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UFRJ diz que redução no orçamento pode inviabilizar funcionamento

Da Agência Brasil

A reitora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Pires de Carvalho, disse que a redução nos recursos da instituição pode inviabilizar seu funcionamento. Segundo ela, houve redução orçamentária de cerca de 20% em relação a 2020.

A reitora também destacou que foram bloqueados recentemente cerca de 14% das verbas para as despesas discricionárias que são usadas para bancar custeio (água, luz, limpeza, segurança, etc) e investimento (infraestrutura física).

“Esses bloqueios e esses cortes inviabilizam o funcionamento dessas instituições de Estado”, disse Denise. “O desenvolvimento socioeconômico depende das nossas instituições. Não podemos mantê-las abertas o que pode gerar um apagão na educação superior de qualidade, na ciência e tecnologia. Estamos aqui fazendo um apelo em defesa de todas as instituições federais de ensino superior para que nosso orçamento seja recomposto pelo menos aos patamares de 2020”.

A reitora lembrou que as aulas continuam em ambiente remoto devido à pandemia de covid-19, mas ressaltou que os laboratórios de pesquisa e hospitais universitários não pararam de funcionar.

“Os hospitais não pararam, muito pelo contrário, abriram leitos específicos para covid-19. Na UFRJ, temos mais de 150 novo leitos destinados aos pacientes de covid-19. Como manter leitos abertos, como manter laboratórios funcionando, como realizar o sonho da vacina brasileira [para a covid-19] sem que consigamos pagar a nossa conta de luz, de água, e o que é mais grave, os contratos de limpeza e segurança dos nossos prédios?”

Segundo o pró-reitor de Planejamento, Desenvolvimento e Finanças, Eduardo Raupp, o orçamento discricionário vem encolhendo desde 2012, quando alcançou R$ 733 milhões. Em 2020, o orçamento para as despesas discricionárias foi de R$ 386 milhões.

Para 2021, o orçamento aprovado foi de R$ 299 milhões. Deste total, 146,9 milhões foram liberados, sendo que R$ 65,2 milhões já foram utilizados, restando R$ 81,7 milhões. Segundo a UFRJ, os R$ 152,2 milhões restantes estão indisponíveis aguardando suplementação do Congresso Nacional. Desse montante, o governo federal bloqueou R$ 41,1 milhões, informou Raupp.

“A UFRJ tem um custo médio de R$ 30 milhões por mês. É um orçamento que comporta cerca de dois meses, no máximo três meses de funcionamento. Significa que podemos honrar nossos contratos na situação atual até julho”, disse o pró-reitor. “Dependemos dessa aprovação do Congresso e do desbloqueio. Se tudo isso acontecer, ainda é insuficiente. Nossa previsão orçamentária seria de R$ 383 milhões”.

Segundo a universidade, entre as atividades que podem ser afetadas estão a pesquisa de duas vacinas contra a covid-19 em fase de testes pré-clínicos, testagem para o novo coronavírus, redução de leitos hospitalares e de atendimentos nos hospitais da UFRJ, limpeza, segurança, manutenção dos prédios, bolsas acadêmicas, insumos para pesquisas, pagamento de energia elétrica e água, projetos de combate a incêndio, entre outras.

MEC

O Ministério da Educação (MEC) informou que, para encaminhamento da Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA), houve redução dos recursos discricionários da pasta para 2021 em relação a 2020 e a consequente redução orçamentária dos recursos discricionários da rede federal de ensino superior, de forma linear, na ordem de 16,5%.

“Durante a tramitação da PLOA 2021, em atenção à necessidade de observância ao teto dos gastos, houve novo ajuste pelo Congresso Nacional, bem como posteriores vetos nas dotações”, disse, em nota.

O ministério também informou que, em observância ao Decreto nº 10.686, de 22 de abril de 2021, foram realizados os bloqueios orçamentários. Para as universidades e institutos federais, o bloqueio foi de 13,8%. A pasta lembrou que o bloqueio de dotação orçamentária não se trata de um procedimento novo, tendo sido adotado em anos anteriores, a exemplo de 2019.

O MEC ainda destacou que está promovendo ações junto ao Ministério da Economia para que as dotações sejam desbloqueadas e o orçamento seja disponibilizado em sua totalidade para a pasta.

“Ressalte-se que não houve corte no orçamento das unidades por parte do Ministério da Educação. O que ocorreu foi o bloqueio de dotações orçamentárias para atendimento ao decreto. Na expectativa de uma evolução do cenário fiscal no segundo semestre, essas dotações poderão ser desbloqueadas e executadas”, diz a nota.

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Notícias do Jornal Sérgio Vieira | Entre Colunas Tecnologia

Diferença entre Robótica, Inteligência Artificial e Automação

A Robótica envolve a construção de robôs, a Inteligência Artificial envolve inteligência de programação e a Automação é a execução automática de tarefas sem intervenção humana.

Os robôs virtuais, ou bots, são softwares programados para operar pela internet pequenas tarefas repetitivas. Os chatbots, são programados para interagir em conversas com os humanos, nas empresas são também chamados bots. É um programa de computador que simula um ser humano na conversação com as pessoas. O objetivo é responder as perguntas de forma que as pessoas tenham a impressão de estar conversando com outra pessoa e não com um programa de computador. Após o envio de perguntas, o programa fornece uma resposta plagiando o comportamento humano.

É uma ferramenta para conversar com o cliente por meio de aplicativos de mensagens, sites e outras plataformas digitais. Ele pode responder por diretrizes pré-programadas ou inteligência artificial. Ou seja, os bots são nada mais do que robôs virtuais programados para exercer determinadas funções com mais eficiência, seja por meio de voz ou texto. Basicamente, eles automatizam processos, realizam inúmeras tarefas em um curto período de tempo e até atendem às dúvidas de clientes sem grandes dificuldades.

Os robôs modernos são máquinas que estão em constante desenvolvimento e podem aprender sozinho com seus erros. Ter uma inteligência artificial operando nesses serviços significa respostas imediatas, precisas e uma operação regular 24 horas por dia.

Pode parecer estranho, mas é bem provável que você já tenha conversado com um robô pela internet. Os chamados chatbots, simuladores de atendentes em sites e redes sociais, são bastante populares em uma série de funções. Esses programas são utilizados principalmente como substitutos no atendimento ao consumidor, tirando dúvidas, resolvendo pendências e dando informações gerais sobre um assunto.

Podemos encontrar a inteligência artificial em Assistentes virtuais, Medicina, Segurança, Transporte, Alimentação, Entretenimento, Mercado de trabalho ou em casa inteligente.

O Engenheiro de Robôs desenvolve tecnologias para os mais diversos ramos de indústrias e serviços. O curso de Engenharia de Robôs é uma novidade no Brasil e trata-se de uma opção para os estudantes que desejam ter uma formação mais sólida na área de robótica.

Esse sistema pode variar entre os 5 mil reais a mais de 80 mil reais com uma manutenção mensal de 2 mil a 17 mil reais dependendo daquilo que esse sistema faz.

Apesar da analogia de que tempo é dinheiro, o desenvolvimento da sua solução poderá ser feito via linguagem de programação (códigos), ou no Builder na plataforma Take Blip, você mesmo pode criar um chatbot grátis. Mas cuidado você pode cair numa cilada, veja na próxima edição deste jornal.

Sérgio Vieira
Engenheiro e jornalista
sergio.vieira@jornaldr1.com.br

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Helainy Araujo | Saúde Capilar Notícias do Jornal

A Nova Revolução na Cosmética Capilar

A nova indústria de cosméticos capilares, revolução de nível mundial, é feita no Brasil. Será que estamos prontos para produtos capilares tão tecnológicos que podem substituir uma geração de produtos consumidos há décadas?

É verdade que as químicas são cada vez mais comuns nos salões, eleva a autoestima, traduz a identidade e revela o quão livre é a mulher do século 21. Sem restrição de idade ou classe, as transformações capilares seduzem e alcançam cada vez mais consumidores, a maioria ainda mulheres.

Colorir, descolorir, alisar e cachear são técnicas usadas em salões de bairros residenciais, grandes shoppings ou endereços mais refinados. E cada vez mais os profissionais sentem necessidade de unir expertise com produtos eficientes, para agradar clientes cada vez mais exigentes.

As mulheres apaixonadas por química transformadora capilar dificilmente abrem mão de utilizá-la, mesmo que implique em danificar, às vezes severamente, o cabelo. Por isso, o grande desafio é entregar um resultado satisfatório no que concerne a dois tópicos: beleza e saúde capilar.

Há alguns anos, num workshop de um profissional referência na área, ouvi a frase: “Minhas clientes querem ser loiras platinadas e entrego isso a elas, mesmo que seja preciso destruir o cabelo”. É isso que queremos? Luciano Rodrigues do Couto, diretor de marketing da London Cosméticos, diz categoricamente que não! Para mudar esse cenário, a empresa, que vem revolucionando a arte de embelezar e tratar o cabelo, traz cosméticos capazes de realizar a verdadeira regeneração do fio. Algo antes nunca visto.

Ao lado dos sócios Mário Lago e Nélio Ramos, Luciano sempre trabalhou para vender “verdades” acerca do mercado cosmético capilar. Isso esbarra em muitos conceitos ultrapassados e difíceis de serem removidos, mas, aos poucos, através da educação que a própria London promove, vem ganhando adeptos entusiasmados por esse processo de alquimia transformadora.

E é sobre esse tema envolvente que iremos tratar nas próximas edições. Algo que irá mudar a forma de cuidar dos cabelos.

Helainy de Araujo Devos
Consultora de produtos capilares
@saudecapilarvip, @helainydearaujodevos

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Ana Cristina Campelo | Seus Direitos Notícias do Jornal Social Sociedade

Os Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável da ONU (Parte 3)

Você sabe o que são os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU? Estamos falando sobre todos eles nas últimas semanas. Em 2015, a Organização das Nações Unidas propôs aos seus países membros uma nova agenda de desenvolvimento sustentável para os próximos 15 anos: a Agenda 2030, que é composta por esses objetivos. Nas duas últimas colunas, listei os 12 objetivos iniciais e, agora, citarei quais são os últimos cinco.

13 – Ação contra mudança global do clima

Tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos. Apesar de termos conseguido avanços importantes na preservação do planeta, como frear o aumento do buraco na camada de ozônio, ainda estamos com um desempenho negativo em outras tarefas, como o aumento do desmatamento e da poluição do ar, o que tem influência direta no aquecimento do planeta. De acordo com a ONU, se medidas não forem tomadas, a temperatura global poderá aumentar em até 3 graus até o fim do século 21. Por isso, uma das metas da Agenda 2030 é aumentar os investimentos dos países no desenvolvimento de tecnologias que permitam reduzir o desgaste do planeta.

14 – Vida na água

Conservar e usar sustentavelmente os oceanos, os mares e os recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável. De acordo com a ONU, há 13 mil pedaços de plástico em cada quilômetro quadrado do oceano. Esse é um dado grave que mostra como muitos países têm sido displicentes quanto à preservação dos recursos marinhos. Por isso, uma das metas do Objetivo 14 da Agenda 2030 é aumentar a conscientização quanto à poluição dos oceanos. Mais: a Agenda 2030 também prevê que, 2020 – isso mesmo, 2020! -, haja o fim de todas as práticas ilegais de pescaria que prejudicam o ecossistema marinho.

15 – Vida terrestre

“Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade. Nos últimos anos, vários desastres ambientais têm ocorrido em diversas regiões do planeta, como vazamentos de substâncias químicas, incêndios, entre outras. Por isso, uma das metas do Objetivo 15 da Agenda 2030 é aumentar a mobilização para reverter as consequências dessas degradações e também para prevenir novos desastres.

16 – Paz, Justiça e instituições eficazes

Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis. As instituições Executivas, Legislativas e Judiciárias também são um dos alvos da Agenda 2030. Em seu Objetivo 16, a Agenda prevê que os países combatam a corrupção, a impunidade, as práticas abusivas e discriminatórias, a tortura, bem como todas as formas de restrição das liberdades individuais.

17 – Parcerias e meios de implementação

Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável. Para que todos esses objetivos se tornem realidade, é importante que haja relações de parceria e cooperação entre as nações. Por isso, uma das metas da Agenda 2030 é que os países em melhores condições financeiras ajudem os “países em desenvolvimento a alcançar a sustentabilidade da dívida de longo prazo, por meio de políticas coordenadas destinadas a promover o financiamento, a redução e a reestruturação da dívida, conforme apropriado, e tratar da dívida externa dos países pobres altamente endividados para reduzir o superendividamento”.

Para que todos os objetivos sejam cumpridos é preciso esforço conjunto de todos os países, todas as empresas, instituições e sociedade civil. Vamos todos nos esforçar para isso!

Ana Cristina Campelo
Advogada e jornalista 
anacristina.campelo@jornaldr1.com.br

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Carlos Augusto | Opinião Notícias do Jornal

1º de maio: A decadência do movimento sindical

A partir do golpe de 1964, a ditadura militar decretou intervenção nos sindicatos, federações e confederações sindicais. Dominados pelos interventores (agentes do regime), o sindicalismo passou a ser controlado pelos aparelhos militares. Após 1965, o movimento sindical atuante é dominado pelo sindicalismo de resultado, ou seja, submisso à vontade dos patrões, atuando de forma assistencial na prestação de serviços assistenciais, médicos e jurídicos aos seus associados, inexistindo a atuação política, reivindicatória ou ideológica.

Durante os anos de chumbo impostos pela ditadura, empresários e dirigentes sindicais “pelegos” dominavam as estruturas do movimento sindical. Entretanto, no fim dos anos 70, a partir das mobilizações independentes dos trabalhadores, construindo movimentos de oposições sindicais, a pressão contra a intervenção e pela liberdade de organização fez com que várias entidades sindicais fossem resgatadas das mãos dos interventores. Com o considerável aumento da mão-de-obra assalariada no eixo Rio, São Paulo e Belo Horizonte e as péssimas condições de trabalho e baixos salários, acendeu o estopim das lutas por melhores salário e condições de trabalho.

Entre 1977 e 1988, o movimento sindical, já dominado por dirigentes ligados a partidos de ideologia socialista e de esquerda, organizou e mobilizou trabalhadores ao enfrentamento pelo fim da ditadura e pela abertura política, pela Anistia Ampla Geral e Irrestrita, pela volta dos exilados políticos, pela formação das centrais sindicais, com destaque da criação da CUT, pela nova constituinte e pela campanha “Das Diretas Já”, que culminou com o “Fora Collor”.

Foram anos de lutas e reconhecimento dos trabalhadores ao movimento sindical e às entidades sindicais, sua importância no cenário político nacional e seu fortalecimento, que perdurou até meados dos anos 90.

As comemorações do Dia do Trabalhador

Praticamente, durante todos esses anos, a partir dos anos 80, as comemorações do Dia do Trabalhador reuniam milhares de trabalhadores em todo o país, destacando as concentrações nas grandes capitais. Entretanto, após a eleição do sindicalista Lula à Presidência da República, a expectativa dos trabalhadores era de um governo verdadeiramente voltado aos interesses da classe trabalhadora, dos mais pobres e dos oprimidos pela selvageria do mercado capitalista.

Os trabalhadores depositaram em Lula todas as esperanças por dias melhores, o que não aconteceu. Pelo contrário, o que vivenciaram foi a total inoperância do movimento sindical, atado, oprimido pelas ordens palacianas, ditados pelo então presidente. Nunca na história do movimento sindical, nem nos tempos da ditadura, vimos representações dos trabalhadores tão acuadas e submissas à vontade da classe patronal. Foram 13 anos de imobilismo e “peleguismo” praticados por lideranças sindicais que outrora combateram a ditadura.

Esse “peleguismo” no movimento sindical de esquerda, surgiu nos governos do PT, principalmente quando diversas lideranças sindicais assumiram cargos palacianos. Hoje, temos um sindicalismo totalmente refém do patronato, imobilizado e sem força para reagir, pois não consegue reorganizar os trabalhadores para o enfrentamento, como ocorreu na reforma trabalhista que retirou diversos direitos garantido na CLT. Exemplo desse fiasco foram as comemorações desse 1º de Maio, que ficaram reduzidas às manifestações políticas dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma e Ciro Gomes, em pronunciamento televisivo.

Quanto às “lideranças” sindicais, estão mais preocupadas em se manter nos seus respectivos empregos, visto que são detentores de estabilidade no emprego. A que ponto chegamos!!!

Carlos Augusto (Carlão)
Jornalista, sindicalista e advogado

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Cinema Mulher Notícias do Jornal TV & Famosos

Gal Gadot revela que Joss Whedon, diretor de Liga da Justiça, ameaçou sua carreira

*Por Fabiana Santoro

Não é a primeira vez que Gal Gadot comenta sobre o comportamento abusivo de Joss Whedon, diretor de Liga da Justiça, nos bastidores da produção. Desta vez, a atriz que interpreta a aclamada Mulher Maravilha, deu mais detalhes sobre sua experiência pessoal contra o diretor. De acordo com a atriz, Joss Whedon teria ameaçado sua carreira.

Confira o trecho da de Gadot para o jornal israelense N1. [via Deadline]:

“Ele meio que ameaçou minha carreira e disse que se eu fizesse algo ele faria minha carreira miserável, e eu só lidei com isso”.  

Os motivos da briga envolvem falas e comportamentos da personagem Mulher Maravilha, em que a atriz Gal Gadot não concordava com o jeito que a super-heroína seria retratada em Liga da Justiça. Segundo uma testemunha da produção, Joss Whedon se pronunciou nos bastidores sobre estar cansado de lidar com os questionamentos de Gadot. “Ele disse que era o roteirista e que ela calaria a boca e falaria as falas, porque ele poderia fazer ela parecer incrivelmente burra no filme”. 

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Diário do Rio Jonathan Oliveira | E-Sports Jonathan Oliveira | eSports Notícias do Jornal Tecnologia

Call of Duty: redenção? (Parte 1)

Quem não conhece a franquia favorita de jogos de FPS denominado COD? Call of Duty é uma série de guerra, ação e tiro, em primeira pessoa, publicada desde sempre pela Activision. Hoje, o foco da matéria não é contar a história do jogo, e sim falar sobre o que vem acontecendo dentro do game, postura da publicadora e situações da empresa. Vamos lá!

Tudo começou lá trás, em 2003, com o primeiro jogo chamando apenas “Call of Duty”, com a temática da segunda guerra mundial, lançando primeiro para PC (Computador) e tendo uma ótima recepção pelas críticas como a Metacritic, com nota 91 de 100 (uma ótima nota!).

Até o terceiro jogo da franquia Call of Duty 3, o jogo se manteve no mesmo ambiente temático, recebendo ainda aclamações do público. Até então, o jogo decidiu ir para uma temática nova, para uma guerra mais moderna. Aí, veio o Call of Duty 4: Modern Warfare. Creio eu, o melhor jogo da franquia no quesito história, recebendo novamente 92 de 100 pela Metacritic e ganhando prêmio de melhor jogo do ano de 2007 na DICE Awards. E não podemos mentir: esse jogo foi muito bom!

Depois de estourar tanto, Call of Duty se manteve em um auge em que apenas Battlefield, seu maior concorrente, poderia bater de frente, criando assim uma fanbase enorme. Depois de sucesso de “Modern Warfare” e “Black Ops”. O jogo deu seu primeiro tiro no pé em 2013, com o Lançamento de Call of Duty: Ghosts… O jogo prometeu tanto a seu publico que seria um jogo inesquecível, mas realmente ninguém esquece o quanto foi ruim o game. Eu, particularmente, tenho os meus prós com relação ao game (curti bastante), mas não tiro a razão da galera que reclamava, pois era verdade.

Com esse sendo intitulado o pior jogo do COD, a publicadora Activision ganhou muita pressão do público e, com tentativas enormes de reconquistar o pessoal depois dessa catástrofe, só foi ficando mais tensa a situação. Logo depois de “Ghosts”, vieram “Advanced Warfare”, “Black Ops 3”, “Black Ops 4”, “Infinity Warfare”… Desastre atrás de desastre, até chegarmos a 2019.

Início de uma redenção?

E o que rolou em 2019? Podemos dizer que foi o maior reboot da história do Call of Duty. Não estamos falando da remasterização, e sim da franquia receber uma nova história do zero, sendo assim o início de um universo compartilhado que sinceramente abriu o “hype” de um mundo inteiro.

Em Call of Duty: Modern Warfare (2019), voltamos para a guerra moderna novamente? Sim, voltamos. E dessa vez o tiro foi nos concorrentes. Podemos dizer que foi uma obra prima, um jogo para o cenário atual com motor gráfico, qualidade, realismo bem surpreendente e multiplayer.

O jogo pegou elementos que fãs da franquia abraçaram nos games anteriores, como os personagens e a história. Foi um pouco retrabalhado isso, mas podemos viver esses momentos de novo em uma visão diferente e de qualidade bem impressionante. Esse foi o Call of Duty de 2019.

Jonathan Oliveira
Designer gráfico, fotógrafo e diagramador do Jornal DR1
jonathanoliveira@jornaldr1.com.br

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Leonardo DiCaprio aparece em primeira imagem de Killers of the Flower Moon; novo filme de Martin Scorsese

*Por Fabiana Santoro

Leonardo DiCaprio aparece ao lado de Lily Gladstone em primeira imagem revelada de Killers Of The Flower Moonpróximo trabalho de Martin Scorsese.

A foto foi divulgada pela Vanity Fair e mostra a dupla em um jantar. Confira:

Melinda Sue Gordon/Vanity Fair. (Foto: Divulgação)

O filme é uma adaptação do best-seller de David Grann, intitulado Assassinos da Lua das Flores.

Sendo a a sexta colaboração entre DiCaprio e Scorsese, a produção se passa nos Estados Unidos, década de 20. Depois da descoberta de petróleo sob o solo de suas reservas, membros da tribo Osage começam a ser assassinados. Quando o número de vítimas ultrapassa a segunda dezena, o recém-fundado FBI assume o caso com uma equipe secreta liderada por um antigo Ranger texano chamado Tom White (Jesse Plemons). A missão é se infiltrar na região lutando para adotar as mais recentes técnicas de investigação e começando a expor uma das conspirações mais frias da história dos Estados Unidos.

Killers of the Flower Moon ainda não possui não tem data de estreia. Leonardo DiCaprio interpretará Ernest Burkhart, sobrinho de um poderoso fazendeiro local, que será vivido por Robert De Niro.

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Grey’s Anatomy é oficialmente renovada para 18° temporada

*Por Fabiana Santoro

Grey’s Anatomy foi oficialmente renovada pela ABC a 18ª do programa. A emissora também confirmou que Ellen Pompeo, seguirá no papel de Meredith Grey.

Atualmente em sua 17ª temporada, a série acompanha a médica Meredith Grey, residente do fictício hospital cirúrgico Seattle Grace, em Seattle, Washington, o mais rígido programa cirúrgico de Harvard. A série é focada nela e seus colegas, e diversos problemas no hospital e na vida pessoal.

A 17° temporada da série procurou abordar os problemas atuais da situação do mundo, a Covid-19.

Meredith Grey na 17° temporada de Grey’s Anatomy. (Foto: Divulgação)

No Brasil, a série é transmitida pelo Sony Channel e pode ser assistida pela Netflix que contem tem 16 temporadas do programa no catálogo.

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Diário do Rio Jonathan Oliveira | E-Sports Jonathan Oliveira | eSports Notícias do Jornal Tecnologia

League of Pain

Pain Gaming é uma organização de eSports brasileira fundada pelo ex pro-player Arthur “Paada”, com foco inicial em campeonatos de Dota, que se iniciaram em 2010. Hoje, a equipe atua em vários cenários do esporte eletrônico, como Counter-Strike, Global Offensive, Rainbow Six Siege, Hearthstone, Free Fire e, nosso foco de hoje, League of Legends.

A Pain foi a primeira equipe profissional de LoL no Brasil, sendo iniciada no final de 2011, quando ainda não tinha nenhum servidor no país. A história de campeão do Brasil começou mesmo em 2013, com o elenco de Fábio “Venom”, Thúlio “SirT”, Gabriel “Kami”, Felipe “brTT” e Martin “Espeon”. Antes até dessa formação, foram dispensados “MiT” e “Tittu”.

Nesse mesmo ano, a equipe participou do Campeonato Brasileiro de League of Legends e venceu a CNB eSports em uma MD5 (melhor de 5) em 3 a 1, conquistando o seu primeiro titulo brasileiro. Depois, o grupo se tornou a primeira equipe brasileira a jogar no exterior.

Em 2015, afirmamos que foi o ano que ninguém conseguia mais parar a Pain Gaming. Eram os imbatíveis, e o próprio time era o tão sonhado “Dream Team”. Quem não vibrava com os jogos clássicos da Pain naquele ano? Parecia que ninguém mais iria conseguir pará-los.

Foi um ano de glória. Conquistaram o bi-campeonato brasileiro e foram para o Desafio Internacional, se classificando para o Mundial de League of Legends. Não foram campeões do mundo, mas pode ter certeza que aquele foi o ano de orgulho para o cenário brasileiro. A equipe não passou da fase de grupo, mas ver aquele time chegando e derrotando um time forte no mundial foi o suspiro de alivio.

A queda e a redenção

Em 2016, houve reformulações no time e o tão esperado Dream Team não se manteve. Em 2017, teve outra reformulação e, mesmo chegando à final dos campeonatos, a equipe não conseguiu vencer, ficando assim em vice.

Em 2018, o coração do torcedor apertou: a Pain Gaming foi rebaixada para o Circuito Brasileiro, que é a segunda divisão do campeonato. Com lutas e lutas, a equipe conseguiu se recuperar.

Finalmente de volta a primeira divisão, 2020 foi um ano em que os torcedores acreditavam que a Pain, a qualquer momento, poderia voltar a ser a grande do Brasil novamente.

Mesmo não tendo títulos em 2020, a equipe respirou e trouxe emoção aos nossos corações em 2021. O desempenho maravilhoso de Thiago “Tinowns” foi o suspiro, a redenção. Outro jogador, brTT, com sangue de ter mais um titulo na sua conta, enfrentando criticas e usando isso como combustível, chegou lá finalmente. Com vocês, a campeã da primeira etapa do Campeonato Brasileiro de League of Legends de 2021: PAIN GAMING!

Jonathan Oliveira
Designer gráfico, fotógrafo e diagramador do Jornal DR1
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