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Deleite Linguístico: Mãe, eterna em nossas vidas 

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

À querida Cláudia Valéria, mãe do Arthur


Perder a mãe é uma dor insuportável. 

Nenhum filho está preparado para isso. 

Não podemos ignorar que é um fato que a todos atingirá em momento incerto.

Alguns a perdem no instante em que nascem; alguns ainda criança, em uma fase em que a figura materna é fundamental.

Há os privilegiados: os que se despedem da amada mãe quando já se encontram na fase adulta! 

Caro Arthur, você é um desses! 

Sim, meu amigo, você pôde ter sua mãe até o momento em que de filho foi alçado à posição de pai, transformando-a em avó, um cargo que a elevou à função de mãe em dobro. 

Palavras não podem ser empregadas neste momento de dor, de perda, de vazio que nem o tempo será capaz de preencher.

Haverá dias menos vazios, entretanto nunca sua vida será a mesma sem sua mãe.

Sorte a sua que ela se encontrará, de outra forma, sempre ao seu lado. E que as lembranças são tantas que não permitirão o esquecimento apagar a nobre figura dos inúmeros momentos de felicidade que sentiu ao lado de sua mãe!

Que Deus, nosso Pai Celestial, possa confortar você e sua família, pois sua mãe ao lado dEle já está.

Força, amigo querido!

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