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Orquestra da Grota faz concerto gratuito no Parque das Ruínas

Apresentação terá a participação do violonista Bernardo Jannuzzi

A Orquestra da Grota atravessa a Ponte e se apresenta no próximo domingo (28/11), às 16h, no Parque das Ruínas, em Santa Teresa, Zona Central do Rio. A entrada é franca. O grupo de Niterói é formado por músicos profissionais, todos professores e ex-alunos do Espaço Cultural da Grota (ECG), projeto de inclusão social pela música, que completa 26 anos em 2021.

Com repertório que transita entre o popular e o erudito, o espetáculo terá regência de Katunga Vidal e participação do violonista convidado Bernardo Jannuzzi, que interpretará o Concerto para Violão e

Foto: Divulgação

Orquestra em Ré Menor de Vivaldi. Os músicos da Grota também apresentarão obras de Heitor Villa-Lobos e Aaron Copland, um arranjo de Tico-Tico no Fubá, de Zequinha de Abreu, e a Rapsódia de Natal, de Fedor Vritancnik, aproveitando o clima de Fim de Ano.

Criada em 1995, a Orquestra da Grota é um dos grupos abrigados pelo Espaço Cultural da Grota, que, além da sede em Niterói, atua em 18 núcleos próximos a comunidades carentes distribuídas pelas cidades de São Gonçalo, Itaboraí e Nova Friburgo. Ao todo, cerca de mil alunos são atendidos pelo projeto com aulas gratuitas de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, harpa, flauta e percussão.

Com experiência internacional, a Orquestra já se apresentou nos Estados Unidos e em turnês pela Europa e América Central, além de concertos em diversas cidades brasileiras. O Espaço Cultural da Grota mantém outros quatro grupos musicais formados por alunos do  projeto.

Estamos muito felizes com a oportunidade de tocar no Parque das
Ruínas, num bairro que respira cultura. Será uma grande satisfação
para nós e, tenho certeza, também para o público – afirma Katunga
Vidal.

O concerto no Parque das Ruínas ocorre com recursos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), do Governo Federal, com patrocínio da Águas de Niterói e Eletrobras.

Foto: Divulgação

Serviço:

Orquestra da Grota

Dia: Domingo, 28/11/2021
Hora: 16h

Local: Parque das Ruínas (Rua Murtinho Nobre, Santa Teresa – Rio de
Janeiro) Programa: Vivaldi, Villa-Lobos, Copland, Zequinha de Abreu e Fedor
Vritancnikv

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Empresário Edu Muniz comemora aniversário com grande festa

Foto: Raphaelle Santana

O empresário Edu Muniz, comemorou mais um aniversário em grande estilo na noite da última sexta-feira (19), na Barra da Tijuca. A festa luxuosa contou a presença de famosos e influencers, que curtiram a noite ao som da cantora Ludmilla, do cantor Mumuzinho, da dupla Matheus & Kauan, e DJ Eve.

Segundo o empresário, um dos grandes objetivos da comemoração é reverter os presentes recebidos em doações para instituições de animais.”Nesta noite, o aniversário é meu, mas não iria receber os presentes, e sim presentar as instituições que cuidam dos animais e precisam de ajuda”, explicou o empresário Edu Muniz.

O empresário contou sobre o seu sentimento no evento. “Estou sentindo uma grande felicidade por estar comemorando mais um ano de vida com os meus amigos especiais. Passamos por anos difícies devido à pandemia, e seguindo todos os protocolos de saúde, decidi comemorar a vida ao lado de pessoas que amo”, contou o empresário.

Edu Muniz também declarou sobre a importância das atrações na sua vida, e o carinho por cada artista. “ Tenho um carinho gigante por cada cantor que está aqui. Todos eles são especiais na minha vida. E nada melhor do que trazer artistas sensacionais para abrilhantar a nossa noite”, disse o empresário.

O cantor Mumuzinho abriu a noite com pagode contagiante e toda sua irreverência. “É um prazer muito grande estar aqui comemorando mais um ano de vida ao lado de um homem incrível, que é o Edu”, afirmou o cantor.

Foto: Raphaelle Santana

A festa também contou com a presença de Tati Minerato, rainha de bateria da escola de samba Porto da Pedra. “É uma grande honra ser coroada como rainha de bateria, ainda mais de uma escola tão querida e fantástica. Com toda certeza, estou muito ansiosa com o Carnaval de 2022, e não vejo a hora de entrar na passarela do samba”, disse Tati Minerato.

Foto: Raphaelle Santana

A segunda atração da noite foi a dupla sertaneja Matheus e Kauan, que cantou seus grandes sucessos e realizou uma emocionante homenagem à rainha Marília Mendonça.

Foto: Raphaelle Santana

Animados com o mais recente projeto, a dupla contou sobre a estreia no programa TVZ na Multishow, que acontecerá no dia primeiro de dezembro. “Estamos muito ansiosos pra estreia, e temos que confessar que sempre sonhamos em apresentar o TVZ, estávamos aguardando só o convite”, contou a dupla.

Matheus e Kauan, afirmaram que a cantora Marília Mendonça deixou um brilhante legado que nunca será esquecido. “Ainda estamos tristes com a perda, mas os nossos corações se alegram ao ver todas as riquezas dentro e fora da música que a Marília deixou”, afirmaram.

A cantora Ludmilla se apresentou no final, animando o público com o funk carioca, e cantou o seu último grande lançamento ‘Socadona’.

Foto: Raphaelle Santana

Bruna Gonçalves, esposa da cantora Ludmilla, também estava na festa e dançou todas as músicas junto com o balé da artista. Bruna foi escolhida como musa da escola de samba ‘Beija-Flor de Nilópolis’ e contou sobre o sentimento. “Estou muito feliz e animada, a Beija-Flor é minha escola do coração. Me sinto extremamente honrada com o convite”, disse a artista.

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Após 21 anos musical ‘Cazas de Cazuza’ estreia no teatro Vivo Rio

O musical ‘Cazas de Cazuza’ estreou de forma grandiosa no palco do teatro Vivo Rio, no último sábado (20) com casa lotada, mas seguindo todos os protocolos de saúde. ‘Cazas de Cazuza’ gerou imensa emoção no público do início ao fim, que em cada apresentação aplaudia com excitação.

Cazuza, um dos maiores poetas da história da música brasileira, faleceu há 32 anos, deixando um brilhante legado tanto no MPB quanto na história do Brasil. Até hoje, as suas letras, canções, e suas mensagens estão enraizadas nos corações dos brasileiros transcendendo o tempo e permanecendo vivo ano após ano.

Após 21 anos da primeira estreia, o musical trouxe à tona temas pertinentes para a sociedade como preconceito, sexo, homossexualidade, luto, HIV, drogas, amor e desemprego presentes nas músicas de Cazuza.

Em dois atos, o musical mostra a história de oito personagens, Mia, Enrico, Justos, Bete, Deco, Vera, Ernesto e Dornelles, moradores de um prédio no Rio de Janeiro no ano 1999. O palco foi coberto por diferentes cenários representando cada história de forma única, mas complementar.

Em 2000, Cazuza recebeu uma das grandiosas homenagens, o musical tributo “Cazas de Cazuza”, tendo à frente o diretor e escritor Rodrigo Pitta. O espetáculo se transformou num gigante sucesso, sendo visto por 80 mil pessoas.

“As músicas do Cazuza continuam muito garotinhas para o nosso país, ou seja são músicas novas. Cada palavra que ele escreveu serve para todos os momentos que vivemos, são letras que estão na nossa alma, se a gente dormir e acordar, vamos sempre respirar Cazuza. Cazuza sempre respirou o Brasil, sempre respirou a verdade, e respirou o que está por trás do nosso país” afirmou o diretor Rodrigo Pitta.

Indicado ao Grammy Latino quatro vezes, o diretor musical e codiretor Jay Vaquer explicou sobre o retorno do musical após 21 anos.

“Em 2020, tive a ideia de retornar a peça, então comentei com o Thiago Amorim e com o Rodrigo, e eles toparam.
Logo, iniciamos os ensaios porque queríamos estrear em abril do ano passado, mas devido à pandemia não conseguimos. Com toda certeza, estou muito feliz com o retorno do musical, é um sentimento de pura gratidão. Me sinto realizando algo necessário, porque as pessoas irão sair do teatro pensando nas mensagens que transmitimos”, contou o diretor musical e co diretor Jay Vaquer.

O diretor musical e co diretor também explicou sobre os brilhantes e impactantes personagens.

“Cazas de Cazuza, é porque cada apartamento aborda um pouquinho a faceta do universo que o Cazuza abitou. No elenco temos o poeta com problemas no relacionamento, também possuímos a mulher que recebe a oportunidade de virar uma estrela, a Bete Balanço, mas no final percebemos que ela não queria aquela vida e sim respeito. Outro personagem, é o Ernesto, o pai que não aceita a escolha sexual do filho”, explicou

“Também, conseguimos ver todas as questões abordadas que naquela época era uma sentença, e hoje não é mais como o HIV. Cazuza veio a falecer vítima da Aids, e hoje o ator Leandro Bueno que interpreta o Justos, é soro positivo. Isso é brilhante, ter um ator incrível trabalhando sem preconceitos e vivendo a vida”, finalizou.

Lucinha Araújo, mãe do eterno artista Cazuza, também esteve presente no musical e contou sobre o sentimento ao ver a magnífica homenagem.

“Eu senti nessa peça o mesmo que sinto todos os dias da minha vida, que é um presente. O meu filho é um máximo e merece todas as homenagens que fazem para ele. Foi renovador assistir o espetáculo após 21 anos, o elenco é maravilhoso. Com toda certeza, esse musical me trouxe muita vida”, afirmou Lucinha Araújo.

 

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Brasil Cultura Destaque Música Notícias

Festival ROCK Brasil 40 anos com programação especial de shows

Os shows da Praça da Pira, na Candelária, já deixaram saudade, mas o
festival Rock Brasil 40 Anos continua, com a maior homenagem da
história do rock nacional. De 22 de novembro a 07 de março do ano que vem, o teatro do Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB Rio de Janeiro será palco de pocket shows com alguns artistas que já se apresentaram no evento e outros inéditos, com ingressos a R$ 30. Todos os protocolos sanitários exigidos pela Prefeitura do Rio de Janeiro por meio da Secretaria de Saúde e Vigilância Sanitária continuam sendo seguidos à risca para garantir a segurança do público.

A abertura, dia 22, é com o cantor Claudio Zoli. Ele vai apresentar canções próprias, como “Noite de Prazer”, “À Francesa”, “Fetiche”, além de sucessos de outros compositores, como “Acende o Farol” e “Gostava Tanto de Você”, de Tim Maia; e “Linha do Equador”, de Djavan. Ainda em novembro, dia 29, é a vez de George Israel, que se apresentou todos os fins de semana na Praça da Pira, mostrando toda a potência do rock instrumental com seu saxofone. Em dezembro, dia 13, o festival recebe mais uma vez Paulinho Moska, em um show mais intimista. No dia 27, estreando no festival, o cantor Rodrigo Santos faz um passeio pelo rock nacional com hits conhecidos na voz de outros artistas e bandas, como “Alagados” (Paralamas do Sucesso), “Brasil” (Cazuza) “Cachimbo da Paz” (Gabriel O Pensador), “Policia” (Titãs), entre outras.

Em 2022, a programação continua com o show também inédito no festival de Julia Mestre, dia 10 de janeiro, trazendo músicas autorais e  uma seleção de grandes sucessos da cantora Rita Lee, como “Caso Sério”, “Mania de Você”, “Corre Corre”, “Deculpe o Auê”, entre outros. Outro show inédito é de Marcelo Nova, marcado para 07 de fevereiro, apresentando somente músicas autorais, como “Pastor João e a Igreja Invisível” e “Eu não matei Joana D’arc”. No fim do mês, Leoni volta a dar o ar da graça, dia 21, com seus antigos sucessos com o grupo Kid Abelha e da carreira solo. E, para fechar a primeira etapa do festival na Cidade Maravilhosa, Marcelo Effe, dia 07 de março, apresenta canções próprias e parcerias como “Sol de Domingo”, com Frejat; e “Rio de Janeiro”, com Gustavo Corsi.

O festival Rock Brasil 40 anos começou no dia 06 de outubro e foi um dos grandes eventos testes da cidade pós-pandemia, reunindo cerca de 10 mil pessoas nos shows realizados na Candelária, no Centro do Rio de Janeiro. Durante quatro fins de semana, grandes nomes do rock  nacional passaram pelo palco da Praça da Pira fazendo história neste retorno da cultura carioca. Foram eles: HANOI HANOI, FERNANDA ABREU, LEONI, LEO JAIME, FREJAT, PAULINHO MOSKA, IRA, BARÃO VERMEL O, DINHO OURO PRETO,
KIKO ZAMBIANCHI, PLEBE RUDE, CAMISA DE VÊNUS, JO O PENCA, PAULO RICARDO, NENHUM DE NÓS, BIQUINI CAVADÃO, PROJETO FLAUSINO E SIDERAL CANTA CAZUZA e MARINA LIMA.

Em 2022, o festival segue para Belo Horizonte, São Paulo, volta para o Rio de Janeiro, terminando o roteiro de apresentações em Brasília (veja abaixo quadro com as datas das próximas cidades).

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro funciona de quarta a segunda (fecha terça), das 9h às 19h aos domingos, segundas e quartas e das 9h às 20h às quintas, sextas e sábados. A entrada do público é permitida apenas com apresentação do comprovante de vacinação contra a COVID-19 e uso de máscaras. Não é necessária a retirada de ingresso para acessar o prédio,  os ingressos para os eventos podem ser retirados previamente no site ou aplicativo Eventim ou na bilheteria do
CCBB.

O festival Rock Brasil 40 Anos tem patrocínio e apresentação da Ourocard, patrocínio da Vibra Energia, Guaraná Antarctica, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa através da Lei de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e realização do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e da Peck Produções.

PROGRAMAÇÃO POCKET SHOWS – CCBB RJ

  • 22/11 – CLAUDIO ZOLI – 19h
  • 29/11 – GEORGE ISRAEL – 19h
  • 13/12 – PAULINHO MOSKA – 19h
  • 27/12 – RODRIGO SANTOS – 19h
  • 10/01 – JULIA MESTRE – 19h
  • 07/02 – MARCELO NOVA – 19h
  • 21/02 – LEONI – 19h
  • 07/03 – HUMBERTO EFFE – 19h

    PRÓXIMAS CIDADES DO FESTIVAL ROCK BRASIL 40  ANOS

    CCBB BELO HORIZONTE: 26 de janeiro a 21 de fevereiro de 2022

    CCBB SÃO PAULO E MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA: 23 de março a 21 de
    abril de 2022

    MARINA DA GLÓRIA – RIO DE JANEIRO: 20 a 24 de abril de 2022

    CCBB BRASÍLIA: De 10 de maio a 05 de junho de 2022

SOBRE A PECK PRODUÇÕES

Fundada em 2000 pelo produtor carioca Péricles Mecenas, a Peck Produções atua no mercado de shows e eventos em todo o Brasil, se pre com a missão de proporcionar ao público e aos patrocinadores a melhor experiência em festivais de música e eventos culturais. Nos últimos anos, idealizou e produziu projetos como Oktoberfest Rio, Festival de Inverno, Circuito Brahma Sertanejo, Arena N1, Sertanejo in Rio, Baile da Santinha, entre outros, além de dezenas de shows nas maiores casas e praças de entretenimento do Rio de Janeiro. A produtora tem no currículo shows internacionais de Pop, Rock e Reggae, como Men at Work, Ben Harper, Ziggy Marley, Big Mountain e Maxi Priest. Responsável também pela produção executiva dos DVDs de grandes artistas como Djavan (2002), Gabriel O Pensador (2002), Alceu Valença (2003), Natiruts (2012).

Em 2018, a Peck Produções foi responsável pela Arena N1 na Praça Mauá RJ, para a transmissão dos jogos da Copa do Mundo, com um mega telão em alta definição, bares, food trucks e shows ao vivo após os jogos com os artistas: Jota Quest, Nando Reis, Paralamas, Ludmilla, Fernanda Abreu, Iza, Mumuzinho, Nego do Borel, entre outros. Projeto este que consolidou a sua competência, sendo convidado, em 2019, para produzir os eventos da Copa América, na Praça Mauá. A produtora trouxe para o Rio de Janeiro, em 2018, a festa tradicional alemã de Blumenau – Oktoberfest, que também teve a sua segunda edição em 2019 na Marina da Glória. Produziu também o Festival de Inverno Rio, que em agosto de 2019 chegou à terceira edição, na Marina da Glória, com três dias de shows para todos os públicos. E em 2020, teve a sua primeira edição online, transmitida pelo YouTube do festival a partir do Morro da Urca.

Durante a pandemia, a Peck Produções deu continuidade ao compromisso de entregar conteúdo de qualidade para o público, mesmo com o isolamento social na quarentena. Os eventos Energia Para Cantar, em dezembro de 2020, e Cultura nas Estações, em maio e agosto de 2021, foram realizados em parceria com a Enel Distribuição Rio e a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, no Caminho Niemeyer, em Niterói, com transmissão no canal do YouTube da Enel Brasil.

Em 2021, idealizou o festival Rock Brasil 40 Anos, o maior festival de música do ano e primeiro grande evento-teste cultural desde que foi decretada a pandemia. Com patrocínio e apresentação da Ourocard patrocínio da Vibra Energia, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa através da Lei de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e realização do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e da Peck Produções, o festival Rock Brasil 40 Anos começou em outubro de 2021 no Rio de Janeiro, e na sequência terá edições em Belo Horizonte, São Paulo e Brasília, com uma enorme programação musical e cultural que se estende até junho de 2022. O Rock Brasil 40 Anos tem transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do próprio festival e, na TV, tem transmissão ao vivo para todo o país pelo Canal Brasil e Globoplay.

SOBRE O CCBB

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro ocupa o histórico nº 66 da Rua Primeiro de Março, no centro da cidade, prédio de linhas neoclássicas que, no passado, esteve ligado às finanças e aos negócios.

No final da década de 1980, resgatando o valor simbólico e arquitetônico do prédio, o Banco do Brasil decidiu pela sua preservação ao transformá-lo em um centro cultural. O projeto de adaptação preservou o requinte das colunas, dos ornamentos, do mármore que sobe do foyer pelas escadarias e retrabalhou a cúpula sobre a rotunda.

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil conta com mais de 30 anos de história e celebra mais de 50 milhões de visitas ao longo de sua jornada. O CCBB é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro e mantém uma programação plural, regular, acessível e de qualidade.  Agente fomentador da arte e da cultura brasileira segue em compromisso permanente com a formação de plateias, incentivando o público a prestigiar o novo e promovendo, também, nomes da arte mundial

O prédio possui uma área construída de 19.243m². O CCBB ocupa este espaço com diversas atrações culturais, como música, teatro, cinema e exposições. Além disso, possui Biblioteca, além de abrigar o Arquivo Histórico e o Museu Banco

SERVIÇO POCKET SHOW ROCK BRASIL 40 ANOS:

CCBB RJ

Local: Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Primeiro de Março, 66 –
Centro)

Telefone para informações: (21) 3808-2020.

Horários: terças, às 19h.

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia).
Capacidade: 172 pessoas

Compras de ingresso na bilheteria do CCBB ou pelo site

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Artista paraense João da Hora lança novo single exaltando

A IMPORTÂNCIA DO TAMBOR AFRO ENQUANTO RESISTÊNCIA

O novo single “Tambor Sagrado” traz ao público um grito sufocado por anos de tentativa de silenciamento dos instrumentos da cultura e da religiosidade de matriz africana. O tambor é símbolo de resistência, de espiritualidade e sua vibração conecta com o sagrado. Tambor sagrado busca resgatar um povo oprimido, nos guetos, nas ruas, nas vielas, nas favelas, traz identidade, traz o ritmo que ecoa dos seus rufas, traz à tona a ancestralidade, buscando conexão entre o som e a dança.

O Carimbó, Maracatu, Boi Bumba, os rituais da Umbanda, Candomblé, Mina, do Samba ao Reggae, música de Preto! O show “Tambor Sagrado” marca o lançamento do single do cantor e interprete João da Hora, em todas as plataformas digitais. O principal objetivo do trabalho, é trazer ao público, uma reflexão no mês da Consciência Negra a respeito da discriminação, opressão e preconceitos que giram em torno do tambor e tudo que ele representa para a população negra e demais minorias, mostra o tambor e sua representatividade como resistência.

Tambor Sagrado tem um repertorio cheio de musicalidade, raízes da música brasileira e cantos encantados, um trabalho minucioso para deleitar o público ao som inconfundível de forte percussão e atabaques.

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Funarte realiza a XXIV Bienal de Música Brasileira Contemporânea

Presencial e com ingressos a preços populares, a edição deste ano, que tem 11 concertos, conta com parceria da UFRJ e apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro

A Fundação Nacional de Artes – Funarte e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) realizam a XXIV Bienal de Música Brasileira Contemporânea, entre os dias 13 e 21 de novembro – com uma apresentação extra no dia 24 – na Sala Cecília Meireles, Centro do Rio de Janeiro. O público poderá conhecer obras de 74 compositores, vindos de 12 unidades da Federação, em 11 concertos, com ingressos a R$ 10. A abertura, com a Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro (OSJRJ), será no sábado (13), às 19h. O Governo do Estado do Rio de Janeiro apoia esta edição, por meio da FUNARJ)/Sala Cecília Meireles.

Haverá quatro apresentações de música de câmara: no dia 14, domingo, às 17h; nos dias 16 e 17, terça e quarta-feira, às 19h; e no dia 24, quarta, no mesmo horário. Uma série de audições de música eletroacústica e mista será apresentada no dia 16, às 16h. Serão realizados seis concertos com orquestras, nos dias 13,15,18,19, 20 e 21 (horários abaixo) – cada um com um conjunto. A quantidade é um ponto relevante da XXIV Bienal: esse número de formações orquestrais somente foi superado na 13a edição do programa, em 1999, com sete orquestras. Ao todo, serão executadas 75 partituras, sendo 44 delas em estreia mundial, 46 em estreia presencial e uma a título de homenagem póstuma, para o compositor Henrique David Korenchendler (1948-2021).

A OSJRJ, responsável pelo concerto de abertura, integra o grupo Ação Social pela Música do Brasil. A regência será do compositor Guilherme Bernstein – com a execução de uma obra sua. A participação dessa orquestra tem por objetivo aproximar os jovens do universo dos projetos sociais ligados à música e, ao mesmo tempo, divulgar na Bienal essa atividade musical importante – realizada fora dos meios acadêmicos. Há apenas dois registros de orquestras jovens na Bienal desde 1975: a extinta Orquestra Sinfônica Jovem do Estado do Rio de Janeiro – em três edições entre 1985 e 1989 –, e a Orquestra Juvenil da Bahia, do programa Neojiba (Governo do Estado da Bahia), em 2015.

Além da carioca OSJRJ, virá, de São Paulo (SP), a eclética orquestra Câmaranóva, liderada pelo compositor Felipe Senna. Ela se apresenta no dia 15 de novembro, às 17h. Os concertos finais serão realizados pela Orquestra Sinfônica de Barra Mansa – OSBM (Estado do RJ), em sua primeira participação em bienais, no dia 18/11 às 19h, sob a
regência de Anderson Alves; Orquestra Sinfônica da UFRJ (dia 19/11 às 19h), com regência de Thiago Santos; pela Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES), dia 20/11 às 19h – regência de Felipe Prazeres; e pela Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense (OSN – UFF), dia 21/11 às 17h – regência de Roberto Duarte. No dia 24, a Bienal termina com um concerto de câmara, para  vários instrumentos.

Dois dos compositores participantes moram no exterior: Eduardo Frigatti na Polônia, e Bruno Cunha, na República Tcheca. Autores de diferentes gerações estão entre os escolhidos, desde os convidados e veteranos Edino Kriger (93 anos), Ernst Mahle (92 anos) e Ricardo Tacuchian –aos 82 anos, o único a participar de todas as edições do evento, em sua 24ª colaboração – e Marlos Nobre (82 anos), até jovens,
recém-saídos de cursos universitários. Além dos citados, participam,
a convite, nomes reconhecidos: Tim Rescala, Eli-Eri Moura, Ernani
Aguiar, Fernando Cerqueira, Guilherme Bauer, Harry Crowl, João
Guilherme Ripper, Jorge Antunes, Luigi Antonio Irlandini, Luiz Carlos
Csekö, Maria Helena Rosas Fernandes, Marisa Rezende,  Nestor de
Hollanda, Paulo Costa Lima, Pauxy Gentil Nunes, Raul do Valle, Roberto Victorio, Rodolfo Coelho de Souza, Rodrigo Cicchelli, Ronaldo Miranda, Silvio Ferraz e Wellington Gomes.

A parceria da UFRJ nesta edição do programa realiza-se pelo Sistema Nacional de Orquestras Sociais (Sinos), desenvolvido pela Funarte e pela Universidade. A coordenação artística é do maestro André Cardoso e a coordenação de produção é do vice-diretor e diretor adjunto do Setor Artístico da Escola de Música da UFRJ, o maestro Marcelo Jardim. A coordenação-geral é de Bernardo Guerra, diretor do Centro da Música da Funarte, com a assistência de Flávia Peralva.

Alguns números desta Bienal

Foram divulgados números da XXIV Bienal de Música Contemporânea, que mostram a representatividade dos compositores por unidades da federação: da Bahia, são quatro autores; do Ceará, um; do Distrito Federal, dois; o mesmo número de Goiás; de Minas Gerais: cinco; de Mato Grosso, um, assim como da Paraíba; do Paraná, cinco; de Santa Catarina, dois; de São Paulo, 16; do Rio de Janeiro, 29; e do Rio Grande do Sul, quatro. Ainda que realizada com as restrições impostas pelos protocolos sanitários atuais, que condicionaram o efetivo de intérpretes e o repertório, os números da edição 2021 são
relevantes: 74 compositores, dentre convidados (maiores de 50 anos e com, pelo menos, dez participações em bienais) e contemplados por chamada pública.

Das 253 partituras inscritas no edital, 213 foram habilitadas para a etapa de seleção. Ao final, foram escolhidas as 48 obras, que, assim como aquelas encaminhadas pelos compositores convidados, mais a homenagem, formam a programação de 75 peças. Elas foram selecionadas por uma comissão, composta por compositores e regentes, de diversos estados do País. Destaca-se ainda o fato de que 44 dessas obras nunca foram apresentadas.

Sobre as bienais de música da Funarte

O projeto que originou a Bienal de Música Brasileira Contemporânea foi criado pelo compositor Edino Krieger, em 1968. Teve por inspiração os famosos festivais da canção, direcionados para a música popular. Encampada pela Secretaria de Cultura do antigo Estado da Guanabara, a proposta abriu a temporada do Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 1969, sob o nome de Festival de Música da Guanabara (FMG). Com o formato de concurso, ele ganhou uma segunda edição, em 1970 e, em seguida, foi interrompido.

Em 1973, Myrian Dauelsberg assumiu a direção da Sala Cecília Meireles, também na Capital Fluminense. A pianista e empresária achou, em arquivos, um novo projeto de Krieger, que substituía o FMG pela Bienal. Sem caráter competitivo, esta seria uma mostra da produção dos compositores brasileiros contemporâneos. Autorizada por seu criador, Dauelsberg produziu a I Bienal de Música Brasileira Contemporânea, em 1975 (ano em que se instituiu a Fundação Nacional de Artes). O fim da gestão de Dauelsberg coincidiu com a presença de Edino Krieger à frente do Instituto Nacional de Música da Funarte antigo nome do atual Centro da Música da casa. Isso permitiu que a entidade federal abraçasse o projeto, mantido por ela desde então.

Foram realizadas 23 edições da Bienal, desde seu lançamento, em 75, sem pausas. Entre 1975 e 2017 (ou seja, em 22 edições), as bienais proporcionaram a participação de 472 compositores, com a execução de 1.740 obras, sendo 1.002 delas em primeira audição – o que significa
uma produção e lançamento de material inédito, que valoriza e amplia a importância do programa. Muitos dos compositores são jovens, o que representa uma importante renovação de nomes e ampliação da música de concerto produzida no Brasil –  inclusive territorialmente. De início, a produção se concentrava basicamente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia. Hoje, mediante as sucessivas edições, houve avanços significativos na integração de centros de produção
musical contemporânea, de quase todos os estados. Essas entidades atendem à formação de profissionais da música em alto nível – o que resulta na crescente participação de novos compositores, a cada Bienal. Autores hoje renomados tiveram o primeiro impulso em suas carreiras depois de contemplados num dos eventos. A história da Bienal é também marcada por alguns nomes emblemáticos e essenciais, referências na música brasileira atual.

Durante muitos anos, a Bienal de Música Brasileira Contemporânea da Funarte foi dirigida por um dedicado servidor da casa: o musicólogo e membro de Academia Brasileira de Música (ABM) Flávio Silva (1939 – 2019), então coordenador de música de concerto da Fundação.

Homenagens de 2021

Assim como nas edições passadas, a XXIV Bienal também presta tributo a compositores e intérpretes que marcaram o cenário musical brasileiro das últimas décadas. Este ano os homenageados são: Tim Rescala – 60 anos; Fernando Cerqueira – 80 anos; Roberto Duarte – 80 anos; Henrique Morelenbaum – 90 anos; Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro – 90 anos; e  Orquestra Sinfônica Nacional da UFF – 60 anos. In memoriam: Antônio Arzolla (1966-2021); Gustavo Menezes (1973-2021); Henrique (Herz) David Korenchendler (1948-2021); Nelson Abramento (1937-2021); Nelson Freire (1944-2021).

Está prevista a transmissão ao vivo de todos os concertos da Bienal,
por meio do canal de vídeo Arte de Toda Gente

Programação completa aqui

Serviço:

XXIV Bienal de Música Brasileira Contemporânea

13 a 21 e 24 de novembro de 2021

Sala Cecília Meireles e Espaço Guiomar Novaes

Rua da Lapa, 47 – Centro, Rio de Janeiro (RJ)

Concertos presenciais

Ingressos: R$ 10, na bilheteria

Classificação indicativa: Livre

Horários:

Dia 13, sábado – 19h

Dia 14, domingo – 17h

Dia 15, segunda-feira – 17h

Dia 16, terça-feira, 16h e 19h

Dia 17, quarta-feira – 19h

Dia 18, quinta-feira – 19h

Dia 19, sexta-feira – 19h

Dia 20, sábado – 19h

Dia 21, domingo – 17h

Dia 24, quarta-feira – 19h

Transmissão ao vivo no Canal Arte de Toda Gente

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Cultura Destaque Música Notícias Rio

A Família do Samba apresenta a 5ª edição do Congresso Nacional do Samba

O programa de extensão “Memorável Samba” da UNIRIO abre alas de sua Avenida e apresenta a 5ª edição do Congresso Nacional do Samba. Genealogia é a temática do Simpósio que ocorrerá no Dia Nacional do Samba, 02 de dezembro, quinta-feira, das 8h às 20h, de forma gratuita no canal Memorável Samba no Youtube.

Em mesas compostas por pesquisadores, estudiosos e praticantes, o evento terá como dinâmica a apresentação de quatro eixos temáticos: “Batuques, Congadas e Músicas Sacras Afro-Brasileiras”, “Sambas Rurais”, “Sambas Urbanos e Tradicionais” e “Sambas Urbanos Contemporâneos”.

O Congresso, que visa debater o samba e sua família dentro do território brasileiro, vai colocar em pauta assuntos variados. Entre eles, a Preservação do estilo e suas subdivisões; identificação de novos ritmos que compõem essa grande manifestação cultural, e a desmitificação que samba não pode ser entendido apenas como um ritmo musical, e sim como uma grande e diversificada família de ritmos originados, mesclados e influenciados pela diáspora musical africana no Brasil.

Por essa razão, o professor Jair Martins de Miranda, coordenador do Laboratório de Preservação e Gestão de Acervos Digitais (Labogad), responsável pela organização do Congresso, criou uma Árvore Genealógica do Samba, para representar graficamente essa diversidade de sambas encontrados no Brasil, classificá-los no repositório digital Memorável Samba, para também permitir aos pesquisadores e estudiosos encontrar o “gens” de cada um desses sambas nesse grande repertório musical brasileiro.

Segundo pesquisas, atualmente, essa família do samba tem mais de 50 gêneros e subgêneros presentes em território nacional. Samba de Roda, Samba Chula, Samba-Enredo, Samba de Terreiro, Partido Alto, Samba Reggae, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba Canção, Jongo, Maracatu e bossa-nova são alguns membros dessa grande família de ancestralidade africana que se misturou por aqui com várias outras indígenas e europeias.

O 5º Congresso é organizado pelo Laboratório de Preservação e Gestão de Acervos Digitais (LABOGAD) da UNIRIO, através do programa de extensão “Memorável Samba”, tem a parceria do Centro de Referência e Informação em Artes e Cultura Brasileira (CRIAR). Além disso, conta com o apoio institucional do Instituto Cultural Cravo Albin.

O público interessado em receber o certificado de participação no Simpósio poderá requerer o documento via inscrição no site e efetuar o pagamento de uma contribuição solidária, a partir de R$10.

Quem tiver interesse em promover também os sambistas, suas obras e a memória social dos vários gêneros de samba em suas localidades, participando da criação coletiva da Árvore Genealógica do Samba, pode também acessar o questionário da enquete Família do Samba e indicar aquele samba que lhe é mais afetivo e familiar.

 Vale Lembrar ….

O Congresso Nacional do Samba nasceu em 1962 por movimento do etnólogo e folclorista, Edison Carneiro, em sua campanha em defesa do Folclore Brasileiro. A primeira edição ocorreu na cidade do Rio de Janeiro e reuniu a nata do gênero, entre: José Tinhorão, Haroldo Costa, Oswaldo Sargentelli, Sérgio Cabral, Ari Barroso, Pixinguinha e outras personalidades.

Desse encontro originou-se a Carta do Samba, um marco e símbolo para o gênero. Foi lançada há 59 anos, justamente no dia 02 de dezembro, o que culminou como a escolha da data como comemorativa ao Dia Nacional do Samba. Este documento é um divisor de água para o gênero e tem como conteúdo, a preocupação da classe em como preservar e promover o samba e suas raízes ao decorrer do tempo, sem congelar a sua dinâmica e necessária evolução, característica de toda manifestação cultural.

Serviço:

5ª edição do Congresso Nacional do Samba

Data: 02 de dezembro, quinta-feira

Horário: das 8h30 às 20h30

Local: Canal Memorável Samba na plataforma digital Youtube

Link:

Acesso Gratuito

*Os interessados em receber certificado de participação devem se inscrever no link e efetuar o pagamento da contribuição solidária.

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O novo fenômeno do TRAP FUNK

Kaion começou a chamar atenção muito cedo, aos 8 anos já demonstrava o seu talento para o canto e aos 10 ganhou o primeiro violão. Com 16 anos entrou para o conservatório municipal de música de Guarulhos – São Paulo. Ao mesmo tempo em que desenvolvia a sua parte teórica instrumental , estudava canto. Por 4 anos aperfeiçoou a técnica vocal. Indo para a Baixada Santista conheceu o DJ Nino e teve seu primeiro contato com o Funk. A parceria deu certo e Kaion gravou assim seus primeiros singles.

O trabalho chamou atenção de uma produtora de São Paulo e Kaion assinou seu primeiro contrato. Logo na primeira semana compôs um de seus grandes sucessos a faixa “O menor venceu” e ” Eu e ela” está em parceria com o EZ , compositor de Kevinho e Menor Nico.

Como compositor e produtor musical o cantor da zona leste de São Paulo deu seus primeiros passos no Funk Consciente, somando mais de 10 milhões de visualizações em seus trabalhos no YouTube( O Menor venceu, Eu e Ela entre outros ). Hoje em uma nova vibe, Kaion explora a sua musicalidade e criatividade como produtor musical passando por outros estilos como Rap,

Trap e TrapFunk kAION já inicia sua carreira como uma das marcas jovens mais promissoras do mercado, com 51 fãs clubes espalhados pelo Brasil.

Link da música ” Eu e Ela”

Link da Música ” O menor Venceu”

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Marcelinho da Lua comemora 50 anos com festa na cama da Glória

No dia 29 de setembro, o Dj, produtor e, agora, também compositor,
Marcelinho da Lua completou 50 anos! Para comemorar, nos dias 5 e 6 de novembro, ele vai lançar uma mixtape inédita com uma compilação dos grandes sucessos da carreira durante o evento “Jardins Da Glória”, na Casa da Gloria.

A comemoração vai ser do jeito que Marcelinho gosta: com muita música e cercado de amigos. Além de uma feirinha gastronômica, o “Jardins da Glória” conta com shows e Djs sets de parceiros de estrada. De quebra, ele aproveita para mostrar pela primeira vez ao vivo a mixtape feita pelo Dj e colega Machintal, que conta sua trajetória através de músicas que vão desde sua carreira solo, passando pelas composições do grupo Bossacucanova até diversas colaborações e faixas não lançadas, além de trechos inéditos e algumas surpresas.

Para isso, Marcelinho abriu todo seu baú para Machintal, que ficou livre para escolher o material. A ideia era presentear o público, os amigos e a ele mesmo com uma compilação de músicas que representassem sua linha evolutiva, feita pelas mãos e o olhar de um Dj que admira.

Quero sentar diante das caixas, me inebriar e me emocionar ao ouvir minha história contada pelo Machintal e, claro,
dar um presente para os fãs curtirem”, revela.

A partir do lançamento a mixtape fica disponível gratuitamente para quem quiser ouvir no Mixcloud e Youtube do Dj.

Além de da Lua, o evento traz outros sets comandados por DJs e músicos a costumados a agitar a rua, como, o MPC DigitalDubs, Bnegão, Calbuque e Nepal. Os novos talentos também estarão presentes: Seven Beats, promissor DJ e produtor da nova geração; e So Lyma, DJ talentosa que tem encantado a plateia por onde passa. Para encerrar, no domingo, haverá o show do aclamado instrumentista da nova geração do jazz Brasileiro, Antônio Neves.

A parte gastronômica vai ser recheada de delícias. À frente do “Bistrô da Casa”, o Chef Christiano Ramalho está criando pratos deliciosos e parcerias especiais para serem degustadas no Jardim superior. A feirinha vai contar com opções de sanduíches e sobremesas criados especialmente para o evento, o famoso Smash burguer do chef, um bar de gin comandado pelo bartender Henrique Andrade e uma
especial Seleção de vinhos em taça.

MINI BIO

Da Lua tem mais de 200 faixas lançadas entre singles, remixes e trilhas sonoras.  São álbuns e clipes premiados que o Dj e produtor carioca tem na prateleira, além de uma coleção ímpar de LP’s e muitas viagens pelo mundo. Como DJ, já rodou mais de 30 países e centenas de lugares. Só em Portugal, já foram mais de 200 shows. Na França, tocou no mesmo palco de Fat Boy Slim, em 1998, no Festival Transmusicales. Em Paris, já trafegou por todos os universos, entre Favela Chic e o moderno museu Quai Branly, sempre levando da mesma seu som para a rua e aos lugares mais sofisticados.

Com o Bossacucanova não foi diferente. Edificado em parceria com os produtores Alex Moreira e Marcio Menescal (filho de Roberto), o grupo teve carreira meteórica dentro da cena de Acid Jazz (US3, Guru Jazz Mataz, St. Germain), com mais de 80.000 discos vendidos entre Europa e EUA. Em Los Angeles, participaram do Hollywood Bowl, com Basement Jaxx e outros; e da premiação do Grammy Latino, no Kodak Theater, com Ivan Lins e Roberto Menescal, dividindo camarim com Shakira, sendo apresentados por Gloria Estefan e aplaudido por Carlos Santana e Célia Cruz.

SERVIÇO JARDINS DA GLÓRIA:

Endereço: Ladeira da Glória, 98 – Glória, Rio de Janeiro
Datas: 5 e 6 de novembro
Horário: 16h – 22h
Valor do ingresso: R$ 20,00

Line Up
09/10
Da Lua 16:00 – 17:00
Seven 17:00. – 18:00
Calbuque 18:00 – 19:30
MPC 19:30 – 20: 30
B Negão 20:30 – 22:00

10/10
Dalua 16:00 – 17:00
So Lyma 17:00. – 18:00
Dj Machintal Mixtape Retrospectiva Da Lua 50 anos 18:00 – 19:00
Nepal 19:00 – 20: 30
Snow Tony 20:30 – 22:00

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Destaque Música

Priscila Alcantara lança novo trabalho com participações especiais de Lucas Silveira, Projota e Emicida

A vencedora do The Masked Singer Brasil, Priscilla Alcantara segue surpreendendo quem não a acompanhava de perto. Desde que assumiu de vez a carreira POP, com o single e EP “Tem Dias”, a artista coleciona elogios e críticas positivas, que ascenderam com a vitória do programa global. E ela acabou de lançar o álbum “Você Aprendeu A Amar?”, com nove músicas, sendo cinco inéditas e as quatro do EP “Tem Dias Expansão”, além de mais uma faixa bônus que será lançada em breve com a participação de Emicida.

 

E a cantora só tem mesmo motivos para agradecer o excelente momento profissional.  “’Você Aprendeu A Amar’ é uma obra que se fez! Cada música surgiu como e quando quis. Foram muitas alterações, mudanças de rota ao longo do caminho até chegar até aqui, nesse resultado final. E eu não poderia estar mais feliz! Falar das várias formas de amor através da música é um processo de cura para a alma. Pude explorar novas temáticas, novos sons e posso dizer que estou cada vez mais perto da minha verdadeira identidade artística. Tive a colaboração do Lucas Silveira como produtor e essa parceria me fez crescer bastante, além das participações, que me honraram muito! Acho que o público vai se divertir conhecendo mais esse meu lado como artista e compositora. Eu, pelo menos, estou me divertindo”, revela a cantora, que gravou o álbum no estilo home-office, num estúdio improvisado em sua casa.

Faixas como Tem Dias,  composta pela artista, em parceria com Lucas Silveira e Karen Jonz, “Correntes”; “Boyzinho”; e “Eu Não Sou Pra Você”, são algumas que estão no EP.

Se para alguns a mudança de postura da cantora foi uma surpresa, para ela ocorreu de forma bem natural. Além das músicas, Priscila mudou totalmente o figurino e também o visual do novo projeto. Artista cristã, ela sempre questionou o porquê de não poder falar sobre certos temas e cantar outros gêneros. Nesse novo álbum, ela fala do amor e suas mais variadas formas. É um trabalho novo, que promete impressionar e conquistar ainda mais o coração dos fãs. As músicas são para refletir, dançar e se emocionar.