O ator Felipe Folgosi, conhecido por trabalhos em novelas da TV Globo, espalhou informações falsas sobre as vacinas contra a covid-19 durante participação no podcast SiiLA NXT Podcast. Ele afirmou sem provas que os imunizantes não passaram por testes.
A declaração enganosa ataca a ciência e ignora dados de órgãos de saúde como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e o Ministério da Saúde. Todas as vacinas aplicadas no Brasil passaram por etapas rigorosas de validação antes de chegarem aos postos de saúde do Rio de Janeiro e de todo o país.
Entenda as declarações falsas do ator em entrevista
Durante o programa, o ator questionou a segurança dos imunizantes e afirmou que as pessoas teriam sido forçadas a receber o que chamou de tecnologia não testada. As falas contrariam o histórico de aprovação científica e a eficácia comprovada no combate à pandemia global.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária analisa cada componente das vacinas antes de liberar o uso no Brasil. O processo exige testes em milhares de voluntários, divididos em três fases clínicas, para garantir que o benefício supere qualquer risco de efeito colateral.
Estudos publicados na revista científica internacional The Lancet Infectious Diseases revelam que a vacinação evitou a morte de quase 20 milhões de pessoas em todo o mundo logo no primeiro ano de aplicação. A ciência demonstra que o imunizante reduziu casos graves e internações hospitalares.
A eficácia das vacinas comprovada pela ciência
Diferente do que disse o ator, as vacinas de RNA mensageiro e de vírus aproximado foram exaustivamente testadas pela comunidade médica internacional. As empresas fabricantes apresentaram relatórios detalhados para agências reguladoras dos Estados Unidos, Europa e América Latina antes de qualquer distribuição.
No Estado do Rio de Janeiro, a imunização em massa permitiu a reabertura de comércios, o retorno das aulas presenciais e a circulação normal no transporte público. O impacto positivo refletiu diretamente na queda de ocupação de leitos de UTI nos hospitais da rede pública e privada.





