A Light ampliou, em julho, as ações de combate às irregularidades no consumo de energia elétrica em toda a sua área de atuação. Com o apoio da Polícia Civil e do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis), a concessionária intensificou as fiscalizações para coibir ligações clandestinas, reduzir riscos à população e contribuir para a qualidade do fornecimento de energia.
Durante todo o mês, foram identificadas 6.271 irregularidades. As operações resultaram em oito prisões em flagrante, além de 26 pessoas conduzidas para prestar esclarecimentos em delegacias e 31 registros de ocorrência policial.
As inspeções flagraram irregularidades tanto em residências quanto em estabelecimentos comerciais, como restaurantes, padarias e outros empreendimentos. Entre as fraudes identificadas estavam ligações clandestinas e adulterações em sistemas de medição.
As ações de fiscalização foram realizadas em toda a área de atuação da Light, com destaque para operações nos bairros de Engenho da Rainha, Vigário Geral, Copacabana, Recreio dos Bandeirantes, Santa Cruz e Campo Grande, na capital fluminense, além dos municípios de Duque de Caxias e São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
Furto de energia: prejuízo para todos
A distribuidora estima prejuízos de aproximadamente R$ 1,3 bilhão por ano em decorrência do furto de energia, quantia que poderia ser destinada à modernização da rede elétrica, à ampliação de investimentos e à melhoria da qualidade do fornecimento para a população.
Somente no primeiro semestre de 2026, a Light regularizou mais de 153 mil ligações clandestinas em residências e comércios e recuperou 252 GWh de energia, volume suficiente para abastecer cerca de 84 mil residências durante um ano.
Além dos prejuízos financeiros, as ligações clandestinas sobrecarregam a rede elétrica, aumentam o risco de acidentes e comprometem a qualidade do fornecimento para os clientes que estão com o pagamento em dia. Atualmente, a cada 100 clientes regulares da Light, cerca de 36 furtam energia.





