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Carioca vence Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica

Filha de russos e com a maior parte da família nascida nesse país europeu, Arina Leontieva, de 14 anos, tem dois tios-avós que são

Foto: Divulgação

engenheiros espaciais. Um lança-foguetes especiais no Baikonur, no Cazaquistão, e outro projetou o foguete Energiya para o shuttle russo Buran.

Neste ano, a jovem conquistou dois resultados que, certamente, encheram de orgulho a família: a medalha de ouro na OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia) e a de bronze na MOBFOG (Mostra Brasileira de Foguetes).

Foi a primeira vez que participei dessas competições. E fui Indicada para as seletivas para as Olimpíadas Internacionais de Astronomia de 2022 – conta Arina.

A primeira das três provas seletivas será no dia 19 de setembro. Estou assistindo às aulas recomendadas pelos organizadores no canal deles no YouTube. Na verdade, é um curso de Astronomia bem resumido, que exige conhecimento bem avançado de Matemática, Geometria e Física.

Mas o ótimo resultado na competição não significa que Leontieva vai seguir os mesmos passos dos tios-avós. Mesmo porque Arina tem outros dons, como o desenho.

Têm muitas outras coisas que me interessam, inclusive na área de natureza. Será difícil escolher uma entre elas.

Em março deste ano, Arina passou a estudar no Colégio Franco-Brasileiro. E está feliz lá:

O Franco é um ótimo colégio que estimula seus alunos a competir. Quanto à língua francesa, o colégio é o top, ensino sério e de verdade.

Na OBA e na MOBFOG, o Franco ganhou, ao todo, 13 medalhas: 6 ouros, 3 de prata e 4 de bronze.