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Into pede ajuda para elevar número de doadores de sangue

Com um número de doadores diários muito abaixo do ideal, o Hemointo, banco de sangue do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), está procurando sensibilizar a população para a doação de sangue. A chefe da Divisão de Serviços Técnicos Auxiliares do Into, Elizandra Duarte, disse à Agência Brasil que o ideal é coletar entre 30 e 50 bolsas por dia mas, atualmente, só cinco doadores têm comparecido para doar. 

“Na volta das férias e ainda com esse aumento súbito dos casos contaminados de covid, o nosso estoque está bem abaixo do que é ideal para a gente atender toda a nossa demanda”, reforçou Elizandra. “Por isso, a gente está pedindo a colaboração, para que esses doadores venham e consigamos manter a nossa produtividade e atender toda a população”.

Os estoques de sangue no Into precisam ser elevados diante do número de cirurgias, muitas das quais de alta complexidade, realizadas pela unidade do Ministério da Saúde. Em média, o instituto realiza de 30 a 32 procedimentos diários.

Não é preciso agendamento prévio para doar. Basta que as pessoas se dirijam ao Hemointo, às segundas, quartas e sextas-feiras, das 8h às 17h. Localizado na Avenida Brasil, 500, 1º andar, no bairro de São Cristóvão, Rio de Janeiro, o Hemointo oferece transporte gratuito para doações feitas em grupo e marcadas com a equipe de captação pelos telefones (21) 21345067 e (21) 21345577.

Para doar, as pessoas têm que ter entre 16 e 69 anos de idade, pesar mais de 50 quilos e apresentar bom estado de saúde. O doador deve portar documento original de identidade e não pode estar em jejum. Pelo contrário, recomenda-se que se alimente antes, mas evite comidas gordurosas e bebidas alcoólicas. Jovens de 16 e 17 anos só podem doar sangue com autorização dos pais ou responsáveis legais por meio de formulário próprio do Hemointo.

Elizandra Duarte esclareceu que quem foi acometido pela covid-19 só pode doar 30 dias após a cura. “Se a pessoa que adquiriu covid teve a forma grave da doença só poderá doar depois de um ano. Ela fica inapta por um ano”.

Em caso de contato em domicílio ou de outra forma com casos suspeitos ou confirmados, os doadores ficam inaptos por 14 dias após a cessação de contato com a pessoa infectada. Da mesma forma, doadores que retornaram de viagens internacionais, vindos de qualquer país, ficam inaptos por 14 dias.

A chefe da Divisão de Serviços Técnicos Auxiliares do Into informou também que doadores imunizados com as vacinas Oxford ou AstraZeneca/Fiocruz ficam inaptas para doar por sete dias após cada dose. Já os doadores vacinados com a Coronavac, da Sinovac/Butantan, ficam sem doar por 48 horas após cada dose.

 

 

Agência Brasil

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Felipe Noronha desenvolve projeto gratuito para atender pessoas com vitiligo

A máxima fazer o bem, sem olhar a quem, se encaixa como uma luva na vida de Felipe Noronha. Empresário carioca, ele resolveu lançar o seu primeiro projeto social voltado para pessoas com vitiligo, doença que alcança 1% da população mundial. No Brasil, mais de um milhão de pessoas convivem com a doença. O desenvolvimento de transtornos psicológicos, como a queda na autoestima e a retração no convívio social, são seus efeitos mais significativos. A doença não tem causa definida, mas está associada a fenômenos autoimunes, exposição solar ou química, estresse e traumas emocionais.

O projeto irá acontecer uma vez por semana, com vagas limitadas e gratuitas. De acordo com o profissional, é importante que a doença já se encontre na sua fase estável e que o paciente tenha o consentimento do seu médico dermatologista. É importante salientar que a pele com a mancha de vitiligo é mais sensível e existe a preocupação para que a área a ser camuflada não sofra escoriações. Para isso o profissional irá usar a técnica da tatuagem estética como também equipamentos próprios para o procedimento. As sessões ocorrerão em ambiente ambulatorial na clínica em que ele atende na Barra da Tijuca, com todos os protocolos de biossegurança necessários. Para se inscrever basta mandar uma mensagem ao instagram do profissional: @tattooplasty. “A ideia é devolver aos pacientes a confiança com o seu próprio corpo. O vitiligo e outras marcas que mexem com a pigmentação corporal podem ser camufladas com a dermopigmentação paramédica”, explica Felipe.
Felipe Noronha trabalha com a implantação de novas tecnologias cirúrgicas para a neurocirurgia, cirurgia da coluna e da face. Começou sua carreira como instrumentador cirúrgico e até hoje faz dos centros cirúrgicos dos principais hospitais do país o seu hábitat natural.

Apaixonado pela milenar arte da tatuagem desde garoto, pensando na próxima tecnologia a ser lançada no mercado cirúrgico e diante dos avanços na qualidade dos pigmentos e equipamentos para a dermopigmentação, Felipe decidiu ser ele mesmo essa novidade se tornando tatuador estético. Há 5 meses sendo um dos poucos profissionais habilitados do ramo no Brasil ele oferece os serviços de dermopigmentação de estrias, cicatrizes, vitiligo, manchas acrômicas, leucodermias e suas principais especializações: harmonização areolar e reconstrução do complexo Aréolo-Mamilar. O  procedimento da tatuagem estética  consiste na diminuição do contraste de tonalidades entre a área lesionada e a pele sadia através das técnicas de tatuagem realista e uso de pigmentos personalizados.

 

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Colégio arrecada 2780 unidades para a campanha Meias do Bem

Ao longo dos anos, o CEL Intercultural School tem participado de várias iniciativas solidárias. E uma das mais recentes foi a Meias do Bem. Em parceria com a loja Puket, de roupas e acessórios infantis, o colégio arrecadou, em suas quatro unidades, após pouco mais de um mês, 2780 meias. As doações serão revertidas em cobertores para moradores de rua. A cada 40 pares doados, as pessoas necessitadas recebem um cobertor e um par novo de meias.

Não é só uma campanha, mas um service learning, que é um trabalho da Educação do Caráter. Nele, além de fazer uma boa ação para alguém, há um ganho acadêmico para os alunos e uma reflexão final – explica Vitoria Padilla, coordenadora geral da Educação Infantil e Ensino Fundamental I do CEL.

Nossos alunos trabalharam com Matemática: quantas meias são necessárias para transformá-las em um cobertor. E, também, nas aulas de CEL Maker, construíram um aparelho que contabilizava cada meia que entrava na doação. Ou seja, não era apenas uma campanha, mas um ganho acadêmico, como, normalmente, acontece nas iniciativas das quais participamos – exemplificou Vitoria.

Uma das estratégias empregadas é a política dos 5R’s: repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar. O primeiro ponto é repensar, porque precisamos primeiro refletir sobre hábitos de consumo e descarte – continua a coordenadora.

Gerente da unidade da Puket que recebeu as doações, Glaucia ficou feliz com a parceria com o CEL:

É muito importante, porque despertamos esse assunto nos alunos e, ao mesmo tempo, eles conhecem nossa marca, que fica mais consolidada em quem já a conhecia.

Início em 2013:
O projeto Meias do Bem teve início em 2013:

Fazemos meia há mais de 30 anos e, neste processo produtivo, sempre sobram fiapos, pedaços de meias velhas que a gente sempre deu para transformar em cobertores. Aí a gente estava pensando e vendo a campanha do agasalho, que é muito legal: as pessoas dão roupas velhas a quem precisa. Só que, normalmente, as meias velhas a gente joga fora. Foi aí que surgiu a ideia do Meias do Bem. Já tínhamos o processo produtivo, e por que não coletar todas essas meias que, em geral, iam para o lixo, e transformar em cobertores? –  indaga Cláudio Bobrow, sócio-fundador da Puket e idealizador do projeto.

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A arte e educação unidas para um futuro melhor

Coragem, garra e muita persistência foram os ingredientes que Eliete Gomes usou para tirar do papel o seu grande sonho: montar um atelier que unisse arte e educação.  E assim surgiu o Atelier Social Ecoar das Artes Eliete Gomes. “Me emociono muito de falar do atelier, porque no início foi muito difícil, um trabalho de formiguinha. Éramos eu, meu filho e alguns professores voluntários, não tínhamos patrocínio e pouco dinheiro para investir. Levei muitos nãos, mas sempre acreditei e deu certo”, revela Eliete.

 

Professora, pedagoga, mestre em artes visuais e acadêmica da Academia Brasileira de Belas Artes, Eliete Gomes, que trabalhou por 40 anos na rede pública de ensino, sempre sentiu a carência que os alunos tinham em aprender.  “O Atelier é um espaço de aprendizado e de convivência social. Eles aprendem muitos valores aqui. Sou muito feliz convivendo com as crianças e adolescentes e tendo a oportunidade de ensinar tudo que aprendi”.

Fundado há 12 anos, em Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro, o Ecoar tem como objetivo principal assistir crianças e adolescentes que, além das artes, aprendem a resgatar a autoestima, a cidadania e os projetos sociais. E por meio do projeto Educarte, são atendidas uma média de 50 crianças e adolescentes de 08 à 15 anos de idade, estudantes da rede pública de ensino e moradores do bairro.  No atelier, além do reforço escolar, os alunos aprendem artes visuais, que são vistas das mais diversas formas como pintura em tela, desenho livre, biscuit, argila, sucata. Os trabalhos feitos no atelier são mostrados em exposições de artes gratuitas para a comunidade. Algumas telas também são levadas para exposições em outros países.

Com o patrocínio da Ternium, atualmente os alunos do Ecoar das Artes estão trabalhando à exposição O Romantismo no Brasil pelo Olhar de uma Criança. “No Projeto Educarte, além de estudar as características do romantismo, os alunos estudaram os autores desse movimento, conhecendo suas poesias e escrevendo poesias próprias com base nas dos autores estudados, como: Castro Alves, José Alencar, Gonçalves Dias, Alvares de Azevedo, Casimiro de Abreu e Gonçalves Magalhães.

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Castramóvel para Nova Iguaçu

A ONG Segunda Chance vai receber um castramóvel que atenderá cães e gatos no município de Nova Iguaçu. De acordo com a deputada federal Rosângela Gomes (Republicanos), autora da emenda parlamentar que conseguiu a liberação do castramóvel, a previsão de chegada é para o começo de 2022.

Estamos começando uma nova etapa do projeto, a tramitação da parte burocrática já está tudo ok, só falta o governo pagar.

A princípio, a presidente da ONG Segunda Chance RJ, Fernanda Araújo, informou que o Castramóvel ficará atendendo no município de Nova Iguaçu, onde possui mais animais abrigados pelo programa, mas que futuramente pretende estender para outros bairros também no município do Rio de Janeiro.

O evento que trouxe a boa notícia aconteceu na sede da ONG que fica no bairro de Cascadura e contou com a participação do Vereador do município do Rio, Vitor Hugo (MDB, que é autor da lei que obrigará as escolas do município a ensinarem educação ambiental. Ele anunciou que pretende levar às escolas conteúdo de cuidados aos animais. Além disso, também citou que irá propor um canal específico para fazer denúncias sobre maus-tratos animais.

Tem que ser uma coisa emergencial, como o 190 –  ressaltou.

Lembrando que hoje é recomendado que as denúncias sejam feitas à Central de Atendimento ao Cidadão, o 1746.

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ONG recebe doação de bicicletas na cidade do Rio de Janeiro

A campanha “BIke Parada Não Rola” busca recolher bicicletas paradas em condomínios residenciais a fim de utilizá-las em projetos

O Aromeiazero, Instituto que promove ações através da bicicleta para reduzir as desigualdades sociais e a Ocyan, empresa do setor de óleo e gás, lançam no Rio de Janeiro a campanha “Bike Parada Não Rola”. O propósito é liberar espaços em condomínios residenciais, recolher bicicletas e utilizá-las nos projetos desenvolvidos pelo Instituto. Além de fazer a coleta de forma gratuita, a ONG oferece apoio e material de divulgação para que toda pessoa conscientize síndicos e administradores sobre a importância das doações e estabeleçam um prazo para que as bicicletas abandonadas sejam identificadas. Essas bicicletas recolhidas serão usadas  no projeto ‘Pedala Macaé’, que tem  objetivo estimular o empreendedorismo através da bicicleta e o uso desse modal nas escolas de ensino infantil.

Os interessados em fazer a campanha ou doar suas bikes devem preencher um cadastro no site do Aromeiazero , nossa parceira nesta iniciativa. Depois, será realizado um agendamento para a retirada de cada uma delas. O foco é o recolhimento nos prédios, com adesão do síndico para estimular a campanha. Depois elas serão encaminhadas para Macaé, onde desenvolvemos o projeto ‘Pedala Macaé’ – explica Jocelina Valle, coordenadora de Responsabilidade Socioambiental da Ocyan.

As bicicletas doadas serão utilizadas em outros dois projetos da parceria, como o ‘Viver de Bike’ que ensina reparos mecânicos e empreendedorismo através da bicicleta para pessoas em situação de vulnerabilidade de Macaé e o ‘Rodinha Zero’, que ensina crianças a pedalarem com autonomia e segurança sem rodinhas de apoio –  Murilo Casagrande, diretor da Aromeiazero.

Segundo Mireille Gondim, síndica do condomínio Atlântico 1, localizado em Macaé, o prédio em que mora estava repleto de bicicletas abandonadas, causando problemas no espaço e na circulação dos moradores. “A situação aqui estava complicada, eram muitas bicicletas paradas e precisávamos utilizar o espaço. Não sabíamos muito bem o que fazer e foi aí que ficamos sabendo da campanha. Conseguimos resolver o nosso problema e ajudar outras pessoas. Quero estimular todos a doarem. Pensem na sustentabilidade e no bom uso”, comentou.

Os interessados em fazer uma doação, poderão acessar a página da campanha através do site.

A gente estava com um situação bem complicada aqui no meu prédio e a gente não sabia

Parceria

A parceria com a ONG Paulista Aromeiazero busca estimular a segurança do ciclista e o uso desse modal de transporte e mobilidade. A ação faz parte da nova Plataforma Socioambiental da Ocyan, que tem suas linhas de atuação voltadas para a promoção de ações de meio ambiente e desenvolvimento humano.

Sobre a Ocyan

A Ocyan é uma empresa com atitude sustentável e conhecimento para prover soluções para a indústria de óleo e gás upstream offshore no Brasil e no exterior. Seus principais valores são a segurança dos integrantes e da operação, a parceria de confiança com os clientes, e o compromisso com a ética e a transparência. A companhia encoraja também a diversidade e inclusão dentro e fora da empresa. Fazem parte da frota da empresa atualmente cinco unidades de perfuração e duas embarcações FPSO (floating, production, storage and offloading). A Ocyan desenvolve também projetos SURF, fabricação e instalação de equipamentos submarinos, e presta serviços de manutenção offshore. Mais informações no site

Sobre Aromeiazero

O Instituto Aromeiazero é uma organização sem fins lucrativos que utiliza a bicicleta para reduzir as desigualdades sociais e contribuir para tornar as cidades mais resilientes. Os projetos contam com patrocínio de empresas e pessoas físicas, além de leis de incentivo, sendo grande parte das ações em periferias e comunidades vulneráveis. Desde 2011, as iniciativas do Aro promovem uma visão integral da bicicleta, potencializando expressões culturais e artísticas, geração de renda e hábitos de vida saudáveis. Maiores informações no site .

 

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Bangu Shopping promove campanha de doação de sangue com Hemocentro Itinerante

Ação solidária será realizada ao longo da semana em parceria com o SAS Brasil

Nos últimos meses, os estoques dos bancos de sangue no país chegaram a um nível preocupante com a queda expressiva no número

Foto : Divulgação

de doadores durante a pandemia. Segundo o Ministério da Saúde, anteriormente apenas 1,6% do total da população brasileira – o equivalente a cerca de 3,5 milhões de pessoas – doava sangue, quando o número ideal, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS,) seria de 5%. Agora, esse percentual caiu ainda mais.

Para apoiar a causa, o Bangu Shopping vai promover, de 13 a 17 de setembro (segunda a sexta), campanha de Doação de Sangue em parceria com o Hemocentro Itinerante, iniciativa do SAS Brasil, organização social sem fins lucrativos, que atua levando saúde especializada e de qualidade a quem mais precisa. Durante cinco dias, o estacionamento do shopping vai receber uma carreta transformada em banco de sangue, totalmente preparada para receber os doadores seguindo todas as normas de segurança sanitária vigentes durante a pandemia.

A carreta passará por várias cidades do Brasil e temos orgulho de receber no Bangu Shopping uma ação tão especial e importante para a sociedade. Em um momento em que os bancos de sangue estão precisando de doadores, precisamos nos unir e incentivar essa ação solidária, contribuindo para a reposição imediata dos estoques dos hemocentros. Contamos com a solidariedade do nosso público – diz Monica Freitas, gerente de marketing do Bangu Shopping.

Para doar, os interessados devem realizar agendamento pelo link. Os atendimentos serão realizados das 10h às 18h (finalizando 18h30), sendo 4 pessoas a cada 30 minutos, seguindo todos os protocolos de segurança. Para ser doador é preciso apresentar um documento de identidade original com foto (identidade, carteira de trabalho, carteira de habilitação, certificado de reservista ou carteira do conselho profissional), estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos e pesar, no mínimo, 50kg. O doador não pode estar em jejum, e deve ter dormido pelo menos 6h na noite anterior. Importante evitar alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação e respeitar o prazo de 12 horas para o caso de ingestão de bebidas alcoólicas. Se estiver com sintomas de gripe ou resfriado, ou tiver tomado vacina recentemente, não deve doar temporariamente.

Para nós, é importante manter-nos fiéis à nossa missão, fazendo com que nossa carreta esteja em uso neste momento de pandemia para um propósito tão nobre como a doação de sangue – destaca a médica Adriana Mallet, coordenadora de Saúde do SAS Brasil.

A campanha Hemocentro Itinerante conta com o patrocínio do Grupo DPSP (Drogaria São Paulo e Pacheco) e apoio do Grupo Hum.

 

Campanha de Doação de Sangue – Hemocentro Itinerante

Local:  Bangu Shopping- Rua Fonseca, 240 (carreta estacionada próximo a Leroy Merlin)

Data: de 13 a 17 de setembro, segunda a sexta

Horário: das 10h às 18h