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Aisha Raquel Ali | Tecnologia Diário do Rio Notícias do Jornal Tecnologia

Grasshopper: Google traz ao Brasil ensino gratuito de programação

No último 8 de junho, o Google lançou no Brasil uma versão do aplicativo que tem como intuito ensinar programação, até mesmo para iniciantes. Chamado Grasshopper, ele já pode ser encontrado para PC ou como aplicativo para dispositivos Android e lá você aprende a montar sites, criar animações, entre outras técnicas.

O programa, que foi criado por uma equipe do próprio Google chamada “Area 120” não é novo. Ele foi feito lá em 2018, sendo lançado aqui em nosso país só agora. De acordo com a companhia, o lançamento para o Brasil tem como objetivo “remover as barreiras que limitam o acesso à educação e preparar adultos e jovens para carreiras que utilizam a programação”.

A empresa afirmou que essa é uma oportunidade importante, já que o conhecimento em programação se tornou essencial para os profissionais do futuro.

“Programar está se tornando uma habilidade essencial no mercado de trabalho, e queremos que todos possam aprender sobre isso”, afirmou Susana Ayarza, diretora de marketing do Google.

O Grasshopper integra o programa Cresça com o Google, que reúne programas da marca que são voltados para o desenvolvimento de pessoas e negócios.

As aulas são realizadas através de uma metodologia interativa. Assim, o usuário consegue aprender com ajuda de quebra-cabeças visuais, entre outros recursos. A plataforma permite que as pessoas tenham acesso a lições sobre como criar animações com JavaScript, resolver problemas com códigos e até construir sites com HTML e CSS.

O aplicativo já foi utilizado por pelo menos 1 hora por mais de 1 milhão de pessoas desde que foi lançado em 2018. O Google lembrou, ainda, que o Grasshopper tem ajudado na inclusão de mulheres no setor de tecnologia. Inclusive, o nome da ferramenta foi dado em homenagem a Grace Hopper, uma das pioneiras na programação de computadores.

A principal novidade é que agora os brasileiros terão todas as instruções, incluindo suporte e feedback em seu idioma nativo. Isso porque o conhecimento em tecnologia é essencial para o futuro.

De acordo com a McKinsey, até 2030, o país precisará de 1 milhão de profissionais nesta área. Sendo assim, as oportunidades em programação aparecem como um dos caminhos neste cenário, atraindo cada vez mais as pessoas que acabam direcionando suas carreiras para desenvolverem o lado de programador.

Um estudo recente do Google com a consultoria Bain & Company demonstrou que no Brasil, em média 30% dos desenvolvedores vieram de outras atividades. Do total, 80% dizem que houve melhoria na qualidade de vida e também na perspectiva de crescimento. Enquanto metade diz que recomendaria a carreira para seus amigos.

Por último, mas não menos importante, é válido lembrar que ao final de cada curso escolhido no Grasshoper haverá um certificado no final. Não podemos esquecer que a Iniciativa é realmente boa, vale a pena tirar 5 minutinhos do seu dia (no app há um espaço de lembrete com horários para dias seguidos ou alternados, flexionando o seu aprendizado de acordo com a sua agenda semanal) e aprender uma nova profissão. Fica a Dica.

Aisha Raquel Ali
Webdesigner, assessoria em social media e marketing
aisha.raquel@jornaldr1.com.br

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Primeiro caso de sequestro com resgate em criptomoedas

Dez pessoas foram indiciadas, no último dia 3 de junho, no primeiro caso de sequestro com pedido de resgate em criptomoedas no Brasil. Segundo a Polícia Civil de Pernambuco, o crime aconteceu no dia 10 de março na cidade de Recife, capital pernambucana. Os criminosos escolheram como alvo um empresário do mercado financeiro e sócio de banco digital que frequentemente negocia bitcoins e outras criptomoedas.

A polícia pernambucana afirma que o líder da quadrilha de sequestradores é um ex-estagiário da Caixa Econômica Federal e, por isso, havia experiência com o tipo de economia utilizada no crime. Especificamente, o empresário foi sequestrado nos arredores de um edifício empresarial conhecido como Excelsior, sede de uma startup de investimentos.

O delegado Paulo Berenguer, do Grupo de Operações Especiais de Pernambuco (GOE-DRACCO), disse que os criminosos “pediram uma quantidade absurda de criptomoedas durante o sequestro e negociaram com os sócios da empresa e com os familiares do empresário (…) Eles vendem as criptomoedas por um valor abaixo do mercado e começam a negociar dessa forma. Supondo que eles conseguiram o valor de um milhão de reais, por exemplo, eles venderiam por R$ 500 mil na darknet”.

A Polícia Civil de Pernambuco acredita que este foi o primeiro resgate exigido em criptomoedas mediante sequestro no Brasil, contudo não foi o primeiro crime da quadrilha — uma vida de ostentação era revelada nas redes sociais.

Não confunda

Este foi um caso de sequestro físico. Na internet, temos o ransomware: um tipo de vírus que sequestra os arquivos do seu computador e exige uma quantidade em criptomoedas como resgate. Até que ponto a tecnologia pode se voltar contra nós? O problema seria a tecnologia ou a pessoa que a utiliza? Fica a questão para pensarmos.

Aisha Raquel Ali
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Primeira tela ‘esticável’ do mundo

A desconhecida marca chinesa Royole foi a primeira empresa do mundo a apresentar um smartphone com tela dobrável, o FlexPai, que foi lançado em 2018. Três anos depois, ela volta a ser pioneira na indústria, agora com outro formato de display. Desta vez, a fabricante revelou o primeiro painel micro-LED compatível com padrões da indústria que é esticável.

Isso significa que ele é não apenas flexível, mas também capaz de assumir outras formas em três dimensões: a tela pode ser puxada, dobrada, torcida, amassada ou deformada de forma côncava e convexa.

Segundo a Royole, isso abre uma série de possibilidades para setores como o de dispositivos vestíveis (wearables), como na criação de tecidos inteligentes, até eletrônicos de formas menos convencionais e com telas, como aparelhos esféricos.

O painel esticável da Royole tem extensibilidade de 130% de acordo com níveis do mercado, o que significa uma angulação de até 40º. A resolução do display é de 120 ppi e a transparência é vista como melhor do que materiais OLED similares.

Por enquanto, a tecnologia é apenas uma prova feita em laboratório e o protótipo não tem previsão de ser transformado em produto comercial.

Há pouco tempo estamos vendo grandes empresas como a Samsung apostando em telas dobráveis, como por exemplo, celulares que se transformam em tablet. Com toda essa novidade vem também o ônus de ter um produto caro, não sendo acessível a todas as classes e de certa forma frágil, onde ouvimos diversas reclamações de displays dos tais aparelhos queimando, apenas pelo seu artifício de dobrar.

É válido lembrar que em 2020 a empresa LG, estaria finalizando o formato de seu smartphone esticável e estava com lançamento previsto para 2021, contudo, o que presenciamos até aqui foi à saída da gigante sul-coreana do mercado de smartphones e sua ideia “tomando forma” em outra empresa.

O que sabemos é que o futuro da tecnologia é muito incerto e, em contrapartida, muito promissor. Ideias novas nascem todos os dias, esperemos novidades.

Aisha Raquel Ali
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Google lança novo Android 12

O Google revelou na última terça-feira (18) todas as novidades do Android 12, que já está disponível no formato beta. Entre as principais novidades está a mudança no visual do sistema, que, inclusive, já havia sido alvo de vazamentos nos últimos dias. As atualizações foram divulgadas durante o evento Google I/O 2021, que também revelou mudanças para os aplicativos do Workspace, para o Google Meet, Google Fotos e avanços na IA da empresa.

Para a surpresa, o Android 12 conta com uma grande mudança em relação à nova interface. Alguns ícones e widgets estão com design redesenhado, incluindo o player de mídia, indicador de clima, horário — que deve ganhar um relógio analógico na tela inicial — e o ajuste de brilho. Além disso, a tela de bloqueio colocará as notificações “empilhadas”.

A nova linguagem chamada Material You, criada pelas equipes de software e design, garante um visual muito mais personalizado. Isso porque será possível criar sua própria paleta de cores para utilizar no sistema operacional. Para isso, a Inteligência Artificial detecta quais são as cores predominantes das fotos e atualiza todos os ícones e widgets com os tons da imagem.

Além do novo visual, o sistema operacional ganhou mais recursos para a proteção de privacidade do usuário. Com a atualização, a empresa promete ser mais transparente na hora de mostrar quais funções cada aplicativo costuma acessar.

A novidade que lidera este objetivo é o novo centro de controle totalmente redesenhado do Android 12. Nele, será possível ver a hora exata e a duração em que os apps tiveram acesso às informações como a localização, câmera ou microfone do usuário. Além disso, o usuário poderá compartilhar apenas a localização próxima e não exata com os aplicativos do dispositivo.

Outras novidades:

  • Será possível tirar capturas de tela (prints) de telas completas – o sistema vai automaticamente rolar uma janela para pegar todo o conteúdo;
  • O Google prometeu melhorar a integração com lojas de aplicativos de outras empresas;
  • Mais integração com Chrome OS, o sistema da empresa presente nos Chromebooks;
  • O sistema também ganhou um controle remoto integrado para sistemas com Android TV, como as novas gerações do Chromecast e TVs;
  • Os smartphones Pixel, fabricados pelo próprio Google, ganharão melhorias na câmera para representar com mais fidelidade fotos com pessoas negras.
  • Google e Samsung se uniram para desenvolver novo sistema operacional para os relógios Galaxy.

Por enquanto, o Google não deu novas informações quanto à disponibilidade, portanto, o antigo cronograma ainda deve valer. O período do Android Beta já está disponível para smartphones da linha Pixel e outros dispositivos. O formato final é esperado para agosto e em setembro a sua estreia. Quanto aos dispositivos que receberão o sistema, somente futuros anúncios definirão essa lista. É importante ficar atento à movimentação de fabricantes parceiras do Google e ao tempo de suporte de cada aparelho para ter certeza de que o Android 12 chegará.

Aisha Raquel Ali
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Amazon e o esquema de comentários falsos

A equipe de segurança da empresa Safety Dectectives descobriu um golpe elaborado na Amazon que tem como objetivo fazer avaliações falsas em produtos, dando a eles maior destaque nas pesquisas com elogios e recomendações após um pagamento.

O processo é bastante simples: um vendedor contrata o serviço de falsas análises e envia o produto para os participantes a partir de uma compra comum na Amazon. O comprador, por sua vez, deixa um comentário bastante elogioso e pede reembolso do item para receber o dinheiro de volta. Como pagamento pela participação, ele pode ficar com o que foi comprado e ainda receber um valor adicional via PayPal.

A descoberta só foi possível após um vazamento de dados que expôs todos os participantes do golpe – mais de 200 mil – em um arquivo de 7 GB de informações que faz parte de um vazamento maior. Esses dados podem servir em investigações criminais ou até serem usados para a aplicação de outros golpes virtuais, já que contêm endereços de e-mail, números de telefone e nomes de usuário.

Um levantamento conduzido pela empresa de análise de mercado Fakespot constatou que, de 720 milhões de reviews de produtos vendidos pela Amazon entre março e setembro de 2020, 42% – ou 302,4 milhões – são completamente falsos.

A Amazon sempre enfrentou problemas com testemunhos falsos de consumidores que dizem ter testado um produto, quando na verdade não o fizeram. Hoje, o ato de publicar uma falsa análise de uma determinada oferta constitui um mercado paralelo próprio. Um review falso pode levantar ou destruir a credibilidade de uma marca, e vem afetando diversas plataformas como acontece no mercado de jogos eletrônicos.

A Amazon, por sua vez refutou os números publicados e declarou: “Empresas como a Fakespot ou a ReviewMeta, que dizem fazer checagens de reviews, não podem determinar com precisão a autenticidade destas informações porque eles não têm acesso aos dados legítimos da Amazon. Eles não têm acesso aos consumidores, vendedores ou o histórico dos produtos”.

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Yahoo Respostas extinto

O Yahoo Respostas — plataforma social de perguntas e respostas — chega ao fim após 16 anos de atividade. Desde o dia 20 de abril, os usuários não podiam mais postar perguntas ou respostas no site. Quem tentou acessar a partir do dia 05 deste mês não conseguiu, o site ficou fora do ar e quem acessá-lo vai ser direcionado para a página principal do Yahoo.

O mesmo ocorre com o acesso do serviço nos Estados Unidos.

Quando o Yahoo anunciou a mudança no início do mês passado, a empresa afirmou que “não haverá alterações em outras propriedades ou serviços ou em sua conta do Yahoo”.

Após o coincidente anúncio do fim da era do site, na segunda (2), a operadora americana Verizon anunciou a venda do Yahoo e AOL por US$ 5 bilhões.

O Yahoo Respostas foi criado em 2005 e reuniu milhões de perguntas de internautas buscando resolver problemas de informática, de relacionamentos, dúvidas escolares e até mesmo questões filosóficas, mas outros questionamentos não faziam sentido algum e acabavam virando meme na internet. A variedade de perguntas era tão ampla que, não raramente, o conteúdo do Yahoo Respostas aparecia com destaque na primeira página de resultados do Google.

O serviço perdeu relevância nos últimos tempos. A conclusão vem de um e-mail de despedida enviado à funcionários da empresa que afirma que o site “tem ficado menos popular ao longo dos anos”.

A quantidade de informações falsas e teorias conspiratórias que aparecem no site contribuem para a falta de credibilidade da plataforma. O Yahoo afirma que quer investir em “conteúdo confiável de alta qualidade”.

Lembramos que os usuários terão até o dia 30 de junho para baixar os seus dados – o que inclui as perguntas realizadas, respostas, imagens e listas. Não será possível baixar conteúdos de outras pessoas. Após essa data não estará disponível backup dos dados.

Ficam para nós internautas as saudosas lembranças de um site que contribuiu para nosso conhecimento por tanto tempo e foi o causador de muitos memes que serão eternos.

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Fazer falta pra quem? O adeus da Cabify ao Brasil

O aplicativo de transporte Cabify anunciou na última sexta-feira (23/04) que irá deixar o Brasil. A empresa espanhola anunciou o fim de suas operações por aqui a partir do dia 14 de junho deste ano. O app até o momento funciona nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Santos e São Paulo.

Segundo o comunicado da empresa enviado aos clientes, a empresa destacou que a pandemia da Covid-19 no Brasil tem dificultado os serviços de carona compartilhada. Informou que o mercado brasileiro ainda é afetado pela “grave situação sanitária do país e pela crise sócio-econômica local causada pela Covid”, o que dificulta a “criação de valor”.

Alguns usuários receberam um e-mail com um aviso, dizendo que ainda será possível fazer corridas até a data de encerramento.

A companhia diz que continuará “disponível em outras cidades da América Latina e na Espanha”, onde a empresa foi fundada.

“Todas as cidades da América Latina e da Espanha onde Cabify está presente mostram bons índices de recuperação em comparação com o nível de atividade anterior à pandemia e, em média, a demanda global de viagens da Cabify se recuperou em 75% até o final de 2020”, disse a empresa.

O aplicativo chegou ao Brasil em junho de 2016. Em 2017, o grupo Maxi Mobility, dona do Cabify, comprou a plataforma brasileira Easy Taxi, que dois anos depois foi incorporada ao app espanhol.

Cabify não é a única empresa que tem deixado o nosso país neste ano, temos nessa conta a Ford, a Mercedes-Benz, a Sony e outras empresas que também abortaram o plano de começar seus trabalhos aqui, como por exemplo, a companhia aérea Virgin Atlantic. A pandemia impactou grandes empresas, fazendo com que nomes renomados saíssem do nosso solo e também, talvez ainda mais, impactou microempresas que estavam começando e se viram em uma areia movediça, sendo impedidas de continuarem com seus sonhos. Fica a nossa esperança para que o futuro do mercado melhore, não só em nosso país, mas em todo mundo.

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O Instagram e suas novidades

Não é novidade que umas das redes sociais mais utilizadas no mundo é o Instagram. E, depois de alguns escândalos envolvendo os Apps de Marc Zuckerberg, parece que teremos novidades animadoras em uma de nossas mídias queridinhas.

Visualização de likes – Desde 2019, rede social passou a ocultar quantidade de ‘likes’ nas postagens; somente o dono do perfil tinha acesso ao total. Agora, ver essa informação nos seus posts e nos de outras pessoas será opcional.

De acordo com a rede social, “uma parcela das pessoas poderá decidir qual a melhor opção” entre três disponíveis:

1. Não visualizar o número de curtidas em publicações de outras pessoas (que é a regra atual);

2. Desativar a contagem para suas próprias publicações;

3. Manter a experiência original, exibindo o número total de curtidas em ambos.

Instagram Lite – Versão mais leve do Instagram para Android chega ao Brasil nesta semana. O Instagram Lite, como é chamado, ocupa somente 2 MB na memória do smartphone e promete consumir menos internet. O app tradicional tem cerca de 30 MB ao ser baixado – ou 93% maior.

O Instagram apontou que 23% das pessoas na América do Sul se conectam na internet utilizando redes 2G, que são muito mais lentas do que a internet 4G.

Conteúdos sobre tratamentos sem comprovação científica – Facebook e Instagram terão novos alertas com selos em conteúdos sobre tratamentos sem comprovação científica. Os novos rótulos chegarão às redes sociais nas próximas semanas, utilizando como fonte a Organização Mundial da Saúde (OMS) com o seguinte comunicado: “Alguns tratamentos COVID-19 não aprovados podem causar danos graves”.

Usuários poderão solicitar remoção de conteúdos para Comitê de Supervisão – Usuários do Instagram poderão pedir ao conselho de supervisão independente da empresa a revisão de conteúdos deixados nas plataformas. Anteriormente, apenas o comitê podia fazer esse tipo de solicitação.

Estamos vendo o trabalho árduo dos administradores por uma comunidade mais inclusiva. Esperemos por novidades.

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Conheça a história de sucesso de Whitney Wolf, CEO do APP Bumble

 

Você pode nunca ter ouvido falar de Whitney Wolf Herd, mas seu nome hoje equivale a uma fortuna acumulada a US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 8,3 bilhões de reais) a tornando a bilionária não herdeira mais jovem do mundo, com apenas 31 anos.

A Bumble para quem não conhece, é um site de relacionamentos que traz uma característica em comum: apenas mulheres poderiam iniciar uma conversa. Segundo Whitney, a ideia era dar às mulheres maior poder de decisão, fórmula que se mostrou eficaz com o sucesso da empresa. Atualmente a empresa afirma ter 81 milhões de usuários espalhados em 150 países diferentes, sendo o segundo aplicativo de namoro mais utilizado nos Estados Unidos, perdendo apenas para o Tinder.

Engana-se quem pensa que ela iniciou no mundo da tecnologia recentemente. Wolf foi cofundadora e vice-presidente de marketing do aplicativo Tinder; contudo, a experiência dela com a empresa não foi das melhores.

Em 2014, Whitney processou o Tinder por assédio sexual, alegando que seu ex-chefe e parceiro Justin Mateen a insultou e a enviou mensagens de textos ameaçadoras. Embora a empresa tenha negado qualquer responsabilidade no assunto, Justin foi suspenso e, mais tarde, renunciou o cargo.

Ela chegou a acreditar que com 24 anos sua carreira havia chegado ao fim. Ainda em 2014, recusando a fracassar, Whitney fundou o Bumble com o bilionário russo Andrey Andreev (Em novembro de 2019, Andreev deixou a empresa e um ano depois a empresa Blackstone comprou a participação do empresário).

Hoje, a Bumble não é apenas uma rede de encontros amorosos, mas também de amigos e relacionamentos corporativos, com dois recursos lançados posteriormente: o BFF e o Bizz, respectivamente.

Em 2020, a empresa registrou uma receita de US$ 582,2 milhões, acima dos US$ 488,9 milhões registrados em 2019.

“Todos os dias nos levantamos de manhã e nos concentramos em construir uma experiência em torno das mulheres, para mulheres.”, Finaliza Whitney, contrastando sua fala com o mês em que comemoramos o Dia Internacional da Mulher.

Foto: Pixabay

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Você já ouviu falar em Clubhouse?

 

Por: Aisha Raquel

Em nossos últimos encontros, vimos uma série de redes sociais ganhando notoriedades após os deslizes das empresas de Zuckerberg. Deparamos-nos agora com uma rede social – um tanto quanto misteriosa – que tem instigado um frenesi na população: estamos falando do Clubhouse. Mas o que seria e como funcionaria de fato?

Disponível apenas para iPhone (iOS) e ainda em fase de testes, o novo app alcançou grande popularidade nas últimas semanas, chamando a atenção de nomes como Elon Musk – o fundador, CEO e CTO da SpaceX; CEO da Tesla Motors. Baseado em chats de voz e ainda sem previsão de lançamento para Android, o Clubhouse só permite o cadastro de membros que receberam convites, o que torna o app ainda mais exclusivo.

Novos aplicativos de mídia social rotineiramente alcançam um pico e fracassam. Alguns falham porque seus recursos são descaradamente copiados por empresas maiores. Outros são comprados apenas para serem mortos, como o aplicativo de vídeo Vine, adquirido pelo Twitter. Torna-se difícil prender a atenção das pessoas por tempo suficiente atualmente.

Mas o Clubhouse tem rompido essa barreira, pelo menos temporariamente, recebendo apoio de alguns dos maiores nomes do Vale do Silício e outros nomes, incluindo desenvolvedores, amantes do Bitcoin, magnatas em formação, da Geração Z, agentes musicais, gurus de autoajuda e amantes das linguagens.

A nova mídia enfrenta alguns problemas relacionados às suas políticas de moderação pouco claras, dando abertura a conteúdos indesejáveis. Os líderes da empresa foram criticados por não investirem recursos no policiamento de assédio ou discurso de ódio. O Clubhouse afirma que qualquer discurso de ódio e bullying vão contra as diretrizes da comunidade e já está trabalhando para combater tais atos.

De qualquer maneira, encontramos uma empresa com grande potencial de crescimento e que, com seus poucos meses de criação, já foi avaliada em mais de U$ 100 milhões de dólares. Esperemos por novidades!