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Opinião: Copa América sem audiência e que só atrapalha o bagunçado calendário do Brasil

Por Guilherme Abrahão

Acho que a ideia não é nem discutir se o momento era ideal ou não para a realização de uma Copa América, devido a quantidade de mortos pela Covid-19. Mas o debate que também deve ser feito é no âmbito esportivo. Em um calendário já apertado demais no país, ocorrer a competição – com jogos no Maracanã, inclusive a final – é o maior tiro que a CBF poderia dar em seus afiliados. Como fazer para continuar o Campeonato Brasileiro em meio a disputa da competição continental? E não só isso, nesse mesmo período correm mata-matas decisivos da Copa do Brasil e o retorno da Libertadores acontece logo após o fim da Copa América. Sendo assim, muitos clubes sofrerão um enorme prejuízo com esse torneio.16

O Flamengo é o principal alvo. Possui atletas na seleção principal e na olímpica – vale lembrar que estão tendo amistoso visando as Olimpíadas de Tóquio, em julho. Por ora, conseguiu adiar alguns confrontos, que gerou reclamação de alguns outros clubes, mas não vai poder fazer isso durante todo o mês de junho. Além da Seleção Brasileira, o Fla cede jogadores para o Uruguai e Chile. O Fluminense possui atletas na seleção do Equador, e Nino na sub-24 nacional. Serão desfalques importantes para os próximos jogos dessas equipes

Fora do Rio possui mais clubes que serão prejudicados por essa Copa América absurda e pela negligência da CBF em não parar o Brasileiro. São Paulo, Palmeiras, Internacional, Grêmio, Atlético-MG, todos postulantes ao título, também não terá alguns de seus principais jogadores para os jogos seguintes. O clube mineiro, como efeito de comparação, tem os seus dois laterais titulares – Guga e Guilherme Arana – servindo a seleção olímpica. O São Paulo teria Daniel Alves na principal, mas acabou se lesionando, porém possui atletas no Equador e na seleção olímpica. O Palmeiras também vê os principais jogadores em todas as frentes, incluindo Paraguai e Uruguai.

Ou seja, em qualquer lugar do planeta, quando acontecem competições de seleções, o calendário está parado. Estamos em ano de Eurocopa e nenhum campeonato nacional está ocorrendo pela Europa. Aqui na América do Sul mesmo os campeonatos estarão de recesso durante a disputa. Mas para a CBF não precisa. Os clubes se tornam reféns de seleções. Não há problema em defender suas seleções, o problema é quem manda no futebol brasileiro não se importar nem um pouco com os clubes que lhe dão dinheiro ano após ano. Não é a primeira vez e, ao que tudo indica, não será a última. Quem perde é o torcedor!

importar nem um pouco com os clubes que lhe dão dinheiro ano após ano. Não é a primeira vez e, ao que tudo indica, não será a última. Quem perde é o torcedor!

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Opinião: Premiação milionária da Copa do Brasil praticamente afasta ‘zebras’ do título

Por Guilherme Abrahão

A Copa do Brasil sempre foi o torneio do futebol brasileiro que mais trouxe zebras até o título. Basta lembrar conquistas de clubes como Santo André, Paulista de Jundiaí – que hoje está na 4ª divisão do estadual – até mesmo o Criciúma e o Juventude. Porém, antigamente, e com gol qualificado, clubes de menor expressão tinham mais condições de chegar à conquista e automaticamente uma vaga na Copa Libertadores. Entretanto, a nova ordem do futebol afastou essas zebras e além disso, a premiação milionária colocou os principais clubes do Brasil em rota para conquistar o torneio.

Basta ver os campeões dos últimos anos. Talvez o mais inesperado tenha sido o Athlético-PR, campeão em 2019. Contudo, o Furacão já vive um momento em que ele compete com os gigantes do Brasil. O clube paranaense, inclusive, antes da conquista, levou o título da Copa Sul-Americana. Além disso, já foi campeão brasileiro em 2001. Por isso, qualquer conquista atualmente que o Athlético venha a chegar não pode ser considerada um azarão.

Se for aceito o Athlético como zebra, não se pode dizer o mesmo de Palmeiras, Cruzeiro, Grêmio, Corinthians, Flamengo, Santos, Vasco, Fluminense…Os campeões após a última zebra de todas, que foi o Paulista. Certo, que apesar do clichê que diz que o “futebol é uma caixinha de surpresas”, a Copa do Brasil mudou. Virou cobiçado pelos grandes e ainda mais desde 2017, quando o Cruzeiro faturou a bolada de cerca de R$ 67 milhões em premiações pela conquista. Este ano, o torneio vai chegar até R$ 72 milhões, valores que poderiam mudar um clube médio de patamar. Mas com esses números em disputa, dificilmente os grandes vão abrir mão dessa taça.

Além disso, a entrada dos principais clubes – os que estão na Copa Libertadores – já na terceira fase mudam também o que os pequenos podem aspirar. A ideia é chegar o mais longe possível e quem sabe ganhar uma alta premiação fase por fase. Nada é impossível, porém a cada ano que passa e com a diferença discrepante entre o orçamento de cada equipe, a tendência é que os gigantes do Brasil sigam vencendo ano após ano.

A Copa do Brasil deixou de ser mais um título. A competição virou uma verdadeira mina de ouro. O que motiva ainda mais quem tem dinheiro a ficar mais rico. E quem não tem a celebrar qualquer classificação de fase. A vaga na Libertadores, no fundo, é apenas um bônus extra. Afinal, para os clubes, o que é melhor: a vaga direta ou mais de R$ 70 milhões para dentro do cofres? É um exercício fácil de lógica e raciocínio.

 

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Opinião: Brasileirão começa com seis postulantes ao título, pelo menos

Por Guilherme Abrahão

Foi tudo muito rápido. Mal acabou o Brasileiro de 2020 – em fevereiro – e já vai começar a edição de 2021 do Nacional. E mais uma vez, o campeonato traz, em tese, as mesmas equipes brigando pelo título nacional. De qualquer forma, é verdade que o Brasileirão é um dos campeonatos mais equilibrados do mundo, Afinal, pelo menos seis equipes entram nessa edição com totais condições de ficar com o caneco. 

Como é de praxe, o Flamengo, atual bicampeão, pode ser considerado o grande nome da competição. Com o elenco mais recheado de estrelas e mais caro do Brasil, o Rubro-Negro mais uma vez entra com o objetivo de buscar a taça e não só uma vaga na Libertadores. O mesmo vale para o Palmeiras. Atual campeão da Copa do Brasil e Libertadores, os paulistas vivem um momento de queda, mas como sempre está com uma das melhores cotações para buscar a conquista. Reforçado – e muito – o Atlético-MG quer acabar com a seca que dura desde 1971 e voltar a ser campeão nacional. Com Cuca, Hulk, Vargas, Nacho, entre outros, o Galo desta vez tem como um dos principais focos ser campeão brasileiro. E entra forte nessa briga.

São Paulo, Grêmio e Internacional, também mais uma vez, não podem ser descartados. Pelo contrário. Os dois tricolores conquistaram o Estadual em cima de rivais e vivem um bom momento na temporada. Figuras carimbadas entre os primeiros colocados todos os anos, a dupla investiu também para o ano e contam com promissores treinadores para conduzir a equipe ao título nacional: Hernán Crespo e Tiago Nunes, respectivamente. Já o Inter, apesar do vice-campeonato gaúcho, também se reforçou pesado e trouxe Miguel Angel Ramirez como treinador.

Numa linha mais abaixo que pode surpreender, times como Fluminense, Santos e Corinthians sempre podem mostrar força. Olho vivo no Red Bull Bragantino. Um dos clubes que mais gasta no Brasil, quer sonhar alto e quem sabe beliscar uma vaga na Libertadores. Outro que pode aparecer nesse caminho é o Athlético-PR e, quem sabe, o Bahia. 

Na zona de conforto, podendo sonhar um pouco mais alto, aparecem clubes como Ceará e Atlético-GO. As duas equipes fizeram uma boa temporada em 2020 e conseguiram se reforçar para 2021. Se o trabalho continuar da mesma forma, é possível que apareçam até de olho em um G-6. Isso sem esquecer Chapecoense e América-MG, recém promovidos para elite.

Quem tem que se preocupar um pouco mais, são Cuiabá, Juventude, Fortaleza e Sport. O quarteto aparece como principais postulantes ao rebaixamento, por ora. Mas sempre podem surpreender, em caso de um trabalho mais concreto. O Fortaleza, por exemplo, ficou com o título estadual diante de seu rival. O Cuiabá atropelou todos os adversários e também foi campeão mato-grossense. Já o Juventude caiu nas semifinais do Gauchão – para o Internacional – e o Sport foi vice-campeão, diante do Náutico. No papel, mesmo se reforçando, são equipes mais fracas que as demais. 

E para você, quem vai ficar aonde no Brasileiro? Agora é esperar e curtir o maior campeonato do país!

 

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Opinião: Mais equilibrados, Flamengo e Fluminense lutam por “Melhor do Rio”

Por Guilherme Abrahão

Logicamente, no papel, não tem nem como não apontar o Flamengo como o grande favorito para o título Carioca neste final de semana. Porém, “clássico é clássico e vice e versa”, como já disseram os grandes poetas. Por isso, mesmo sendo um Estadual completamente esvaziado – e sem público – o Fluminense busca a grande chance de desbancar o rival e ficar não com o título carioca, mas sim com o troféu de “Melhor do Rio”.

O Tricolor começou vencendo nos bastidores. A Ferj com apoio do Flamengo queriam transferir a partida para o estádio Mané Garrincha, em Brasília, para conseguir 20 mil torcedores no estádio, que seriam liberados pelo Governo do Distrito Federal. O Fluminense, que sempre foi de encontro com as ideias rubro-negras na pandemia, foi contra e acabou vencendo essa queda de braço. Não cabe julgar quem está certo e quem está errado. O que temos que analisar é apenas a parte esportiva do negócio. Com torcida, o Flamengo se torna forte. Sendo em Brasília, no Rio ou no Nordeste, o apoio da massa rubro-negra sempre foi um dos diferenciais. O chamado 12º jogador. Mas não será dessa vez.

No campo, o Fluminense já foi valente. Mesmo com o Flamengo melhor no primeiro jogo, arrancou um empate por 1 a 1, e agora tem condições de ser campeão com uma vitória simples. Assim como o Fla. Novo empate a decisão é nos pênaltis. Mas quem realmente é o favorito? É impossível apontar. Mesmo com a legião formada por Gerson, Diego, Everton Ribeiro, Arrascaeta, Pedro, Gabigol….No Flu, tem Fred, Nenê e os garotos que decidem.

No papel, o Flamengo vai ser sempre favorito contra qualquer time do Brasil. É sem dúvidas o melhor elenco. No campo, é preciso esperar. As duas equipes estão na Libertadores e na Copa do Brasil. Brigam pelo Troféu de Melhor do Rio. Quem vai ser campeão, saberemos nesse fim de semana. Mas o que verdadeiramente importa é que a rivalidade Fla-Flu está mais viva do que nunca. Pior para Botafogo e Vasco, que disputam o título de consolo na Taça Rio, com vantagem para o Cruz-maltino, que já venceu no Nilton Santos.

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Com um a menos, Flamengo arranca empate e se classifica na Libertadores

O Flamengo conseguiu confirmar à classificação para as oitavas de finais da Copa Libertadores, na noite desta quarta-feira (19), no Maracnã. Com um a menos desde o início da partida – William Arão foi expulso – o Rubro-Negro arrancou o empate por 2 a 2, com a LDU, do Equador, nos últimos minutos e carimbou sua passagem à próxima fase.

Necessitando apenas do empate, o Flamengo nem teve tempo de agredir o adversário. Logo aos 14 minutos de jogo, William Arão deu uma entrada dura em Amarilla e tomou cartão vermelho direto. Mesmo com um a menos, o Fla abriu o marcador em uma jogada confusa dentro da área, que Pedro empurrou para as redes.

Contudo, a alegria rubro-negra não durou muito tempo e, de cabeça, Guerra deixou tudo igual, ainda no primeiro tempo. Na etapa complementar, Julio aproveitou bobeada da defesa do Flamengo para fuzilar o gol de Gabriel Batista e virar a partida.

O Flamengo buscou o empate aos 43 do segundo. Após falta na lateral da área, Arrascaeta colocou na cabeça de Gustavo Henrique, que deu números finais e confirmou a vaga para o Flamengo, eliminando os equatorianos.

Com o empate, o Flamengo lidera o grupo com 11 pontos, dois a mais que o Vélez Sarsfield (ARG), que também já se classificou. Na última rodada as duas equipes se enfrentam, no Maracanã, em partida que vale a ponta do Grupo G. Novamente, o Fla joga pelo empate.

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Opinião: Taça Rio é o maior símbolo do que vivem atualmente Botafogo e Vasco

Por Guilherme Abrahão

Não é um grande prêmio, na verdade nem pode ser considerado um troféu de consolação. Não para Botafogo e Vasco, que decidem nos dois finais de semana a Taça Rio, que antes dava vaga para a final  e agora é um prêmio aos eliminados. E na verdade, era para ser um prêmio aos pequenos clubes do Estado. Pois quatro avançam às semifinais do Carioca. E no cálculo inicial, os quatro grandes deveriam estar. Coincidência ou não, os que ficaram de fora foram os dois que vivem um calvário em 2021 e vão disputar a vaga na elite do Brasileiro, talvez com a chance de um tirar o outro da competição e, consequentemente, da Série A em 2022.

Porém, essa Taça Rio não virou um torneio de consolação e sim uma decisão simbólica. Para mostrar quantos degraus abaixo hoje estão os dois gigantes cariocas. Se no Estadual a final deu o óbvio: Flamengo e Fluminense, na Taça Rio parece ser uma decisão para colocar ainda mais abaixo todos os planos dos rivais. O troféu nada vai significar. Apenas os R$ 1 milhão que entram nos cofres do vencedor – ou que talvez sejam penhorados antes mesmo de chegar na conta corrente.

Por ora, o Vasco parece estar mais seguro e confiante. Tem a vantagem na final. Segue na Copa do Brasil. Foi melhor no Carioca. O Botafogo só tem esses jogos de consolo. Depois foca suas atenções para as 38 rodadas da Série B. Serão todos os jogos que o clube fará no ano. Faltam um total de 40 partidas para o fim da temporada 2021. Para o Vasco, pelo menos 42, com os dois confrontos da Copa do Brasil diante do Boavista.

A perspectiva não é tão boa, olhando para uma visão mais ampla. A obrigação ainda é imensa. Afinal, apesar de tradicionais clubes na Série B, Vasco e Botafogo – ao lado do Cruzeiro – precisam utilizar o peso de suas camisas para retornar. Essa Taça Rio junto com a final do Carioca é um exemplo da diferença que hoje está em vigor no Rio de Janeiro. Nem precisa citar o Flamengo, que está passos à frente de qualquer rival. Basta usar o Fluminense de exemplo.

Germán Cano vem sendo decisivo – novamente – para o Vasco (Foto: Rafael Ribeiro/Vasco)

Enquanto o Tricolor segue no Carioca, tentando impedir o tricampeonato do Flamengo, e com chances na Copa Libertadores, Botafogo e Vasco lutam pela sobrevivência. Lutam por dias melhores. Lutam por apenas R$ 1 milhão. Dinheiro que antes vinha apenas para aumentar o orçamento, hoje entra como salvação. A situação é caótica. Flamengo e Fluminense assistem de camarote a tristeza dos principais rivais. Que essa Taça Rio seja um divisor de águas. Será bom para ambos. Será bom para o Rio. Será ótimo para o Brasil.

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OPINIÃO: O privilégio de Rogério Ceni de ter dois dos melhores centroavantes do Brasil em seu elenco

Por Guilherme Abrahão

Faça um levantamento rápido de grandes clubes do Brasil e do mundo e encontre quantos possuem dois dos melhores – senão os DOIS melhores – centroavantes do Brasil em seu elenco. Na minha pesquisa, encontrei pouca coisa. Apenas para se resumir ao nosso país, o Flamengo é o único que possui essa opção de dois jogadores que poderiam muito bem se revezar como centroavantes também na Seleção Brasileira: Gabigol e Pedro. Sorte de Rogério Ceni treinador rubro-negro. Azar dos rivais. A dupla está cada vez mais entrosada com o gol. Basta pegar os números acachapantes desde suas chegadas ao Rubro-Negro.

O caso não envolve apenas títulos. Afinal, a máquina de levantar taças do Flamengo está há dois anos vivendo momentos mágicos, que passam muito pelos pés de seus centroavantes, mas também tem a ajuda de outros grandes nomes como Bruno Henrique, Arrascaeta, Gerson, Rodrigo Caio, Diego, William Arão… A questão é: quem se pode dar esse privilégio que o Flamengo se dá.

Entre os elencos mais caros do Brasil, nem Palmeiras, nem São Paulo, nem Atlético-MG, nem Grêmio possuem dois jogadores da mesma posição – e uma posição decisiva – com tanto talento e faro de gols. Pedro, que chegou na temporada passada, já marcou 30 gols em 61 partidas, uma assustadora média de 0,5 gols/jogo. Chegou na Seleção Brasileira nos tempos de Fluminense ainda. Mas tem que estar novamente.

O que mais deixa os rivais preocupados é seu “adversário” pela posição. Falar de Flamengo atualmente é falar de Gabigol. Jogador mais decisivo do elenco, com participação direta em todas as conquistas. Seus números também são avassaladores: são 77 gols em 110 jogos, com uma média de 0,7 gols/jogo, quase um por partida, sendo o maior artilheiro do século com a camisa rubro-negra.

Procure pelo planeta afora para ver quem possui dois jogadores que disputam a mesma posição com números tão altos. Realmente ser treinador do Flamengo, na situação atual, é ter esses privilégios. Que pelo caminho que a dupla anda, independentemente de quem seja titular ou reserva, Tite, treinador da Seleção, pode e deve ter. Não seria absurdo ver os dois juntos com a camisa amarelinha.  

Nomes que atuam na Europa, como Firmino, Richarlison e Gabriel Jesus acabam tendo mais espaço para jogar pela Seleção. Inclusive atuam em uma liga mais forte. Mas é hora de olhar também quem está no país, como foi com Fred em 2014 e tantos outros. No Brasil tem sim jogadores que merecem estar na Seleção e dois deles sem dúvidas são Pedro e Gabriel.