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É o Free Fire

Vai dizer que nunca ouviu falar no Free Fire? Ainda não existe um lugar que você esteja onde não consiga escutar sobre esse jogo. É um dos maiores fenômenos mobile do mundo. Caso ainda não tenha ouvido falar sobre Free Fire, então se prepara que vou dar uma palinha para vocês.

Free Fire é um jogo mobile de Tiro, Ação e Aventura, do gênero Battle Royale, desenvolvida pela Vietnamita, 111dots Studio e tendo como sua principal publicadora a Garena. Seu primeiro aparecimento foi em novembro de 2017, com o beta aberto e lançado para todos os sistemas operacionais de celular (Android e iOS) em dezembro de 2017.

O jogo segue o padrão do Battle Royale. Você tenta sobreviver até ser o último vivo da partida para conseguir ganhar. É notável a inspiração para o desenvolvimento do Free Fire em cima do PUBG, que foi o prodígio do gênero para os mobiles.

Free Fire consiste totalmente a um público geral. O jogo, em si, é bastante leve e acessível. E é notável que os grandes usuários do jogo são o público infantil. E quando chegou, em 2018, o jogo já se tornou uma febre mundial, sendo o mais baixado do Google Play Store (Android) e da App Store (iOS).

Já sendo referência em todo o mundo, não demorou muito para que entrasse para o mundo do eSports. No Brasil, o seu primeiro campeonato começou em 2018, entre 15 e 24 de setembro, com o nome de Copa do Brasil de Free Fire, com mais de 800 equipes participando. Sim, isso é muita gente jogando. Tivemos outro campeonato nacional estreado pela Brasil Game Show (BGS), a Brasil Game Cup, no mesmo ano, em 14 de outubro. Em 2019, tivemos o nosso primeiro campeonato mundial do game: o Free Fire Wold Cup 2019, que ocorreu em Bangkok, na Tailândia.

Em 2020, devido à pandemia, a segunda edição do torneio mundial teve que ser cancelada. Seria sediado no Brasil. Para evitar perder um ano de campeonato, o evento foi substituído pelo Free Fire Continental Series, totalmente online, funcionando como uma libertadores. Na região da América Latina, tivemos uma campeã brasileira nas mãos da Team Liquid. O Brasil hoje tem uma liga totalmente nacional que é a LBFF (Liga Brasileiro de Free Fire), o torneio mais querido dos brasileiros.

Não conhecia o Free Fire? Não perca tempo.

Jonathan Oliveira
Designer gráfico, fotógrafo e diagramador do Jornal DR1
jonathanoliveira@jornaldr1.com.br

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BATTLEFIELD: a todo vapor

Battlefield é uma franquia de jogos eletrônicos no ramo de tiro em primeira pessoa, que teve lançado o primeiro jogo em 2002 pela Eletronic Arts com a principal desenvolvedora DICE. Hoje, a franquia conta com 16 jogos e 1 para ser lançado no fim deste ano. Seu primeiro título foi Battlefield 1942, ambientado na segunda guerra mundial, com foco em multiplayer, onde você só tinha que dominar áreas do mapa com usos de bandeiras. Por cada bandeira conquistada, o seu time podia dar “respawn” no local dominado.

2042

No dia 9 de junho de 2021, foi lançado o trailer do novo título da franquia da EA. Em 4 minutos e 59 segundos de vídeo, a empresa conseguiu deixar uma boa expectativa para o público. Oficialmente, o jogo vai ser chamado de Battlefield 2042 e já temos algumas informações sobre o que vai ter quando ele for lançado. A Eletronic Arts já deixou claro que, por enquanto, o modo Battle Royale ainda não está nos planos e que realmente estão focando no modo do multiplayer. E pela minha consciência, eu tenho uma certa expectativa quanto a isso.

Depois de um bom tempo, o jogo voltará a ter modo de somente multiplayer, nada de campanha, mas não pense que isso será um ponto negativo. Temos que concordar que as campanhas do Battlefield nunca foram foco da empresa.

E o que temos de informação até o momento do novo título?

Os mapas vão ser extremamente gigantes, bem maiores que o normal, para exatamente comportar os 128 jogadores que estarão disponíveis por partida. Deram informação também que será um mapa que é quatro vezes maior que o do título anterior, considerado o maior mapa de todos os tempos em franquias de jogos. Então, já dá para ter uma noção que o multiplayer desse jogo não estará para bobeira. Teremos um total até o momento de 7 mapas.

Teremos novas classes de especialistas: no total serão 10, mas, por enquanto, só há informações disponíveis sobre apenas 4 delas. Operadores com drones podendo marcar adversários e sensores de movimento serão os de Recon; Para a clássica especialidade Assalt, o operador usará um gancho com um objetivo de ter mais mobilidade e, com a arma em ADS, terá mais agilidade; Support vai ter uma pistola para poder reviver aliados em até longas distâncias, e o interessante: vão ressuscitar com a vida completamente cheia e terá uma habilidade que poderá curar os aliados também em longa distancia. E, por fim, o Engineer terá uma arma sentinela, que permite atacar os inimigos automaticamente. E quando ele está próximo a ela, ele a aperfeiçoa, deixando a mais eficiente.

EA informou que vamos ter um modo novo, mas só será revelado no dia 22 de julho, e claro, já deixou aberto que não será o Battle Royale. Os veículos agora poderão ser chamados, não importando em qual especialidade você vai escolher. O que sabemos também é que, agora, vamos poder trocar de attachments sem precisar morrer, podendo trocar a qualquer momento.

Se ainda não assistiu o trailer, não perca tempo: https://www.youtube.com/watch?v=ASzOzrB-a9E

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eSports: Twitch só para maiores (?)

Twitch é um serviço de streaming de vídeo ao vivo mais popular focado em videogames e esportes eletrônicos. Tudo começou em 2007 quando a plataforma ainda se chamava Justin.tv, criada por Justin Kan e Emmett Shear, e tinha várias categorias divididas. O site acabou se tornando popular pelo destaque em sua categoria de jogos e não demorou muito para que esse gênero pudesse se desvincular da Justin e se tornar Twitch.tv.

A plataforma hoje é a que mais cresce no mundo, batendo de frente com outras como Facebook Gaming e NimoTV. E é inegável o quanto a plataforma é bem acessível, tem suporte no Brasil e seu pagamento é totalmente em dólar. Você consegue receber doações, moedas de interação, se inscrever para ajudar os “Afiliados” e “Parceiros”, bits que é uma moeda que funciona como doação para ganhar destaques nas lives para o streamer e outros meios.

A questão aqui não é falar das maravilhas que é essa plataforma, mas também do fato de que ela bateu o dedo na quina de algum armário e, simplesmente, mostrou ser completamente inconveniente com o público.

Tudo começou com a ideia de tornar a plataforma mais “família”, com menos discursos de ódio, menos pirataria, sem preconceitos – isso ela fez até bem. Só que nada é um mar de flores. Começou a ter uma sequência de banimentos, muitos deles questionáveis e sem sentido.

Acredito que o caso mais popular e comovente que a comunidade do eSports presenciou foi da streamer Taynah “Tayhuhu”, que tomou ban por tempo indeterminado pelo simples motivo de pedir comida por um aplicativo e, quando a entrega chegou e ela saiu para recebê-la, sua filha de apenas 3 anos acabou invadindo a live e interagindo no chat.

Conforme as diretrizes da plataforma, criança não pode interagir, realmente, mas não foi intenção da Tayhuhu.

Além de toda a revolta pelo que aconteceu com a streamer, outro caso chamou a atenção: outra streamer mostrou as partes intimas na live, propositalmente, e recebeu apenas uma suspensão três dias. Quer dizer: aparecer uma criança sem intenção é muito pior que mostrar as genitálias para todo mundo. Com certeza é um motivo de muita revolta.

Pornografia?

E para podermos concluir se a twitch realmente prefere conteúdo adulto do que conteúdo criativo, vamos falar sobre o que está rolando hoje.

Twitch acabou de lançar a categoria um pouco (por assim dizer) quente. Com o gênero chamado “Pools, Hot Tubs, and Beaches”, em que as pessoas tomam banho de piscina e se sensualizam em frente à câmera, claramente ficou sendo uma categoria com número maior de mulheres usando e, por outro lado, o número de pessoas intencionais também aumentou. Não é um conteúdo explicito, mas faz a gente questionar por que isso é permitido e outras coisas tão bobas levam ao banimento.

Outro caso recente foi do youtuber Maicon Küster. Ele fez uma live com uma prótese de peito de silicone com decote, igual ao que muitas streamers fazem, mas somente ele acabou sofrendo um banimento de tempo indeterminado, enquanto as outras meninas que fizeram o mesmo tipo de conteúdo não sofreram nenhuma punição. Deixando claro: não há nenhum problema de mulheres usarem decotes, mas por que somente as mulheres podem usar o decote e as outras pessoas não?

Isso nos leva a questionar sobre a intenção da plataforma: se ela está sendo machista, transfóbica ou querendo se tornar um site de conteúdo adulto para homens héteros. E você, o que acha sobre?

Jonathan Oliveira
Designer gráfico, fotógrafo e diagramador do Jornal DR1
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Streamer: moniquefps

O cenário de eSports não é ligado somente aos competitivos dos games, mas também ao entretenimento deles. E nada mais poderia definir isso como o serviço de stream, ou, para melhor entender, lives. É importante também ressaltar que não é apenas um conteúdo para fins de divertimento, mas também para trabalho, como uma bela ferramenta para criação de conteúdo. E hoje quero apresentar para vocês a streamer moniquefps.

Monique Pádua Pereira, tem 25 anos, mora em Ribeirão Preto, São Paulo, e é formada em Ciências Biológicas. Sua plataforma de stream é a Twitch, jogando principalmente Call of Duty: Warzone. Monique sempre teve contato com os jogos desde pequena e, com a influência de sua mãe, teve grandes incentivos para ingressar no cenário.

Seus primeiros contatos foram nos consoles: começou no Mega Drive e foi até o Xbox 360. Posteriormente, migrou para o PC, onde começou a jogar online, como: CS:GO e Call of Duty: Black Ops 2. Hoje em dia, é focada no cenário do Call of Duty, no qual faz stream e ainda gosta de acompanhar tudo o que acontece no mundo do Counter Strike, pois ela é uma torcedora nata dos times brasileiros desde que eles disputavam fora do Brasil.

Fiz umas perguntinhas para a Monique, para você conhecê-la mais um pouco.

Quando e por que começou a fazer stream?

Monique: Comecei a fazer stream em 2015. Inicialmente, as lives aconteceram porque algumas pessoas que me conheciam dos servers de CoD BO2 me incentivaram a criar conteúdo pro Youtube, mas eu fazia pouquíssimas vezes principalmente por conta da péssima internet que tinha em casa. Levar as lives como algo sério só foi acontecer no início da pandemia em março de 2020.

O que você acha da plataforma em que trabalha? (monetização, suporte, jogos, benefícios…)

Monique: A Twitch é a melhor plataforma de stream, sem dúvidas. Já tive alguns problemas com relação ao suporte, mas no geral ela atende muito bem ao que se propõe. O que mais gosto é que tem várias maneiras das pessoas te ajudarem financeiramente, atualmente eles adicionaram pagamento por PIX que facilita muito pros viewers que querem contribuir para live.

Fora o game que você faz stream, qual o jogo que você mais gosta de assistir?

Monique: Eu gosto muito de assistir conteúdos de Dead By Daylight, principalmente pelo Youtube. Não é o jogo de tiro que estou acostumada, mas é muito divertido.

Se você pudesse jogar um jogo pelo resto da vida, qual seria? E por quê?

Monique: Provavelmente, Call of Duty Black Ops 2 no seu auge. O jogo foi muito importante pra mim em vários quesitos e me ajudou de muitas formas. Nele eu comecei a criar conteúdo e conheci meu namorado com quem estou há mais de 6 anos. Foi o jogo que me viciou e até hoje sou super apaixonada por ele.

Gostou de conhecer a moniquefps? Saiba que ela está sempre ligada na Twitch, e você pode acompanhá-la ao vivo e se divertir. É só acessar: https//www.twitch.tv/moniquefps.

Jonathan Oliveira
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Ninjas in Pyjamas é a campeã do Six Invitational

Neste domingo (23) a equipe brasileira de Rainbow Six Siege Ninjas in Pyjamas foi a campeã do principal torneio da Ubisoft de nível mundial, denominado Six Invitational. Com elenco de Murilo “Muzi”, Gustavo “Psycho”, João “Kamikaze”, Gabriel “Pino”, Julio “Julio” e o técnico Dyjair “Mity” foram os encarregados de levantar o grande martelo.

Inicio de tudo

Essa história começou lá trás, quando o campeonato foi adiado por conta da pandemia do Covid-19, impossibilitando a entrada de outros países na sede do campeonato, que foi em Paris, na França. Alguns meses depois, a Ubisoft lançou uma nota em que deixava dúvidas sobre a participação dos brasileiros no campeonato, já que o governo da França não permitia voos do Brasil para o país.

Em meio ao campeonato Elite Six, um torneio continental de Rainbows Six, a Ubisoft lançou outra nota, só que dessa vez com a notícia boa de que os brasileiros iriam embarcar no campeonato. Até que chegou o dia do campeonato e os brasileiros se preparavam para o grande triunfo do cenário para o mundo.

Fase de grupos e fase eliminatória

Iniciou a fase de grupos com as equipes europeias e norte americanas dando bastante trabalho para os brasileiros, mas não foi motivo para derruba-los. As equipes Team Liquid, Faze Clan, Team One, Furia, NiP (Ninjas in Pyjamas) e MIBR, conseguiram se classificar para os Playoffs. Agora, com as chaves divididas em “Upper” e “Lower” em um modelo MD3 (melhor de três), apenas quatro organizações brasileiras iniciaram na chave Upper, sendo elas Team Liquid, Faze Clan, MIBR e NiP (Ninjas in Pyjamas).

Na chave de cima, tivemos as principais equipes do campeonato sendo rastejadas pelos brasileiros e a equipe norte americana Oxygen eliminando a equipe europeia Empire, da chave de cima, e a jogando para a repescagem.

Na primeira rodada da repescagem, tivemos também grandes equipes sendo eliminadas. A Team One tirou a atual campeã Spacestation Gaming do campeonato, por 2 a 1, e a Parabellum eliminou a campeã do Six Invitational de 2019, a equipe G2, por 2 a 0.

Não dá  para negar o quanto esse campeonato foi emocionante para o cenário do Rainbow Six Siege e para o cenário brasileiro, tendo desempenhos incríveis em equipes que ninguém dava nada fazendo um ótimo trabalho no torneio.

Infelizmente, na segunda rodada do campeonato, Team One e a Furia se despediram da França, deixando quatro equipes brasileiras para representar. Team Liquid sendo eliminada da chave de cima indo para repescagem logo na primeira rodada da fase eliminatória para a MIBR, por 2 a 0, enfrentou uma longa jornada para chegar até a final.

A cavalaria enfrentou a Parabellum, Empire, Faze Clan, TSM e a MIBR. Tem que se dizer que a Team Liquid fez uma bela performance no Six Invitational deixando os brasileiros com o coração quentinho e cheio de emoções.

Foto: Ubisoft – Kirill Bashkirov

Já na chave dos vencedores, temos que falar da nossa campeã do torneio de 2021, a Ninjas in Pyjamas, demonstrando para o que veio e sendo campeã invicta da fase eliminatória. Em sua primeira rodada, os ninjas enfrentaram logo de cara a BDS, principal time da França que era favorita para vencer o campeonato. Em um confronto acirrado, os franceses perdem de 2 a 1 para os ninjas. Depois, os ninjas enfrentaram os brasileiros. Sem muitas dores de cabeça e sem dar muitas chances para o seu rival, a NiP derrotou a Faze Clan por 2 a 0.

A final brasileira do Six Invitational

Foto: Ubisoft/Kirill Bashkirov

Com a Ninjas in Pyjamas eliminando todos a sua frente, chegou seu momento de disputar para chegar na final do campeonato e, assim, garantindo o seu segundo lugar e ainda um ponto de vantagem.

Seu confronto foi com a MIBR, podendo se dizer assim que foi um confronto e tanto. Ambas focadas, as duas equipes foram bastante determinadas para esse duelo, mas só uma poderia sair como vencedora da chave dos vencedores. Não sendo diferente e com bastantes emoções, a Ninjas in Pyjamas vence a MIBR por 2 a 1.

Na quinta rodada da fase eliminatória, o confronto poderia definir uma final entre brasileiros e essa responsabilidade ficou nos ombros da Team Liquid, enfrentando a TSM, uma equipe que mesmo indo para a chave de repescagem logo de inicio também mostrou resistência eliminando a Mkers e a BDS do torneio. Agora no jogo que poderia provar a força da região brasileira, a TSM enfrenta a cavalaria. Em uma luta emocionante, a Team Liquid se mostrou forte e consistente, virando o jogo a seu favor, e acabou eliminando a TSM do campeonato por 2 a 1, assim trazendo independente do time, o prêmio mundial da ubisoft para o Brasil.

Por conta da repescagem, a MIBR enfrentaria na final da Lower a equipe Team Liquid e, com um espírito de poder retribuir o que tomou no inicio dos Playoffs, a Liquid massacrou a MIBR na final de repescagem por 2 a 0, sendo assim definitivo o jogo da Team Liquid contra a Ninjas in Pyjamas.

Campeonato com alegrias e tristezas

Durante a fase eliminatória, o Brasil recebeu a triste notícia de que o pai do jogador brasileiro Luccas “Paluh” Molina veio a falecer. O jogador relatou em meio a rede social do Twitter. Paluh chegou a conversar com seu pai e sabia que foi internado, mas não sabia que o caso dele estava grave. O pai demonstrou ser forte para filho não desistir.

Morre pai de Luccas “Paluh” Molina. (Foto: Ubisoft)

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Copa Girls On Six: campeonato feminino de Rainbow Six para não participantes do Circuito Feminino 2021

Girls On Six é uma marca criada por Daniele Biase, CEO do projeto, em apoio as mulheres do cenário feminino de Rainbow Six. O intuito é trazer informações sobre o cenário feminino do game, como campeonatos e sobre as players.

A Copa Girls On Six é um campeonato feminino, que consagra sua primeira edição licenciada pela própria Ubisoft e com apoio da organização de eSports a Red Wolf, que doou R$3.500,00 para a auxiliar na ajuda de custo do torneio.

O campeonato está contando apenas com equipes não classificadas para o Circuito Feminino 2021 com premiação no total de mais de R$4.000,00. Está previsto para começar dia 08 de maio (sábado) e terminar em 30 de maio (domingo), dia da grande final. Acontecerá sempre aos sábados e domingos, à partir das 15h, com direito a narração e transmissão ao vivo.

Inscrições

As inscrições estão abertas, sendo aceito qualquer time feminino que queira participar. E o mais interessante: tem uma inscrição para você mulher que queira encontrar o seu time feminino para participar do torneio.

Para mais informações sobre regras, premiação, como irá funcionar e inscrição acesse: https://battlefy.com/girls-on-six/copa-girls-on-six/607733e546fbe918151048c9/info?infoTab=details.

E para você que queira encontrar o seu time, o link é o seguinte: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf8v6Dxk1UX7m63n5emZIm-NwvnkPmEQt3KO4TMy3tHA1Ks6A/viewform.

Importância do campeonato para o cenário feminino

De inicio, temos o Circuito Feminino, para incentivar as mulheres a buscar seu sonho de se tornarem pro-player, ter a sensação que podem chegar lá.

Essa iniciativa da Girls On Six torna isso tudo mais amplo, e o objetivo da marca é exatamente ter essa expansão para as mulheres no cenário mesmo, no meio de tantos desafios em cima de uma comunidade que ainda é machista.

Recentemente, o gestor de equipe Leandro Portela, da organização FaZe Clan, publicou um print de uma conversa (veja abaixo) em que os pro-players se mostram contra a participação de todas as meninas do cenário feminino participem da FPL (FACEIT Pro League), quer dizer só algumas meninas podem participar.

Gestor de equipe Leandro Portela publicou print de conversa. (Reprodução/Twitter)

Então, a importância desses campeonatos e projetos femininos é realmente cortar essas limitações delas no game, onde qualquer uma pode ser capaz de mostrar o seu talento.

Jonathan Oliveira
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Astralis se despede de Dev1ce, e Ninjas in Pyjamas é a nova equipe do jogador

Nicolai “Dev1ce” Reedtz é um profissional de Counter-Strike: Global Offensive nascido na Dinamarca, em 8 de setembro de 1995 (25 anos). É conhecido como um dos maiores jogadores do game em todo o mundo, tendo a melhor performance individual já vista em todo o cenário.

Dev1ce surpreendeu a todos hoje (23) com a notícia de sua saída da Astralis, organização que defendeu desde 2016, conquistando o mundo e títulos em toda a sua jornada pela equipe.

Logo em seguida, Ninjas in Pyjamas anunciou o seu novo jogador e nada mais, nada menos, que ele mesmo, o Dev1ce para compor o time.

Dev1ce tem quatro Majors e foi quartro vezes o 3º melhor jogador pela HLTV. (Foto: Divulgação/ESL)

Agora, com seu novo desafio, a assinatura do jogador pode representar um grande impulso para a Ninjas in Pyjamas, que é um time que tem lutado bastante para ficar entre os top 10 de melhores equipe de CSGO.

O currículo do menino não é fraco: Dev1ce tem quatro Majors, quatro vezes o 3º melhor jogador pela HLTV e duas vezes o 3º melhor jogador pela Thorin. Foi listado na lista 30 Under 30 Europe 2020: Sports e Games pela Forbes, foi MVP dezoito vezes em campeonatos. O menino é simplesmente uma máquina.

Confira no link o anuncio do Dev1ce pela Ninjas in Pyjamas:
https://www.youtube.com/watch?v=0eZL7Z5Hm7E

Jonathan Oliveira
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Ubisoft divulga nota sobre o Six Invitational e diz que avalia situação de brasileiros

A empresa Ubisoft, organizadora do campeonato de eSports Six Invitational, divulgou uma nota nesta terça-feira (20) em que fala sobre a autorização para o início da competição deste ano e a situação dos brasileiros, que ainda não sabem se vão poder participar do torneio, por causa da pandemia.

O governo francês liberou a realização do evento em Paris, de 11 a 23 de maio, porém, no último dia 13 de abril, as autoridades locais suspenderam os voos entre o Brasil e a França, o que pode deixar os brasileiros de fora.

Na nota, a Ubisoft não cita se as equipes brasileiras vão de fato poder participar do evento, e os jogadores brasileiros mais uma vez ficam de mãos vazias sem resposta para o que vai acontecer.

Confira a nota divulgada pela Ubisoft sobre o Six Invitational 2021:

“Desde o adiamento do Six Invitational no começo deste ano, nosso time tem trabalhado duro para avaliar todas as possibilidades para a “Edição de Maio” do SI 2021, com o objetivo de termos a participação de todas as 20 equipes qualificadas para a competição.

No dia 8 de abril, nós fomos autorizados pelo governo e autoridades locais francesas para realizar a competição em Paris, de 11 a 23 de maio, sem público presente e seguindo todas as estritas normas sanitárias. Os playoffs serão organizados no Palais Brongiart, um centro histórico no coração de Paris.

No dia 13 de abril, o governo francês anunciou que voos entre Brasil e França foram suspendidos até segunda ordem. Tendo em vista esse novo problema, estamos avaliando todas as possibilidades para garantir que FaZe Clan, MIBR, Ninjas in Pyjamas, Team Liquid, Team oNe eSports e FURIA Esports, possam competir no Six Invitational contra todas as outras regiões. Enquanto tomamos um pouco de tempo para olharmos todas as opções e suas especificidades, nós agradecemos por todo o seu apoio e paciência.

Mais informações serão comunicadas em breve, incluindo uma sobre medidas de Saúde e Segurança, baseadas nas ultimas exigências das autoridades locais. A saúde e a segurança dos jogadores, parceiros e equipes de trabalhadores envolvidos no Six Invitational é a nossa principal prioridade e qualquer mudança na atual situação está sendo monitorada para que ações apropriadas sejam executadas. Estamos dedicados a realizar o melhor Six Invitational possível”.

Vamos aguardar outro esclarecimento da Ubisoft. Nossa vontade é que o evento ocorra envolvendo os brasileiros.

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