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Ministério da Economia estuda acabar com ingressos de meia-entrada

*Por Fabiana Santoro

A Agência Nacional de Cinema (Ancine) – órgão do governo federal que tem a função de regular a indústria cinematográfica e videofonográfica nacional -,  e o Ministério da Economia abriram uma consulta pública sobre a obrigatoriedade legal da meia-entrada e seus impactos na economia.

O pleito estará aberto até 13 de agosto e o ME se manifestou em defesa da extinção de todas as regras que garantem o benefício da meia entrada.

A lei da meia entrada é responsável pela democratização da cultura no país, que por sua vez garante um ingresso mais barato para quem entra no critério do benefício. Você pode ter acesso a essas informações no site da Cinemark.  

Desde 2017, o Sistema de Controle de Bilheteria (SBC) contabilizou que grande parte dos ingressos de cinema vendidos no Brasil tiveram preço de meia-entrada. Só ano passado 80% dos bilhetes foram do benéfico. Por meio do sistema, a Ancine tem acesso às informações de mais de 3 mil salas em todo o país.

O presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes), Iago Montalvão, considera a análise da Ancine “tendenciosa”,  e explica que as informações abrem brecha para fraudes, e que a legislação não tem sido devidamente cumprida.

“A solução para qualquer problema que impacte nas receitas dos cinemas não deve ser atacar um direito conquistado e histórico da classe estudantil, mas justamente o de criar formas de garantir a verificação da validade das carteiras conforme padrão certificado pelo ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação). Infelizmente, na maioria das salas de cinema do Brasil, essa verificação ainda não é feita”, diz Montalvão.

Com uma análise mais realista, Fernando Capez, secretário de Defesa do Consumidor e diretor do Procon-SP, esclareceu ser contra o fim da meia-entrada. Capez ressaltou a importância e dever do Estado de fomentar o acesso à cultura. “Isso é retirar um direito consolidado do consumidor. Não há nenhuma garantia de que isso vai resultar em ingressos mais baratos”, explica o secretário.

 

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Reboot de O Exorcista: “Não há dinheiro que faça eu me envolver nesse projeto”, diz diretor do original

*Por Fabiana Santoro

O diretor William Friedkin, responsável pelo clássico ‘O Exorcista‘, de 1973, esclareceu os rumores que possivelmente estaria envolvido  com o reboot do filme.

O renomado diretor afirmou não estar participando da produção e demostrou sua insatisfação com o reboot, além de desaprovar qualquer futuros filmes da franquia.

“Há um rumor no IMDB que eu estou envolvido com a nova versão de ‘O Exorcista’. Isso não é um rumor, é uma mentira descarada. Não há dinheiro ou motivação suficientes que façam com que eu me envolva com esse projeto,” declarou o cineasta.

Aparentemente nenhum dos atores do filme original estão envolvidos no projeto. A atriz Linda Blair, que interpretou a possuída Regan Macneil, também esclareceu não estar no elenco.

“Para todos os meus fãs que estão se perguntando sobre o meu envolvimento no reboot de ‘O Exorcista’, posso confirmar que não tive nenhuma conversa sobre o meu retorno para reprisar o meu papel. Eu desejo o melhor para todos os envolvidos e aprecio a lealdade e paixão que os fãs têm pelo filme original e pela minha personagem.”

O longa que será dirigido por David Gordon Green (‘Halloween’), está programado para estrear no dia 13 de outubro de 2023.

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Centro Cultural Jerusalém (CCJ) permite percorrer Terra Santa sem sair do Rio

O Centro Cultural Jerusalém (CCJ), na Avenida Dom Hélder Câmara, em Del Castilho, no Rio, é um espaço que promove uma leitura transversal da história da cidade de Jerusalém. Quem vai até o local tem a sensação de estar de fato na Terra Santa sem sequer ter saído do Brasil. O espaço integra a lista de locais que fazem parte do turismo religioso do Rio, ao lado de pontos como o Cristo Redentor, o Santuário de Fátima e o Memorial do Holocausto.

A principal atração do CCJ é a maquete gigante que representa a cidade de Jerusalém do século I d. C, em tamanho 50 vezes menor. Em todo o mundo, só há duas maquetes dessa: a de Del Castilho e a de Jerusalém, no Museu do Livro. O idealizador do projeto, Marcelo Crivella, teve a intenção de propagar a cultura de Israel no Brasil.

Foto: Alan Alves

A maquete demorou cinco anos para ser construída, de 2000 a 2005. Depois, durante mais três anos, foi erguida uma estrutura para abrigar a relíquia de 736 m². A estrutura em torno da maquete tem sistema de iluminação que sugere as fases do dia (amanhecer, dia, entardecer e madrugada). A cobertura é o que difere da maquete que está em Jerusalém, que fica ao ar livre.

“A maquete foi construída com pedras brancas trazidas da Galileia. É uma pedra característica de Jerusalém. Elas vinham de navio e, aqui, eram cortadas e polidas. O chão da maquete a gente também teve que importar. Ao contrário da maquete do Rio, a de Jerusalém ficam ao ar livre porque lá o clima permite”, diz a historiadora do CCJ Eliane Cristina de Oliveira, que acompanha os visitantes durante o tour e dá a eles uma verdadeira aula de história.

Foto: Alan Alves

Na maquete, o público pode verificar, entre outros pontos, a representação do local onde teria havido a última ceia de Cristo e o Monte Calvário, onde, segundo a tradição, Jesus teria sido crucificado. Há também a representação das muralhas e das 90 torres defensivas, de onde soldados fiscalizavam possíveis invasões ou motins internos.

A cidade representada na maquete já não é a mesma, pois acabou destruída durante uma invasão e passou por várias transformações. No mezzanino, no entanto, o público pode conferir uma exposição de fotos mais recentes de Jerusalém depois das várias mudanças ocorridas na terra santa.

O CCJ conta ainda com teatro para 200 pessoas, uma representação do Rio Jordão em forma de batistério, como uma opção de batismo, sala de leitura com um acervo característico e uma cafeteria.

Foto: Alan Alves

Visitação

Por causa da pandemia, o número de visitantes está reduzido, e o CCJ recebe cerca de 100 pessoas por semana. “Antes, eram 600 pessoas por semana. Pelos seus variados espaços, a gente acaba recebendo várias pessoas, algumas delas vêm só para ter lazer mesmo. Aqui, realizamos palestras, caravanas, casamentos. É um espaço bem diversificado”, afirma a administradora do local, Erika Rodrigues.

O público pode agendar a visitação, por meio das redes sociais, site ou telefone do CCJ, e comprar o ingresso online ou presencialmente. O acesso custa R$ 25. Nas quintas-feiras, há promoção e os visitantes pagam meia-entrada. O espaço fica aberto todos os dias das 9h às 18h. “É um espaço voltado não somente para quem é religioso. É um espaço para todas as pessoas, independentemente de crenças. É um espaço de lazer e, sobretudo, de aprendizagem. E todos estão convidados”, diz o bispo Reinaldo Suisso.

Foto: Alan Alves
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Ana Cristina Campelo | Seus Direitos Destaque Diário do Rio Notícias Notícias do Jornal

ODS 11: Cidades e comunidades sustentáveis

Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. Esse é o 11º Objetivo para o Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Em 2014, 54% da população mundial vivia em áreas urbanas, com projeção de crescimento para 66% em 2050. Em 2030, são estimadas 41 megalópoles com mais de 10 milhões de habitantes.

Considerando que a pobreza extrema muitas vezes se concentra nestes espaços urbanos, as desigualdades sociais acabam sendo mais acentuadas e a violência se torna uma consequência das discrepâncias no acesso pleno à cidade. Transformar significativamente a construção e a gestão dos espaços urbanos é essencial para que o desenvolvimento sustentável seja alcançado.

Temas intrinsecamente relacionados à urbanização, como mobilidade, gestão de resíduos sólidos e saneamento, estão incluídos nas metas do ODS 11, bem como o planejamento e aumento de resiliência dos assentamentos humanos, levando em conta as necessidades diferenciadas das áreas rurais, periurbanas e urbanas.

O objetivo 11 está alinhado à Nova Agenda Urbana, acordada em outubro de 2016, durante a III Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável.

Até 2030, garantir o acesso de todos à habitação segura, adequada e a preço acessível e aos serviços básicos e urbanizar as Comunidades ( favelas) e os  assentamentos precários de acordo com as metas assumidas no Plano Nacional de Habitação, com especial atenção para grupos em situação de vulnerabilidade.

Até 2030, proporcionar o acesso a sistemas de transporte seguros, acessíveis, sustentáveis e a preço acessível para todos, melhorando a segurança rodoviária por meio da expansão dos transportes públicos, com especial atenção para as necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade, mulheres, crianças, pessoas com deficiência e idosos e com mobilidade reduzida.

Até 2030, aumentar a urbanização inclusiva e sustentável, e as capacidades para o planejamento e gestão de assentamentos humanos participativos, integrados e sustentáveis, em todos os países. Fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o patrimônio cultural e natural do mundo.

Até 2030, reduzir significativamente o número de mortes e o número de pessoas afetadas por catástrofes e substancialmente diminuir as perdas econômicas diretas causadas por elas em relação ao produto interno bruto global, incluindo os desastres relacionados à água, com o foco em proteger os pobres e as pessoas em situação de vulnerabilidade.

Até 2030, reduzir o impacto ambiental negativo per capita das cidades, inclusive prestando especial atenção à qualidade do ar, gestão de resíduos municipais e outros.

Apoiar relações econômicas, sociais e ambientais positivas entre áreas urbanas, peri-urbanas e rurais, reforçando o planejamento nacional e regional de desenvolvimento.

Até 2020, aumentar substancialmente o número de cidades e assentamentos humanos adotando e implementando políticas e planos integrados para a inclusão, a eficiência dos recursos, mitigação e adaptação às mudanças climáticas, a resiliência a desastres; e desenvolver e implementar, de acordo com o Marco de Sendai para a Redução do Risco de Desastres 2015-2030, o gerenciamento holístico do risco de desastres em todos os níveis.

Apoiar os países menos desenvolvidos, inclusive por meio de assistência técnica e financeira, para construções sustentáveis e resilientes, utilizando materiais locais. Podemos e devemos fazer a nossa parte.  É possível!

Ana Cristina Campelo
Advogada e jornalista 
anacristina.campelo@jornaldr1.com.br

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Narradora de Rainbow Six Siege, Sunshine fala do trabalho e relembra início: “Estava muito nervosa, mas muito feliz”

Por Jonathan de Oliveira (Colaborador Esports)

Sabia que a narração nunca foi exclusiva dos esportes tradicionais, mas também no esporte eletrônico? Para poder ficar mais próximo desse cenário, o Jornal DR1 teve o prazer de entrevistar Mohana da Silva Lopes, também conhecida como SunshineM18, uma das narradoras de esports.

Ela tem 20 anos, mora na Região dos Lagos, em Cabo Frio, e concilia o trabalho como narradora com o curso de Direito.

Sunshine tem sua passagem resumida no jogo Rainbow Six Siege, pois nunca foi muito próxima dos outros jogos eletrônicos, por justamente não conhecer muito bem esse cenário.

No 3º ano do Ensino Médio, para se afastar um pouco da pressão do vestibular, começou jogando por diversão o game PUBG Móbile. Logo no ano seguinte, conheceu o Rainbow Six, jogo competitivo da Ubisoft. Por estar apaixonada pelo game, outros jogos não chamaram a sua atenção. Confira a entrevista.

JDR1 – Como você conheceu o Rainbow Six Siege?

Sunshine – Após a formatura do Ensino Médio, voltei a falar com um menino com quem tinha estudado no 7° ano e não o via a tempos. Hoje, ele é meu namorado e, na época, quando eu o chamei pra jogar PUBG, ele disse que tinha um jogo que possivelmente eu iria gostar. Ele jogava no Xbox com os amigos e começou a fazer lives para eu assistir, já que não tinha a mesma plataforma que ele e não tinha como jogar junto. No início, como estava acostumada com o PUBG, não me interessei muito pois era tudo diferente. Até que um dia, o notebook que eu tinha não ligou mais, e eu precisava de um novo pois pretendia fazer o vestibular e estudar on-line. Comprei um novo que era acima do meu antigo: I3 de 6 geração, placa integrada Intel graphics 520, 4GB de ram e 500HD. Meu namorado então teve a ideia de me emprestar a conta do amigo dele pra eu baixar o jogo e ver se rodava em meu notebook. Feito tudo, cheguei a no máximo 35 FPS, o que já tinha ajudado demais, e conseguindo jogar um pouco melhor, comecei a me apaixonar por esse jogo.

JDR1 – Qual foi a sua motivação para começar a narrar os jogos de Rainbow Six Siege?

Sunshine – Em Maio de 2019, iniciei jogando o R6. Em setembro, eu, ele [o namorado] e uns amigos que fizemos nas rankeadas resolvemos criar uma tag, só para usarmos de brincadeira em nossos nicks como se fossemos um time. Um tempo depois, todo mundo estava começando a gostar da ideia de talvez montar um time e treinar táticas para poder competir no amador. E lá fui eu tentar ser player de Rainbow Six. Contudo, quando fui jogar algumas GO4, campeonato da Ubisoft semelhante à Liga Six de hoje, acabei sofrendo muito com a falta de carregamento dos operadores dentro da fase de escolha. Com isso, resolvi não jogar mais com foco competitivo. Então, um time de amigos, inclusive o do meu namorado, participou de campeonato amador gratuito no qual fiz a transmissão na Twitch, em abril de 2020, e foi aí que tudo começou. De brincadeira, eles pediram para que eu narrasse. No fim acabei gostando. Comecei a narrar campeonatos amadores e recebi diversas oportunidades de camps pequenos que me ajudaram a adquirir experiência. A narração foi uma luz no fim do túnel. O quanto eu tinha gostado desse jogo era surreal e, como eu não poderia tentar jogar profissionalmente, a narração se tornou a minha paixão e também um meio de eu continuar interagindo com o R6.

JDR1 – Na narração, quem são suas maiores inspirações?

Sunshine – Meligeni e Vic Rodrigues. Acabei pegando um carinho muito forte pelo Meli por causa da sua vibração, sua energia, a emoção que ele sente ele transmite, como chorar torcendo pelo Brasil dentro da narração, é uma coisa muito linda de se ver. A Vic me inspira muito por ter um trabalho surpreendente e ser uma mulher dentro dos grupos de Casters no R6, o que é muito raro de se ver. Eu mesma, com 2 anos de Rainbow Six, pelo o que me recordo, só conheço ela e uma outra menina que passou apenas por algum tempo, mas logo saiu também. Então ter ela dentro disso tudo me trás um carinho enorme e uma inspiração a continuar.

JDR1 – Recentemente você fez participação do Gamers Without Borders, um dos principais campeonatos de esports beneficentes do mundo, onde o prêmio final é diretamente enviado para uma instituição de caridade. Qual é a sensação e a experiência de ter narrado jogos de R6 em nível Tier 1?

Sunshine – Estava muito nervosa, mas muito feliz ao mesmo tempo. Eu já fiz centenas de lives narrando e transmitindo jogos de muitos campeonatos, mas narrar times Tier era um patamar muito distante que eu nunca havia alcançado e muito menos saberia que ia ter contato tão cedo. Com tudo isso, os 2 primeiros dias foram de total nervosismo. Contudo, isso foi muito importante pra mim, eu adquiri experiência, e nos 2 dias consecutivos, consegui demonstrar um pouco mais do que eu tenho, ao lado pessoas maravilhosas ainda por cima, narradores excelentes que tive o prazer de conviver. Foi tudo incrível e eu só tenho a agradecer. Tenho muito o que aprender ainda, mas não vejo a hora de ter mais uma vez a honra de narrar as jogadas de todos do Tier 1.

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Turismo registra crescimento, mas ainda abaixo dos últimos anos

O setor de turismo brasileiro registrou em maio, último mês com dados consolidados, faturamento de R$ 9,6 bilhões, 47,5% superior ao de maio do ano passado. No entanto, em comparação ao mesmo mês de 2019, antes do início da pandemia de covid-19, houve redução de 31,2% no faturamento do setor. Os dados são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo.

Em maio, o transporte aquaviário foi o único, entre os seis grupos de atividades analisados pela FecomercioSP, que conseguiu superar o patamar pré-pandemia, com alta de 20% no faturamento em relação ao mesmo mês de 2019. O transporte aéreo registra a maior queda em relação a 2019, de 50,5% – variação similar à da redução da demanda de passageiros, na mesma comparação, de 43%.

Os restaurantes e alojamentos faturaram R$ 2,8 bilhões, 33,5% abaixo do obtido no mesmo mês em 2019, com variação muito próxima do grupo atividades culturais, recreativas e esportivas (-33,8%), também afetado pelo isolamento social.

O conjunto de atividades de locação de veículos, agências e operadoras de turismo registrou queda de 13,2% em maio em relação a 2019, e o setor de transporte terrestre, redução de 6,6%.

“A vacinação ainda é a principal variável para os turistas voltarem a viajar com segurança e para os empresários se planejarem de forma mais sólida.Iniciativas como a redução das restrições, a ampliação das ofertas dos serviços turísticos e a aceleração da vacinação em todo o país são fundamentais para uma melhora gradativa e mais consistente do setor”, diz a Fecomércio.

Ainda segundo pesquisa da FBHA, o setor de turismo no Brasil tem boas expectativas para os próximos meses. O setor de turismo no Brasil, um dos mais impactados pela pandemia de Covid-19 e os próximos meses devem ser de crescimento para o setor. Pesquisa realizada pela Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) aponta que quase metade do empresariado (45%) projeta crescimento econômico para o setor, enquanto 29% acredita que os negócios se manterão estáveis. A pesquisa foi realizada com hotéis, pousadas, restaurantes, bares e similares de todo o país.

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Lia Clark: “Sempre sonhei em ter clipes e músicas, mas nunca imaginei que seria possível.”

*Por Fabiana Santoro

A cantora Lia Clark conversou com o JornalDR1 sobre novas músicas e desafios de artistas LGBTI+ no mundo musical.

A funkeira é um dos grandes nomes de representantes LGBTI+ na indústria. Por ser considerada a primeira drag queen do universo do funk brasileiro, Lia foi classificada pela imprensa como uma pioneira do segmento no país.

Sendo seu último álbum lançado em 2018, a artista lançou duas músicas em 2021 e revelou ao JornalDR1 o que podemos esperar dos próximos trabalhos. Confira a entrevista completa:

Lia Clark. Foto: Divulgação

JornalDR1 – Onde começou sua paixão pela música? Você imaginaria que chegaria onde está hoje?

Lia Clark – Minha paixão veio da infância, assistia TOP TVZ e MTV BRASIL todos os dias com a minha irmã! Sempre sonhei em ter clipes e músicas, mas nunca imaginei que seria possível. Tudo que eu vivo é um sonho, nunca imaginei que poderia ser uma drag queen funkeira, atingir tantas pessoas e viver disso.

JornalDR1 – Muitas vezes percebemos o boicote de algumas plataformas em cima de artistas LGBTI+. Não apenas de plataformas, como em geral em decorrência do preconceito. Como você enxerga a luta da comunidade LGBTI+ dentro do mundo do musical? 

Lia Clark – Eu acho que essa luta tem muitos recortes, porém, todos nós sofremos boicote por sermos artistas LGBTQIA+. Eu, além disso, sou funkeira, então o babado é mais embaixo. Eu acho que somos a geração da revolução, estamos aqui pra fazer essa mudança e lutar contra esse preconceito.

JornalDR1 – Você acabou de lançar uma nova música “Sentadinha Macia”. Como foi a produção do videoclipe? Por conta da pandemia, alguma ideia foi deixada de lado?

Lia Clark – Foi super tranquila! Acho que foi o clipe mais tranquilo que já fiz ahahah. Eu gostaria de ter tido muito mais coisas nele, pois, é uma das minhas músicas preferidas… porém, devido a pandemia tá muito difícil investir pesado em grandes produções.

JornalDR1 – Além de “Sentadinha Macia”, você também lançou “Eu Viciei” com a incrível e talentosa Pocah. Durante o período de isolamento, como você imagina que a música é importante para as pessoas?

Lia Clark – Acho que todas as artes foram muito importantes para as pessoas nesse momento difícil, digo isso como pessoa que consome e pessoa que faz arte. O lançamento de músicas me ajudou MUITO durante a quarentena e tenho certeza que aconteceu isso com diversas pessoas.

JornalDR1 – “A nova era chegou!”, foi algo que você disse quando lançou sua música com a Pocah. O sucessor de “É da pista” está a caminho?

Lia Clark – Com certeza! Está em produção e já temos 2 singles na pista. Espero que saia ainda esse ano!

As músicas de Lia Clark está disponíveis em todas as plataformas digitais.

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“Pimenta, com participação da Gloria Groove, será o primeiro single do álbum”, anuncia Bivolt

*Por Fabiana Santoro

Indicada ao Grammy Latino de 2020, a rapper Bivolt se prepara para lançar uma parceria com Gloria Groove e um novo álbum. A artista anunciou o feat em primeira mão ao JornalDR1 e também conversou sobre carreira, espaço musical e novidades sobre o novo disco.

Nascida e criada na região de Boqueirão, em São Paulo, a rapper Bivolt iniciou sua carreira em batalhas de MC ‘s na capital paulista. Misturando rap com R&B e soul, a versatilidade em rimas e a inovação musical se tornam uma marca da artista. Sendo a primeira mulher a fazer parte do elenco de rappers da Som Livre e a primeira rapper a cantar no Rock In Rio, Bivolt entende seu espaço e sua importância no cenário do Hip-Hop.

DR1 – Você iniciou sua carreira na começou sua carreira em batalhas de MC na capital paulista e já trabalha 10 anos nesse meio. Porém só lançou seu álbum de estreia em 2020, como foi lançar o “Bivolt” em plena pandemia? Você pensou em adiar?

Bivolt – Eu nunca nem cogitei pensar que ficaria quase dois anos vivendo uma pandemia. Então, eu não pensei em cancelar. Não sabíamos nada sobre o Coronavírus, era uma incógnita. Talvez tenha sido bom ter saído nesse tempo, porque foi um tempo que as pessoas ficaram em casa e eu consegui conectar a música com muita gente. Olhando para o lado business e olhando para o lado de carreira, foi um mal momento, mas olhando para o lado ser humano, da missão da música, foi bom estar com essas pessoas nesse momento delicado de acolhimento. Isso acabou servindo até para mim. 

DR1 – Você lançou as músicas 110v e 220v que, quando tocadas simultaneamente, formam uma terceira faixa. Nunca tinham feito isso antes. De onde surgiu essa ideia?

Bivolt – Eu busquei ver se alguém já tinha feito isso e não achei nada parecido. Isso veio da ideia de querer traduzir a Bivolt, mostrar dois lados da mesma pessoa. O mood do álbum são músicas 110/220 que foram os nomes que eu dei para essas voltagens mais cantadas e as outras mais rap, mais rima. Eu não queria parecer dividida em duas coisas, se eu sou uma coisa só. Isso faz parte de mim. Eu sou cantora, mas também sou MC.  Sou rapper. Então como fazer isso? Como juntar isso tudo? Foi nessa busca de juntar esse conceito, traduzir a Bivolt. O melhor jeito é com música, então são duas músicas que representam meus dois moods que tocadas juntas dá a música Bivolt, que é o nome do álbum. Digamos que esse álbum é conceitual, tem um conceito por trás, tudo pensado dentro desse conceito de dualidade.

DR1 – Você já se mostrou pioneira em vários espaços, tanto que se tornou a primeira mulher a fazer parte do elenco de rappers da Som Livre. Como você enxerga a luta das mulheres dentro do mundo do hip-hop?

Bivolt –  Desde que eu comecei, entendo porque eu to aqui e qual a minha missão. Durante toda a minha trajetória, desde o início, não tinha mulheres fazendo, eram muito poucas. Eu falo de mais ou menos 10 anos atrás. Hoje eu olho e vejo que tenho vários colegas de profissão, várias colegas rappers arrebentando. Onde eu me vejo eu existo. É sobre representatividade. Se você está vendo uma mulher ali, andando de skate por exemplo, você pensa: Ok, perai acho que eu também posso andar de skate. Você se sente mais confiante na representatividade, no coletivo. A minha necessidade de querer ocupar espaço vem disso. Eu preciso que outras pessoas me vejam nesses espaços para elas saberem que também conseguem, também podem. Então, eu deixo o machismo e todas essas agressões que a gente sofre, quando tem a nossa arte reduzida por causa do nosso gênero. Eu desprezo isso e foco em tudo de bom que estamos construindo, e em todo esse movimento que está gerando mais movimento. Se em 10 anos já conseguimos mudar isso tudo, eu espero que em mais 10 ou 30 anos de carreira eu consiga mudar cada vez mais coisas.

DR1 – Teremos novidades da Bivolt esse ano? O que podemos esperar?

Bivolt – Vamos ter músicas novas. Estou trabalhando no meu próximo álbum, é diferente da ultima vez que eu lancei os clipes depois do álbum, eu vou lançar alguns antes. O primeiro será dia 6 de agosto, ‘Pimenta’ com participação da Gloria Groove. Será o primeiro single do álbum! Inclusive terá menos músicas que o primeiro. Estou pensando em lançar ele em outubro quando as pessoas já estiverem mais vacinadas, para conseguirmos trabalhar melhor junto com o Bivolt. Vamos chamar de ‘’Bivolt2.0’’. O clipe com a Gloria Groove já está gravado e está lindo demais! E mais um spoiler: Serão 3 clipes antes de lançar o álbum.

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Rua do Medo: Diretora quer criar “Universo Marvel” do terror na Netflix

*Por Fabiana Santoro

A diretora Leigh Janiak, responsável pela trilogia Rua do Medo, disse que sonha em criar um universo cinematográfico de terror interconectado como o da Marvel Studios.

“Uma das coisas emocionantes sobre a Rua do Medo é o fato de que o universo é grande e permite muito espaço. Uma das coisas que eu falei antes de ser contratada foi que temos um potencial aqui para criar uma Marvel de terror [Universo Cinematográfico], onde você pode ter assassinos de muitas épocas diferentes. Você tem o cânone da nossa mitologia principal que é construído em torno do fato de que o diabo vive em Shadyside, então também há espaço para todo o resto”, disse Janiak ao IndieWire.

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Diário do Rio Helainy Araujo | Saúde Capilar Notícias Notícias do Jornal

BioMecânica Capilar: a desconstrução da indústria da cosmética capilar

A cada ano, novos produtos capilares são lançados. Com novas tecnologias, novos ativos e com compromissos de promoverem a beleza, a integridade e a resistência dos fios.

Verdadeiros “sonhos de consumo”, há produtos capilares para todos os “gostos” e “bolsos”. Mas o que a maioria tem em comum? A informação de que seus ativos agem “dentro do fio”, ou seja, no “córtex capilar”, combatendo os danos.

E é justamente neste ponto, que o criador da BioMecânica Capilar, o empresário Célio Zanfranceschi, nos afirma que essa promessa da Indústria é uma grande falácia, pois “TODOS OS DANOS ACONTECEM NAS CUTÍCULAS”, e nenhum tratamento é capaz de penetrar até o córtex.

Polêmico não? Isso desconstrói toda Indústria Cosmética Capilar, que durante décadas, vem nos vendendo produtos cada vez mais Nanotecnológicos, que prometem penetrar cada vez mais profundamente no fio!

Mas Célio não para por aí. São dele as seguintes afirmações: “Cabelo não nasce, não cresce, ele é PRODUZIDO”; “Se os finalizadores são à base de óleo, então o cabelo não existe cabelo hidratado, e sim lubrificado”; “Cabelos danificados estão com as cutículas travadas abertas. DESTRAVE as cutículas e o cabelo para de embaraçar e quebrar”; “Todo dano capilar acontece nas cutículas. Elas travam abertas e provocam o frizz, o ressecamento, o embaraçar e a quebra. Na BioMecânica Capilar tratamos o funcionamento das cutículas, destravando-as, e assim elas são fechadas pelo condicionador, e os fios, lubrificados, ficam macios, sedosos, com brilho, fáceis de desembaraçar e pentear”

Célio vem, ao longo dos anos, pesquisando e aperfeiçoando sua técnica, e para isso formulou o produto que promete revolucionar a forma de tratar e prevenir os danos capilares. Esse produto, denominado “destravador de cutículas”, vem sendo usado e aprovado por inúmeras consumidoras e vem apresentando excelentes resultados, comprovados pelos inúmeros feedbacks que Célio recebe diariamente em suas redes sociais, e sobre este incrível produto, iremos falar na próxima matéria. Aguardem!

Helainy de Araujo Devos
Técnica em Ciências Capilares
www.SaudeCapilar.Vip
@Saudecapilar.VIP, oi@Saudecapilar.VIP