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Ministério da Economia estuda acabar com ingressos de meia-entrada

*Por Fabiana Santoro

A Agência Nacional de Cinema (Ancine) – órgão do governo federal que tem a função de regular a indústria cinematográfica e videofonográfica nacional -,  e o Ministério da Economia abriram uma consulta pública sobre a obrigatoriedade legal da meia-entrada e seus impactos na economia.

O pleito estará aberto até 13 de agosto e o ME se manifestou em defesa da extinção de todas as regras que garantem o benefício da meia entrada.

A lei da meia entrada é responsável pela democratização da cultura no país, que por sua vez garante um ingresso mais barato para quem entra no critério do benefício. Você pode ter acesso a essas informações no site da Cinemark.  

Desde 2017, o Sistema de Controle de Bilheteria (SBC) contabilizou que grande parte dos ingressos de cinema vendidos no Brasil tiveram preço de meia-entrada. Só ano passado 80% dos bilhetes foram do benéfico. Por meio do sistema, a Ancine tem acesso às informações de mais de 3 mil salas em todo o país.

O presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes), Iago Montalvão, considera a análise da Ancine “tendenciosa”,  e explica que as informações abrem brecha para fraudes, e que a legislação não tem sido devidamente cumprida.

“A solução para qualquer problema que impacte nas receitas dos cinemas não deve ser atacar um direito conquistado e histórico da classe estudantil, mas justamente o de criar formas de garantir a verificação da validade das carteiras conforme padrão certificado pelo ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação). Infelizmente, na maioria das salas de cinema do Brasil, essa verificação ainda não é feita”, diz Montalvão.

Com uma análise mais realista, Fernando Capez, secretário de Defesa do Consumidor e diretor do Procon-SP, esclareceu ser contra o fim da meia-entrada. Capez ressaltou a importância e dever do Estado de fomentar o acesso à cultura. “Isso é retirar um direito consolidado do consumidor. Não há nenhuma garantia de que isso vai resultar em ingressos mais baratos”, explica o secretário.

 

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Reboot de O Exorcista: “Não há dinheiro que faça eu me envolver nesse projeto”, diz diretor do original

*Por Fabiana Santoro

O diretor William Friedkin, responsável pelo clássico ‘O Exorcista‘, de 1973, esclareceu os rumores que possivelmente estaria envolvido  com o reboot do filme.

O renomado diretor afirmou não estar participando da produção e demostrou sua insatisfação com o reboot, além de desaprovar qualquer futuros filmes da franquia.

“Há um rumor no IMDB que eu estou envolvido com a nova versão de ‘O Exorcista’. Isso não é um rumor, é uma mentira descarada. Não há dinheiro ou motivação suficientes que façam com que eu me envolva com esse projeto,” declarou o cineasta.

Aparentemente nenhum dos atores do filme original estão envolvidos no projeto. A atriz Linda Blair, que interpretou a possuída Regan Macneil, também esclareceu não estar no elenco.

“Para todos os meus fãs que estão se perguntando sobre o meu envolvimento no reboot de ‘O Exorcista’, posso confirmar que não tive nenhuma conversa sobre o meu retorno para reprisar o meu papel. Eu desejo o melhor para todos os envolvidos e aprecio a lealdade e paixão que os fãs têm pelo filme original e pela minha personagem.”

O longa que será dirigido por David Gordon Green (‘Halloween’), está programado para estrear no dia 13 de outubro de 2023.

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Fiocruz debate questões enfrentadas pela mulher negra no Brasil

Da Agência Brasil

O Comitê Pró-Equidade de Gênero e Raça da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizou na terça-feira (27), o encontro virtual Mulheres negras no enfrentamento da pandemia da Covid-19, para celebrar o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, comemorados em 25 de julho. A intenção foi discutir as questões enfrentadas pelas mulheres negras e suas lutas, especialmente, nesse momento de pandemia da covid-19. O encontro, que teve tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), buscou ainda ser um espaço de debate e reflexão sobre o racismo como um determinante das desigualdades sociais.

No entendimento da analista de Gestão em Saúde da Coordenação de Saúde do Trabalhador, da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas (CST/Cogepe) e integrante do Comitê Pró-Equidade, Cecilia Barbosa, o 25 de julho é uma data fundamental para a conscientização das especificidades dos problemas enfrentados pelas mulheres negras. “Para além das demandas colocadas pelo movimento feminista pelos direitos das mulheres, a condição étnico-racial exige das mulheres negras e quilombolas um somatório de enfrentamentos do racismo e do sexismo na busca por direitos, equidade e justiça social”, afirmou.

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Lia Clark: “Sempre sonhei em ter clipes e músicas, mas nunca imaginei que seria possível.”

*Por Fabiana Santoro

A cantora Lia Clark conversou com o JornalDR1 sobre novas músicas e desafios de artistas LGBTI+ no mundo musical.

A funkeira é um dos grandes nomes de representantes LGBTI+ na indústria. Por ser considerada a primeira drag queen do universo do funk brasileiro, Lia foi classificada pela imprensa como uma pioneira do segmento no país.

Sendo seu último álbum lançado em 2018, a artista lançou duas músicas em 2021 e revelou ao JornalDR1 o que podemos esperar dos próximos trabalhos. Confira a entrevista completa:

Lia Clark. Foto: Divulgação

JornalDR1 – Onde começou sua paixão pela música? Você imaginaria que chegaria onde está hoje?

Lia Clark – Minha paixão veio da infância, assistia TOP TVZ e MTV BRASIL todos os dias com a minha irmã! Sempre sonhei em ter clipes e músicas, mas nunca imaginei que seria possível. Tudo que eu vivo é um sonho, nunca imaginei que poderia ser uma drag queen funkeira, atingir tantas pessoas e viver disso.

JornalDR1 – Muitas vezes percebemos o boicote de algumas plataformas em cima de artistas LGBTI+. Não apenas de plataformas, como em geral em decorrência do preconceito. Como você enxerga a luta da comunidade LGBTI+ dentro do mundo do musical? 

Lia Clark – Eu acho que essa luta tem muitos recortes, porém, todos nós sofremos boicote por sermos artistas LGBTQIA+. Eu, além disso, sou funkeira, então o babado é mais embaixo. Eu acho que somos a geração da revolução, estamos aqui pra fazer essa mudança e lutar contra esse preconceito.

JornalDR1 – Você acabou de lançar uma nova música “Sentadinha Macia”. Como foi a produção do videoclipe? Por conta da pandemia, alguma ideia foi deixada de lado?

Lia Clark – Foi super tranquila! Acho que foi o clipe mais tranquilo que já fiz ahahah. Eu gostaria de ter tido muito mais coisas nele, pois, é uma das minhas músicas preferidas… porém, devido a pandemia tá muito difícil investir pesado em grandes produções.

JornalDR1 – Além de “Sentadinha Macia”, você também lançou “Eu Viciei” com a incrível e talentosa Pocah. Durante o período de isolamento, como você imagina que a música é importante para as pessoas?

Lia Clark – Acho que todas as artes foram muito importantes para as pessoas nesse momento difícil, digo isso como pessoa que consome e pessoa que faz arte. O lançamento de músicas me ajudou MUITO durante a quarentena e tenho certeza que aconteceu isso com diversas pessoas.

JornalDR1 – “A nova era chegou!”, foi algo que você disse quando lançou sua música com a Pocah. O sucessor de “É da pista” está a caminho?

Lia Clark – Com certeza! Está em produção e já temos 2 singles na pista. Espero que saia ainda esse ano!

As músicas de Lia Clark está disponíveis em todas as plataformas digitais.

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Rua do Medo: Diretora quer criar “Universo Marvel” do terror na Netflix

*Por Fabiana Santoro

A diretora Leigh Janiak, responsável pela trilogia Rua do Medo, disse que sonha em criar um universo cinematográfico de terror interconectado como o da Marvel Studios.

“Uma das coisas emocionantes sobre a Rua do Medo é o fato de que o universo é grande e permite muito espaço. Uma das coisas que eu falei antes de ser contratada foi que temos um potencial aqui para criar uma Marvel de terror [Universo Cinematográfico], onde você pode ter assassinos de muitas épocas diferentes. Você tem o cânone da nossa mitologia principal que é construído em torno do fato de que o diabo vive em Shadyside, então também há espaço para todo o resto”, disse Janiak ao IndieWire.

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Centro Cultural dos Correios recebe exposição “Territórios afetivos”

O projeto de Metarreciclagem, desenvolvido com os alunos a partir do reaproveitamento de lixo eletrônico, ultrapassou os muros da Faculdade de Educação Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro (Faeterj) em Petrópolis – unidade da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) – e agora pode ser conferido na exposição “Territórios afetivos”.

As obras do artista visual Cocco Barçante estão sendo exibidas noCultura Centro Cultural dos Correios, no Centro do Rio.  A exposição tem a curadoria da professora Lucimar Cunha e a coordenação pedagógica do professor Paulo Antônio Igreja, ambos da Faetec.

A coleção “Territórios afetivos” reúne peças que refletem a sensação de pertencimento das pessoas com os lugares onde residem e nasceram.

A exposição pode ser visitada até 28 de agosto, de terça a sábado (de 12h as 19h), no Centro Cultural dos Correios. A entrada é gratuita e a mostra segue todos os protocolos de segurança sanitária previstos pelos órgãos responsáveis.O artista plástico Cocco Barçante explica que a instalação, composta por seis painéis, permeia os temas de expatriados e sua construção de laços.

“A exposição fala e retrata os sentimentos das pessoas em relação ao território onde nascem ou vivem, se sensibilizando inclusive com a questão dos refugiados no mundo. É uma ligação de afetividade com a cultura do país de origem”, ressalta o artista.

Das obras em exibição, destaque para o painel Diversidade Tech que contou com a participação dos alunos da Faeterj Petrópolis. A  instalação traz o conceito de um Rio Inovador e que une o passado tradicional e o futuro tecnológico. É uma releitura da obra original do artista. A peça toda é feita com reaproveitamento de fios, tomadas e cabos de computadores. Além disso, conta com um sistema de robótica que permite interação a partir de movimentos empregados pelos visitantes. O mecanismo foi instalado pelo professor e coordenador do Laboratório de Robótica da Faeterj Petrópolis (Sir Lab),  Alberto Angonese, e pelos alunos da unidade: Ícaro Teixeira, Maria Thereza Gall, Tamires Lira e Erick Araújo.

“Foram muitos os desafios para concretização desse trabalho. A exposição foi adiada por 10 meses em razão da pandemia, e tivemos que readaptar a produção e a dinâmica dos encontros com alunos por conta dos protocolos sanitários. Mas, sem dúvida, o apoio incondicional da Faetec, nesses tempos de dificuldades, foi determinante para manutenção do projeto e sua concretização neste momento”, garante Lucimar Cunha, diretora da Faeterj Petrópolis e curadora da exposição.

Projeto Metarreciclagem

A coleção “Territórios afetivos” marca a consolidação do Projeto Metarreciclagem, criado na Faeterj Petrópolis, em 2014. O trabalho de arte educação, coordenado por Cocco Barçante, utiliza o conceito dos “3Rs” da sustentabilidade: reduzir, reutilizar e reciclar. Os alunos criam peças de artes a partir da transformação de lixo tecnológico acumulado na unidade, utilizando fios, tomadas, luminárias, circuitos impressos, botões de teclados e demais objetos eletrônicos.

“Esse é o tipo de trabalho que vai muito além de desenvolver habilidades motoras na unidade de ensino. A experiência artística dá acesso a novas descobertas e ainda promove o papel social que todos nós precisamos cumprir na sociedade. O projeto proporciona aos estudantes uma visão mais aprofundada da cultura e da sustentabilidade por meio da arte”, enfatiza João Carrilho, presidente da Faetec.

Na organização e montagem de “Territórios afetivos”, alunos e profissionais da Faeterj Petrópolis tiveram um desafio ainda maior imposto pela pandemia.

“Foi um momento muito difícil. Mas a coleção nasce da união de esforços, talentos e pessoas que acreditam na superação e na resiliência humana. Artesãos, professores, designers gráficos e funcionários da unidade são os verdadeiros protagonistas dessa construção. Através da inovação, tecnologia e sustentabilidade, apresentamos na arte uma visão atual da sociedade, cidadania e responsabilidade social”, diz Cocco Barçante.

Exposição: “Territórios afetivos”
Local: Centro Cultural dos Correios – rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro do Rio.
Período: de 16 de julho a 28 de agosto 2020
Horário: de terça a sábado, de 12h as 19h
Entrada franca

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Sob Pressão: 4ª temporada tem data de estreia divulgada

*Por Fabiana Santoro

“Sob Pressão” tem estreia de sua 4ª temporada confirmada pela Globo para o dia 12 de agosto, a série entrará na nova programação da emissora após as transmissões dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Segundo o Notícias da TV, o sucesso de audiência fez com que a Globo estendesse a série por mais dois anos.

A série indicada ao Emmy Internacional conta a história do dia-a-dia dos funcionários de um hospital público no subúbio do Rio de Janeiro. Dr. Evandro (Júlio Andrade), o cirurgião-chefe da equipe médica encontra alívio para os seus problemas na companhia da doutora Carolina (Marjoire Estiano), sua colega de trabalho que, diferente dele, encontra na fé o refúgio para seus problemas. Os dois podem até ser diferentes, mas encontram um no outro uma maneira de sobreviver entre as emergências do hospital e o caos de suas próprias vidas.

A produção está disponível no GloboPlay.

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PF abre inquérito para apurar conduta do presidente no caso Covaxin

Da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para apurar os fatos narrados por três senadores em uma notícia-crime, em que atribuem ao presidente Jair Bolsonaro a suposta prática do crime de prevaricação no caso da vacina indiana Covaxin, do laboratório Bharat Biotech.

A instauração foi feita após a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizar a medida no dia 2 de julho, a partir de um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).

A notícia-crime foi protocolada no STF pelos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Jorge Kajuru (Podemos-GO) e Fabiano Contarato (Rede-ES).

A iniciativa dos parlamentares foi tomada após o depoimento de Luis Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde, à CPI da Pandemia. Ele afirmou ter sofrido pressão incomum de seus superiores para finalizar a tramitação da compra da Covaxin, além de ter conhecimento de supostas irregularidades no processo.

O servidor é irmão do deputado Luis Miranda (DEM-DF), a quem disse ter relatado o caso. À CPI, o parlamentar disse ter levado o relato do irmão até o presidente Jair Bolsonaro, em março, mas que nenhuma providência teria sido tomada. Para os senadores, é necessário investigar se houve crime de prevaricação.

No último sábado (10), o presidente Jair Bolsonaro disse que a compra da vacina indiana foi suspensa devido a controles governamentais. “Dois anos e meio sem corrupção. Querem agora imputar um crime a mim de corrupção, onde uma dose sequer foi comprada da vacina”, disse o presidente. “Porque temos filtro, temos controle”.

No fim de junho, o Ministério da Saúde suspendeu temporariamente o contrato de compra da vacina indiana, por orientação da Controladoria-Geral da União (CGU).

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Enredo do Salgueiro sobre Benjamin de Oliveira, ganhará versão teatral em 2022

 

 

Espetáculo traz circo do século XX e personagens do presente com mensagens de empoderamento e luta contra o racismo.

Em 2020, Benjamin de Oliveira completava 150 anos. Dono de circo, palhaço, dramaturgo, ator, cantor, compositor, músico. Muitos desses talentos foram exaltados durante o desfile da Acadêmicos do Salgueiro na avenida no carnaval carioca. Mas agora é a vez dos palcos.

Com produção em desenvolvimento desde 2018 e alavancado graças às inspirações do desfile da Acadêmicos do Salgueiro em 2020, o musical “Benjamin – O Palhaço Negro” traz o picadeiro aos palcos numa mistura lúdica de passado e futuro. Uma companhia mambembe fracassada resolve criar um novo espetáculo, já sem esperanças de sucesso, têm um encontro com Benjamin, fundador da trupe, informação que, até então, era desconhecida aos artistas. Contando a história de Benjamin, o espetáculo espelha passado e presente, mostrando a luta e o preconceito vivido pelo povo negro desde lá até hoje.

Com direção de Tauã Delmiro, idealização de Isaac Belfort, texto de Rebeca Bittencourt e direção musical de Nakiska Muniz, o espetáculo visa levar a história do palhaço negro e a voz de artistas pretos aos palcos com um grito de luta contra a opressão, trazendo junto a ele uma celebração ao artista inovador e inspirador que foi Benjamin, e que a história tentou abafar. No palco, nove artistas negros de musical darão vida a trajetória: Layla Santos, Isaac Belfort, Elis Loureiro, Maria Antônia Ibraim, Marcelo Vittória, Peterson Ferreira, Alex Carbral, Sara Chaves e Léo Araújo como ator convidado.

A peça, realizada pela Belfort Produções, tem previsão de estreia para abril de 2022 no Rio de Janeiro, com ingressos a preços acessíveis para maior acessibilidade  e democratização do público.

Para mais informações sigam o perfil do espetáculo no Instagram: @musicalbenjamin

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Sex and the City: Carrie, Miranda e Charlotte estão em primeira foto oficial

A atriz Cynthia Nixon revelou a primeira imagem do revival de Sex and the CityAnd Just Like That…. A foto foi postada em seu twitter e mostra Carrie (Sarah Jessica Parker), Miranda (Nixon) e Charlotte (Kristin Davis) de volta às ruas de Nova York. Confira:

Foto: Reprodução Twitter

No mesmo dia a atriz Sarah Jessica Parker revelou em seu Instagram o título do episódio piloto do revival: “Hello It’s Me”.

Ainda sem data de estreia, Sex and the City: And Just Like That… estreia na HBO Max. A produção gira em torno das novas aventuras de Carrie, Miranda (Cynthia Nixon) e Charlotte (Kristin Davis), em Nova York e todas aos 50 anos de idade. O elenco masculino da série original também está confirmado.