O noticiário da imprensa burguesa revelou que o milico de toga Alexandre “o grande”, formalizou através de seu escritório de advocacia gerenciado por sua esposa Viviane Barci de Moraes, contrato bilionário com o Banco Master. O contrato citava a prestação de serviços de assessoria e consultoria jurídica formalizado pelo período de 3 anos, que previa o pagamento mensal pelo Banco a bagatela de R$ 3,6 milhões totalizando R$ 129 milhões.
Em um país sério, o milico supremo de toga estaria destituído ou exonerado de seu cargo, ou melhor, o mesmo por uma questão de ética, estaria entregando seu cargo e se colocando à disposição da PF, para apurar todo o caso de corrupção, até então jamais visto.
Mas que se pode esperar de manifestação de ética e moralidade de um corrupto tirano? Aliás, um só não, toda uma quadrilha de corruptos, encastelada no STF, ou STL (Supremo Tribunal de Libertação). É um “mar de lama”. Tem também o milico de toga Dias Toffoli viajando em jatinho particular com o advogado de um dos diretores do Master, dois dias depois da viagem, decreta sigilo absoluto sobre as investigações do banco.
A postura do milico Alexandre “o grande” em conluio ou não com o Banco Central solicitando algum tipo de favorecimento, no escândalo Master, é tipificado como crime de corrupção, nos termos do art. 317 do Código Penal”. Paralelamente o milico Toffoli baixando decisões monocráticas está atrapalhando com as investigações no Banco Master, numa clara tentativa de subjugar e intimidar o Banco Central.
Sabemos que o milico Alexandre “o grande”, deve explicações sobre o escândalo do Banco Master, e o Senado a obrigação, a prerrogativa de investigar e punir as más condutas dos ministros supremos.
Enquanto isso não acontece, o outro milico supremo de toga, Gilmar Mendes, saí em defesa de Moraes e Toffoli. É uma promiscuidade total em relação aos nossos ministros supremos que na maior “cara de pau”, com certeza absoluta de impunidade, se firmam como grandes defensores da democracia e em nome dela governam o país com “mão de ferro”. O Congresso tem que tomar as providências urgentes para de fato punir os corruptos supremos.
Não podemos admitir que dono do Banco Master saia impunemente dessa roubalheira, por mais que tenha até ministro do governo Executivo, como no caso do ministro Ricardo Lewandowski, que virou consultor do próprio banco.
Estamos mexendo com gente grande, e não podemos subestimar o caso que agora está com o milico togado Dias Toffoli, cuja a primeira providência foi colocar sigilo máximo no processo. E não podemos esquecer da desembargadora Cristiana Lins Caldas, que autorizou sua libertação do presidente do Banco Master.
No Brasil a burguesia judiciária corruptora sabe que nada vai acontecer aos corruptos, ladrões do erário público. Eles apostam na impunidade, vide a liquidação da “Lava Jato”. Todos estão impunes, salvaguardados pelos milicos da Suprema Corte. Essa turma não tem pudor e nem tenta manter as aparências. R$ 129 milhões Banco Master e mais 6 bilhões das aposentadorias dos idosos e das crianças, do INSS.
Essa corja toda tem que estar na cadeia. É uma questão de honra para o povo brasileiro.
E os milicos covardes…
Os milicos corruptos e covardes, gastaram R$ 39 milhões com viagens pelo mundo em 2025. Somente os generais torraram R$ 3,7 milhões do erário público nessas viagens. Os oficiais superiores, mais R$ 17,4 milhões. Em outubro, 33 oficiais superiores participaram de uma viagem de estudos sobre “Alta Administração” do Exército, em Nova Délhi (Índia). Mais de R$ 1,25 milhão na conta do contribuinte. Só as diárias custaram R$ 630 mil. Até os comandantes das Forças Armadas em viagens internacionais ao Reino Unido, Emirados Árabes e aos Estados Unidos, sem informar o motivo, participaram da festa. Ou seja, não prestam pra nada. Obs: Fonte Lúcio Vaz – Gazeta do Povo (14/12/25).





