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Você conhece os pilares da Governança Pública?

Olá, como vai?

Você já ouviu falar na Governança Pública? Esse conceito diz respeito à adoção de boas práticas na administração, a fim de trazer eficiência na gestão estatal.

É comum que se entenda mais sobre a governança nas empresas privadas, principalmente aquelas que focam no compliance e accountability. Contudo, no meio público, ainda há muitas dúvidas — apesar de ser necessário entender mais do assunto.

Então, que tal conhecer os pilares da Governança Pública e os seus impactos em nosso cotidiano?

O Banco Mundial, precursor dessas práticas, define Governança Pública como a maneira pela qual o poder é exercido no gerenciamento dos recursos econômicos e sociais para o desenvolvimento.

No Brasil há, inclusive, um decreto federal sobre o assunto. Nele são definidas algumas regras de governança para a administração pública da União.

Assim, todos os órgãos e entidades da administração devem seguir as práticas definidas. Nesse cenário, busca-se melhorar o desempenho dos serviços públicos e gerar confiança da sociedade.

A Governança Pública é baseada, então, em 4 pilares essenciais.

Esses pilares servem como uma base para nortear os serviços e a atuação de cada agente público. Dessa maneira, ajudam os responsáveis a atingir os objetivos da governança. Veja só:

  • O primeiro pilar é a transparência: a divulgação das ações tomadas pelos integrantes da administração pública deve ser integral. Isso aumenta a confiança da sociedade e possibilita a participação dos cidadãos na gestão pública;
  • O segundo pilar é a accountability: ele funciona como uma forma de responsabilizar os culpados por deficiência na gestão e problemas ocorridos na prestação de serviços;
  • O terceiro pilar é o compliance: ligado à ética no Governo e ao cumprimento de normas, ele define que é fundamental seguir e aplicar os princípios da administração pública;
  • O quarto pilar é o acesso à informação: além de ter uma administração transparente, é preciso que a sociedade possa acessar os dados divulgados para prestação de contas.

Percebeu a importância de conhecer os pilares da Governança Pública e os impactos na vida de toda a população?

Quer entender esse assunto com detalhes? Entre em contato conosco!

Bjocass Carinhosas,
Janaina

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Os benefícios do relato integrado na gestão pública do Rio de Janeiro

Olá! Tudo Bem?

A gestão pública exige atenção a diversos requisitos para a prestação de contas, não é verdade? São muitas normas legais para apresentar dados aos órgãos fiscalizadores e a toda a sociedade.

Quando se fala em prestação de contas, isso é feito por meio de diferentes relatórios de gestão. Contudo, desde 2018 o relato integrado (RI) se tornou essencial. Você já conhece esse modelo?

Ele estimula o pensamento integrado e visa trazer mais transparência e credibilidade para os dados. Eles também têm maior qualidade e permitem uma tomada de decisão mais eficaz.

 E por que ele é tão importante?

O RI traz uma abordagem mais concisa, que aprimora a comunicação corporativa e gera mais valor em seus relatórios.

O relato reúne dados sobre diferentes temas, como desempenho da empresa e governança, além de estratégias e perspectivas. Em um mundo interconectado, esse pensamento integrado se torna essencial.

Desde 2018 o processo é obrigatório para órgãos e entidades da Administração Pública. A regra foi imposta pela Decisão Normativa n.º 170/2018 do Tribunal de Contas da União (TCU).

Porém, mesmo quando não há a obrigatoriedade, como na gestão privada, o RI pode ser aplicado graças às suas vantagens.

E quais os benefícios do relatório integrado?

Esse novo modelo consegue trazer inúmeras vantagens às entidades públicas (e também privadas). Entre os principais, destaco:

  • criação de um modelo de pensamento integrado, que otimiza estratégias do negócio;
  • união das informações contábeis da empresa aos dados financeiros e de desempenho;
  • maior transparência na gestão;
  • aumento da confiança dos mercados financeiros globais;
  • relatórios mais completos que colaboram com a tomada de decisão;

Com tantos benefícios, é essencial conhecer e saber como implementar o Relato Integrado na prática, não é verdade? Que tal aprender sobre o assunto?

Tenho uma dica incrível para ajudar você a potencializar os processos e resultados no ambiente da gestão pública e privada: o curso sobre Relato Integrado Para Entidades Públicas.

Neste curso você aprenderá tudo o que precisa saber para executar essa estratégia sem erros e com muito mais facilidade!

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Você já ouviu falar de open banking?

Hoje venho conversar com você sobre o open banking, uma tecnologia que está começando a ser implantada no sistema bancário nacional. Já ouviu falar sobre ele?

Mas, afinal, como esse sistema funcionará e quais os impactos para os clientes?

Essa é a dúvida de muitas pessoas. Também é a sua?

A ideia do open banking ou sistema financeiro aberto é integrar as informações entre as instituições financeiras — como bancos, fintechs e corretoras — de modo a compartilhar os dados dos clientes.

Em um primeiro momento, esse movimento pode trazer preocupação. Mas tudo será feito com segurança e com o total consentimento do correntista. Vamos explicar!

Com o open banking, o intuito é que você possa carregar com você seus dados financeiros para qualquer instituição.

Assim, quem mantém um bom relacionamento com determinado banco pode levar esse histórico na hora de pedir crédito em outra instituição.

É, portanto, o fim de tanta burocracia para ter acesso a produtos e serviços, porque o cliente passa a ter autonomia acerca dos seus dados. Já pensou como seria mais simples o seu dia a dia?

O open banking permite o compartilhamento dos dados dos clientes com o uso da tecnologia API. Esse é um sistema seguro, pelo qual as plataformas das instituições financeiras conversam entre si.

Outro dado importante é que os bancos e instituições maiores são obrigados a participar do open banking. Já para as instituições de porte menor, a participação é facultativa.

A programação do Banco Central é que, até 15 de dezembro de 2021, o open banking esteja totalmente implementado no Brasil.

Mas quais as vantagens para os clientes? Confira as principais:

  • integração, em uma única plataforma, de opções de serviços e produtos de diferentes instituições do mercado financeiro;
  • autonomia do correntista, que pode carregar seu histórico de uma instituição para outra;
  • aumento da competição entre as instituições, que terão que oferecer serviços, produtos e taxas com melhores condições.

Gostou de acompanhar como será o open banking? Se tiver alguma dúvida quanto a essa nova tecnologia, é só entrar em contato conosco!

Estamos à disposição!

Bjocas Carinhosas

Janaina

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Qual a relação entre sustentabilidade, finanças e investimentos?

Olá queridos, tudo bem?

Quero começar essa conversa com uma pergunta: você sabe, de verdade, o que é a sustentabilidade e o que ela representa? Por definição, ela consiste em um conjunto de práticas voltadas para a continuidade de um processo ou sistema, sem ocorrer o esgotamento de recursos. Embora o tema seja muito discutido sob a ótica do desenvolvimento sustentável, esse não é o único ponto de vista. Na prática, as finanças pessoais também podem ser sustentáveis.

Ao conectar esses dois temas, é possível notar que a sustentabilidade das finanças está relacionada à capacidade de usar os recursos disponíveis com responsabilidade e estratégia. Ou seja, é um cenário relacionado à habilidade de aproveitar os recursos, sem esgotá-los para garantir a continuidade — nesse caso, do patrimônio financeiro.

Isso leva diretamente à conquista de uma vida financeira saudável. Para que essa meta seja viável, é necessário ajustar o padrão de vida à sua renda, garantindo que as saídas não sejam maiores que os ganhos, por exemplo.

Ter finanças sustentáveis também se relaciona às escolhas feitas no mercado financeiro. Nesse caso, o objetivo não é apenas fazer o dinheiro render, mas apoiar iniciativas, projetos e empresas voltadas à sustentabilidade. Atualmente, é possível encontrar diversas alternativas para alocar seus recursos de forma sustentável. Entre as escolhas, estão:

  • comprar ações de empresas reconhecidamente sustentáveis;
  • investir em fundos com estratégia ESG;
  • investir em ETFs ligados a índices de sustentabilidade.

Desde que essas escolhas façam sentido para seu perfil de investidor e para seus objetivos financeiros, elas podem ajudar a compor seu portfólio. Ademais, permitem que você invista seu dinheiro com propósito. Então, pode valer a pena incluir o investimento sustentável entre as suas opções, em busca das oportunidades que ele pode gerar.

E, se surgirem dúvidas sobre o assunto, mande uma mensagem ou e-mail. Estou à disposição para ajudar você!

Bjocas carinhosas!!!

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Sua empresa está preparada para a próxima crise?

Olá, tudo bem?

Desde o ano passado, a palavra crise não sai dos noticiários — o que, certamente, atormenta muitos gestores e empreendedores. A pandemia da Covid-19 continua abalando diversos setores econômicos. Além disso, os brasileiros estão habituados com crises políticas e econômicas de tempos em tempos.

Então como lidar com os cenários de incertezas? E como se preparar para a próxima crise? O melhor caminho é realizar uma gestão direcionada para a crise.

E como fazer isso?

Para lidar com crises de maneira mais sustentável, é preciso adotar uma série de medidas para realizar uma administração eficiente, voltada para enfrentar esses eventos com o mínimo de perdas.

Entre elas, estão:

  • criação de estratégias para o enfrentamento da crise, como redução de gastos ou posicionamento diferenciado no mercado;
  • alinhamento de toda a equipe com as estratégias traçadas;
  • renegociação de contratos e com fornecedores;
  • troca de fornecedores (se necessário);
  • busca de novos parceiros.

E qual a importância da estruturação do departamento financeiro?

Além das medidas listadas acima, é necessário realizar uma estruturação do departamento financeiro. A ideia é fazer um planejamento eficiente, identificando todas as receitas e despesas, a fim de obter um retrato fiel da situação da empresa. Com essas informações, os gestores conseguem saber quais passos tomar, podendo delinear as melhores estratégias. Terão, portanto, subsídios para a tomada de decisão.

Além disso, quando o negócio está com o setor financeiro organizado, é possível fazer um controle das finanças e pensar em cenários no longo prazo, certo? Desse modo, você se prepara, inclusive, para as oportunidades que possam surgir. Ou seja, para o crescimento da sua empresa.

Se você precisa de orientação para adotar as medidas certas para a gestão de crises, vale a pena buscar ajuda especializada. Nós oferecemos consultoria para esse tema, a fim de ajudar os gestores a superarem momentos de dificuldade e saírem deles com negócios cada vez mais sólidos.

Entre em contato conosco!

Bjocas Carinhosas

Janaína Macedo Calvo
Doutoranda em Administração e Sustentabilidade,
Economista, Professora da FGV, autora e palestrante.

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Mentoria Financeira: o que é, como funciona e benefícios

Fazer uma boa gestão financeira é essencial tanto na vida pessoal quanto para o sucesso da empresa. Porém, essa é uma tarefa que exige planejamento, decisões estratégicas e uma visão ampla. A boa notícia é que não é preciso fazer tudo sozinho, já que existe a mentoria financeira.

Esse serviço é capaz de auxiliar na conquista de uma vida financeira mais saudável e com maior potencial de resultados. Ao descobrir como o processo funciona, você terá a chance de entender por que vale a pena contratá-lo.

Sendo assim, descubra tudo o que é importante sobre a mentoria financeira e veja quais benefícios ela oferece!

O que é mentoria financeira?

Saber como lidar com as finanças e as situações a elas atreladas nem sempre é fácil. Nesse sentido, contar com ajuda capacitada pode fazer a diferença para resolver questões relevantes para o aproveitamento do orçamento.

Uma das formas de contar com esse apoio é por meio da mentoria financeira. Ela consiste na contratação de um mentor, que tem mais conhecimentos e experiências no tema do que você. Com isso, ele poderá ajudá-lo a agir sobre as finanças de maneira estratégica.

Como funciona a mentoria financeira?

Para realmente entender como a mentoria financeira funciona, é preciso considerar que ela pode ser de dois tipos principais: a mentoria financeira pessoal ou a empresaria.

A primeira é focada em pessoas físicas e ajuda, portanto, nas finanças pessoais. A ideia é identificar como você tem usado seu dinheiro, quais erros tem cometido e onde estão as oportunidades de melhoria.

Além de ajudar a organizar as finanças, o mentor o auxiliará na conquista de mais educação financeira. Assim, ele conseguirá, por exemplo, identificar hábitos que precisam ser mudados e boas práticas que devem ser implementadas.

A mentoria financeira também pode ser contratada por pessoas jurídicas. Nesse caso, o mentor fará uma avaliação completa das finanças da empresa e trará uma visão externa sobre os gargalos e os pontos de melhoria para a saúde financeira.

É importante entender que, em ambos os casos, o mentor não toma decisões e nem executa tarefas por você. Sua função é analítica e de orientação, com informações e conhecimentos que você pode aplicar no cotidiano.

Quais são os benefícios de contar com uma mentoria financeira?

Sabendo como a mentoria financeira funciona, pode-se notar que ela apresenta algumas vantagens, quando utilizada do modo adequado. Tanto a pessoal quanto a empresarial ajudam a estabelecer um bom controle financeiro, por exemplo.

Assim, é possível criar e garantir a execução de um orçamento estratégico. Dessa forma, todas as áreas recebem os recursos dos quais necessitam, evitando problemas como inadimplência e endividamento.

A mentoria também pode ser voltada para o mercado financeiro. Então, o mentorado poderá descobrir como fazer investimentos e quais são as aplicações financeiras mais adequadas para seu perfil e seus objetivos financeiros. Em especial, isso ajuda na construção de patrimônio. Como visto, a mentoria financeira se baseia no contato com um mentor, que é experiente e conhecedor da gestão de recursos e do mercado. Por meio dessa interação, é possível estruturar e melhorar a tomada de decisão nas finanças pessoais ou empresariais.

Deseja contar com apoio para cuidar das finanças? Entre em contato conosco e conheça o que oferecemos!

Janaína Macedo Calvo
Doutoranda em Administração e Sustentabilidade,
Economista, Professora da FGV, autora e palestrante.

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Os investimentos mais procurados por quem começa no mercado financeiro

O mercado financeiro está toda a hora chamando a atenção de mais e mais pessoas, afinal todos querem atingir uma certa liberdade financeira colocando o dinheiro para trabalhar. Ou até mesmo estudar ganhar alguma experiência e se envolver em mercados de maior risco, como o de ações ou no caso de muito risco mesmo até o de forex.

E com isso resolvemos trazer para você alguns dos estilos de investimentos que mais se procura na hora de começar a atuar no mercado financeiro, claro que a maioria nesse caso busca por investimentos sem muito risco, para maior controle e ganho de experiência atuando no mesmo.

Fundos de investimento

Um dos mais comuns pela procura na hora de começar a se investir no mercado financeiro. O conceito é o seguinte, vários investidores formam um fundo de capital que será gerenciado por um gestor e investido em ativos para gerar rendimento.

Esses ativos podem várias de renda fixa ou até mesmo de renda variável, por isso é necessário escolher o fundo de acordo com os seus interesses a longo prazo.

Tesouro direto

Essa modalidade de investimento também é tão procurada no mercado como os fundos de investimento. Falando de forma grosseira seria o fato de emprestar dinheiro para o governo, para que o mesmo pudesse investir em todas as áreas que abrange. E parra isso o governo coloca à disposição títulos do tesouro que podem ser comprados por investidores.

Pode-se comprar diretamente pela internet, usando cpf e uma conta em corretora ou em banco, ou até mesmo comprar através de um fundo que está pretendendo investir naquele determinado título.

Letras de crédito imobiliário

Nesse caso o seu dinheiro será emprestado para o banco, essa é uma maneira até que muito segura de se investir, já que o banco irá lhe retornar o valor combinado mesmo o empreendimento não sendo o melhor sucedido possível. O banco usa o dinheiro para investir no mercado imobiliário gerando ativos financeiros.

Mercado de ações

O tão conhecido stock Market, uma modalidade de compra e venda de partes de empresas, requer um conhecimento muito grande, e uma boa experiência de atuação, por isso é considerado um investimento de alto risco.

Então nada impede você de começar a aprender sobre, mas sempre consciente das dificuldades que um mercado de grande competitividade e volatilidade desse pode trazer para você.

Janaína Macedo Calvo
Doutoranda em Administração e Sustentabilidade,
Economista, Professora da FGV,  autora e palestrante.

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Empréstimo bate recorde na pandemia: como evitar o endividamento?

 

Diante da pandemia causada pelo novo coronavírus, a situação econômica se agravou para muitas famílias e motivou a busca por crédito no mercado. É por isso que o empréstimo da pandemia aumentou 113%, em comparação ao volume de outros anos.

No entanto, uma situação de crise como essa exige atenção tanto de pessoas físicas quanto jurídicas. É preciso estar preparado para superar adversidades e manter as contas em dia.

Por isso, neste artigo você poderá descobrirá como anda a situação financeira das famílias e aprenderá a evitar o endividamento. Confira!

Como anda a situação do empréstimo na pandemia?

Em 2020, mais de 50% dos brasileiros pediram um empréstimo pessoal para quitar dívidas atrasadas ou pendentes. Com a suspensão ou redução dos salários, muitos encontraram no crédito uma solução para atender seus compromissos financeiros.

O empréstimo bancário atingiu um volume de  mais de  R$ 4 trilhos — sendo a maior alta em 30 anos. Além disso, foi aprovada uma ampliação da margem consignável para empréstimos do tipo. De 35%, o valor a ser comprometido passou a ser de 40%.

O agravamento da pandemia e da situação econômica acabou levando o endividamento das famílias a níveis recordes. Em novembro de 2020, as dívidas alcançaram 51% da renda acumulada pelas famílias nos 12 meses anteriores. Assim, os dados são alarmantes.

Dicas para evitar o endividamento

Elabore um planejamento financeiro

O controle financeiro é um passo essencial para manter as contas em dia, sem débitos que causem problemas. Portanto, crie um planejamento financeiro que parta das suas possibilidades e limitações. Isso vale tanto para empresas quanto para famílias.

Cuide da organização das finanças

Depois de se planejar, com seus objetivos e metas, procure compor um orçamento completo. Ele deve prever a distribuição dos seus recursos para otimizar o uso do dinheiro.

É fundamental ter acompanhamento, controle e registro desse orçamento. Quanto mais informações forem coletadas, mais fácil será tomar boas decisões e evitar dívidas.

Crie uma reserva financeira

Contando com imprevistos, o ideal é montar uma reserva financeira — chamada de reserva de emergência para as pessoas e de capital de giro para empresas.

Tente manter a saúde financeira

Não há segredos para sair das dívidas ou evitar o endividamento. É preciso ter disciplina financeira e se preparar para dificuldades. Assim, você poderá enfrentar problemas sem recorrer ao crédito ou atrasar suas contas.

Busque a educação financeira para manter a saúde das suas finanças. Caso você precise quitar dívidas agora, considere fontes de renda extra até se organizar melhor. Depois, lembre-se de manter hábitos positivos e uma reserva de patrimônio.

Os pedidos de empréstimo na pandemia cresceram substancialmente, o que aumentou o endividamento das famílias. Para proteger as finanças pessoais ou empresariais, vale a pena colocar essas dicas em prática, mantendo o orçamento sempre em ordem!

O que você tem feito para cuidar bem da sua vida financeira?

Janaína Macedo Calvo

Doutoranda em Administração e Sustentabilidade, Economista, Professora da FGV,  autora e palestrante.

Foto: Pixabay

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Planejamento estratégico e gestão financeira empresarial: por que implementar? (parte dois)

 

Uma boa gestão empresarial depende de diversos fatores e o planejamento estratégico é um dos principais.  Na coluna anterior, vimos que essa gestão engloba um conjunto de processos desenvolvidos para atingir um objetivo e que, tão importante quanto o planejamento, é a gestão financeira.  E como os dois conceitos se relacionam?

O planejamento estratégico trata da análise da situação da empresa, objetivos e ações para conquistá-los. Já a gestão financeira trata do controle sobre o orçamento empresarial, visando a manutenção do negócio.

Os conceitos não se confundem, mas estão relacionados. Isso porque o planejamento estratégico também se aplica ao setor financeiro. É preciso que a empresa faça diagnósticos sobre a sua situação atual e os objetivos para manter um orçamento viável e potencializar lucros.

O desenvolvimento de estratégias e a aplicação das práticas previstas no planejamento dos diversos setores da organização envolvem custos e precisam considerar o orçamento e o controle financeiro.

Porém, para que as estratégias sejam eficazes, os gestores e líderes devem entender como colocá-las em prática. A principal dica para isso é estudar, buscando cursos e treinamentos sobre o assunto. Afinal, são temas complexos que exigem preparo para o melhor planejamento e gestão financeira.

Qual a importância de implementar os conceitos na empresa?

Após entender o que é o planejamento estratégico e a gestão financeira empresarial, vale reforçar a importância dos conceitos e de que forma eles impactam os negócios.

Um bom planejamento estratégico consegue trazer diversos benefícios para o negócio, então é importante aplicá-lo para conseguir aproveitar as consequências positivas. Confira as principais:

  • Melhora na comunicação interna;
  • possibilidade de integrar setores da empresa;
  • proteção contra oscilações do mercado;
  • prevenção contra imprevistos;
  • aumento da eficiência operacional;
  • suporte na tomada de decisão;
  • vantagem competitiva;
  • durabilidade do negócio;
  • maior eficiência na gestão empresarial.

Em complemento, uma boa gestão financeira também oferece vantagens importantes para a empresa. Veja só:

  • Redução de custos;
  • menor ocorrência de erros e prejuízos;
  • tomada de decisão embasada em dados;
  • cumprimento da legislação;
  • facilidade para identificar problemas;
  • melhora no potencial de crescimento.

Sendo assim, o desenvolvimento de competências e a aplicação dos conceitos na empresa permite otimizar os processos em vários aspectos e setores. Por consequência, o negócio consegue se tornar mais sólido e  se diferenciar da concorrência para se destacar no mercado.

Como você viu, o planejamento estratégico é fundamental para o sucesso da organização, assim como uma boa gestão financeira. Portanto, é preciso aplicar os dois conceitos em seu plano de ação para obter melhores resultados!

Quer aprender como implementar as duas frentes na sua empresa? Temos dois cursos para ajudar:  Planejamento Estratégico e Educação Financeira para Empreendedores. Confira e se inscreva!

Foto: Divulgação

Por Janaína Macedo Calvo, doutoranda em Administração e Sustentabilidade, Economista, Professora da FGV, autora e palestrante

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Planejamento estratégico e gestão financeira empresarial: por que implementar?

 

Por: Janaína Macedo Calvo

Quando se fala em administração de negócios, o planejamento estratégico é uma parte essencial. No entanto, nem sempre os profissionais compreendem a sua importância ou a relação com a gestão financeira. E muitos têm dificuldades para implementar essas práticas.

Isso é bastante comum. Afinal, o assunto pode ser mais complexo e exige atenção para que sejam tomadas as melhores decisões. Neste conteúdo, você aprenderá o que é planejamento estratégico e gestão financeira. Na próxima coluna falarei dos benefícios de implementá-los na empresa.

O que é planejamento estratégico?

 

Engloba um conjunto de processos desenvolvidos para atingir um objetivo. Trata dos recursos financeiros, esforços operacionais e outras medidas necessárias para as conquistas desejadas.

A prática não se limita apenas ao aspecto financeiro, trabalhando os diferentes setores da empresa. O objetivo é identificar quais são as metas da companhia em cada área e definir as ações que serão adotadas.

Antes, porém, é preciso entender a situação atual do negócio: compreender o ambiente de negócios, onde a empresa está e onde ela pretende chegar — os seus planos. Depois, é hora de definir como chegar ao patamar desejado. Que recursos devem ser aplicados e que ações  serão adotadas? Nesse momento é que começam a surgir as estratégias que serão implementadas.

Seguem- se as decisões e mobilizações voltadas a efetivar as ações delineadas. Você deve acompanhar resultados e trabalhar com feedbacks para entender como melhorar as ações.

Não existem limites sobre quais são as metas e objetivos desse planejamento. Tudo depende da análise interna e externa feita por cada empresa, buscando identificar os pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades.

Outro ponto importante é estudar o mercado e as tendências. Muitas vezes, é possível prever crises e problemas que podem ser trabalhados de maneira antecipada, reduzindo os impactos. O mesmo acontece em relação às oportunidades de investimento.

E o que é gestão financeira empresarial?

Ela trata do controle feito sobre as finanças do negócio. Ela envolve os gastos e os ganhos, prejuízos, lucros e demais dados financeiros da empresa. A prática é essencial para o bom desempenho da organização.

Para tanto, é preciso desenvolver ações que tentem melhorar os resultados econômicos e financeiros. Isso é feito com o desenvolvimento e controle de diferentes processos ou documentos empresariais, por exemplo:

  • Controle do fluxo de caixa;
  • Acompanhamento e gestão do capital de giro;
  • Análises de crédito e práticas de cobrança;
  • Apuração de resultados do negócio;
  • Relatórios e indicadores financeiros.

Tão importante quanto o planejamento, a gestão financeira deve fazer parte da rotina do negócio, pois relaciona diversos pontos essenciais para a saúde dele. Por exemplo, as contas a pagar e a receber, realização de investimentos ou busca por capital.

As falhas na gestão financeira podem causar grandes problemas, especialmente uma visão distorcida da realidade da empresa. Por consequência, as decisões tomadas com base nisso podem causar grandes prejuízos e, no longo prazo, levar à inviabilidade das atividades.