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Atleta Márcio Villar e Valdir Lemes percorrerão 320 km em prol do INCAvoluntário

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) é o órgão auxiliar do Ministério da Saúde no desenvolvimento e coordenação das ações integradas para a prevenção e o controle do câncer no Brasil.

O ato de amor, alegria e carinho transforma o processo diário e faz toda a diferença para os bravos lutadores. Com isso, em 1980, houve o início da formalização do trabalho voluntário com a criação da primeira associação de voluntários do INCA.

O INCAvoluntário possui objetivos como: contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes; melhorar a autoestima dos pacientes e seus acompanhantes e apoiar para que o paciente não interrompa o tratamento por falta de recursos financeiros

O INCAvoluntário, é responsável pelo planejamento e promoção das ações voluntárias no Instituto. E conta com a colaboração de pessoas que realizam ou apoiam as suas atividades com os usuários em tratamento no Instituto.

Atualmente, a equipe do INCAvoluntário conta com cerca de 570 voluntários que realizam diariamente ações em prol dos pacientes. Dentre esses voluntários, encontra-se o atleta Márcio Villar, que percorrerá 320 km juntamente com seu amigo Valdir Lemes, em prol do INCAvoluntário juntamente.

Em julho, a dupla realizará o ‘Caminho da Fé’ percorrendo entre Águas da Prata até a Basílica de Nossa Senhora Aparecida. A atitude solidária tem como objetivo arrecadar um valor que será revertido para as atividades que o INCAvoluntário desenvolve em prol dos pacientes em situação de vulnerabilidade social em tratamento no INCA.

“Eu realizo essas ações porque minha mãe teve câncer e foi curada pelo INCA. Então, sempre me sentia em dívida com eles pelo que fizeram pela minha mãe, e resolvi ser voluntário e correr arrecadando fundos para eles. O meu objetivo é não vir a esse mundo a passeio, e sim ter um propósito na vida e ajudar quem precisa”, contou o atleta Márcio Villar.

Márcio Villar é voluntário do INCA há mais de 15 anos, e já encarou diversos desafios para arrecadar doações para a Área de Ações Voluntárias do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Em junho de 2015, ele quebrou o recorde mundial de maior distância percorrida e entrou para o Guinness Book, o livro dos recordes. Em sete dias, foram 827,16 quilômetros percorridos em uma esteira, o que equivale a quase vinte maratonas. O desafio arrecadou cerca de duas mil latas de leite em pó integral para compor as bolsas de alimentos distribuídas pelo INCAvoluntário.

“Acho que se cada um fizer um pouquinho, se cada um passar a ter um propósito na vida, esse mundo seria bem melhor. Eu faço a minha parte e tento plantar essa semente por onde passo, para todos fazerem um pouco também. Essa é a mensagem que eu deixo nas palestras que dou pelo Brasil a fora”, finalizou Márcio Villar.

Para colaborar com a ação do Márcio Villar e do Valdir Lemes nesta maratona solidária, basta realizar a doação de quilômetros, onde cada quilômetro custa R$ 5,00 (cinco reais). A doação pode ser acessada no site (https://www.incavoluntario.org.br/detalhes-da-campanha).

 

 

 

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Quiosques e postos de salvamento da orla recebem doação de agasalhos

A Orla Rio criou pontos de doação em diversos locais da orla carioca para arrecadação de agasalhos para as pessoas em situação de rua. A ação faz parte da campanha “Orla Abraça”, que convida toda a população a entrar nessa onda de solidariedade em prol das pessoas que mais sofrem com as baixas temperaturas dessa época do ano. Ao todo, são 15 locais de arrecadação, sendo 12 quiosques e três postos de salvamento, entre o Leme e o Pontal.

A campanha “Orla Abraça” está recebendo doações de casacos, cobertores, lençóis, meias, calças, além de luvas e toucas, até o dia 30 de junho. Após a coleta e triagem das doações, a concessionária contará com a ajuda da ONG “É Por Amor” para distribuir os itens para a população em situação de rua de Copacabana. Na ocasião, também serão distribuídas quentinhas.

Confira abaixo os locais para doação:

LEME E COPACABANA:

Quiosque Samba Social
Av. Atlântica, entre a Praça do Lido e a Rua Prado Jr.
n. 1218 – Em frente ao Restaurante Chinese Palace

Quiosque Espetto Carioca
Av. Atlântica, em frente a R. República do Peru
Em frente ao Restaurante Arabe

Quiosque Arrastapé
Av. Atlântica, em frente a R. República do Peru
Em frente à Escola Municipal Doutor Cícero Penna

Quiosque Coisa de Carioca
Av. Atlântica, em frente a R. Constante Ramos
em frente ao Pestana Rio Atlântica

Quiosque Botequim Carioca
Av. Atlântica, entre as R. Francisco Sá e R. Julio de Castilho
em frente ao Posto BR

Posto 02 de Salvamento de Copacabana

IPANEMA E SÃO CONRADO:

Quiosque De Lamare
Av. Vieira Souto, em frente ao n. 22
em frente ao Colégio São Paulo

Quiosque Para Raio
Av. Vieira Souto, em frente a R. Garcia D’Ávila

Quiosque Mané
Av. Prefeito Mendes de Morais, em frente a R. Condessa Diana de Gales

Posto 08 de Salvamento de Ipanema

BARRA DA TIJUCA E RECREIO:

Quiosque Tia Augusta
Av. do Pepê, em frente a R. Sargento João de Faria

Quiosque Dona Maria
Av. Lúcio Costa,
terreno vazio – prox Condomínio Golden Green

Quiosque PontalCom
Av. Lúcio Costa, em frente ao Bosque do Recreio

Quiosque Estação 12
Av. Lúcio Costa, em frente ao n. 18.778

Posto 04 de Salvamento da Barra

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Alunos do Colégio Santo Inácio arrecadam recursos e instalam painéis solares em escola no interior do Pará

Distante quatro horas de barco do centro de Santarém, no Pará, a Escola Municipal Nossa Senhora de Fátima vive uma realidade ainda comum a muitos brasileiros, especialmente as populações ribeirinhas da Amazônia: o acesso restrito à energia elétrica.

Esse cenário, no entanto, pode começar a mudar a partir desta quarta-feira (15). Com recursos arrecadados por alunos do Colégio Santo Inácio, será inaugurado um sistema solar fotovoltaico na escola paraense, que vai beneficiar cerca de 140 crianças de 5 a 18 anos. Cerca de 20 estudantes do Santo Inácio também participaram da instalação.

A iniciativa faz parte do Projeto Arapiuns, da instituição jesuíta carioca. Desde 2016, o Santo Inácio desenvolve ações de voluntariado educativo e ecoturismo na Comunidade de Anã, na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, às margens do Rio Arapiuns, onde fica a escola municipal.

“O objetivo do projeto é proporcionar a esses jovens experiências de aprendizagem coletiva com pessoas de realidades socioeconômicas totalmente diferentes. Será uma troca de saberes em torno do uso sustentável de recursos e do cuidado com a nossa casa comum, o planeta terra”, destacou Juliana Lima, Assessora de Projetos Sociais e Voluntariado do Colégio Santo Inácio. Na edição deste ano, que vai até 17 de junho, as atividades estão voltadas para o tema da energia solar. Além da instalação dos painéis, os estudantes estão participando de oficinas sobre o solo e a vegetação amazônica.

Atualmente, a carga que alimenta a Escola Municipal Nossa Senhora de Fátima vem do gerador de Santarém. Além do acesso restrito (a energia é cortada às 18h), o aparelho é movido a óleo diesel, combustível caro e poluente. Atualmente, a escola está funcionando sem energia porque o gerador quebrou e não há verba pública para o conserto. O sistema solar fotovoltaico, por sua vez, vai permitir o fornecimento regular para o acionamento de iluminação, freezer, bebedouro, TV e projetor da escola. Tudo isso de forma sustentável, renovável e limpa.

Para angariar os recursos para a aquisição dos equipamentos, os estudantes do Santo Inácio organizaram campanhas de doação do troco da compra na cantina, ações de lanche solidário e até sessões de cinema, com venda de pipoca e brigadeiros. O Colégio também contribuiu financeiramente para viabilizar o projeto. Nesta corrente do bem, todos saem ganhando.

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Carioca junta-se a grupo em NYC na criação de criptomoeda solidária

Um grupo de amigos resolve se unir para criar uma criptomoeda. Até aí, nenhuma novidade. Mas o nome da bitcoin tem chamado a atenção pela criatividade: Croissant. E um carioca faz parte dessa iniciativa que nasceu nos Estados Unidos, o psicólogo Henrique Maluf, de 29 anos. E o que é mais interessante: a proposta é fazer do projeto financeiro uma iniciativa solidária.

A ideia surgiu de um grupo de amigos de Nova Iorque, nos Estados Unidos, os Nameless Youth Club (NYC). A partir da premissa de que o mundo das criptomoedas deveria servir para além de ganhar dinheiro, os jovens começaram a esboçar o que viria a ser a moeda Croissant.

Maluf explica que quem compra ou vende um “token” recém-lançado paga taxas na compra e na venda, que, em geral, servem para remunerar o time pelo trabalho e a “carteira de marketing”. Com o valor arrecadado, contratam-se influenciadores do mundo cripto, divulgações em outdoors, parcerias com projetos pré-existentes e outras iniciativas do tipo. É aí que entra a diferença da Croissant.

Em vez de uma carteira de marketing, o grupo resolveu criar a “carteira Croissant”. O valor é usado para comprar os quitutes e distribuí-los a instituições de caridade e pessoas em situação de rua, alimentando – literalmente – conversas sobre o mundo cripto.

A proposta é explicar como funciona esse mercado e o investimento em criptomoedas, em ações de rua que são gravadas. O grupo já distribuiu mais de 1.500 croissants em Nova Iorque e no Rio de Janeiro.

No Rio, as ações aconteceram em diversos pontos da cidade, como São Cristóvão, Santa Teresa, Lapa, Leme, Urca e Arpoador. E não foram apenas doações para pessoas em situações de rua, mas também para instituições como o Ambulatório da Providência, em São Cristóvão, e o projeto Semente do Verbo, das freiras carmelitas de Santa Teresa.

“Foram mais de dez horas de ações só no Rio. O mundo cripto é surpreendente, alguns projetos sem fundamento dão certo, enquanto outros com tudo para decolar não saem do chão. Por isso, é muito difícil dizer onde estaremos, no que diz respeito a valor de mercado, no futuro”, explica.

Se o projeto quer expandir as ações no mercado de criptomoedas, da mesma forma deseja ampliar as iniciativas solidárias pelo mundo. A última ocorreu na Etiópia, no continente africano. E os próximos passos já estão no roteiro.

“Fizemos uma ação na Etiópia no dia 25 de abril. As próximas serão na Bélgica, na Alemanha e, novamente, nos Estados Unidos, em Miami. Como não temos carteira de marketing, nossa chance de crescer é continuar mostrando ao mundo o potencial do nosso trabalho através dos vídeos e da transparência com que fazemos tudo”, aposta.

Maluf enfatiza que essas ações ocorrem graças às redes de apoio que existem nos países que recebem as ações. “Não se trata de viagens do nosso grupo bancadas pelo dinheiro obtido no negócio. Não é isso, em hipótese alguma. As ações acontecem entre os membros das comunidades locais, que estão dispostos a ajudar”, detalha.

O nome Croissant é uma brincadeira com o nome da blockchain (ou rede) na qual o projeto está inserido, a Cronos, também chamada de CRO, da empresa crypto.com. A gigante será uma das patrocinadoras oficiais da Copa do Mundo, e a audiência da rede só cresce. Quem quiser saber mais sobre o projeto, pode acessar @croissantdao no twitter e no tiktok.

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Ação solidária em Santa Cruz

Ontem(5), a equipe do Jornal DR1 esteve em Santa Cruz visitando o Nacional Sport Clube, e auxiliando na doação de quentinhas às pessoas em situação de rua. As refeições foram preparadas pelo Instituto Corrente Humanitária na quadra do Bloco Vai Quem Quer, presidido pelo colaborador Ismael David.

Representando a equipe DR1 estiveram presentes: a diretora-geral Ana Cristina Campelo, o diretor Carlos Augusto Aguiar colaboradores Vítor Chimento, David Antunes e a advogada Eliane Lorega.

Juntamente com Valdeck Lima e Vanilson Branco presidente e vice-presidente do Nacional, craques em praticar a solidariedade, as refeições foram distribuídas e a ajuda ao próximo foi um gol de placa, sem interesses ou esperando troca de favores, apenas fazendo o que deve ser feito.

Mudar a realidade de crianças e adolescentes através do futebol. Esse é o propósito do Nacional Sport Clube, time amador fundado em 1987 em Santa Cruz, no Rio. Nos 35 anos de história, muitos jovens tiveram suas vidas transformadas depois de passarem pela equipe.

Administrado com amor por Valdeck de Lima e Vanilson Branco, o Nacional foi a primeira casa de ninguém menos do que o zagueiro do Chelsea, da Inglaterra, e da Seleção Brasileira, Thiago Silva. Foi nos campos de terra da Urucânia que o Monstro deu seus primeiros passos no futebol para se tornar um dos maiores da história da zaga brasileira. Thiago é nome certo para a Copa de 2022 no Catar, e sempre que pode vem visitar os amigos em Santa Cruz e, claro, o Nacional.

Quem também teve seu futebol plantado e regado pelo Nacional foi o atacante do Flamengo, André Silva, no inicio de 2019 o jovem atleta estava no quadro de atletas do projeto, quando foi garimpado pelo America-RJ e hoje veste a camisa do rubro-negro carioca.

Atualmente, o projeto conta com mais de 50 crianças, dos 10 aos 17 anos e que possuem o sonho de mudar sua vida através do esporte. Muitos garotos passam por peneiras e testes por diversos clubes do Rio de Janeiro e do Brasil para conseguir atingir o objetivo de se tornar um atleta profissional. Além disso, o Nacional promove lazer para os garotos com passeios para praias com muita diversão, além de observar de perto os estudos da meninada.

Em dezembro o Jornal DR1 acompanhou o Nacional na disputa da Copa Zico de 2022, o clube caiu nas quartas-de-final, porém o projeto segue sendo campeão na solidariedade e na ajuda das crianças de entrarem no caminho do esporte e manter vivo o sonho de ser jogador de futebol.

No seu escritório, o Nacional Sport Clube possui uma dezena de troféus conquistados nestes 35 anos de existência. O clube amador é um dos mais conhecidos da Zona Oeste Carioca e está sempre participando de campeonatos que promovem o desenvolvimento dos jovens para seu futuro profissional.

Em dezembro de 2021, a equipe através de Vanilson Branco, um dos comandantes do Nacional, presentou o craque e um dos maiores ídolos do Flamengo com o unifome personalizado, além do número 10, eternizado pelo Galinho, o Zico.

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Shoppings realizam campanha de Volta às Aulas no Rio de Janeiro

Os shoppings da Aliansce Sonae no Rio de Janeiro se mobilizam, mais uma vez, para colaborar com a educação e o desenvolvimento de crianças em situação de vulnerabilidade social em seu 4º ano de parceria com o Instituto da Criança. Até o dia 13 de março, 11 shoppings da rede serão pontos para doações de materiais escolares, novos ou em bom estado de conservação, como apontador, borracha, caderno, caneta, estojo, lápis comum, caixa de lápis de cor, livros infantis, régua e tesoura. Os itens serão doados para alunos da rede pública através do Instituto da Criança. Ano passado, mais de 450 itens foram arrecadados.

 As doações serão entregues a instituições cadastradas e selecionadas pelo Instituto da Criança, que estão localizadas no entorno dos empreendimentos.  Os shoppings que participam da ação social estão em diferentes regiões do município e área metropolitana do Rio de Janeiro. São eles: Bangu Shopping (Bangu), Carioca Shopping (Vila da Penha), Caxias Shopping (Duque de Caxias), Passeio Shopping (Campo Grande), Pátio Alcântara (Alcântara), Santa Cruz Shopping (Santa Cruz), Shopping Grande Rio (São João de Meriti), Shopping Leblon (Leblon), São Gonçalo Shopping (São Gonçalo), Via Parque Shopping (Barra da Tijuca) e Recreio Shopping (Recreio).

“Renovamos nossa parceria com o Instituto da Criança, reforçando o compromisso da Aliansce Sonae com a educação e com as comunidades localizadas nos entornos dos nossos shoppings. O público busca, cada vez mais, participar de ações com propósito, conscientes de seu papel social. Os shoppings tornam-se importantes facilitadores para que as pessoas se engajem nessas causas”, explica Ana Paula Niemeyer, diretora de marketing da Aliansce Sonae.

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iFood amplia apoio a Petrópolis com ajuda a restaurantes, entregadores e mais doações para a região

Após campanha iniciada com a ONG Ação da Cidadania para ajudar a população impactada em Petrópolis, o iFood inicia nesta semana a parceria com as ONGs Orgânico Solidário e Gastromotiva. A foodtech ajudou a arrecadar até o momento cerca de R$ 650 mil que serão utilizados para oferecer mais de 130 toneladas de alimentos às pessoas em situação de vulnerabilidade. Além de angariar recursos financeiros, a empresa também inicia diversas ações para dar apoio aos restaurantes e entregadores parceiros da cidade de Petrópolis (RJ).

Em solidariedade aos mais de 700 restaurantes parceiros da região, o iFood está tomando medidas de assistência. A empresa fará a antecipação de repasses e a exclusão de comissão nas vendas dentro da plataforma de restaurantes parceiros ocorridas entre 1 e 20 de fevereiro. Para garantir a avaliação dos estabelecimentos diante de um cenário extremo, o iFood ainda irá desconsiderar as avaliações negativas sobre as entregas a partir de 15 de fevereiro.

Apoio a entregadores

Os entregadores que têm como a principal praça de entrega a cidade de Petrópolis (RJ) também receberão um suporte do iFood diante desse momento de emergência social. A empresa vai suportar os ganhos desses entregadores por duas semanas e distribuir 470 cestas básicas.

O apoio será feito com base no valor médio repassado pela plataforma nas últimas 6 semanas, com um valor mínimo a ser recebido de R$ 50 por semana de suporte. A distribuição das cestas será feita através de agendamento prévio com o atendimento do iFood ao entregador.

iFood e Ação da Cidadania

O iFood e a Ação da Cidadania se uniram para incentivar doações com o objetivo de ajudar a situação emergencial que ocorre devido às fortes chuvas que atingem a região da cidade de Petrópolis (RJ). Desde de 16 de fevereiro a campanha direciona as doações recebidas pela organização para apoiar as pessoas afetadas pela situação até quando esta persistir

Como doar

A plataforma possui um espaço no seu aplicativo para incentivar as doações de forma simples e confiável. No carrinho, antes de fechar o pedido, em um clique no app, o cliente pode contribuir com as ONGs parceiras, com doações a partir de R$2. Essa iniciativa busca entregar às organizações não-governamentais parceiras um melhor potencial de arrecadação. As causas apoiadas pelas campanhas de doação estão relacionadas à segurança alimentar, educação e ao meio ambiente. A outra forma de doação pelo app do iFood é por meio do “Perfil do cliente”, na seção “Doações”, onde é possível escolher uma das entidades para apoiar com o valor que o cliente quiser.

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ONG Absorvendo Amor distribui absorventes de graça para alunas de baixa renda

Meninas, adolescentes e mulheres que estudam na rede pública, e moradoras de comunidades do Rio de Janeiro recebem absorventes de graça, através da ONG Absorvendo Amor.  A ação tem como objetivo travar um problema constante, o abandono da escola durante o período da menstruação devido a falta de dinheiro para compra dos produtos, além de garantir acesso ao produto para todas da sociedade.

Os produtos foram distribuídos por estudantes do ensino médio, criadores da ONG. A organização recebe os absorventes doados por fabricantes e distribui para alunas das escolas públicas no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Ao longo de três anos, a ONG já doou mais de 140 mil absorventes para quase 9 mil meninas e mulheres da rede pública. Destes, quase 40 mil foram arrecadados e distribuídos durante a pandemia, quando a renda das famílias sofreu impacto.

A estudante Constanza del Possa do Rio de Janeiro,  com apenas 14 anos criou em 2018 a ONG para arrecadar absorventes íntimos e distribuí-los entre adolescentes em situação de vulnerabilidade. O projeto nasceu com a ajuda de amigos da escola quando o tema pobreza menstrual ainda era pouco conhecido. A iniciativa conquistou empresas e doadores.

Além das empresas, os estudantes também aceitam doações em dinheiro para comprarem os kits entregues.

“A pobreza menstrual é um problema gigante no Brasil. Uma em quatro meninas falta aula porque não tem acesso a absorvente. Elas podem perder 45 dias de aula por ano. Isso pode levar à evasão escolar, a tantos problemas, problemas que acabam impactando, por exemplo, nas faculdades, no mercado de trabalho”, alertou a jovem ativista Constanza.

Em outubro, o presidente Jair Bolsonaro vetou a distribuição gratuita de absorvente menstrual para estudantes de baixa renda de escolas públicas e pessoas em situação de rua ou de vulnerabilidade extrema.

O veto trouxe à tona novamente a discussão sobre pobreza menstrual no Brasil: a falta de itens básicos durante a menstruação, seja por falta de informação ou de dinheiro para comprar os absorventes.

O termo “pobreza menstrual” está cada vez mais popular. De acordo com um relatório da Unicef, 900 mil pessoas que menstruam não tem uma fonte de água canalizada em casa ou na rua no Brasil. Mais de 6,5 milhões vivem em casas sem ligação à rede de esgoto. A pobreza menstrual é um problema mundial e intensifica as desigualdades sociais”, afirmou o relatório.

Segundo a professora Yvonne Bezerra de Mello, do projeto Urerê, que há anos se dedica ao trabalho social com crianças e adolescentes no conjunto de favelas da Maré, na Zona Norte do Rio, estima-se que, no Brasil, 26% das adolescentes não tenham acesso a absorventes, em entrevista ao Gazeta Web.

“Isso é uma questão de saúde pública. Porque essas meninas usam miolo de pão, pano de chão, qualquer trapo que elas encontram em casa. Muitas vezes as casas não têm água, muitas vezes a comunidade não tem um saneamento básico, então isso provoca múltiplas infecções, como clamídia, doenças do trato urinário, doenças do colo do útero e até a esterilidade se for muito grave a infecção”, alertou a professora.

Para doar, basta acessar o site (https://absorvendoamor.com.br).

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Campanha Papai Noel dos Correios já recebeu mais de 65 mil cartas

A campanha Papai Noel dos Correios 2021 já começou. Crianças de todo o país já enviaram mais de 65 mil cartas, que estão à espera de quem possa ajudar a transformar em realidade o sonho desses pequenos.

No Rio de Janeiro, as pessoas interessadas em se transformar em padrinhos e madrinhas podem adotar uma ou mais das oito mil cartas cadastradas com pedidos de presente ao Bom Velhinho.

A campanha nasceu há mais de 32 anos, por iniciativa de empregados da estatal, que todo ano recebiam cartinhas destinadas ao Papai Noel. Sensibilizados, resolveram fazer a alegria de crianças, e enviar os primeiros presentes. O presidente dos Correios, Floriano Peixoto, destaca o simbolismo da campanha: “Tudo que a gente realiza em prol – e com as crianças – tem significado e impacto imensurável, intangível e incalculável”;

A diretora de educação infantil, Maria Paula, fala da satisfação em fazer parte da campanha como madrinha: “Quando a gente trabalha por crianças, a nossa vida faz muito mais sentido”.

E para participar é simples: basta ir a um dos 21 postos dos Correios na capital e em algumas do interior do estado, ou acessar na internet o blog da campanha (clique para abrir a página). Na página, é preciso clicar em Adoção On-line e seguir o passo a passo. Será necessário escolher a localidade para visualizar as cartinhas disponíveis em cada bairro ou município.

Blog dos Correios

Há mais de 30 anos, os empregados dos Correios, comovidos com as cartinhas em letrinhas recém-aprendidas ou transformadas em desenhos coloridos que chegavam até a empresa, decidiram tirar esses sonhos do papel. Nascia aí uma das campanhas de solidariedade mais queridas do país: o Papai Noel dos Correios.

A ação ganhou força, se espalhou e hoje une a empresa e a população em uma grande corrente de amor e generosidade. Além das cartinhas das crianças da sociedade, desde 2010, os alunos de escolas públicas são convidados a também expressarem seus desejos ao Papai Noel.

A campanha tem como objetivo incentivar o interesse pelo aprendizado da escrita de cartas pelas crianças e estimular o desenvolvimento de habilidades cognitivas e emocionais, um dos maiores presentes que uma criança pode receber, não é verdade?

Para que tudo possa se tornar realidade, os Correios contam com a ajuda de milhares de padrinhos e madrinhas dispostos a fazer a magia do Natal acontecer. Qualquer pessoa pode participar da campanha e fazer a alegria de uma criança.

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Felipe Noronha desenvolve projeto gratuito para atender pessoas com vitiligo

A máxima fazer o bem, sem olhar a quem, se encaixa como uma luva na vida de Felipe Noronha. Empresário carioca, ele resolveu lançar o seu primeiro projeto social voltado para pessoas com vitiligo, doença que alcança 1% da população mundial. No Brasil, mais de um milhão de pessoas convivem com a doença. O desenvolvimento de transtornos psicológicos, como a queda na autoestima e a retração no convívio social, são seus efeitos mais significativos. A doença não tem causa definida, mas está associada a fenômenos autoimunes, exposição solar ou química, estresse e traumas emocionais.

O projeto irá acontecer uma vez por semana, com vagas limitadas e gratuitas. De acordo com o profissional, é importante que a doença já se encontre na sua fase estável e que o paciente tenha o consentimento do seu médico dermatologista. É importante salientar que a pele com a mancha de vitiligo é mais sensível e existe a preocupação para que a área a ser camuflada não sofra escoriações. Para isso o profissional irá usar a técnica da tatuagem estética como também equipamentos próprios para o procedimento. As sessões ocorrerão em ambiente ambulatorial na clínica em que ele atende na Barra da Tijuca, com todos os protocolos de biossegurança necessários. Para se inscrever basta mandar uma mensagem ao instagram do profissional: @tattooplasty. “A ideia é devolver aos pacientes a confiança com o seu próprio corpo. O vitiligo e outras marcas que mexem com a pigmentação corporal podem ser camufladas com a dermopigmentação paramédica”, explica Felipe.
Felipe Noronha trabalha com a implantação de novas tecnologias cirúrgicas para a neurocirurgia, cirurgia da coluna e da face. Começou sua carreira como instrumentador cirúrgico e até hoje faz dos centros cirúrgicos dos principais hospitais do país o seu hábitat natural.

Apaixonado pela milenar arte da tatuagem desde garoto, pensando na próxima tecnologia a ser lançada no mercado cirúrgico e diante dos avanços na qualidade dos pigmentos e equipamentos para a dermopigmentação, Felipe decidiu ser ele mesmo essa novidade se tornando tatuador estético. Há 5 meses sendo um dos poucos profissionais habilitados do ramo no Brasil ele oferece os serviços de dermopigmentação de estrias, cicatrizes, vitiligo, manchas acrômicas, leucodermias e suas principais especializações: harmonização areolar e reconstrução do complexo Aréolo-Mamilar. O  procedimento da tatuagem estética  consiste na diminuição do contraste de tonalidades entre a área lesionada e a pele sadia através das técnicas de tatuagem realista e uso de pigmentos personalizados.