado eterno para a música mundial

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Dona da voz marcante de “Total Eclipse of the Heart”, cantora galesa faleceu em Portugal após complicações de saúde e comoveu fãs em todo o mundo

A cantora Bonnie Tyler morreu nesta quarta-feira (8), aos 75 anos, em Faro, no sul de Portugal, onde estava internada desde o fim de abril após passar por uma cirurgia de emergência para tratar uma perfuração no intestino. Nos últimos dias, seu estado de saúde se agravou. A artista chegou a ser submetida a um coma induzido e permaneceu na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu às complicações. A informação foi confirmada por veículos internacionais nesta quinta-feira (9).

Nascida Gaynor Hopkins, em 8 de junho de 1952, na cidade de Skewen, no País de Gales, Bonnie Tyler cresceu em uma família protestante profundamente religiosa. Filha de um ex-mineiro de carvão e veterano da Segunda Guerra Mundial, fez sua primeira apresentação ainda criança em uma capela, interpretando o hino anglicano All Things Bright and Beautiful. Em casa, também foi influenciada por artistas como Elvis Presley, Frank Sinatra e os Beatles.

Com sua voz rouca e inconfundível, Bonnie conquistou o mundo nas décadas de 1970 e 1980. O auge da carreira veio com o sucesso “Total Eclipse of the Heart”, lançado em 1983, que se tornou um dos maiores clássicos da música pop. Outros sucessos, como “Holding Out for a Hero” e “It’s a Heartache”, consolidaram seu nome entre os grandes ícones da música internacional.

A morte da artista gerou uma onda de homenagens nas redes sociais, com fãs e músicos lembrando não apenas sua voz poderosa, mas também a trajetória de mais de cinco décadas dedicada à música. Bonnie Tyler deixa um legado que atravessa gerações e seguirá vivo na memória de milhões de admiradores ao redor do mundo.

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