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Prévia da inflação oficial é de 0,69% em junho

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, teve alta de preços de 0,69% em junho deste ano. O percentual é maior que o de maio (0,59%), mas menor que o de junho de 2021 (0,83%). A pesquisa foi divulgada hoje (24), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, o IPCA-15 acumula 5,65% no ano e  3,04% no trimestre. O IPCA-15 trimestral também é chamado de IPCA-E.

No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 é de 12,04%, abaixo dos 12,20% acumulados na prévia de maio.

Na prévia de junho, todos os grupos de despesas tiveram inflação, com destaque para os transportes (0,84%) e saúde e cuidados pessoais (1,27%). Também se destacaram os grupos habitação (0,66%) e vestuário (1,77%).

Um dos principais responsáveis pela inflação na prévia de junho foi o reajuste de 15,50% dos planos de saúde, autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 26 de maio.

Entre os transportes, os principais responsáveis pela alta de preços foram itens como óleo diesel (2,83%),  passagens aéreas (11,36%) e seguro voluntário de veículos (4,30%). Ao mesmo tempo, houve quedas nos preços do etanol (-4,41%) e da gasolina (-0,27%).

Na habitação, houve altas nos custos da água e esgoto (4,29%) e no gás encanado (2,04%).

Os alimentos tiveram redução no ritmo de aumento de preços de maio para junho, ao passar de uma taxa de 1,52% na prévia de maio para 0,25% em junho. O comportamento foi influenciado pelos alimentos para consumo no domicílio, que saíram de uma inflação de 1,71% no mês anterior para 0,08% na prévia de junho.

O leite longa vida, que havia subido 7,99% na prévia anterior, registrou 3,45% em junho. Também foram observadas quedas de preços em produtos como cenoura (-27,52%), tomate (-12,76%).

 

 

Agência Brasil

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Confiança do consumidor volta a crescer em junho

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou alta de 3,5 pontos em junho deste ano na comparação com o mês anterior. O crescimento do indicador veio depois de uma queda de 3,1 pontos de abril para maio.

Com o resultado, o ICC atingiu 79 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos, o melhor resultado desde agosto do ano passado (81,8 pontos).

O Índice de Situação Atual (ISA), que mede a percepção do consumidor brasileiro no presente, subiu 1,3 ponto e chegou a 70,4 pontos, melhor resultado desde julho de 2021 (70,9 pontos). Já o Índice de Expectativas (IE), que mede a confiança no futuro, cresceu 4,9 pontos e atingiu 85,9 pontos, ficando ainda abaixo de abril (86,1 pontos).

 

 

Agência Brasil

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Aneel reajusta bandeiras tarifárias em até 64%

Dá Agência Brasil

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na última terça-feira (21) o novo reajuste das bandeiras tarifárias, que incidem na conta de luz em caso de escassez hídrica ou qualquer fator que aumente o custo de produção de eletricidade. Os aumentos irão de 3,2% a 63,7%, dependendo do tipo da bandeira.

Os aumentos não encarecerão as contas de luz porque, desde abril, a bandeira tarifária está verde, quando não ocorre cobrança adicional. Os valores entrarão em vigor em 1º de julho e serão revisados em meados de 2023.

Segundo a Aneel, a alta reflete a inflação e o maior custo com as usinas termelétricas em 2022, acionadas em momentos de crise hídrica.

Confira os novos valores das bandeiras tarifárias:

Bandeira verde: sem cobrança adicional;
Bandeira amarela: +59,5%, de R$ 1,874 para R$ 2,989 por megawatt-hora (MWh);
Bandeira vermelha patamar 1: +63,7%, de R$ 3,971 para R$ 6,500 por megawatt-hora (MWh);
Bandeira vermelha patamar 2: +3,2%, de R$ 9,492 para R$ 9,795 por megawatt-hora (MWh).

Desde 16 de abril, vigora no Brasil a bandeira verde, quando foi antecipado o fim da bandeira de escassez hídrica. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a bandeira verde será mantida até dezembro, por causa da recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas no início do ano.

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Procel economiza 22,7 bilhões de quilowatts-hora em 2021

O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) respondeu pela economia de cerca de 22,73 bilhões de quilowatts-hora (kWh) de energia elétrica em 2021, o que corresponde a 4,54% do consumo total de eletricidade no Brasil.

Esse volume é suficiente para atender 11,49 milhões de residências durante um ano. A redução do consumo de energia elétrica é equivalente à energia gerada por uma usina hidrelétrica com capacidade de 5.451 MW, revela o Relatório de Resultados 2022 – ano-base 2021 do Procel, divulgado na última segunda-feira (20).

O documento indica que essa economia significa quase metade da produção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, ou 2,5 vezes a produção das usinas nucleares Angra 1 e 2 juntas, situadas na Costa Verde do estado do Rio de Janeiro.

As ações desenvolvidas pelo Procel, no ano passado, contribuíram também para que o Brasil evitasse a emissão de 2,87 milhões de toneladas de gás carbônico equivalente (tCO2e) na atmosfera, o que equivale às emissões geradas por 987 mil veículos em um ano.

Com investimento de pouco mais de R$ 300 milhões, os resultados alcançados pelo Procel em 2021 foram considerados “altamente satisfatórios”, tendo em vista o cenário do país no ano passado, com onda de casos de covid-19 no primeiro trimestre e a maior crise hídrica energética em 91 anos.

A estimativa é que as ações fomentadas pelo programa contribuíram para reduzir a demanda em 7.508 megawatts (MW). O custo anual evitado, em função dos resultados energéticos proporcionados pelas ações do Procel no ano, atingiu em torno de R$ 4,261 bilhões.

O gerente do Programa Nacional de Conservação de Energia, Marcel da Costa Siqueira, comentou que, diante do cenário de insegurança energética, os resultados obtidos mostraram que o programa exerceu o seu papel de fomentar políticas públicas de Estado ao destinar a aplicação de recursos públicos para projetos que possam dar retorno imediato para a sociedade. Segundo ele, são mais de 150 projetos que se encontram em andamento de forma simultânea.

Siqueira lembrou ainda outro ponto importante que “é o efeito multiplicador do programa que os números não mostram, já que as metodologias e os profissionais capacitados pelo programa servem ao mercado em geral, independentemente dos investimentos diretos do Procel”.

O relatório registra também o valor empenhado em 2021, de R$ 306,6 milhões, para o desenvolvimento de novos projetos para os próximos anos. Esses recursos são provenientes da Lei nº 13.280/2016 (Lei do Procel), que determina um orçamento próprio e permanente para que o programa possa realizar investimentos em projetos de eficiência energética. Graças à lei, a Eletrobras, que é a entidade jurídica executora do Procel, não precisa investir recursos próprios nos projetos do programa, e é ressarcida posteriormente pelos custos administrativos e de pessoal cedido para os trabalhos do Procel.

Desde a sua fundação, em 1985, o Procel contabiliza investimentos em eficiência energética da ordem de R$ 3,89 bilhões em recursos próprios da Eletrobras, da Reserva Global de Reversão (RGR), de outros investimentos de fundos internacionais e, desde 2016, com recursos da Lei 13.280. A economia de energia proporcionada nesses 36 anos alcançou 217,9 bilhões de kWh.

Um dos destaques do Procel em 2021 foi a alocação de recursos em projetos inovadores, como o Programa Lab Procel, integrante do 2º Plano de Aplicação de Recursos do Procel (PAR-Procel 2018/2019), cujo objetivo é acelerar soluções de eficiência energética. Em 30 meses de atividades, com foco em startups (empresas emergentes) e micro e pequenas empresas, o Lab Procel foi executado por meio de convênio entre a Eletrobras e a Firjan/Senai, com recursos no montante de R$ 16,670 milhões para a aceleração e pré-aceleração tecnológica e de negócios das soluções inovadoras. Desse total, o Procel participou com R$15 milhões.

Para o engenheiro da Eletrobras, Thales Terrola e Lopes, integrante da equipe de coordenação do Lab Procel, “os resultados alcançados pelo Programa Lab Procel mostram a assertividade desse projeto, que traz como principal resultado a oferta ao mercado nacional de soluções em eficiência energética dotadas de elevado grau tecnológico e capazes de trazer benefícios energéticos aos seus usuários”. Terrola e Lopes observou ainda que as empresas participantes estão agora mais preparadas para enfrentar os desafios do mercado.

Outra iniciativa inovadora implementada pelo Procel é o projeto de desenvolvimento do Centro de Excelência em Eficiência Energética na Indústria. Pioneiro na América Latina, o projeto é um desdobramento das atividades do Programa Aliança, parceria do Procel com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e entidades do setor, para levar ações de eficiência energética para indústrias energointensivas. Com a conclusão do primeiro ciclo do Programa Aliança, no qual participaram 12 plantas industriais, foi alcançada uma economia de energia em cerca de 175 bilhões de kWh.

O Relatório Procel 2022 – ano base 2021 apresenta, no capítulo ‘O que vem por aí’, algumas atividades iniciadas no ano passado e que serão concluídas nos próximos anos. Um dos projetos com maior expectativa é o “Smart Selo Procel – Aplicações em Plataforma Blockchain para Certificação de Eficiência Energética”. Aprovado no PAR Procel (2020/2021), o projeto inova ao prever o estabelecimento de aplicações e funcionalidades, em uma plataforma blockchain, para suporte ao processo de certificação de eficiência energética e reposicionamento tecnológico do Selo Procel.

Outro projeto aguardado com expectativa é a Pesquisa de Posses e Hábitos de Uso de Equipamentos Elétricos na Classe Comercial e de Serviços (PPH Comercial). A PPH Comercial é inédita no Brasil e constitui a primeira pesquisa do Procel dedicada a identificar os hábitos de consumo de energia elétrica nas classes comercial e de serviços. Com previsão de ser concluída no segundo semestre de 2023, a PPH Comercial será realizada de forma presencial em todas as 26 capitais estaduais do Brasil, além de Brasília.

No segmento de edificações, destaque para o Projeto Esplanada Solar, cujo objetivo é a instalação de usinas solares fotovoltaicas nos edifícios da Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Serão investidos R$ 31 milhões na construção dessas usinas. Os ministérios beneficiados se comprometerão a implementar medidas de eficiência energética de baixo e médio custos, além de um Sistema de Gestão de Energia.

 

 

Agência Brasil

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Petrobras anuncia novo aumento de combustíveis

Dá Agência Brasil

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (17) reajustes de 5,2% no preço da gasolina e de 14,2% no preço do diesel. Os novos valores passam a vigorar a partir deste sábado (18). 

A empresa informou que o preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras passará de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro. O último ajuste ocorreu em 11 de março, há 99 dias.

Para o diesel, o reajuste ocorre 39 dias depois do aumento anterior. O preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,91 para R$ 5,61 por litro. O último ajuste ocorreu no dia 10 de maio.

O preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, não sofreu reajuste. Em nota para divulgar os aumentos, a Petrobras afirmou que tem buscado o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem repasse imediato para os preços internos da volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio.

“Esse posicionamento permitiu à Petrobras manter preços de GLP estáveis por até 152 dias; de diesel por até 84 dias; e de gasolina por até 99 dias. Esta prática não é comum a outros fornecedores que atuam no mercado brasileiro que ajustam seus preços com maior frequência, tampouco as maiores empresas internacionais que ajustam seus preços até diariamente”.

Repercussão

Já pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro fez duras críticas à Petrobras pelo novo reajuste.

“O Governo Federal como acionista é contra qualquer reajuste nos combustíveis, não só pelo exagerado lucro da Petrobras em plena crise mundial, bem como pelo interesse público previsto na Lei das Estatais”, postou o presidente.

Em seguida, ele citou a possibilidade de uma greve de caminhoneiros, em decorrência do preço dos combustíveis.

“A Petrobras pode mergulhar o Brasil num caos. Seus presidente, diretores e conselheiros bem sabem do que aconteceu com a greve dos caminhoneiros em 2018, e as consequências nefastas para a economia do Brasil e a vida do nosso povo”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, também criticou o reajuste anunciado nesta sexta-feira e pediu a renúncia imediata do presidente da Petrobras, José Mauro Ferreira Coelho.

“O presidente da Petroras tem que renunciar imediatamente”, tuitou Lira. “Ele só representa a si mesmo e o que faz deixará um legado de destruição para a empresa, para o país e para o povo. Saia!!!”

Na última quarta-feira (15), a Câmara dos Deputados concluiu a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2022, que limita a aplicação de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, fixando-a no patamar máximo de 17% a 18%, abaixo dos valores atuais aplicados pelos estados.

A medida tem o objetivo de reduzir o preço dos combustíveis para o consumidor, mas os aumentos da Petrobras podem anular os efeitos dessa desoneração. O texto aguarda sanção presidencial para entrar em vigor.

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Comércio paulista cria mais de 10 mil vagas de emprego em abril

O comércio paulista gerou 10.371 vagas com carteira assinada em abril, depois de 2,6 mil postos de trabalho fechados em março, de acordo com dados da Pesquisa de Emprego no Estado de São Paulo (Pesp), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

“É importante ressaltar que, em abril do ano passado, o estado enfrentava a fase mais restritiva ao funcionamento e à ocupação dos estabelecimentos considerados não essenciais”, diz a FecomércioSP.

O varejo foi o setor que mais se destacou em abril, com a criação de 6.345 empregos, influenciada pelo segmento de ferragens, madeira e materiais de construção, com a formação de 860 vagas.

O comércio por atacado gerou 2.647 vagas de emprego, graças, principalmente, ao segmento de produtos alimentícios em geral, responsável pela criação de 365 postos.

O comércio e reparação de veículos registrou o desenvolvimento de 1.379 vagas, com destaque para a atividade varejista de peças e acessórios novos para veículos (325).

A pesquisa mostra ainda que, nos primeiros quatro meses do ano, o balanço é negativo, com o fechamento de 11.337 postos de trabalho. O varejo, que perdeu 24.698 empregos, foi o principal responsável pelo resultado no período.

As principais influências observadas foram os resultados dos hipermercados e supermercados (-15.037) e do ramo de vestuário e acessórios (-7.066). Já o atacado apresentou saldo positivo de 8.984 vagas, enquanto o setor de comércio e reparação de veículos gerou outras 4.377 vagas.

Nos serviços houve criação de 27.938 empregos em todo o estado de São Paulo, um crescimento de quase 200% em relação ao mesmo período do ano passado, quando se apontou geração de 9.725 vagas.

Com o resultado de abril, o estoque chegou a quase 6,692 milhões de vínculos empregatícios. Das 14 divisões que formam o setor, 12 demonstraram avanço na empregabilidade: os serviços de transporte, armazenagem e correios, com 8.679 novos postos de trabalho, e o de alojamento e alimentação, com 7.186 empregos, foram os que mais geraram vagas.

Segundo a FecomercioSP, na cidade de São Paulo, o comércio gerou 4.182 empregos com carteira assinada, com destaque para o varejo, que criou 2.779 postos de trabalho, puxado por vestuário e acessórios (436). No ano, o setor perdeu 932 vagas, em razão da divisão varejista (-5.583), especialmente dos hipermercados e supermercados (-4.839).

Já nos serviços, foram criadas 5.579 vagas, com o melhor resultado no grupo de alojamento e alimentação (3.300), puxado pelos restaurantes e bares (2.493), enquanto o pior foi observado nos serviços administrativos e complementares, que perderam 7.313 postos de trabalho, com atenção especial ao segmento de serviços de seleção, agenciamento e locação de mão de obra (-4.230 vagas). No ano, foram 51.100 postos, com liderança dos serviços educacionais (14.456).

 

 

 

Agência Brasil

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Governo soma R$ 100 bi em contratos de privatizações, diz ministro

O ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, disse na última terça-feira (14) que o governo federal pretende, até o final de 2022, por meio do programa de concessões de infraestrutura de transportes, chegar a R$ 200 bilhões em contratos de investimentos da iniciativa privada. De acordo com o ministro, o governo soma R$ 100 bilhões nesses contratos nos últimos três anos e seis meses.

“A gente soma, já contratado, R$ 100 bilhões. Se você parar para pensar que o orçamento do Ministério da Infraestrutura, em 2022, para lidar com toda agenda de um país continental, é de R$ 6,7 bilhões, R$ 100 bilhões é muito dinheiro”, destacou no evento Brasil Investment Forum (BIF) 2022, na capital paulista.

Sampaio ressaltou que, desde o início da atual gestão do governo federal, foram passados em concessão para a iniciativa privada 34 aeroportos, 36 terminais portuários, seis ferrovias e sete rodovias, o que totaliza 83 ativos.

Para atingir os R$ 200 bilhões nos contratos de investimentos na área de transportes até o fim do ano, o ministro destaca novas rodadas de privatização em 2022, como a sétima de aeroportos, que inclui o aeroporto de Congonhas e o Campo de Marte, em São Paulo, e o aeroporto de Belém. Ele também aponta a privatização do Porto de Itajaí (SC), o Porto de São Sebastião e o Porto de Santos, em São Paulo.

 

 

 

Agência Brasil

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Produção de motocicletas tem melhor resultado em 7 anos

Nos cinco primeiros meses do ano, a produção de motocicletas cresceu 22,9% em comparação ao mesmo período do ano passado, com a fabricação de 569.598 unidades, informou na última segunda-feira (13) a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). Segundo a associação, esse foi o melhor desempenho para o período desde 2015.

O resultado também foi positivo na comparação com maio, quando foram produzidas 129.781 motocicletas, o que representou alta de 15,2% em comparação a abril. Na comparação anual em relação a maio do ano passado, a alta foi de 25%.

Em relação às vendas de motocicletas no varejo, a alta foi de 25,6% no acumulado do ano, totalizando 515.724 unidades comercializadas. Considerando-se apenas o mês de maio, os emplacamentos registraram o melhor resultado do ano, com o licenciamento de 133.344 unidades, alta de 23,8% em relação a abril e de 20,8% em relação a maio do ano passado. De acordo com a Abraciclo, esse foi o melhor desempenho para um mês de maio desde 2012.

A maior parte dos emplacamentos de motocicletas nos cinco primeiros meses desse ano ocorreu na Região Sudeste (38,6% do total), seguida pelo Nordeste (30,1%).

De janeiro e maio deste ano foram exportadas 20.523 motocicletas, o que representou queda de 6,1% em comparação ao mesmo período do ano passado. Considerando-se apenas o mês de maio, as exportações cresceram 51,8% na comparação com abril, com o volume de 5.990 veículos negociados.

 

 

Agência Brasil

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Procura por voos domésticos tem queda de 9,9%

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) informou na última quarta-feira (8), em São Paulo, que a procura por voos domésticos, medida em passageiros-quilômetro transportados (RPK), teve queda de 9,9% em abril, em relação ao mesmo mês de 2019, com base em dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Ainda segundo a Abear, a oferta, calculada em assentos-quilômetro oferecidos (ASK), teve redução de 5,8% na mesma comparação. A taxa média de ocupação dos aviões ficou em 78,4%, redução de 3,5 pontos percentuais. No total, foram transportados 6,1 milhões de passageiros, recuo de 16,2% diante de igual mês de 2019.

No mercado internacional, a demanda (RPK) teve queda de 34,2% e a oferta (ASK) anotou redução de 33,9% em relação a abril de 2019. O aproveitamento das aeronaves ficou em 83,9%, redução de 0,4 ponto percentual. O total de passageiros transportados atingiu 1,1 milhão, uma retração de 39,4%.

De acordo com a associação, a comparação dos resultados operacionais do mercado doméstico entre abril e março apresentou queda de 7,1% na demanda (RPK) e de 5,9% (ASK) na oferta. A taxa média de ocupação dos aviões recuou 1 ponto percentual. No mercado internacional, a demanda (RPK) cresceu 5,4% e a oferta (ASK) recuou 1,8% nas mesmas comparações.

O transporte aéreo de carga e correio registrou redução de 11,3% em abril em relação a abril de 2019. No mercado internacional, houve aumento de 12,7% em igual comparação.

 

 

 

Agência Brasil

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Camila Farani será embaixadora do Rio Innovation Week, maior evento de tecnologia e inovação da América Latina

Camila Farani, presidente da G2 Capital, Shark Tank Brasil por seis temporadas e empreendedora, é a mais nova sócia e embaixadora do Rio Innovation Week (RIW), maior evento de inovação e tecnologia da América Latina. Realizado pela primeira vez em janeiro deste ano, o RIW reuniu mais de 1 mil startups no Jockey Club Brasileiro. A próxima edição vai acontecer de 8 a 11 de novembro no Píer Mauá.

Criado para fazer do Rio de Janeiro um futuro polo de tecnologia e inovação da América Latina, o Rio Innovation Week tem, entre seus idealizadores, Fábio Queiróz, presidente da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) e presidente do Conselho Organizador do Evento, Jerônimo Vargas, diretor da Base Eventos, e Carlos Júnior, founder e CEO do Sai do Papel, grupo de inovação e empreendedorismo, focado no desenvolvimento de startups para o mundo dos negócios.

De acordo com Fábio Queiróz, a parceria vai engrandecer muito o projeto, principalmente pelo conteúdo que será apresentado no FaraniStage, palco onde Camila irá receber os maiores nomes da tecnologia e da inovação internacionais. Na primeira edição do RIW, a investidora fez uma das palestras de maior sucesso, atraindo um público de cerca de 8 mil pessoas.

“O evento cresce bastante com a entrada da Camila, que é uma inspiração para este ecossistema de tecnologia e inovação. Com isso, aprimoramos ainda mais o conteúdo e ganhamos uma grande parceira, que vai ajudar no desenvolvimento estrutural para que o RIW, que já é o maior evento de inovação e tecnologia da América Latina, se torne uma referência global. Ela entra de cabeça como embaixadora do Rio Innovation Week”, afirmou Fábio.

Para Camila, uma das motivações para se juntar ao time do RIW consiste em posicionar o Rio de Janeiro como um grande celeiro de inovação, empreendedorismo e tecnologia. “Como boa carioca, não poderia ficar de fora. Vamos colocar o Rio no lugar onde ele merece estar: no mapa global da inovação”, comenta Camila.

Idealizadora da Ela Vence, plataforma para o desenvolvimento de lideranças femininas, ela acrescenta que também espera atrair mais as mulheres para o mundo da nova economia, além de estimular uma abordagem simples das temáticas relacionadas à transformação digital. “Quero ajudar as pessoas e se conectarem com os assuntos que circundam o universo da inovação e da tecnologia, inserindo-as verdadeiramente na pauta do futuro e do presente”, destaca a empresária.

Jerônimo Vargas ressaltou a importância da representação das mulheres no projeto, pauta de extrema importância no evento. “A segunda edição do RIW vem com grandes transformações, um novo local, no centro do Rio, e a parceria da Camila, que será fundamental para ampliar os segmentos que o evento abordará”, disse.

Segundo Carlos Júnior, a empresária vai potencializar todas as frentes que eles gostariam de desenvolver, ressaltando o papel da mulher empreendedora e investidora. “Camila vai aportar todo o conhecimento, todo o histórico que ela tem no apoio a novos negócios, startups, inovação e empreendedorismo.”, comentou.

O Rio Innovation Week será realizado no Píer Mauá, de 8 a 11 de novembro. Em janeiro deste ano, em sua primeira edição, o evento contou com mais de 500 palestrantes e 200 expositores, onde se apresentaram nomes de peso, como o fundador do grupo Virgin, Richard Branson, autor de diversos livros, com negócios que vão da música à aviação, e o cofundador da Apple, Steve Wozniak.

A próxima edição, que será ainda maior, irá contar com 22 conferências. O lançamento oficial do projeto acontecerá na primeira quinzena de julho.