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Caiado dispara contra governo Lula: “É um governo de ladrões”

Foto: Divulgação
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Caiado dispara contra governo Lula: “É um governo de ladrões” e ataca política fiscal em evento em Brasília

O candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), voltou a atacar o governo federal nesta terça-feira (18/8), classificando a atual gestão como um “governo de ladrões”. Ao criticar a política fiscal do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Caiado afirmou que a administração federal estaria transferindo para a população o custo de dívidas públicas contraídas.

As declarações foram feitas durante o evento “O Brasil em Debate com os Presidenciáveis – Ambiente de Negócios, Competitividade e Desenvolvimento Econômico”, realizado em Brasília. O encontro, promovido por diversas entidades empresariais e de transparência, reuniu presidenciáveis para discutir propostas voltadas à economia e ao ambiente de negócios.

Caiado também acusou o governo de utilizar medidas econômicas para, segundo ele, “enganar e anestesiar” a população às vésperas das eleições. O candidato classificou a situação como “abominável” e defendeu uma reação da sociedade brasileira contra as práticas fiscais atuais.

Caiado cobra diagnóstico fiscal antes de propor cortes

Durante o evento, Ronaldo Caiado foi questionado sobre a possibilidade de cortes de gastos e sobre uma eventual reforma administrativa em um futuro governo. Ele afirmou que não seria possível detalhar, neste momento, quais áreas sofreriam os maiores cortes sem antes conhecer a real situação fiscal do país.

Segundo o presidenciável, a dimensão do desequilíbrio nas contas públicas ainda não estaria suficientemente clara. “Ninguém sabe qual é o verdadeiro buraco do governo”, declarou Caiado, ressaltando a necessidade de um diagnóstico preciso antes de qualquer medida drástica.

No entanto, Caiado antecipou que pretende promover mudanças na estrutura administrativa e discutir a redução de despesas também com os demais Poderes da República. “Vai haver cortes na reforma administrativa e também um avanço no debate com os outros poderes para diminuir os gastos”, pontuou.

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