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STF mantém Adélio Bispo no presídio federal em Campo Grande

Da Agência Brasil

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (3) manter a decisão que confirmou a permanência de Adélio Bispo na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS). A decisão foi tomada durante sessão virtual.

Adélio é o autor da facada contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, durante a campanha eleitoral de 2018.

Por unanimidade, os ministros mantiveram decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que rejeitou pedido da defesa de Adélio para que ele seja transferido para um hospital de tratamento psiquiátrico.

Em junho de 2019, Adélio Bispo foi absolvido pela facada. A decisão foi proferida após o processo criminal que o considerou inimputável por transtorno mental.

Na decisão, o magistrado responsável pelo caso decidiu também que ele deveria ficar internado em um hospital psiquiátrico por tempo indeterminado. No entanto, diante da periculosidade do acusado, Adélio permaneceu no presídio federal de Campo Grande, onde está preso desde o atentado.

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Lia Clark: “Sempre sonhei em ter clipes e músicas, mas nunca imaginei que seria possível.”

*Por Fabiana Santoro

A cantora Lia Clark conversou com o JornalDR1 sobre novas músicas e desafios de artistas LGBTI+ no mundo musical.

A funkeira é um dos grandes nomes de representantes LGBTI+ na indústria. Por ser considerada a primeira drag queen do universo do funk brasileiro, Lia foi classificada pela imprensa como uma pioneira do segmento no país.

Sendo seu último álbum lançado em 2018, a artista lançou duas músicas em 2021 e revelou ao JornalDR1 o que podemos esperar dos próximos trabalhos. Confira a entrevista completa:

Lia Clark. Foto: Divulgação

JornalDR1 – Onde começou sua paixão pela música? Você imaginaria que chegaria onde está hoje?

Lia Clark – Minha paixão veio da infância, assistia TOP TVZ e MTV BRASIL todos os dias com a minha irmã! Sempre sonhei em ter clipes e músicas, mas nunca imaginei que seria possível. Tudo que eu vivo é um sonho, nunca imaginei que poderia ser uma drag queen funkeira, atingir tantas pessoas e viver disso.

JornalDR1 – Muitas vezes percebemos o boicote de algumas plataformas em cima de artistas LGBTI+. Não apenas de plataformas, como em geral em decorrência do preconceito. Como você enxerga a luta da comunidade LGBTI+ dentro do mundo do musical? 

Lia Clark – Eu acho que essa luta tem muitos recortes, porém, todos nós sofremos boicote por sermos artistas LGBTQIA+. Eu, além disso, sou funkeira, então o babado é mais embaixo. Eu acho que somos a geração da revolução, estamos aqui pra fazer essa mudança e lutar contra esse preconceito.

JornalDR1 – Você acabou de lançar uma nova música “Sentadinha Macia”. Como foi a produção do videoclipe? Por conta da pandemia, alguma ideia foi deixada de lado?

Lia Clark – Foi super tranquila! Acho que foi o clipe mais tranquilo que já fiz ahahah. Eu gostaria de ter tido muito mais coisas nele, pois, é uma das minhas músicas preferidas… porém, devido a pandemia tá muito difícil investir pesado em grandes produções.

JornalDR1 – Além de “Sentadinha Macia”, você também lançou “Eu Viciei” com a incrível e talentosa Pocah. Durante o período de isolamento, como você imagina que a música é importante para as pessoas?

Lia Clark – Acho que todas as artes foram muito importantes para as pessoas nesse momento difícil, digo isso como pessoa que consome e pessoa que faz arte. O lançamento de músicas me ajudou MUITO durante a quarentena e tenho certeza que aconteceu isso com diversas pessoas.

JornalDR1 – “A nova era chegou!”, foi algo que você disse quando lançou sua música com a Pocah. O sucessor de “É da pista” está a caminho?

Lia Clark – Com certeza! Está em produção e já temos 2 singles na pista. Espero que saia ainda esse ano!

As músicas de Lia Clark está disponíveis em todas as plataformas digitais.

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Lions Clube RJ realiza cerimônia de encerramento do Ano Leonístico e anuncia mudança na presidência

O Lions Clube Rio de Janeiro realizou no sábado (10) cerimônia para marcar o encerramento do Ano Leonístico, que corresponde ao ano civil americano (que começa em 1º de julho e termina em 30 de junho), e anunciou mudança na presidência da organização.

A cerimônia aconteceu na sede do Clube Golfe Olímpico, localizado na Avenida General Moisés Castelo Branco, na Barra da Tijuca. Os convidados, integrantes do grupo, autoridades e simpatizantes, participaram de um almoço festivo, com direito a música ao vivo com o cantor e produtor musical Rodolfo Amorim, com sax, violão e voz.

O Lions Clube Rio de Janeiro faz parte do Lions Clubs International, organização de clubes de serviço cujo objetivo é promover o entendimento entre as pessoas em uma escala internacional, atender a causas humanitárias e promover trabalhos voltados a comunidades locais. Há clubes em 210 países, com 1,5 milhão de membros.

A atual presidente do Lions Clube Rio de Janeiro, Lenora Cavalieri, no cargo desde a fundação da associação, em março de 2021, dará lugar a Carlos Favoreto, que assume a partir de agosto.

“O Ano Leonístico terminou no mês passado e agora que estou saindo, mas continuo com presidente imediata, como fundadora. Encerramos aqui um ciclo com vários serviços realizados. São muitas ações já feitas aqui em comunidades do Reio de Janeiro: feiras de saúde, doações de livros, doações de alimentos, muita coisa. Tivemos a ideia de criar esse grupo, que reúne empresários de vários ramos, para tirar um tempo para trabalhar, arregaçar as mangas nesse serviço voluntário”, destacou Lenora.

Para a escolha do novo presidente, Lenora disse que houve uma reunião da atual diretoria.

“Sempre acontece assim: nossa diretoria se reune para o melhor proveito do clube e analisa o perfil de quem estiver interessado, porque não é brincadeira, tem que ter disposição, tempo e coragem. Trabalhar pelo social requer isso”, afirma.

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PF investiga quadrilha suspeita de aplicar golpe com criptomoedas

(Foto: Agência Brasil)

Da Agência Brasil


A Polícia Federal deflagrou hoje (5), em Curitiba (PR), a Operação Daemon, que apura a prática de crimes falimentares – meio pelo qual os credores buscam créditos recuperados – de estelionato, lavagem de dinheiro, organização criminosa, além de delitos contra a economia popular e o sistema financeiro nacional.

Na ação, cerca de 90 policiais federais cumprem, na cidade e na Região Metropolitana, um mandado de prisão preventiva, quatro de prisão temporária e 22 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 23ª Vara Federal de Curitiba.

Além disso, foram decretados o sequestro de imóveis e bloqueio de valores. As ordens judiciais cumpridas visam não apenas a cessação das atividades criminosas e a participação dos investigados nos crimes, bem como o rastreamento patrimonial para viabilizar, ainda que parcialmente, a reparação dos danos gerados às vítimas.

Segundo a Polícia Federal, as investigações tiveram início em 2019, pela Polícia Civil do Paraná, após inúmeras denúncias formalizadas por possíveis vítimas dos delitos sob apuração.

Os investigados eram responsáveis pelo controle de três corretoras de criptomoedas e, com investimento em estratégias de marketing, passaram a atrair diversos clientes para que investissem recursos pessoais nas plataformas do grupo empresarial.

Ataque cibernético

Segundo a polícia, por cerca de dois anos, as atividades foram conduzidas com aparência de legalidade, mas em meados de 2019, subitamente, o grupo noticiou que havia sido vítima de um ataque cibernético e, por isso, bloqueou todos os saques de valores das plataformas das corretoras.

Foi instaurada uma apuração criminal sobre o suposto ataque dos hackers, solicitada pelo próprio grupo empresarial junto à Polícia Civil. Contudo, os administradores deste grupo retardavam o andamento das investigações, recusando o fornecimento de informações e documentos para o desfecho da apuração, ao passo em que prometiam aos clientes lesados o ressarcimento, de maneira parcelada, da integralidade dos valores depositados.

Entretanto, os débitos pendentes não foram quitados sob a justificativa de acordos extrajudiciais oficializados e pela alegação do andamento da investigação para a apuração do ataque cibernético.

Como o grupo não cooperou com a investigação, os responsáveis pelo inquérito se manifestaram no sentido de que os indícios revelavam que eles não tinham sido vítimas de ataque e, pelo contrário, eram na verdade suspeitos das práticas dos crimes de estelionato, quadrilha e contra a economia popular. Diante da manifestação, o Ministério Público Estadual promoveu o arquivamento da investigação.

Com a manifestação das autoridades estaduais desfavorável ao grupo, o líder das empresas, no final de 2019, decidiu e obteve sucesso no pedido de recuperação judicial. Com isso, conseguiu, sob a justificativa de que necessitava de socorro judicial para reorganização do grupo e pagamento das dívidas, a interrupção de todas as ações cíveis que respondiam as empresas e autorização para continuação das atividades de negociação de criptomoedas.

No início de 2020, após ser constatado que o grupo oferecia ao público contratos de investimento coletivo sem registro junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as investigações foram para a Justiça Federal, momento em que a PF passou a conduzir a apuração da possível prática de crime contra o sistema financeiro nacional e os demais conexos.

Com o aprofundamento das investigações, foi constatado que o grupo empresarial teria operado esquema de pirâmide financeira.

“Os investigados apostavam na promoção da imagem de sucesso do grupo, com exibição de posses e bens de luxo e realização de grandes eventos. No entanto, da maneira ardilosa, os valores ingressos nas plataformas virtuais das corretoras do grupo (tanto por transferência de criptomoedas, quanto por depósitos bancários), eram em grande parte desviados em benefício próprio do líder do conglomerado empresarial, de sua esposa e de outros investigados.

As investigações apuraram ainda que o líder deste grupo empresarial já havia sido condenado na Suíça pelos crimes de estelionato e falsificação de documentos”, detalhou a PF em nota.

Segundo a PF, os valores movimentados por meio do mecanismo criado pela área de tecnologia não correspondiam à realidade. Ao consultar as plataformas virtuais das corretoras, os clientes acompanhavam uma suposta posição de seus investimentos que, desde o momento em que ingressavam nas contas das empresas, eram empregados de maneira indevida para o enriquecimento dos gestores.

Desta forma, os clientes acreditavam que estavam realizando operações nas corretoras e obtendo lucros diários e garantidos, suspeitando das irregularidades somente em 2019, após o bloqueio dos saques.

Também foi apurado que o líder do grupo usou as negociações virtuais com criptomoedas para ludibriar o administrador judicial e o próprio juízo falimentar, apresentando como garantia uma carteira com bitcoins que nunca foram de sua propriedade. “Demonstra-se assim que o investigado se utilizava do processo de recuperação judicial a fim de ganhar tempo para ocultar o produto de seus possíveis delitos anteriores”, diz nota da PM.

Além disso, também foi revelado que o líder da organização criminosa, valendo-se do relacionamento com outras pessoas investigadas, passou a movimentar e gerir recursos e bens à margem do controle do juízo falimentar.

Segundo estimativa feita pelo administrador judicial do processo de recuperação judicial, o valor devido pelo grupo econômico totaliza cerca de R$1,5 bilhão o que diz respeito a mais de sete mil credores.

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Duda Beat lança seu novo clipe “Nem Um Pouquinho” e conversa com o JornalDR1 sobre a produção, mulheres na indústria e novo álbum

*Por Fabiana Santoro

Duda Beat lançou nesta quarta-feira (30) o clipe “Nem Um Pouquinho”, novo single do seu segundo álbum de estúdio que conta com um visual futurista e produção artística impecável. A artista conversou com o JornalDR1 sobre seu mais novo videoclipe, desafios das mulheres na indústria e seu novo álbum “Te Amo Lá Fora”

Nascida no nordeste no Brasil, a cantora Duda Beat tem se mostrado cada vez mais uma revelação na música brasileira. Com apenas 33 anos, a pernambucana conquistou o Troféu APCA de revelação de 2018 e teve o seu álbum de estreia incluído na lista dos dez melhores discos nacionais do ano da revista Rolling Stone.

A cantora ficou conhecida como “musa da sofrência” com seu repertório versátil misturando batidas e ritmos diferentes. Duda Beat retrata suas desilusões amorosas e a importância do amor próprio. Em 2021 a artista embarcou na experiência de lançar um álbum em plena pandemia, mantendo a raiz brasileira e o resgate aos ritmos nordestinos, “Te Amo Lá Fora” seu segundo álbum de estúdio é carregado de histórias transparentes sobre a vida e o amor. 

JDR1 –  As composições de seu primeiro álbum de estúdio “Sinto Muito”, gravado em 2018, representam um amor que não deu certo, uma mulher apaixonada e magoada. Em “Te amo Lá Fora”, vemos uma história parecida, porém, de um outro modo. Quais foram suas inspirações para as músicas e como você acredita que elas contam uma história diferente do seu primeiro álbum?

Duda Beat – O amor é uma grande inspiração para mim. Acho que esse é um assunto com o qual todo mundo consegue se relacionar, né?! Quem nunca sofreu por um não correspondido que atire a primeira pedra (risos). Dessa vez, porém, eu não estou na emoção do momento, como estava em “Sinto Muito”. Em “Te Amo Lá Fora”, há uma distância entre mim e esse coração partido. Isso faz tudo entrar em perspectiva. Nesse álbum trago outras nuances, exploro outros sentimentos: estou mais rancorosa, mais dark, mas também mais em paz, superando o coração partido e dando a volta por cima. Tem até música de amor correspondido, a “Decisão de Te Amar”, que eu fiz justamente para o Tomás. Então, apesar de o tema ser o mesmo, a maneira como eu trato dele é completamente diferente.

Clipe “Nem Um Pouquinho” Crédito: Fernando Tomaz

JDR1 – Você lançou o clipe de “Nem Um Pouquinho” nesta quarta-feira e já dá para ver que é mais um clipe incrível. Em “Meu Pisêro”, já tínhamos nos deparamos com uma incrível direção de arte e um novo conceito. Como você acha que a capa do disco e os visuais dos vídeos refletem nas composições do álbum?

Duda Beat – Para mim, o visual é muito importante. Quando penso em contar a história das minhas músicas, já gosto de imaginar o que poderia trazer naquele clipe. Acho que a internet ressaltou ainda mais esse apelo visual das coisas. Por exemplo, estamos ali no Instagram consumindo imagens, vídeos… Marcelo Jarosz, que é meu diretor de arte, traz muitas ideias e também é muito aberto a ouvir e trocar. Isso para mim é muito importante. Eu sou uma pessoa que acredito 100% no trabalho colaborativo. Em “Meu Pisêro”, ele e a Cris Streciwik, que dirigiu o clipe, pensaram naquelas referências de cinema noir e cinema de terror, que eu achei que tinha tudo a ver com a proposta da música. Dessa vez, em “Nem Um Pouquinho”, eu e a dupla Alaska estávamos trocando desde agosto do ano passado sobre ele. A ideia é que o vídeo saísse junto com o álbum, mas com o agravamento da pandemia, tivemos que adiar. Dessa vez, continuamos com uma pegada darkzinha, só que mais futurista, a história se passa em um universo alternativo e os habitantes deles têm poderes. O da minha personagem é se transformar em várias outras pessoas, e ela faz isso para ficar com a pessoa que ela ama. Mas calma que no final o jogo vira drasticamente (risos). Não é uma história só sobre sofrer por amor, é também sobre dar a volta por cima e, em um certo ponto, entender que você precisa se amar primeiro. Acho que o final do clipe mostra muito isso.

Crédito: Fernando Tomaz

JDR1 – Muitas mulheres artistas comentam sobre o processo de precisar se reinventar mais que os homens para se manter na indústria. É visível que no novo álbum você mostrou uma estética diferente do primeiro, você acredita que seu processo de reinvenção foi natural ou uma pressão da indústria?

Duda Beat – Meu processo foi natural e muito meu. A roupagem de “Sinto Muito” já não cabe nessa era “Te Amo Lá Fora”. Então, foi natural para mim e para meu stylist, Leandro Porto, trazer uma outra estética para esse momento, falando da parte visual. Na parte das letras também foi muito natural por aquilo que falei lá em cima: houve um amadurecimento entre um álbum e outro e isso faz com a maneira de falar sobre o assunto seja diferente. Além de tudo isso, ainda tivemos uma pandemia no meio. Eu não falo sobre ela nas letras, mas é inegável que a pandemia atravessa meu trabalho. Esse mergulho muito profundo em mim, esse confronto tão cru comigo e com meus demônios, com o que me assombra, está em “Te Amo Lá Fora”. E acredito que este foi um efeito da pandemia. Se fosse um álbum produzido em outra circunstância, acredito que ele seria de outra maneira. Mas isso sobre as mulheres no mundo da música é um ponto muito importante. Como em outros campo da vida, vejo que as mulheres são mais cobradas para sempre inovarem e trazerem coisas diferentes, mas ao mesmo tempo parecem que não torcem ou não nos dão apoio para continuarmos e seguirmos em frente. Sem contar que ainda querem jogar uma artista contra a outra, em pleno 2021. Acho isso um absurdo. Há espaço para todo mundo brilhar, para todo mundo fazer música e digo mais para colaborar também. Em um ambiente de apoio e respeito, todo mundo cresce e a música e os fãs saem ganhando porque podemos ver mais mulheres compondo e cantando, tendo cada vez mais espaço e liberdade.

JDR1 – Por conta da pandemia, como foi trabalhar com Trevo, Cila do Coco, Lux Ferreira e Tomás Tróia a distância? Como ocorreu essa troca?

Duda Beat – Foi diferente. Com Lux e Troia foi o mais próximo do normal porque trabalhamos sempre juntos, moramos na mesma cidade. Por exemplo, eles estavam comigo na imersão em que eu estava para fazer o segundo disco quando a pandemia foi anunciada, em março de 2020. Com Dona Cila, entramos em contato com a empresária dela, falei do meu desejo de tê-la no álbum e ela adorou a ideia. Foi muito especial. Usamos dois samples dela em “Tu e Eu”. Depois, quando estava em Recife, fui conhecê-la pessoalmente respeitando todos os protocolos. Foi massa demais, muito especial. Ela é uma referência muito grande para mim. E com Trevo, nós entramos em estúdio para gravar, respeitando todos os protocolos também. Antes desse momento, nosso contato tinha sido todo virtual. Agora, gravamos o clipe de “Nem Um Pouquinho”, mas também em um set com equipe reduzida, respeitando os protocolos. Foi muito especial ter todas essas pessoas ao meu lado nesse trabalho.

JDR1 – Seu trabalho artístico tem conquistado cada vez mais fãs e admiradores não só da sua música mas, também da pessoa que você é. Como artista, imagino que você deve estar sentindo falta do palco. Qual música você está mais animada para cantar ao vivo? Podemos esperar participações especiais caso ocorra uma tour?

Duda Beat – Ah, muito obrigada! Que feliz de ler isso. Eu busco me comunicar de uma maneira muito aberta e verdadeira com meus fãs. Uso mesmo minhas redes como um espaço de diálogo com as pessoas que me seguem. E o show é o momento maior de comunhão para mim com o público, é uma troca inexplicável. Eu estou morrendo de saudade do palco. Eu sou uma artista de show, de palco, então, não tem como ser diferente. Está sendo muito diferente para mim por exemplo lançar um disco sem poder apresentar ele em um show. Mas tudo bem, o momento requer cuidados e quando estivermos todos vacinados, poderemos cantar juntos e estaremos todos em segurança. Estamos aproveitando esse momento para já pensar no show que vem aí com o disco novo. Não tem como escolher uma música só. Quero muito cantar todas. Acho que vai ser massa demais. Ainda vou manter no repertório algumas músicas de “Sinto Muito” também. Então, podem aguardar que teremos um show lindo para quando tudo isso passar.

O disco “Te Amo Lá Fora” está disponível em todas as plataformas digitais e seu mais novo clipe “Nem Um Pouquinho” pode ser assistido no YouTube pelo canal da cantora. 

 

 

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Morre, aos 69 anos, escritor e jornalista Artur Xexéo

Morreu neste domingo (27) o escritor e jornalista Artur Xexéo, aos 69 anos. Ele estava lutando contra um linfoma. A informação foi confirmada pela família no início da noite.

Xexéo estreou no jornalismo no Jornal do Brasil, em 1978. Ele aceitou uma vaga de repórter na sucursal do Rio de Janeiro da Veja. Conheceu o jornalista Zuenir Ventura, que, em 1982, o convidaria para trabalhar na revista IstoÉ e, em 1985, para ser subeditor da Revista de Domingo, suplemento cultural do JB.

Ele se especializou em cultura e iniciou uma coluna nos anos 2000 no Jornal O Globo. Xexeo também fazia parte da equipe de comentaristas da Globo News sempre falando de cultura e entretenimento.

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Ana Cristina Campelo | Seus Direitos Notícias do Jornal Social Sociedade

ODS 7: Energia acessível e limpa

Assegurar o acesso confiável, sustentável e a preço acessível à energia para todos. Esse é o 7º dos 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, aprovados em setembro de 2015 e que integram a Agenda 2030.

Os líderes mundiais que seguem a agenda prometeram acabar com a pobreza, reduzir a desigualdade e combater as mudanças climática até lá. Dito isso, o ODS 7 visa mobilizar os países para atingir três principais objetivos: garantir acesso universal a serviços energéticos modernos; duplicar a taxa de melhoria da eficiência energética; e dobrar a participação de energias renováveis na matriz energética global.

Garantir o acesso à energia e a um preço justo significa investir em fontes de energia limpa, como solar, eólica e térmica. Adotar padrões de custos sustentáveis para uma vasta gama de tecnologia também pode reduzir o consumo global de energia em 14%. Entre 1990 e 2010, o número de pessoas com acesso à eletricidade aumentou em 1,7 bilhões. Ainda assim, uma em cada cinco pessoas não tem acesso à eletricidade.

Os esforços para incentivar a energia limpa resultaram na geração de mais de 20% da energia global por fontes renováveis desde 2011, mas como a demanda por energia barata aumenta com o crescimento populacional, é necessário aumentar a produção de energia renovável no mundo.

A expansão da infraestrutura e a atualização da tecnologia para o fornecimento de energia limpa em todos os países em desenvolvimento é um objetivo crucial que pode estimular o crescimento e ajudar o meio ambiente.

Cerca de 840 milhões de pessoas em todo o mundo (mais de 10% da população mundial) vivem sem eletricidade e um bilhão se conecta a redes elétricas pouco confiáveis e instáveis. Atualmente quase 3 bilhões de pessoas na Ásia e no sul do Saara ainda cozinham com combustíveis poluentes (lenha, carvão vegetal, esterco ou carvão mineral), o que representa 40 % da população mundial.

A falta de acesso a uma energia segura e sustentável provoca graves problemas para os seres humanos e o meio ambiente. A ONU indica que ocorrem quatro milhões de mortes prematuras como consequência da poluição do ar devido à queima de biomassa para cozinhar e gerar calor. Da mesma forma, a energia representa 60% de todas as emissões mundiais de gases de efeito estufa, principal fator responsável pelas mudanças climáticas.

Enfrentar essa situação se converteu em um objetivo primordial e por isso os líderes mundiais se comprometeram:

– Até 2030, expandir a infraestrutura e modernizar a tecnologia para o fornecimento de serviços de energia modernos e sustentáveis para todos nos países em desenvolvimento, particularmente nos países de menor desenvolvimento relativo, nos pequenos Estados insulares em desenvolvimento e nos países em desenvolvimento sem litoral, de acordo com seus respectivos programas de apoio;

– Até 2030, reforçar a cooperação internacional para facilitar o acesso a pesquisa e tecnologias de energia limpa, incluindo energias renováveis, eficiência energética e tecnologias de combustíveis fósseis avançadas e mais limpas, e promover o investimento em infraestrutura de energia e em tecnologias de energia limpa;

– Até 2030, dobrar a taxa global de melhoria da eficiência energética; aumentar a participação de energias renováveis na matriz energética global; assegurar o acesso universal e a preços acessíveis a serviços de energia.

Podemos e devemos fazer a nossa parte. É possível!

Ana Cristina Campelo
Advogada e jornalista 
anacristina.campelo@jornaldr1.com.br

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Ana Cristina Campelo | Seus Direitos Notícias do Jornal Social Sociedade

ODS 6: Água limpa e saneamento

Garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos. Esse é o 6º Objetivo para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU).

A água está no centro do desenvolvimento sustentável e das suas três dimensões – ambiental, econômica e social. Os recursos hídricos, bem como os serviços a eles associados, sustentam os esforços de erradicação da pobreza, de crescimento econômico e da sustentabilidade ambiental. O acesso à água e ao saneamento importa para todos os aspectos da dignidade humana: da segurança alimentar e energética à saúde humana e ambiental.

A escassez de água afeta mais de 40% da população mundial, número que deverá subir ainda mais como resultado da mudança do clima e da gestão inadequada dos recursos naturais. É possível trilhar um novo caminho que nos leve à realização deste objetivo, por meio da cooperação internacional, proteção às nascentes, rios e bacias e compartilhamento de tecnologias de tratamento de água.

Até 2030 precisamos apoiar e fortalecer a participação das comunidades locais, para melhorar a gestão da água e do saneamento; ampliar a cooperação internacional e o apoio ao desenvolvimento de capacidades para os países em desenvolvimento em atividades e programas relacionados a água e ao saneamento, incluindo a coleta de água, a dessalinização, a eficiência no uso da água, o tratamento de efluentes, a reciclagem e as tecnologias de reuso; proteger e restaurar ecossistemas relacionados com a água, incluindo montanhas, florestas, zonas úmidas, rios, aquíferos e lagos.

Implementar a gestão integrada dos recursos hídricos em todos os níveis, inclusive via cooperação transfronteiriça; aumentar substancialmente a eficiência do uso da água em todos os setores e assegurar retiradas sustentáveis e o abastecimento de água doce para enfrentar a escassez de água, e reduzir substancialmente o número de pessoas que sofrem com a escassez de água; melhorar a qualidade da água, reduzindo a poluição, eliminando despejo e minimizando a liberação de produtos químicos e materiais perigosos, reduzindo à metade a proporçãode águas residuais não tratadas, e aumentando substancialmente a reciclagem e reutilização segura globalmente.

Alcançar o acesso a saneamento e higiene adequados e equitativos para todos, e acabar com a defecação a céu aberto, com especial atenção para as necessidades das mulheres e meninas e daqueles em situação de vulnerabilidade; alcançar o acesso universal e equitativo à água potável, segura e acessível para todos. Podemos e devemos fazer a nossa parte.  É possível!

Ana Cristina Campelo
Advogada e jornalista 
anacristina.campelo@jornaldr1.com.br

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Ana Cristina Campelo | Seus Direitos Notícias do Jornal Social Sociedade

ODS 5: Igualdade de Gênero

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas. Tratar mulheres e homens de forma justa, com oportunidades iguais de crescimento profissional e equiparação de cargos e salários. Respeitar e apoiar os direitos humanos e combater toda e qualquer discriminação à diversidade. Esse é o 5º Objetivo para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, que visa:

– Eliminar todas as formas de violência de gênero nas esferas pública e privada, destacando a violência sexual, o tráfico de pessoas e os homicídios, nas suas intersecções com raça, etnia, idade, deficiência, orientação sexual, identidade de gênero, territorialidade, cultura, religião e nacionalidade, em especial para as mulheres do campo, da floresta, das águas e das periferias urbanas.

– Eliminar práticas nocivas, como os casamentos prematuros, forçados e de crianças e mutilações genitais femininas; garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública;

– Aumentar o uso de tecnologias para promover o empoderamento das mulheres; eliminar todas as formas de discriminação de gênero, nas suas intersecções com raça, etnia, idade, deficiência, orientação sexual, identidade de gênero, territorialidade, cultura, religião e nacionalidade;

– Reconhecer e valorizar o trabalho de assistência e doméstico não remunerado, por meio da disponibilização de serviços públicos, infraestrutura e políticas de proteção social, bem como a promoção da responsabilidade compartilhada dentro do lar e da família, conforme os contextos nacionais.

– Eliminar a desigualdade na divisão sexual do trabalho remunerado e não remunerado, promovendo maior autonomia de todas as mulheres, nas suas intersecções com raça, etnia, idade, deficiência, orientação sexual, identidade de gênero, territorialidade, cultura, religião e nacionalidade, por meio de políticas públicas e da promoção da responsabilidade compartilhada dentro das famílias.

– Assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e os direitos reprodutivos, como acordado em conformidade com o Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento e com a Plataforma de Ação de Pequim e os documentos resultantes de suas conferências de revisão.

– Garantir igualdade de direitos, de acesso e de controle dos recursos econômicos, da terra e de outras formas de propriedade, de serviços financeiros, de herança e de recursos naturais de forma sustentável, por meio de políticas de crédito, capacitação, assistência técnica, reforma agrária e habitação, entre outras, em especial para as mulheres do campo, da floresta, das águas e das periferias urbanas. Proporção da população agrícola total com propriedade ou direitos assegurados sobre terras agrícolas, por sexo; e (b) proporção de mulheres entre proprietários e detentores de direitos sobre terras agrícolas, por tipo de posse.

– Adotar e fortalecer as políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis.

Podemos e devemos fazer a nossa parte. É possível!

Ana Cristina Campelo
Advogada e jornalista 
anacristina.campelo@jornaldr1.com.br

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Hemorio lança campanha “Cada Gota Importa” para incentivar doações de sangue

Para reforçar os estoques de sangue na cidade do Rio de Janeiro e lembrar o Junho Vermelho, mês oficial de conscientização do ato de doar sangue, o Hemorio lança, a partir da próxima segunda-feira (14), a campanha Cada Gota Importa. O objetivo é reverter o triste cenário de queda nos estoques em meio à pandemia de Covid-19.

A cantora Pocah será a embaixadora da iniciativa.

“É um prazer dar voz a essa campanha tão importante. É um dever de todos nós mobilizar o maior número de pessoas. Doar sangue é um gesto que salva vidas, ainda mais neste momento de pandemia, onde tantas pessoas precisam de assistência”, afirma.

Também representando a campanha, o Hemorio convidou a aposentada Valéria Esteves, que contabilizou no último mês 208 doações de sangue em 25 anos de participação contínua, se tornando a maior doadora do instituto em atividade até o momento. Valéria, que doa desde 1995, tem 63 anos e já salvou 832 pessoas.

“É uma honra fazer parte dessa família e ter ajudado tanta gente nesses 25 anos de doação. Espero que meu gesto incentive outras pessoas a participarem e entenderem que assim como a campanha, cada gota importa e, aos poucos, fazemos um oceano de solidariedade”, explicou.

Ações

O Hemorio informou que preparou uma série de iniciativas que buscam facilitar a participação popular. A partir de segunda, a 99 vai oferecer até R$ 30 de descontos em duas viagens que tenham como ponto de destino ou de origem o Hemorio. Basta utilizar o código DOESANGUE. O objetivo é simplificar a ida e a volta dos doadores evitando a exposição em ambientes externos ou aglomerações.

A campanha vai até quarta (30). O MetrôRio e o Instituto Invepar também vão apoiar a campanha com a distribuição de 500 cartões unitários que serão entregues no próprio Hemorio por ordem de chegada. A parceria tem como objetivo incentivar a doação, facilitando o transporte dos possíveis doadores de sangue. É a segunda vez que a concessionária participa da campanha.

Pontos de coleta

Ao longo do mês, pontos de coleta serão instalados em diversos locais do Rio de Janeiro. Barra Shopping, Park Shopping, Via Brasil Shopping, Hospital Municipal Lourenço Jorge e Hospital da Criança serão alguns dos espaços que vão contar com equipes do Hemorio. Para quem vier ao próprio instituto, o Hemorio reservou brindes e homenagens pela participação.

Para receber os doadores, o Hemorio informou que estabeleceu um protocolo especial de atendimento, visando a segurança de doadores e colaboradores durante a coleta, com cadeiras de doação espaçadas, disponibilização de antissépticos para as mãos e intensificação na higienização das superfícies e instrumentos.

Estoque baixo

A iniciativa tem como objetivo somar esforços no estímulo à doação de sangue, uma vez que os estoques estão com 30% a menos de sua capacidade. A disponibilidade de bolsas de sangue é uma demanda diária e contínua para pacientes com doenças crônicas e vítimas de acidentes.

“Este é o mês definitivo para a doação de sangue. A importância desse gesto e a necessidade da participação popular são fundamentais para garantir que pessoas internadas nos hospitais do Rio de Janeiro possam ser atendidas. Todas as ações que fazemos buscam facilitar o acesso e a participação dos doadores e esperamos que, com nossa campanha, isso possa ocorrer”, explica o Diretor Geral do Hemorio, Luiz Amorim.

Com a diminuição dos serviços, o fechamento das empresas e a redução no número de pessoas nas ruas, o Hemorio conta mais do que nunca com o apoio da população fluminense.

Em 2020 a queda nas doações chegou a 3 mil bolsas de sangue. Com o avanço da Covid-19 e a determinação de novas restrições, o número de doadores vem regredindo progressivamente, colocando o Hemorio em alerta para o desabastecimento de diversos tipos sanguíneos, principalmente os de Rh positivo (A+, B+, O+).

Em média, para uma situação regular, é necessário que o Hemorio disponha de pelo menos 300 bolsas de sangue diariamente, porém, esse número se encontra em 210 unidades. Além do Hemorio, o Estado conta com postos de coleta em diversos outros municípios que podem ser acessados pelo site http://www.hemorio.rj.gov.br/html/Hemorrede_mapa.htm.

SERVIÇO:

Campanha: Cada Gota Importa

Código 99: DOESANGUE (R$ 30 para ir e R$ 30 para voltar)

MetroRio: 500 bilhetes unitários que poderão ser retirados no próprio Hemorio, por ordem de chegada, ao iniciar os procedimentos para doação de sangue.

Data de início: 14/06

Data de término: 30/06

Local: Rua Frei Caneca 8, Centro (Hemorio)

Quem pode doar na pandemia

• É preciso ter entre 16 e 60 anos e até 69 anos caso já seja doador de sangue

• O doador deve pesar no mínimo 50 kg

• É necessário estar bem de saúde

• Quem quiser doar precisa portar um documento de identidade oficial com foto

• Não é necessário estar em jejum, apenas evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação e não ingerir bebidas alcoólicas 12 horas antes

• Candidatos à doação que tiveram a Covid-19 ficam inaptos por 30 dias após a cura.

• Candidatos à doação que tiveram a forma grave da Covid-19 ficam inaptos por 1 ano após a cura.

• Candidatos à doação que retornaram de viagem internacional, vindos de qualquer país, ficam inaptos por 30 dias a partir do dia da chegada ao Brasil

• Candidatos à doação que tomaram as vacinas contra Covid-19 da Pfizer e AstraZeneca ficam inaptos por sete dias. Aqueles que receberam o imunizante da CoronaVac ficam inaptos por 48h, mesmo período para aqueles que foram vacinados contra a gripe

• Jovens com 16 e 17 anos só podem doar sangue com autorização dos pais ou responsáveis legais. Devem portar o seu documento e um documento de identidade do responsável que assinou a autorização.

Seguindo o perfil @hemorio é possível contar com mais detalhes e saber como doar. Também é possível receber orientações pelo Disque Sangue de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 7h às 17h, através do número ‪0800 282 0708.