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Tecnologia brasileira cria transporte público sustentável

A brasileira Scipopulis, focada em análise de dados para cidades inteligentes, participará do programa de aceleração mundial Global Scale-up organizado pelo CivicTech Alliance de 6 de setembro a 26 de outubro, envolvendo governos e 18 instituições de 10 países. O programa faz parte das ações da COP26 para promoção de tecnologias que ajudem a reduzir o impacto das mudanças climáticas. Além da descarbonização do transporte, serão discutidos os temas da resiliência ambiental e do desperdício de alimentos com foco na agenda de sustentabilidade.

Presente em sete cidades brasileiras e, mais recentemente, Santiago, no Chile, a Scipopulis, empresa da green4T, traz para discussão a questão da eletrificação do transporte público como forma de redução de poluentes. “Sabemos que, somente a área de transportes é responsável por 25% da emissão de gases. O estímulo ao uso do transporte público aliado à redução das suas emissões pode reduzir drasticamente esse valor. É hora de algo ser feito. Essa união entre empresas e órgãos públicos é fundamental para que sejam tomadas as medidas necessárias”, explica Roberto Speicys, cofundador e CEO da Scipopulis.

Redução de emissões no transporte público

O Painel Trancity, é uma ferramenta de monitoramento do transporte público para gestão, planejamento e operação do sistema de transporte, criada pela Scipopulis, empresa da green4T, e adotada por sete cidades no Brasil, além de Santiago, no Chile.

A ferramenta auxilia gestores a aumentarem a eficiência do sistema, melhorando a qualidade do serviço e reduzindo a emissões de gases de efeito estufa que podem ser acompanhadas diariamente pelo sistema. O Painel Trancity, ainda, apoia os gestores na transição para a mobilidade elétrica e toda tomada de decisão com dados para análise preditiva e projeções de consumo.

A green4T é uma empresa brasileira, líder em soluções de tecnologia e infraestrutura digital. Fundada em 2016 e presente em 12 países da América Latina, a green4T tem o compromisso de desenvolver soluções de tecnologia e infraestrutura para a transformação digital de empresas, cidades e nações de forma eficiente e sustentável para o planeta.

A Scipopulis é uma empresa de inovação focada em soluções para cidades inteligentes e especializada em mobilidade urbana. Fundada em 2014, foi selecionada como uma das “100 Startups to Watch” da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios e conquistou diversos prêmios por sua atuação inovadora, destacando-se a menção honrosa da 11ª turma da Startup Farm, o 1º Demoday Mobilab e o prêmio Connected Smart Cities. A Scipopulis foi adquirida pela green4T em agosto de 2019.

 

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Pequenos negócios lideram geração de empregos em julho

Da Agência Brasil

Do saldo total de 316.580 novas contratações feitas em julho, pouco mais de 72%, o que dá 229.368 empregos formais, foram gerados por micro e pequenas empresas. Os dados são do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base nas estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), atualizadas mensalmente pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

Entre as médias e grandes empresas, o saldo de empregos gerados em julho foi de 73.694 vagas, o que representa 23,3% do total. No mesmo período, a administração pública realizou 712 contratações (0,22%).

O Sebrae considera como microempresa aquela que tem até 9 empregados, no caso dos setores agropecuário, de comércio e serviços. Na indústria, as micro empresas são aquelas com até 19 empregados. Já as pequenas empresas são aquelas que possuem entre 20 e 99 empregados, no caso setor industrial; ou de 10 a 49 empregados, no caso dos setores de agropecuária, comércio e serviços.

No acumulado de 2021, os dados do novo Caged mostram que já foram criados no Brasil mais de 1,8 milhão de postos de trabalhos formais. As micro e pequenas empresas foram responsáveis por 1,3 milhão (70%) dessas vagas, enquanto as médias e grandes empresas geraram por pouco mais de 413 mil (22%). Para se ter uma ideia, em 2020, o saldo formal na geração de empregos foi negativo para os pequenos negócios, com o fechamento de 679 mil vagas.

Serviços se recuperam

O setor de serviços, que foi um dos mais atingidos pela pandemia de covid-19, tem mostrado sinais de recuperação e foi o segmento que mais realizou novas contratações em julho.

De acordo com levantamento feito pelo Sebrae, das mais de 229 mil novas vagas criadas pelas micro e pequenas empresas nesse período, 94,2 mil foram do setor de serviços, o que corresponde a 42% dos novos postos de trabalho criados pelos pequenos negócios.

Para o Sebrae, o resultado confirma uma tendência que já havia sido verificada na última Sondagem das Micro e Pequenas Empresas, realizada mensalmente pela entidade em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Entre os fatores que impulsionam o setor, estão o aumento da vacinação e a redução dos casos  de covid-19.

Além do segmento de serviços, todos os outros setores da economia entre micro e pequenas empresas apresentaram resultados positivos na criação de emprego. O comércio foi responsável por 65,8 mil novos postos de trabalho, seguido pela indústria da transformação (36,5 mil), construção civil (26,2 mil) e agropecuária (4 mil).

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Ambev investe em startup de embalagens sustentáveis e solução com biomaterial

A Ambev assumiu metas sustentáveis ambiciosas para 2025, como ter 100% das embalagens retornáveis ou feitas majoritariamente de conteúdo reciclado e diminuir a poluição plástica. A companhia investiu na rodada seed de captação de uma startup que detém uma tecnologia regenerativa que possibilita o desenvolvimento de embalagens fabricadas com compostos orgânicos da própria natureza. Um projeto piloto da companhia lançará em outubro deste ano novas embalagens fabricadas com biomaterial em pontos de venda de São Paulo. A ideia é validar a embalagem com os consumidores para produção em escala já em 2022.

Para que a inovação sustentável saísse do papel, Ambev e growPack, startup participante da segunda edição do programa Aceleradora 100+ em 2020, firmaram parceria para a viabilização do projeto piloto. Somente nas duas primeiras edições do programa Aceleradora 100+, a Ambev investiu mais de R$ 12 milhões em projetos disruptivos, que trouxeram soluções inovadoras como o desenvolvimento de novas embalagens, caminhões elétricos, agricultura sustentável dentre outros.

Com uma economia bio-baseada, ou seja, ciclo de vida completamente sustentável, a embalagem da growPack é produzida com rejeitos agrícolas, basicamente palha de milho, de forma 100% mecânica (sem químicos e efluentes). O descarte acontece de maneira completamente compostável ou reciclado junto na cadeia do papel.

A produção das embalagens com o biomaterial consome 80% menos água, reduze em 50% as emissões de gás carbônico (CO2) e economiza 25% de energia elétrica em comparação com o papel cartão. Em 2020, a Ambev atingiu 45% de conteúdo reciclado nas embalagens de PET, 47% nas embalagens de vidro e 74% nas latas de alumínio no Brasil.

Esta e outras iniciativas que minimizam impactos no meio ambiente sinalizam que a busca por transformações sustentáveis da companhia tem apresentado resultados tangíveis e contribuições importantes à natureza.

“Estamos testando novas soluções, considerando matérias primas sustentáveis para a produção de embalagens e ampliação da cultura do retornável até atingir nossa meta zero de emissões plásticas até 2025”, conta Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Suprimentos e Sustentabilidade da Ambev.

Nesta jornada, não é possível seguir sozinho. Por isso, a Ambev também tem avançado em mais projetos neste sentido: com o apoio de parceiros e gerando crescimento compartilhado, impulsionamento do empreendedorismo. 

“A Aceleradora 100+ é um destes exemplos. O programa foi além de trazer ideias inovadoras para solucionar os desafios de sustentabilidade propostos, ele nasceu com o objetivo de quebrar estigmas do ecossistema de startups, unindo pessoas comuns e estimulando o empreendedorismo”, concluiu Rodrigo.

Recentemente, a própria Ambev também lançou uma cerveja visando um público mais saudável. Com apenas 3,5% de teor alcoólico, a marca é uma American Light Lager com arroz em sua composição, o que contribui para o seu corpo leve. A ideia da empresa é buscar todos os mercados.

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Destaque Diário do Rio Ideias e Negócio Janaina Macedo Calvo | Desenvolvimento Pessoal & Finanças Notícias Notícias do Jornal

Os investimentos mais procurados por quem começa no mercado financeiro

O mercado financeiro está toda a hora chamando a atenção de mais e mais pessoas, afinal todos querem atingir uma certa liberdade financeira colocando o dinheiro para trabalhar. Ou até mesmo estudar ganhar alguma experiência e se envolver em mercados de maior risco, como o de ações ou no caso de muito risco mesmo até o de forex.

E com isso resolvemos trazer para você alguns dos estilos de investimentos que mais se procura na hora de começar a atuar no mercado financeiro, claro que a maioria nesse caso busca por investimentos sem muito risco, para maior controle e ganho de experiência atuando no mesmo.

Fundos de investimento

Um dos mais comuns pela procura na hora de começar a se investir no mercado financeiro. O conceito é o seguinte, vários investidores formam um fundo de capital que será gerenciado por um gestor e investido em ativos para gerar rendimento.

Esses ativos podem várias de renda fixa ou até mesmo de renda variável, por isso é necessário escolher o fundo de acordo com os seus interesses a longo prazo.

Tesouro direto

Essa modalidade de investimento também é tão procurada no mercado como os fundos de investimento. Falando de forma grosseira seria o fato de emprestar dinheiro para o governo, para que o mesmo pudesse investir em todas as áreas que abrange. E parra isso o governo coloca à disposição títulos do tesouro que podem ser comprados por investidores.

Pode-se comprar diretamente pela internet, usando cpf e uma conta em corretora ou em banco, ou até mesmo comprar através de um fundo que está pretendendo investir naquele determinado título.

Letras de crédito imobiliário

Nesse caso o seu dinheiro será emprestado para o banco, essa é uma maneira até que muito segura de se investir, já que o banco irá lhe retornar o valor combinado mesmo o empreendimento não sendo o melhor sucedido possível. O banco usa o dinheiro para investir no mercado imobiliário gerando ativos financeiros.

Mercado de ações

O tão conhecido stock Market, uma modalidade de compra e venda de partes de empresas, requer um conhecimento muito grande, e uma boa experiência de atuação, por isso é considerado um investimento de alto risco.

Então nada impede você de começar a aprender sobre, mas sempre consciente das dificuldades que um mercado de grande competitividade e volatilidade desse pode trazer para você.

Janaína Macedo Calvo
Doutoranda em Administração e Sustentabilidade,
Economista, Professora da FGV,  autora e palestrante.

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CNI cria canal para ajudar empresas a exportar e importar

Da Agência Brasil

Para ajudar as micros, pequenas e médias empresas (MPMEs) a exportar e importar com mais facilidade, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as federações das Indústrias nos Estados e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)  lançaram na manhã de hoje (29) o serviço Ajude Aqui, uma consultoria virtual gratuita sobre comércio exterior, sistemas e procedimentos. O canal gratuito para tirar dúvidas foi lançado durante a palestra online, intitulada “Como a Metodologia Comex 360º Pode te Ajudar a Importar e Exportar”.

A partir de hoje, especialistas do Ajude Aqui estarão disponíveis para atender dúvidas sobre tributação internacional, sistemas aduaneiros, logística, formas de pagamento, entre outros assuntos sobre exportação e importação. Os atendimentos serão realizados por e-mail, telefone, Whatsapp e formulários online, que já estão disponíveis no site do Indústria Global – programa realizado em parceria com o Sebrae para oferecer serviços de internacionalização.

“O objetivo é criar um canal de suporte às empresas e, a partir das dúvidas mais frequentes, promover melhorias no ambiente de negócios”, disse o coordenador de Serviços de Internacionalização da CNI, Felipe Spaniol.

Durante a palestra online, o consultor Leonardo Schmidt enfatizou que o governo trabalha para inovar no comércio exterior, diminuindo a burocracia e tornando as negociações cada vez mais acessíveis às empresas nacionais de todos os setores de atividade econômica. “O empresário precisa ter acesso à contabilidade do comércio exterior, ter conhecimento de como gerir uma operação de comércio exterior e evitar custos desnecessários nas operações de importação e exportação”.

Em conjunto com a assessoria virtual, as empresas atendidas podem buscar apoio no Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação da Indústria de seu estado ou no Sebrae local. Segundo o Ministério da Economia, das 19 milhões de empresas ativas em 2020, somente 28.746 exportaram. Segundo a CNI, uma das razões para isso seria porque os empresários não sabem o quanto se lançar no mercado internacional pode ajudar no aperfeiçoamento da empresa, seja nos produtos, serviços e embalagens ou na própria gestão da marca.

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Prevenção de fraudes no e-commerce é principal preocupação de empresas, diz pesquisa

Com informações da Agência Brasil

A prevenção de fraudes é uma das principais preocupações de empresas brasileiras que atuam no e-commerce na atualidade. A Pesquisa Global de Fraude e Identidade, da empresa de consultoria Experian, apontou que 62% dos negócios brasileiros que participaram do levantamento informaram que querem aumentar os investimentos nessa área.

De acordo com o levantamento, esta também é uma preocupação do consumidor brasileiro. O risco de roubo de informações de cartão de crédito foi o item mais citado no país. Nos Estados Unidos, por exemplo, a atenção está mais voltada para a privacidade online e, no Reino Unido, importa-se mais com as chamadas fake news (notícias falsas) ou propaganda falsa. A pesquisa abrange países da América do Norte, América Latina, Europa e Ásia-Pacífico.

No Brasil, as empresas participantes também apontam o desejo de aumentar o pessoal interno de apoio para as operações digitais. Na média global, que envolve dez países, a pesquisa mostra que o foco é investir em advanced analytics e inteligência artificial.

Outra pesquisa sobre segurança digital feita pela TransUnion mostra que o número de fraudes digitais envolvendo serviços financeiros aumentou 457% desde o início da pandemia. Além disso, segundo o levantamento intitulado “Global Consumer Pulse”, 20% dos consumidores foram alvo de fraudes relacionadas à Covid-19 nos últimos três meses.

A empresa de soluções de informação com ações negociadas na bolsa de valores de Nova York (NYSE) analisou bilhões de transações e mais de 40 mil sites e aplicativos para chegar às conclusões sobre o cenário de segurança digital.

Segundo o levantamento, somente no Brasil, o número de tentativas de transações digitais fraudulentas aumentou 10,99% no último ano, em relação ao período anterior. As cidades com maior porcentagem de transações fraudelentas foram Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

Mundo digital na pandemia

O estudo da Experian destaca que a presença de consumidores nos canais online aumentou expressivamente com a pandemia da Covid-19. Um exemplo é o aumento da porcentagem dos clientes com mais de 40 anos que passaram a usar o internet banking. Eles representavam um percentual de 33% antes da pandemia e passaram para 38% em janeiro de 2021. Essa mesma faixa etária passou a pedir mais comida e fazer compras no mercado online, o que representa um crescimento de 10 pontos percentuais no mesmo período.

A pesquisa mostra ainda que as empresas se esforçaram para atender essa demanda crescente. Nove em cada dez negócios analisados disseram ter uma estratégia digital de jornada do cliente, sendo que quase metade delas (47%) implementou esta medida durante a pandemia.

Esse esforço, no entanto, parece não ser suficiente para o consumidor. “É uma continuação de uma tendência que relatamos em 2019, quando 95% das empresas disseram que resolveram o problema de reconhecimento, mas 55% dos clientes relataram que ainda não se sentiam reconhecidos”, aponta o texto do levantamento.

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Empreendedora das letras: Vanessa Pfeil cria distribuidora de livros em português no exterior

Por Claudia Mastrange

 Um belo exemplo de empreendedorismo feminino, em pleno mês da mulher. Assim é a história da brasileira Vanessa Pfeil, que comemora o sucesso da Livros For Kids, uma das maiores distribuidoras de livros em português no mundo. Fundada há 4 anos, a empresa possui pontos de venda em mais de 30 países da Europa, Estados Unidos, México, Austrália e Ásia. E conta com uma rede de 22 representantes, sendo 20 mulheres. Já são mais de 80 mil publicações vendidas pela empresa, que registrou um aumento de 62,5% nas vendas até o momento.

A empresa surgiu da necessidade pessoal da mãe de três filhos, nascidos na Europa. Em uma vinda ao Brasil, Vanessa Pfeil, que mora na Alemanha há 12 anos, comprou 200 livros infantis para os filhos. Um dia publicou na sua rede social alguns exemplares já lidos, recebeu tantas mensagens de pedidos que acabou tendo o perfil bloqueado. O sucesso da iniciativa foi tanto que Vanessa viu ali uma oportunidade de negócio.

“Eu amo ser empreendedora. E ser mulher e empreendedora não é nada fácil. Muitas vezes não somos levadas a sério, não deixam a gente falar nas reuniões. E se você for empreendedora preta, as pessoas não te reconhecem como CEO da empresa. São muitos os desafios a ser enfrentados e combatidos, mas eu acho que com muita garra e disposição a gente consegue mudar esse quadro. A sociedade precisa se mover de forma ainda mais precisa para que a mulher empreendedora seja acolhida nesse sistema, acolhida e não engolida, mas estamos caminhando”, desabafa.

Cerca de 2,5 milhões de brasileiros vivem no exterior. Com esse público, um vasto material para alfabetização em português e muita informação sobre a cultura brasileira para crianças e jovens, de 0 a 17 anos, a empresa tem conquistado cada vez mais espaço no mundo, chegando em Cingapura e Tailândia em 2020.

A brasileira Heloiza Frenzel, que mora na Alemanha, conta que para a filha, de quatro anos, ama escutar histórias em português.

“Oferecer para os nossos filhos a possibilidade de aprender mais sobre nossa língua e cultura não tem preço. É levar um pedacinho do Brasil para a casa de brasileirosque moram no exterior”, agradece Heloiza.

Da Nova Holanda para o mundo

Vanessa Pfeil é mulher preta, nascida e criada na Nova Holanda, uma das favelas do Complexo da Maré, no Rio.  Sua história com o empreendedorismo começou quando tinha 18 anos e se viu sem condições de se manter na universidade. O primeiro passo foi ser feirante, vendendo roupas na Feira de Itaipava.

Foi aluna do primeiro pré-vestibular comunitário da região e hoje é formada em administração. Seu projeto não só valoriza a educação e a cultura como destina 10% de tudo que é vendido a três projetos sociais que envolvem educação: um projeto de alfabetização de adultos, o FARO Maré; um pré-vestibular comunitário, no Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré (CEASM); e outro de alfabetização de mulheres adultas no Senegal, o Instituto DORCAS.