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Rio: Operação Estrada Segura combate crimes na BR-101, em São Gonçalo

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Policiais civis da 74ª delegacia de polícia (DP) de Alcântara e agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizam hoje (21), a segunda fase da Operação Estrada Segura, contra crimes cometidos na BR-101, na altura do município de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Riode Janeiro.

De acordo com a Secretaria de Estado da Polícia Civil do Rio de Janeiro (Sepol), os policiais foram para as ruas cumprir mandados de prisão contra suspeitos de roubos de cargas e outros criminosos “envolvidos em assaltos com privação de liberdade, roubos de veículos, crimes de extorsão, tráfico e associação ao tráfico de drogas”.

A Sepol informou que investigações da 74ª DP, com auxílio da PRF, determinaram os alvos dos mandados.

Um homem apontado como controlador do tráfico na comunidade de Guaxindiba, em São Gonçalo, está entre os procurados. Contra ele, há dois mandados. As investigações indicaram que o traficante faz loteamento de terrenos e expulsa moradores que não aceitam pagar a quantia imposta pela área, que pode variar de R$ 3 mil a R$ 5 mil. “Quem não aceita pagar por esses valores é expulso de sua casa ou tem seu terreno invadido”, completou a Sepol. Apurações mostraram ainda que o criminoso é um dos autores do duplo homicídio que vitimou a mulher que negociava os terrenos e seu marido.

Outro objetivo da operação é retirar veículos irregulares usados nos deslocamentos dos bandidos, reprimir a ação de mototaxistas associados ao tráfico de drogas e remover barricadas que possam impedir o direito de ir e vir dos moradores da região.

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Suspeitos de integrar quadrilha que furtava apartamentos na Zona Sul do Rio são presos

Policiais civis da 14ª DP (Leblon) prenderam três pessoas em flagrante e apreenderam um adolescente suspeitos de integrar uma organização criminosa que furtava apartamentos na Zona Sul da capital.

Segundo a polícia, a quadrilha é do estado de São Paulo e foi capturada quando retornava para sua terra de origem. Conforme os agentes, os criminosos furtavam dinheiro, joias, relógios de luxo e demais bens de valor das vítimas.

Após levantamento de informações e investigações, a equipe da 14ª DP apurou que os integrantes da organização estariam em um veículo retornando para São Paulo. Os policiais monitoraram os criminosos e desencadearam a operação. O automóvel foi identificado e interceptado, e os acusados acabaram presos.

A quadrilha estava com uma chave de fenda e um alicate de pressão, instrumentos utilizados para arrombar as portas dos apartamentos. Por meio de imagens de segurança, os investigadores também descobriram que os bandidos participaram de um furto em uma residência, em Ipanema, ocorrido no dia 4 de junho deste ano.

Os integrantes da quadrilha foram encaminhados para o sistema prisional e ficarão à disposição da Justiça.

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Chefe da principal milícia do Rio morre em confronto com a polícia

Da Agência Brasil

Morreu neste sábado (12) o miliciano Wellington da Silva Braga, o Ecko, considerado o principal chefe de milícia do estado do Rio de Janeiro. Ele foi baleado em confronto durante operação da Polícia Civil e foi socorrido, mas acabou não resistindo.

Ecko foi preso na casa de parentes, na localidade de Três Pontes, em Paciência, zona oeste do Rio, região controlada por sua milícia. A Polícia Civil chegou a divulgar uma foto de Ecko deitado, de olhos abertos, ainda vivo, com uma perfuração abaixo do coração, logo após sua captura.

A polícia tinha informações de que ele iria visitar a família e deflagrou a operação, batizada de Dia dos Namorados. Além de dominar os bairros da zona oeste, a quadrilha do miliciano também estava se expandindo para a Baixada Fluminense.

Os milicianos controlam o transporte clandestino, a entrega de botijões de gás, serviços de TV e internet e também cobram a chamada taxa de segurança dos moradores e comerciantes, obrigados a pagar parcelas semanais ou mensais para que não sejam ameaçados pela milícia.

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Polícia prende quadrilha especializada em roubo de joalherias

Policiais civis da 28ª DP (Praça Seca) prenderam em flagrante, na quinta-feira (10), cinco integrantes de uma quadrilha especializada em roubo de joalherias. Segundo as investigações, o grupo é do estado do Paraná e teria participado de um assalto em Curitiba, em abril deste ano. Na ação, foram levadas joias avaliadas em R$ 750 mil.

Nos últimos dias, agentes da 28ª DP obtiveram informação de que a quadrilha havia se deslocado do Paraná ao Rio de Janeiro para vender as joias a membros da maior facção criminosa do estado. Parte do grupo teria ido, na quarta-feira (9), para a comunidade Parque União, no Complexo da Maré, na Zona Norte, enquanto os demais foram para um hotel no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste.

A abordagem foi feita no momento em que os integrantes do grupo se reuniram no hotel. Os policiais encontraram, em um dos veículos usados pelos criminosos, joias avaliadas em R$ 450 mil. De acordo com os agentes, uma das presas era ex-funcionária da joalheria. Houve, ainda, a apreensão de uma adolescente, de 17 anos.

Os criminosos presos – quatro homens e uma mulher – vão responder por associação criminosa, receptação qualificada, resistência e corrupção de menores.

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PMs envolvidos em ação que terminou com morte de jovem grávida são afastados das ruas

Da Agência Brasil

Os 12 policiais militares envolvidos na ação que terminou com a morte da designer de interiores Kathlen Romeu, de 24 anos, grávida de quatro meses, que foi atingida por um tiro do tórax, na terça-feira (8), foram afastados das ruas. A jovem foi baleada durante um confronto entre policiais militares e suspeitos de tráfico de drogas na comunidade do Lins de Vasconcelos, na zona norte da cidade.

A informação sobre o afastamento dos policiais foi divulgada pela Secretaria de Estado de Polícia Militar, que também havia divulgado anteriormente que, em paralelo às investigações da Polícia Civil, a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) instaurou um procedimento apuratório para averiguar as circunstâncias do fato”. Ainda conforme a secretaria, as armas utilizadas pela equipe foram apreendidas e levadas à delegacia.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro ouve nesta sexta (11) os pais e a avó de Kathlen Romeu. A mãe dela, Jackelline Lopes, o pai, Luciano Gonçalves, e a avó, Sayonara Fátima, chegaram pouco depois das 10h, na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), na Barra da Tijuca, unidade que instaurou inquérito para investigar a morte da designer de interiores. O namorado de Kathlen e pai da criança que ela carregava, Marcelo Ramos, também deve ser ouvido nesta sexta-feira.

Segundo a Secretaria de Estado da Polícia Civil (Sepol), já foram ouvidos cinco dos 12 policiais militares que estavam na comunidade e participaram da ação.

Os agentes da Delegacia de Homicídios apreenderam as armas usadas no confronto, sendo 10 fuzis calibre 7.62, dois fuzis calibre 5.56 e nove pistolas. A Sepol informou que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) indicou que a jovem foi atingida por um tiro de fuzil, que entrou o tórax e não ficou alojado. “As diligências continuam, para esclarecer todos os fatos e identificar de onde partiu o tiro que atingiu a jovem”, completou a Polícia Civil.

MPRJ

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) faz uma apuração própria do caso. A 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro instaurou Procedimento Investigatório Criminal para investigar, de forma independente, os fatos que causaram a morte de Kathlen Romeu.

Além disso, o Ministério Público apura se houve crime militar. “A Promotoria de Justiça junto à Auditoria Militar do MPRJ informou que também instaurou procedimento  para apurar eventual crime militar relacionado ao caso. A promotoria informou ainda ter acionado a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro requisitando a instauração de Inquérito Policial Militar.”

 

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PF faz operação para combater tráfico de criança para adoção ilegal no Rio

Da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta sexta-feira (11) a operação Kinder para reprimir o tráfico internacional de pessoa para adoção ilegal. A ação cumpre mandado de busca e apreensão, expedido pela 4ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, em uma residência no bairro de Anchieta, zona norte da capital fluminense, onde mora a mãe de uma criança recém-nascida traficada.

As investigações começaram no dia 24 de agosto de 2020 e, segundo a PF, indicaram “associação de esforços entre os participantes do esquema criminoso para viabilizar o registro ideologicamente falso de criança recém-nascida, de forma a constar como pai biológico um cidadão angolano, com cidadania portuguesa mas residente na Alemanha”. A PF informou que também foi possível comprovar que a criança deixou o Brasil no dia 11 de fevereiro, quando foi levada para a Alemanha.

Agora, por meio da Cooperação Jurídica Internacional, os policiais federais vão levar o resultado das investigações às autoridades alemães.

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Rio: Três policiais são indiciados por envolvimento na morte de adolescente em 2020

Da Agência Brasil

Três policiais civis foram indiciados pela morte do jovem João Pedro Matos Pinto, de 14 anos, baleado em maio do ano passado, durante uma operação da Coordenadoria de Recursos Especiais, a força de elite da Polícia Civil. O adolescente e outros amigos estavam em uma casa, no município de São Gonçalo, que acabou invadida e atingida pelos disparos efetuados pelos policiais, na busca por traficantes.

A informação sobre o indiciamento dos agentes foi divulgada, em nota, pela própria Polícia Civil. “A Polícia Civil do Rio de Janeiro responsabilizou três policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais pela morte do adolescente João Pedro, ocorrida no dia 18 de maio de 2020, em Itaoca, São Gonçalo. Para a autoridade policial que presidiu o fato, os policiais agiram sob erro quanto aos pressupostos fáticos da legítima defesa, supondo haver uma injusta agressão atual ou iminente que, na verdade, não houve comprovação de sua existência”, expressou a corporação.

Segundo a nota, os três agentes praticaram homicídio doloso, “tendo o fato sido tratado como culposo por imposição legal”. O relatório segue para o Ministério Público.

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Operação prende suspeitos de assaltar residências de alto padrão no RJ e em MG

Policiais civis do Rio de Janeiro, por meio da 107ª DP (Paraíba do Sul), e de Minas Gerais realizam nesta quinta-feira, dia 10, a Operação Esquema Preferido, com objetivo de desarticular uma organização criminosa que pratica roubos a residências de alto padrão nos dois estados. Até o momento, segundo a polícia, foram cumpridos sete mandados de prisão.

Um outro foragido da Justiça do Rio pelo crime de homicídio também foi capturado. A ação acontece nas cidades de Juiz de Fora e de Divino, em Minas Gerais, e segue em andamento.

Agentes do 38º Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro (Três Rios), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público dos dois estados apoiam a operação. As forças de segurança também participaram do processo de investigação, que teve início após a ocorrência do maior roubo da história do município de Paraíba do Sul, ocorrido em março deste ano.

Na ocasião, de acordo com os policiais, criminosos armados mantiveram um empresário refém e roubaram da residência dele uma quantia milionária de dinheiro em espécie.

O trabalho de inteligência da 107ª DP identificou um grupo, formado por bandidos de Minas Gerais, especializado neste tipo de roubo. Eles escolhiam e estudavam os alvos de forma criteriosa, organizando todos os detalhes do crime. O modus operandi era manter as vítimas reféns por várias horas, sob a mira de armas, até que todo o dinheiro e joias fossem localizados. Os valores roubados eram investidos no tráfico de drogas, viagens ou na aquisição de carros importados e outros bens e artigos de luxo.

A operação foi batizada de Esquema Preferido porque a quadrilha investigada se dedicava a diferentes modalidades criminosas, incluindo tráfico de drogas – objeto de investigação da Polícia Civil de Minas Gerais. Porém, o roubo a residências se tornou a atividade mais rentável do bando.

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Jovem de 24 anos que estava grávida morre atingida por bala perdida durante tiroteio no Rio

Foi enterrada na tarde desta quarta-feira (9) a jovem de 24 anos que morreu após ser atingida por uma bala perdida durante um tiroteio entre policiais e criminosos no Complexo do Lins, Zona Norte do Rio. A vítima estava grávida de quatro meses e o bebê que ela esperava também não resistiu. O caso ocorreu na terça-feira (8). O sepultamento foi realizado no Cemitério do Catumbi, no Centro do Rio.

Kathlen Romeu, que trabalhava como designer de interiores, foi atingida por um tiro de fuzil no tórax, conforme apontou o laudo do Instituto Médico Legal.

A família da jovem diz acreditar que o disparo que a atingiu tenha sido foi feito por um policial militar.

Investigação

A Polícia Civil informou que já começou a investigação sobre a ação. Cinco policiais militares que se envolveram no tiroteio que terminou com a morte da jovem já prestaram depoimento na Delegacia de Homicídios (DH) do Rio. A Polícia também disse que apreendeu 12 fuzis e nove pistolas da PM usadas no confronto.

A Polícia Militar informou que a corporação não realizava uma operação no bairro no momento do tiro e que os confronto com os criminoso foi iniciado após os policiais terem sido atacados.

A PM também informou, nesta quarta, que abriu uma investigação para apurar as circunstâncias da morte da designer. O inquérito é independente do que está sendo realizado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

No âmbito da PM, a investigação será conduzida pela Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), já que cinco policiais da UPP Lins participaram da ação.

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Mulher é presa no Rio após aplicar golpe do “boa noite, Cinderela” para cometer roubo

Policiais civis da Delegacia de Polícia Interestadual – Divisão de Capturas (DC-Polinter) prenderam, na terça-feira (08), uma mulher acusada de roubar uma vitima após aplicar o golpe do “boa noite, Cinderela”, em dezembro de 2012. Ela foi localizada e detida no bairro da Taquara, Zona Oeste do Rio, após trabalho de inteligência e monitoramento.

Segundo os agentes, a autora é acusada de ter roubado vários pertences da vítima, no valor aproximado de cerca de R$ 10 mil após tê-la dopado e deixado inconsciente.

De acordo com a vítima, eles se conheceram em um bar e, após levá-la para sua casa e terem relações sexuais, dormiu profundamente e, quando acordou, verificou que havia sido roubado.

Contra a criminosa, foi cumprido um mandado de prisão preventiva pelo crime de roubo majorado. Ela foi encaminhada para o sistema prisional e ficará à disposição da Justiça.