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Marcelo Melo vence e vai à final de duplas do ATP de Lyon neste sábado

Dá Agência Brasil

O mineiro Marcelo Melo e o argentino Maximo Gonzales emplacaram a terceira vitória seguida no ATP 250 de Lyon (França) e vão disputar o título de duplas neste sábado (22), em horário ainda a ser definido. Após 1h32m de embate acirrado, Melo e Gonzales levaram a melhor sobre os parceiros Aleksandr Nedovyesov (Cazaquistão) e Aisan-Ul-Haq (Paquistaão): vitórias por 2 sets a 0 (parciais de 7/5 e 6/4).

Na decisão do título de Lyon – torneio preparatório para o tradicional torneio de Roland Garros que começa domingo (22) – Melo estará frente a frente com o croata Ivan Dodig, com quem o brasileiro já formou parceria, inclusive nesta temporada. Dodig e o norte americano Austin Krajiec avançaram à final após vitória tranquila sobre o norte-americano Max Schnur e o neozelandês Artem Sitak por 2 a 0 (6/1 e 6/2).

A final será a 67ª na carreira de Marcelo Melo, que soma 35 conquistas, recorde brasileiro de títulos que divide com o conterrâneo Bruno Soares. Nesta temporada Melo vem somando vitórias ao lado de Dodig (dois ATP 250 de Adelaide, um no Australian Open e um no Masters 1000 de Miami), do alemão Alexander “Sascha” Zverev (duas no Masters 1000 de Monte Carlo) e com o argentino Gonzales (três no ATP de Lyon).

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Ano VI, Número 147 – 21 a 27 de Maio de 2022

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Tecnologia pode reduzir em 40% uso de energia na construção até 2050

O Ministério da Minas e Energia (MME) lançou na última quinta-feira (19) um estudo que visa a estimular a discussão e o uso de tecnologias de eficiência energética no setor de edificações por meio da adoção de procedimentos de digitalização. Essas ferramentas podem ser usadas durante todo o ciclo de vida de um edifício. De acordo com o estudo, essa possibilidade de redução no consumo de energia no setor de construção pode chegar a 40% até 2050, o que representaria um ganho total de 161 TeraWhatts (TWh).

Esse valor, segundo o diretor do Departamento de Acompanhamento Energético do MME, Carlos Alexandre Pires, é comparável ao consumo anual de eletricidade de cerca de 3.360 mil domicílios e equivale a 815 mil toneladas de carbono (tCO2) de emissões evitadas, ajudando o país a cumprir as metas acordadas para redução de gases do efeito estufa.

“As ferramentas digitais podem contribuir para a eficiência energética durante todo o ciclo de vida de um edifício, considerando a fase pré-operacional, na fabricação dos materiais, e as fases de projeto, de construção e de operação do edifício”, disse Pires durante a videoconferência para lançamento da pesquisa. “A digitalização nessas fases da edificação é fundamental para o alcance das metas climáticas na construção. Ativando potenciais para a redução de carbono, embutidos nos materiais e nos processos de construção”, acrescentou.

O estudo Digitalização e eficiência energética no setor de edificações no Brasil foi realizado em cooperação com o governo alemão e analisou 20 soluções digitais que podem contribuir para a eficiência energética durante todo o ciclo de vida de uma edificação.

Estas soluções passam pela adoção de tecnologias de gestão e automação; programas computacionais de modelagem dos edifícios; tecnologias de gerenciamento e segurança dos dados, usadas desde o desenho e modelagem dos edifícios aumentando o desempenho energético da edificação por anos, como a orientação solar, sistemas de ventilação, envoltória, dentre outros.

Além disso, a digitalização dos processos de construção pode impulsionar a padronização de componentes e processos de construção associada a medidas de eficiência.

Entre os casos analisados pelo estudo está o da construção de um condomínio residencial no bairro do Catumbi, no Rio de Janeiro, no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida, com apartamentos variando de 46,21 m² a 43,46 m².

Alterações, obtidas após simulações na fase de projeto, levaram a mudanças na orientação dos prédios que, aliada à forma alongada dos blocos, resultaram em um favorecimento da ventilação natural. Também houve melhor orientação dos ambientes, como quartos, banheiros, cozinhas e salas; a inclusão de varandas para sombreamento da fachada; aumento do tamanho das esquadrias para aumentar a iluminação natural; instalação de sistema de aquecimento solar de água; e o isolamento térmico da cobertura (manta refletiva).

Essas e outras alterações resultaram em um incremento de eficiência energética de 1.776 kWh/ano (considerando o edifício multifamiliar como um todo) ou uma redução de 3,13% na comparação com o modelo anterior.

Outro exemplo é o de um edifício corporativo, no bairro Vila Olímpia, em São Paulo, com área construída de 257.799 m². As medidas para aumentar a eficiência energética foram adotadas pensando desde a fase de projeto até o uso do imóvel, como a implantação de sistema de gestão predial (BMS) na fase de operação; sistema de iluminação interna de elevada eficiência e envidraçamento de alto desempenho térmico e com baixo fator solar, que resultaram em uma redução no consumo de energia 49,9%.

O documento também traça três cenários para o incremento de ferramentas de digitalização no segmento de edificações, que compreende os setores residencial, comercial e público: um mais lento, um moderado e outro de rápida inserção da digitalização.

Segundo o estudo, esses cenários podem ser agravados pela continuidade da crise econômica e com baixo crescimento da economia e outros fatores, como a implementação das diversas políticas públicas setoriais de forma descoordenada, sem sinergia entre os órgãos competentes; inexistência de linhas de crédito específicas para a implementação de soluções digitais nas edificações, a falta de definição precisa de papéis e responsabilidades em relação ao uso e garantia de equipamentos incorporados à edificação.

Em um cenário mais lento de digitalização, o documento aponta que o ganho de eficiência energética é baixo, situando-se em níveis inferiores a 10% do total de 161 TWh até 2050. Isso é comparável ao consumo anual de eletricidade de até cerca de 840 mil domicílios, e equivalendo a emissões evitadas da ordem de 200 mil tCO2.

Em um cenário moderado, o potencial de eficiência energética decorrente da digitalização atinge patamares de 20 a 30% do total de 161 TWh até 2050, comparável ao consumo anual de eletricidade de até cerca de 2.520 mil domicílios, e equivalendo a emissões evitadas da ordem de 610 mil tCO2.

Já o potencial de eficiência energética, decorrente da digitalização rápida, atinge níveis de 30 a 40% do total de 161 TWh até 2050, comparável ao consumo anual de eletricidade de até cerca de 3.360 mil domicílios, e equivalendo a emissões evitadas da ordem de 815 mil tCO2.

“A digitalização no segmento de edificações é implementada em ritmo rápido no país, sendo fortemente induzida pelo Estado, com ampla participação de investimentos privados e adoção acelerada de tecnologias digitais. Abrange todas as tipologias de edificações, em função da efetiva integração entre os diversos mecanismos institucionais e regulatórios voltados para digitalização, eficiência energética e habitação”, diz o documento.

 

 

Agência Brasil

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Ministério da Economia mantém previsão do PIB em 1,5%

Dá Agência Brasil

O governo federal alterou para cima a previsão da inflação deste ano. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que em março era estimado em 6,55% para o ano, agora teve a previsão elevada para 7,9%. A estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) subiu de 6,7% para 8,10%, e a do Índice Geral de Preços (IGP-DI), de 10,01% para 11,4%. A estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 1,5%. Os dados, divulgados hoje (19), são do Boletim Macro Fiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia.

Para 2023, o governo federal manteve também a previsão do PIB e aumentou a da inflação. O PIB, segundo a estimativa, deverá fechar 2023 com alta de 2,5% (a mesma previsão do último boletim, divulgado em março). Já o IPCA deverá encerrar 2023 em 3,6% (a previsão de março era alta de 3,25%); o INPC, em 3,7% (3,5% era a estimativa em março); e o IGP-DI, em 4,57% (4,42%).

“A expectativa para a taxa de inflação [IPCA] aumentou de 6,55% para 7,90% em 2022 e de 3,25% para 3,60% em 2023. A partir de 2024, espera-se convergência da inflação [IPCA] para a meta de 3%. Em relação ao INPC, a projeção para 2022 elevou-se de 6,70% para 8,10%”, diz o texto do documento.

Segundo o boletim, a melhora no desempenho do PIB brasileiro tem ocorrido em razão da retomada no setor de serviços e ampliação dos investimentos, o que, de acordo com o documento, tem refletido na recuperação do mercado de trabalho. O texto destaca que o setor de serviços cresceu 1,8% no primeiro trimestre de 2022, atingindo o maior patamar desde maio de 2015.

“A estimativa de crescimento do PIB brasileiro para 2022 foi mantida em 1,5%. De 2023 em diante, as estimativas permaneceram em 2,5%. Desde março, em linha com as projeções da SPE, pode-se notar uma revisão altista das expectativas de mercado para a atividade econômica”, diz o texto.

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Museu da Justiça e Grupo Mulheres do Brasil realizam evento Portas Abertas

O Grupo Mulheres do Brasil realizou, na manhã de hoje, no Museu da Justiça, no Centro do Rio, o evento ‘Portas Abertas’ com o objetivo de obter mais adesões e explicar os detalhes sobre o trabalho do grupo. A maior adesão visa atrair novas mulheres para comporem esse grupo, ajudando no fortalecimento e enfrentamento em relação ao problema da violência doméstica, além de outros pontos conexos, os quais parecem não ter fim. Foi a primeira edição do evento na modalidade presencial. Até então, o grupo estava se encontrando apenas de maneira online.

A equipe do Jornal DR1 esteve no Museu de Justiça a fim de realizar a cobertura do encontro, que contou com a apresentação do Grupo pelas líderes do núcleo Rio de Janeiro (Inês Rocha, Ana Sophia Tiburcio e Ariane Trevisan). Em seguida, ocorreu uma palestra ministrada pela desembargadora Andréa Pachá e, por fim, uma visita guiada pela exposição inaugurada “Presenças Invisíveis”.

O Grupo Mulheres do Brasil foi criado em outubro de 2013 por 40 mulheres executivas de diferentes setores. Sob a liderança da empresária Luiza Helena Trajano, presidente da organização, almeja ser o maior bloco de mobilização política suprapartidária do Brasil.

Entre suas frentes de atuação estão: educação, saúde, empreendedorismo feminino, combate à violência contra a mulher e igualdade racial. Atualmente, o grupo contém mais de 100 mil participantes em 151 núcleos- 112 nacionais e 39 no exterior -em países como: França, Espanha, Colômbia e Estados Unidos. Suas integrantes são mulheres de diferentes classes, origens e profissões, as quais lutam por um país mais justo e com igualdade de oportunidades para homens e mulheres.

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Estado do Rio registra mais de 1,3 mil casos de preconceito em 2021

No ano passado, o estado do Rio de Janeiro registrou 1.365 ocorrências de injúria por preconceito. A maior parte das vítimas, 1.036, é negra. Os dados, divulgados hoje (18), são do Painel Discriminação do Instituto de Segurança Pública (ISP).

As ocorrências são relacionadas à discriminação contra indivíduos ou grupos em razão de sua etnia, raça, cor, classe social e sexualidade ou por intolerância religiosa. De acordo com os dados, 56% das vítimas por injúria de preconceito são mulheres negras.

O levantamento mostra ainda que, em 2021, 166 pessoas sofreram preconceito de raça, cor, religião, etnia, procedência nacional e LGBTIfobia (preconceito contra lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais). Em 2020, foram 144 casos.

Foram registrados, também em 2021, 33 casos por ultraje a culto, que é a ridicularização pública, o impedimento ou a perturbação de cerimônia religiosa.

Denúncias

O ISP esclarece que, judicialmente, a diferença é que a injúria por preconceito é o ato de discriminar um indivíduo em razão da raça, cor, etnia, religião ou origem. Já o preconceito de raça, cor, religião, etnia e procedência nacional tem por objetivo a inferiorização de todo um grupo étnico-racial e atinge a dignidade humana.

Tais crimes podem ser denunciados em qualquer delegacia. O estado do Rio de Janeiro conta ainda com a Delegacia de Combate a Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), especializada no atendimento de vítimas de racismo, homofobia e intolerância religiosa. A unidade funciona na Rua do Lavradio, 155, centro da cidade.

Os registros também podem ser feitos pela Delegacia Online da Secretaria de Estado de Polícia Civil.

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Boxe: Bia Ferreira atropela italiana e vai à final do Mundial feminino

Dá Agência Brasil

Atual campeã mundial de boxe feminino na categoria até 60 quilos, Beatriz Ferreira vai decidir o título outra vez. Na quarta-feira (18), a baiana se classificou à final da competição, em Istambul (Turquia), ao vencer a italiana Alessia Mesiano por decisão unânime dos cinco árbitros, depois de três rounds.

A brasileira enfrenta na sexta-feira (21) a norte-americana Rashida Ellis, valendo o bicampeonato mundial. As finais começam a partir das 12h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo no Canal Olímpico do Brasil.

Bia foi superior a Mesiano desde o início do combate. No segundo round, a baiana encaixou um cruzado de esquerda que fez a arbitragem paralisar a luta e abrir contagem, mas a italiana, campeã mundial em 2016, seguiu de pé. A rival tentou ser mais agressiva nos três minutos finais, mas cedeu espaços para a brasileira contra-atacar e manter o domínio.

O confronto entre Bia e Ellis reedita a semifinal do último Mundial, disputado em 2019, na cidade russa de Ecaterimburgo. Na ocasião, a brasileira venceu com decisão favorável de quatro dos cinco jurados. Elas também duelaram, em abril deste ano, na final do Campeonato Continental das Américas, em Guayaquil (Equador), novamente com triunfo da baiana.

“Naka” assegura 1ª medalha

Na semifinal da categoria até 52 quilos do Mundial, a pernambucana Caroline de Almeida não resistiu à indiana e Nikhat Zaaren e perdeu por decisão unânime dos árbitros. Como não há disputa de terceiro lugar no boxe, a brasileira, conhecida pelo apelido “Naka”, assegurou o bronze, primeira medalha do país na edição de Istambul.

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Doação de leite humano só atende metade da demanda no Brasil

Com o total de 225 bancos de leite e 217 pontos de coleta espalhados por todo o país, o Brasil é referência internacional em doação de leite humano, utilizado principalmente para alimentar bebês prematuros e de baixo peso internados em leitos neonatais. Apesar da complexa rede instalada, os volumes doados só atendem cerca de 55% de toda a demanda, ou seja, pouco mais da metade da necessidade real. Para ampliar os estoques, o Ministério da Saúde lançou na última terça-feira (17) mais uma edição da Campanha Nacional de Doação de Leite Humano.

De janeiro a dezembro de 2021, foram distribuídos 168 mil litros de leite para 237 mil recém-nascidos, um aumento de 7% em relação ao ano anterior. No entanto, cerca de 340 mil bebês prematuros ou de baixo peso nascem todos os anos no país, o que corresponde a 12% do total de nascidos vivos. Por isso, os estoques dependem de mais doação.

Este ano, a meta da campanha é ampliar em 5% a oferta de leite materno a recém-nascidos internados nas unidades neonatais do país. O tema deste ano é “Doe Leite materno e receba a gratidão de uma vida”.

A partir desta quinta-feira (19), quando se celebra o Dia Nacional de Doação de Leite Humano, a campanha iniciará a veiculação de propagandas nos meios de comunicação para sensibilizar possíveis doadoras.

“Os bebês amamentados com leite humano têm mais chances de recuperação, de altas mais precoces. E isso representa uma economia para o Sistema Único de Saúde (SUS), menos uso de antibióticos”, destacou a coordenadora da Saúde da Criança do Ministério da Saúde, Janini Ginani.

Segundo a pasta, cerca de 200 mililitros de leite podem alimentar até dez recém-nascidos.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostram que cerca de 6 milhões de vidas são salvas por ano com a ampliação das taxas de amamentação até o sexto mês de vida. Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite materno, basta estar saudável e não tomar nenhum medicamento que interfira na amamentação.

No Brasil, a proporção nas doações de leite é de uma mulher doadora para cada 12 mulheres assistidas. Nos últimos 22 anos, mais de 3,2 milhões de bebês receberam leite materno doado no país.

 

 

Agência Brasil

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Veja os principais erros que levam a Malha Fina

O prazo de entrega da DIRPF — Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda 2022, ano base 2021, foi adiado para o fim de maio, mas mesmo assim continua um dos maiores medos dos contribuintes é a Malha Fina.

“O contribuinte realmente deve se preocupar em não cair na malha fina, pois essa se refere ao processo de verificação de inconsistências da declaração do imposto IRPF. Assim, caso o sistema da Receita Federal perceba alguma informação está errada, separa a declaração para uma análise mais apurada. Caso perceba erros, chama o contribuinte para ajustes ou até mesmo inicia investigações e cobra de atrasados e multas”, explica o diretor executivo da Confirp Contabilidade Richard Domingos.

A malha fina é praticamente uma “peneira” para os processos de declarações que estão com pendências, impossibilitando a restituição ou processamento das declarações que possui tributo a pagar.

“Para evitar a malha fina, é interessante que o contribuinte inicie o quanto antes o processo de elaboração da declaração, pois poderá fazer com mais calma, buscando documentos que faltam e ajustando possíveis inconsistências”, recomenda o diretor da Confirp.

Analisando as estatísticas de retenção de declaração em malha dos últimos anos, e tomando como base as 869.302 declarações que ficaram retidas em 2021, é possível detectar que os erros mais frequentes são:

  • omissão de rendimentos sujeitos ao ajuste anual (41,4%);
  • erros nas deduções da base de cálculo (30,9%);
  • divergências no valor de IRRF entre o que consta em Dirf e o que foi declarado pela pessoa física (20%).

Lembrando que pode ser que uma declaração fique presa por mais de um motivo simultaneamente. Mas, para exemplificar e facilitar a vida dos contribuintes.

Veja os10 principais pontos que podem levar à essa situação:

1 – Não lançar na ficha de rendimentos tributáveis de pessoa jurídica, os rendimentos de:

Resgate de previdências privadas, quando não optantes pelo plano regressivo de tributação;

Do trabalho de empresas que o contribuinte tenha trabalhado durante o ano de 2021;

Do trabalho referente a dependentes tais como: aposentadoria de pais, avós e bisavós, rendimentos de estágio de filhos e enteados, etc;

Valor do rendimento isento excedente a r$ 24.751,74 referente a aposentadoria e pensões de contribuintes com mais de 65 anos.

2 – Não lançar na ficha de rendimentos tributáveis de pessoa física, os rendimentos de:

Pensão alimentícia recebida recebidas em decorrência de acordo ou sentença judicial ou escritura pública, do titular ou dos dependentes;

Aluguel recebido de pessoas físicas;

3 – Não abater comissões e despesas relacionadas a aluguéis recebidos na ficha de rendimentos recebidos de pessoas físicas ou na ficha de rendimentos recebidos de pessoa jurídica;

4 – Lançar na ficha de pagamentos efetuados na linha previdência complementar valores pagos a previdência privada do tipo VGBL, apenas PGBL é dedutível do imposto de renda;

5 – Deixar de relacionar na ficha de pagamentos efetuados os valores reembolsados pela assistência médica, seguro saúde ou outros, referente a despesa médica ou com saúde do contribuinte ou dependentes;

6 – Lançar na ficha de pagamentos efetuados valores de despesas com médica ou com saúde (ainda que pago pelo titular ou dependente) de pacientes que não estejam relacionados na declaração de imposto de renda;

7 – Não preencher a ficha de ganhos de renda variável se o contribuinte ou seus dependentes operaram em bolsa de valores;

8 – Relacionar na ficha de pagamentos efetuados pagamentos feitos como pensão alimentícia sem o amparo de uma decisão judicial, ou acordo judicial ou acordo lavrado por meio de escritura pública;

9 – Lançar os mesmos dependentes quando a declaração é feita em separado pelos cônjuges ou ex-cônjuges, companheiros ou ex-companheiros;

10 – Lançar como despesa de plano de saúde valores pagos por empresas a qual o contribuinte ou dependente é funcionário ou sócio sem que o mesmo tenha feito o reembolso financeiro à referida empresa;

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Empresa abre 30 vagas de emprego e aposta na diversidade regional

A crise na geração de empregos no país parece não se refletir em alguns setores da economia. Responsáveis por detalhar, para o mercado varejista, o potencial de consumo de determinadas localidades, e assim fornecer dados precisos para abertura de um negócio, as empresas de geomarketing estão em busca de mão de obra para fazer frente ao crescimento desse tipo de demanda. A Geofusion, uma das maiores neste segmento, pretende dobrar, até final deste ano, o número de funcionários. A ideia é contratar profissionais de diversas regiões do país, dentro do modelo home office, para que atuem justamente em suas cidades de origem.

Para a Head de Pessoas e Cultura da Geofusion, Aila Rodrigues, o objetivo da empresa, sediada em São Paulo, é atender à demanda crescente dos clientes e, ao mesmo tempo, criar um vínculo maior com a diversidade regional do varejo brasileiro.

– Além dos dados que produzimos e estudamos, precisamos do olhar local para observar mais de perto potencialidades que podem fazer diferença numa análise. O investimento na diversidade é um fator essencial no trabalho que desenvolvemos aqui. Precisamos, cada vez mais, ter um olhar mais condizente com as realidades díspares do nosso país, ainda mais quando estamos falando de varejo — explica Aila.

A Geofusion conta, atualmente, com 30 vagas abertas, em cargos como Analista de Dados e Mercado Júnior, Engenheiro de Dados Pleno, Engenheiro de Dados Sênior, Analista de Dados Junior, Desenvolvedor Frontend Pleno, Desenvolvedor Backend Sênior, Analista de Suporte Pleno, Customer Success Manager Júnior, Analista de Marketing de Produto Sênior, Cientista de Dados de Produto, Product Designer, Analista Financeiro JR/PL, Gerente de Negocios Junior, Gerente de Negócios Sênior, Data Product Manager e Estágio em Machine Learning .

– Temos profissionais distribuídos por 49 localidades diferentes, incluindo capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Aracaju, Salvador e Curitiba, e em cidades como São Gonçalo (RJ), Campinas (SP), Governador Valadares (MG), Maringá (PR), Paço do Lumiar (MA), entre outras — revela a Head da Geofusion.

Em 2022, a empresa já conta com pessoas contratadas em localidades como Jequié (BA), São Luís (MA), Cabo de Santo Agostinho (PE), Guanambi (BA), Belo Horizonte, Curitiba, São Gonçalo (RJ) e Salvador.

– Esse modelo já está dando resultado positivo, sua ampliação acontece naturalmente e vem agregando muito à empresa. Não se trata apenas de uma expansão devido às condições do mercado, que obviamente permitem que haja esse movimento, mas de trazer uma riqueza maior de informações, olhares e costumes necessários para entendermos de forma mais completa o comportamento do consumidor dentro de um país continental e tão diverso – avalia Aila.