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Brasil encerra Pan de Ginástica de Trampolim com nove medalhas

O Brasil encerrou na última terça-feira (28) a participação no Campeonato Pan-Americano de Ginástica de Trampolim, realizado na Arena 1 do Parque Olímpico da Barra, no  Rio de Janeiro, com a conquista de nove medalhas, sendo três de ouro.

O grande destaque da equipe brasileira foi Camilla Gomes, que garantiu duas medalhas douradas, uma no trampolim individual e outra no trampolim sincronizado ao lado de Alice Hellen. A terceira atleta do país a ficar no lugar mais alto do pódio foi Gabriela Cordeiro, campeã no trampolim individual categoria juvenil.

“Estou muito feliz. Minha primeira vez em um Pan-Americano, uma competição assim como essa, e é muito legal. Hoje contamos com o apoio da torcida, teve bastante gente aqui torcendo, eu até fiquei um pouquinho nervosa, mas estou super feliz”, declarou Gabriela à assessoria da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).

Além das três medalhas douradas o Brasil terminou a competição com mais quatro pratas – no trampolim por equipes feminino (com Camilla Gomes, Alice Hellen, Ana Luiza Pereira Soares e Maria Luiza França Lopes Oliveira), no trampolim individual feminino (com Alice Hellen), no trampolim individual masculino juvenil (com Arthur Antunes Ferreira) e no trampolim individual feminino juvenil (com Alice Reis Albuquerque) – e dois bronzes – no trampolim individual masculino juvenil (com Marcos Paulo) e duplo-mini juvenil (com João Guilherme Silva).

Na opinião do coordenador geral da CBG, Henrique Motta, o evento foi de grande importância para o desenvolvimento da modalidade no país: “Esse evento é fundamental para o desenvolvimento esportivo da ginástica brasileira. É o segundo ano seguindo que a gente faz no Brasil e é muito importante para a modalidade dar a oportunidade desses jovens atletas e também aos mais experientes de estarem competindo em casa e ao mesmo tempo com porte internacional. Eles conseguem se preparar para as principais competições que têm ao longo da temporada de 2022 e do ciclo olímpico de Paris. O saldo esportivo, sem dúvida, é 100%”.

 

Agência Brasil

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Brasil perde da Suécia, em último jogo antes da Copa América Feminina

Da Agência Brasil

A seleção feminina de futebol foi superada pela Suécia no segundo e último amistoso europeu de preparação para a Copa América. Nesta terça-feira (28), as brasileiras saíram na frente, mas não suportaram a pressão das anfitriãs e perderam de virada, por 3 a 1, na Friends Arena, em Estocolmo.

A técnica Pia Sundhage (que é sueca) fez mudanças em relação ao time superado pela Dinamarca, por 2 a 1, na última quinta-feira (24), em Copenhague. A lateral Fê Palermo, que atuou pela esquerda na capital dinamarquesa, foi para a lateral direita (antes ocupada por Letícia Santos), com Tamires assumindo o lado oposto. A volante Duda Santos deu lugar a Angelina, enquanto a meia Ary Borges entrou na vaga da atacante Bia Zaneratto.

Os primeiros 45 minutos foram de bastante equilíbrio, com o Brasil tendo as oportunidades mais claras. Aos 25, Tamires cruzou pela esquerda e acertou a trave. Nos acréscimos, aos 47 minutos, Adriana chutou da entrada da área, a goleira Hedvig Lindahl deixou a bola escapar e a também meia Kerolin quase completou para as redes.

As brasileiras mantiveram a postura na volta do intervalo e não demoraram a abrir o placar. Aos quatro minutos, Angelina lançou Fê Palermo pela direita. A lateral esticou para Debinha, que invadiu a área e bateu no canto de Lindahl.

O gol modificou o cenário da partida, com o Brasil se fechando para sair nos contra-ataques e dando campo à Suécia, que passou a pressionar. O recuo brasileiro se mostrou excessivo e as anfitriãs tomaram a dianteira no marcador. Aos 19 minutos, a meia Johanna Kaneryd tomou a bola próxima à área, driblou a zagueira Rafaelle e bateu na diagonal para empatar o jogo. Dois minutos depois, a lateral Jonna Andersson cruzou pela direita e a atacante Lina Hurtig cabeceou sem chances para Lorena.

Mais inteiras, as suecas continuaram a comandar as ações ofensivas e ampliaram aos 43 minutos. A atacante Stina Blackstenius recebeu nas costas da zaga e tocou por cobertura, na saída de Lorena, fazendo um golaço. As europeias quase marcaram o quarto nos acréscimos, com a zagueira Magdalena Ericsson finalizando na pequena área, para grande defesa da goleira brasileira.

O próximo compromisso do Brasil será a Copa América, na Colômbia. A estreia será no próximo dia 9 de julho, contra a Argentina. As brasileiras estão no Grupo A, com sede na cidade de Armenia, ao lado de Uruguai, Venezuela e Peru. As três melhores equipes da competição vão à Copa do Mundo do ano que vem, em Austrália e Nova Zelândia. O campeão assegura vaga na Olimpíada de Paris (França), em 2024.

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COB firma parceria para base de apoio nos Jogos de Paris

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou na última quinta-feira (16) que a cidade de Saint-Ouen-sur-Seine servirá de base de apoio para os atletas brasileiros no decorrer dos Jogos Olímpicos de 2024 (Paris).

Em Saint-Ouen, que fica próxima da Vila Olímpica, em Saint-Denis, a delegação brasileira contará com cinco instalações: o Château Saint-Ouen, a Escola Petit Prince, o Parque das Docas, o Ginásio das Docas e a Serra Wangari.

O Château Saint-Ouen poderá acomodar facilidades como serviços médicos, preparação mental, áreas operacionais e alimentação brasileira, além de funcionar como ponto de encontro de atletas com amigos e familiares. A Escola Petit Prince terá uma função de apoio voltada à performance esportiva.

Já o Parque das Docas contará com uma quadra temporária, que ainda será construída, exclusiva para o vôlei de praia. No Ginásio das Docas as seleções masculina e feminina de vôlei de quadra realizarão treinos de quadra e academia. Para terminar, a Serra Wangari receberá a operação de uniformes.

“A base em Saint-Ouen proporcionará uma enorme facilidade aos atletas. Teremos áreas exclusivas de treinamento, em um local bem próximo à Vila, e todos os serviços à disposição. Isso reduzirá de forma considerável o tempo de deslocamento das equipes”, declarou o diretor de Alto Rendimento do COB, Ney Wilson.

 

 

Agência Brasil

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Mundial de Natação Paralímpica: Brasil conquista 7 medalhas no 1º dia

A pernambucana Maria Carolina Santiago ganhou o primeiro ouro da seleção brasileira de natação paralímpica no mundial da modalidade, que começou neste domingo na Ilha da Madeira, em Portugal.

A conquista veio na prova dos 100 metros borboleta da classe S12 (deficientes visuais). Com o tempo de 1 minuto e 07 segundos, Maria Carolina, que tem a síndrome de Morning Glory, alteração congênita na retina que reduz o campo de visão, ficou 17 centésimos à frente da italiana Alessia Berra, medalhista de prata.

A espanhola Maria Delgado Nadal fechou o pódio com 1 minuto e 09 segundos. Além do ouro, ela também ficou com a prata na prova dos 100 metros costas com o tempo de 01 minuto, 09 segundos e 68 centésimos.

Carol ainda deve competir ainda nos próximos dias nos 50 metros e nos 100 metros livre, nos 100 metros peito e em dois revezamentos. A nadadora do Grêmio Náutico União de Porto Alegre é um dos destaques da delegação verde e amarela, composta por 29 nadadores.

O outro ouro brasileiro, neste primeiro dia de disputas no complexo de piscinas olímpicas de Funchal, foi do Gabriel Bandeira da classe S14 (deficientes intelectuais). Ele foi o melhor nos 200 metros livre, com o tempo de 01 minuto 52 segundos e 42 centésimos (recorde do campeonato mundial). O segundo lugar foi do canadense Nicolas Bennet e o terceiro lugar, do australiano Benjamin Hance.

Nesta segunda, Gabriel Bandeira nada os 100m costas. As outras três pratas da equipe nacional vieram com a dupla Samuel de Oliveira, com 33 segundos e 28 centésimos, e Joana Neves, com 37 segundos e 14 centésimos, da classe S5 (atletas com limitações físico-motoras) na prova dos 50 metros livre, e com Phelipe Rodrigues, da classe S10 (atletas com limitações físico-motoras menos severas). Ele completou a prova dos 50 metros livre com o tempo de 23 segundos e 76 centésimos.

A nadadora Patrícia Santos, da classe SB3 (cadeirantes), também foi ao pódio ao obter o bronze nos 50 metros peito com o tempo de 59 segundos e 65 centésimos. O campeonato reúne aproximadamente 600 atletas de 59 países e segue até o próximo sábado (18).

 

 

Agência Brasil

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Fim de semana tem pódio histórico para o Brasil na ginástica rítmica

O esporte brasileiro teve uma notícia surpreendentemente boa na Copa do Mundo de Ginástica Rítmica, que está sendo realizada em Pesaro, na Itália. No último domingo (5), o país ficou com o bronze na prova de duas bolas e três fitas, com 28.650 pontos, atrás apenas da Itália (bronze em Tóquio) e da Bulgária, atual campeã olímpica.

A equipe brasileira, formada por Bárbara Galvão, Deborah Medrado, Giovanna Oliveira Silva, Maria Eduarda Arakaki e Nicole Pircio (além da reserva Beatriz Linhares) conquistou apenas a segunda medalha da história do país nessa competição. A primeira havia sido em 2013.

A etapa de Jurmala (Letônia) foi especialmente proveitosa para as duplas brasileiras no circuito mundial de vôlei de praia. Embora o ouro não tenha vindo, foram três medalhas. Entre as mulheres, Bárbara Seixas e Carol Solberg acabaram derrotadas na final pelas canadenses Melissa e Pavan por 2 sets a 1 (21-19, 20-22, 15-7), ficando com a prata. A parceria brasileira está em segundo lugar no ranking mundial. Já o bronze na etapa também foi brasileiro: Duda e Ana Patricia venceram as americanas Hughes e Kolinske por 2 a 0 (21/19 e 21/17).

Entre os homens, a dupla número 1 do mundo, André Stein e George, garantiu o bronze ao bater os estonianos Nölvak e Tilsaar por 2 a 1 (21/17, 18/21,15/13).

O final de semana não passou sem um brasileiro no lugar mais alto do pódio: Pepê Gonçalves, da canoagem slalom, conquistou o ouro no Aberto de Augsburgo, na Alemanha, na prova do slalom extremo, em que os atletas competem juntos ao invés de fazerem seus tempos separadamente. Esta prova estará no programa olímpico pela primeira vez nos Jogos de Paris, em 2024. Pepê comemorou o resultado em postagem no Instagram.

 

Agência Brasil

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Natação paralímpica do Brasil desembarca em Portugal para Mundial

Dá Agência Brasil

A seleção brasileira de natação paralímpica chegou nesta quinta-feira (2) a Funchal, na Ilha da Madeira (Portugal), para disputa do Campeonato Mundial da modalidade, entre os dias 12 e 18 deste mês. A delegação reúne 49 pessoas, sendo 29 nadadores e 20 integrantes de comissão técnica.

A jornada até o Velho Continente começou na tarde de quarta-feira (1º). A equipe foi separada em dois voos, que saíram do aeroporto de Guarulhos (SP). Um deles foi direto para Lisboa (Portugal). O outro fez escala em Recife antes de rumar à capital portuguesa. A delegação ainda encarou mais 1h40 de avião até Funchal, chegando à sede do Mundial por volta das 6h (horário de Brasília) desta quinta (2).

A maior parte da equipe brasileira teve de atingir os índices exigidos pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) para se credenciar ao Mundial. Dos 29 integrantes, 23 buscaram as marcas em abril, nas duas primeiras fases nacionais da natação paralímpica, realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, enquanto Larissa Rodrigues o fez na etapa de Berlim (Alemanha) do circuito internacional da modalidade.

Os outros cinco nadadores já estavam assegurados pelas medalhas de ouro obtidas na Paralimpíada de Tóquio (Japão), no ano passado: Talisson Glock, Carol Santiago, Gabriel Araújo, Wendel Belarmino e Gabriel Bandeira. Este último chega embalado pela quebra, em abril, do recorde mundial dos cem metros borboleta da classe S14 (deficiência intelectual), prova em que foi campeão na capital japonesa.

Outra estreante é Lídia Cruz, que terá pela frente o primeiro grande evento paralímpico defendendo a seleção brasileira. Apesar disso, a nadadora da classe S4 (deficiência físico-motora) desponta como candidata ao pódio nos 200 metros livre, disputa na qual ocupa o segundo lugar do ranking mundial em 2022, atrás somente da alemã Tanja Scholz.

No último Mundial, realizado em Londres (Inglaterra), em 2019, o Brasil foi 17 vezes ao pódio, com cinco ouros. No anterior, dois anos antes, na Cidade do México, os brasileiros souberam aproveitar o evento mais esvaziado (britânicos e russos abriram mão do evento devido a um terremoto que matou mais de 200 pessoas na capital mexicana e adiou a competição em quase dois meses) e conquistaram 36 medalhas (18 douradas).

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Vinícius Júnior é escolhido como revelação da última Liga dos Campeões

A Uefa anunciou n última terça-feira (31) que o atacante Vinícius Júnior, do Real Madrid (Espanha), foi escolhido como o jogador revelação da temporada 2021/2022 da Liga dos Campeões. O brasileiro brilhou na final da competição contra o Liverpool (Inglaterra) no último sábado (28), marcando o gol da vitória de 1 a 0 dos merengues.

“É preciso ter tempo e sangue-frio, e foi isso que Vinícius fez ao longo desta temporada. Hoje [na final da competição], ele colocou a cereja no topo de uma temporada brilhante”, disse o técnico do Real Madrid, o italiano Carlo Ancelotti, segundo o site da Uefa.

O jogador de 21 anos, formado no Flamengo, participou de forma direta de dez gols do Real Madrid em 13 partidas na competição, marcando quatro vezes e dando seis assistências. Além disso, Vinícius Júnior foi escolhido para a equipe ideal da competição, na qual forma o ataque ao lado dos franceses Mbappé, do PSG (França), e Benzema, seu companheiro na equipe merengue.

Benzema também foi homenageado nesta terça, sendo escolhido como melhor jogador da Liga dos Campeões. O centroavante francês terminou a temporada na liderança da relação de artilheiros da competição com o total de 15 gols.

 

 

Agência Brasil

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Nilópolis é destaque no Jiu-jitsu

Kellen Arraes é campeã no Campeonato Brasileiro de Jiu-jitsu Crianças

Mais um destaque Life Star Talentos no Campeonato Brasileiro de Jiu-jitsu Crianças realizado no último dia 15 de maio em Barueri, São Paulo. A atleta Kellen Arraes, moradora de Nilópolis, participou de três lutas, com três finalizações e foi campeã na categoria Infantojuvenil 3 -Verde Meio Pesado.

Já fui quatro vezes campeã nessa categoria. Desta vez, não levei nenhum ponto. Feliz por representar bem minha equipe Alliance –  vibra.

Invicta há 3 anos, Kellen tem um treino pesado. São três treinos todos os dias e, além disso, ela não descuida da alimentação. Os desafios para atingir os objetivos são diários, mas ela conta com incentivo e apoio de muitos que acreditam no seu potencial.

Foto: Divulgação

Sou grata a Deus por toda ajuda nessa trajetória. A minha retribuição devolvo através das vitórias, das minhas conquistas. Gratidão sempre – diz.

Essa é a proposta da Life Star Talentos, projeto nascido em Nilópolis, em outubro de 2020. Descobrir atletas e realizar sonhos. Além de Kellen, sua irmã Keke, também atleta, faz parte do time Life Star. O projeto também desenvolve um trabalho no futebol, com treinos de segunda a sexta, manhã e tarde, na Vila Olímpica de Nilópolis, sub-11 a sub-17.

Ficamos felizes quando nossos atletas despontam em campeonatos. Esse é o nosso objetivo: dar a eles visibilidades e grandes oportunidades. Nosso sonho continua – conclui Jacob David, CEO da Life Star Talentos.

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Ymanitu Silva é convidado a disputar Roland Garros na categoria Quad

O catarinense Ymanitu Silva vai disputar o torneio de Roland Garros na categoria Quad do tênis em cadeira de rodas. O atleta, que competirá como convidado, embarca para Paris (França) no próximo sábado (28). O sorteio da chave será realizado no domingo (30), e as disputas terão início a partir de 1º de junho, em chave com oito atletas.

Atual 11º do mundo, Ymanitu vem de suas maiores vitórias na carreira durante o Mundial realizado em Villamoura (Portugal),  no começo do mês, superando duas vezes o americano David Wagner, quarto do ranking, e levando o Brasil ao inédito terceiro lugar geral.

“É um carinho muito grande que tenho por esse Grand Slam por conta do nosso Guga, mais uma vez terei a emoção muito grande participar desse Grand Slam e agradeço à Confederação Brasileira de Tênis, Comitê Paralímpico Brasileiro, a ADK Tennis e o técnico Piki (Patrício Arnold) e todos os meus patrocinadores”, disse Ymanitu que esteve na disputa do evento pela primeira vez em 2019.

O gaúcho Rafael Matos e o espanhol David Vega estreiam às 6h (horário de Brasília) deste terça (24) contra o argentino Andres Molteni e o mexicano Santiago Gonzalez, cabeças de chave 13.  Na sequência, às 7h30, está previsto o jogo da primeira rodada do mineiro Marcelo Melo e o argetino Maximo Gonzalez, vice-campeões no último sábado (21) do ATP 250 de Lyon (França). No primeiro Grand Slam da parceria Brasil-Argentina, cabeça de chave 15, a estreia será contra o esloveno Aljaz Bedene e o sérvio Filip Krajinovic.

 

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Brasil conquista seis medalhas de bronze nas Surdolimpíadas

A 24ª edição das Surdolimpíadas de Verão terminou com uma apresentação cheia de cores, luz, arte e emoção. O ginásio do Sesi de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, recebeu ótimo público que vibrou coma solenidade de encerramento.

Nas competições, a Ucrânia ficou na primeira colocação, com 62 medalhas de ouro, 38 de prata e 38 de bronze, em um total de 138. O Brasil ocupou a 44ª posição, com seis medalhas de bronze, o maior número conquistado pelo país na história da competição.

A presidente da Confederação Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS), Diana Kyosen, aprovou a participação dos atletas do Brasil e agora foca no fortalecimento.

“O resultado atual não é o melhor cenário, mas é positivo. Vivemos um momento de pandemia que trouxe um prejuízo aos treinos. Ficamos dois anos treinando virtualmente. A CBDS conseguiu um terreno para construção do nosso centro de treinamento e isso vai auxiliar no alto desempenho e, consequentemente, no resultado dos atletas brasileiros”, afirmou.

Além do resultado esportivo e da busca por medalhas, as Surdolimpíadas de Caxias do Sul deixaram outro legado. O presidente do Comitê Internacional de Esportes para Surdos, Gustavo Perazzolo, ressaltou a importância do evento para quebrar barreiras.

“A visibilidade muda com as Surdolimpíadas. Reconhecimento social, empatia, a cultura específica da comunidade, a comunicação  e a questão da língua. O surdo e o ouvinte unidos na tentativa de se comunicar, quebrando barreiras, perdendo o medo, se aproximando, buscando estratégias para fazer essa comunicação. No futuro, as barreiras vão ser quebradas e a comunicação vai acontecer naturalmente para todos”, enfatizou.

A próxima edição das Surdolimpíadas de Verão será em 2025, em Tóquio, no Japão, com a promessa de mais medalhas e esperança de maior inclusão.

 

 

 

Agência Brasil