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Saúde Viva: A pele como espelho da saúde interna

Foto: Reprodução Internet
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Ao longo dos meus 36 anos de atuação na saúde estética, iniciados em 1991, aprendi que a pele não é apenas uma moldura para o corpo, mas sim um sofisticado sistema de sinalização. Muitas vezes, o que o paciente busca resolver no consultório como uma queixa puramente visual — uma mancha persistente ou uma ruga acentuada — é, na verdade, o grito de socorro de um órgão interno que não vai bem. A estética, para mim, é indissociável da saúde plena.

Sinais como um ressecamento extremo que não cede a hidratantes, o envelhecimento precoce, olheiras profundas e persistentes ou aquela sensação de pele excessivamente pegajosa são alertas valiosos. Eles podem indicar desde desidratação severa até o mau funcionamento de órgãos vitais. Por isso, bato sempre na mesma tecla: a consulta com o biomédico deve acontecer antes de qualquer decisão sobre qual procedimento realizar. É nesse momento que investigamos a causa, e não apenas o sintoma.

Precisamos entender que o tratamento eficaz ocorre em duas vias: de fora para dentro, com tecnologias e ativos modernos, mas obrigatoriamente de dentro para fora. Patologias silenciosas, como a anemia, disfunções hormonais e alterações na tireoide, são as maiores vilãs da qualidade da pele. Se o organismo está em desequilíbrio interno, nenhum procedimento de saúde estética entregará o resultado esperado ou terá a durabilidade desejada. Tratar o indivíduo como um todo é uma questão de respeito à fisiologia humana.

Foi justamente essa busca pela coerência clínica que me levou a desenvolver o método Bioreconexão. Nele, unimos a ciência estética à saúde integrativa, garantindo que o brilho da pele seja o reflexo de um corpo saudável. Afinal, a verdadeira beleza nasce do equilíbrio, e minha missão no Instituto Corpus de Lune é ajudar você a reencontrar essa conexão vital.

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