Quando na Zona da Mata mineira houve dor, luto nas cidades de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa, mais de 4 mil desabrigados, 64 mortes confirmadas
O presidente Lula e a primeira dama e comitiva se encontravam há 8 dias de viagem internacional pela, torrando o dinheiro suado do povão. Mas não para por aí. O presidente já torrou ao longo deste mandato cerca de 1.4 bilhão no cartão corporativo, ou seja, em média cerca de 400 milhões por ano.
Com 1,4 bilhão de reais é possível realizar investimentos com altíssimo impacto social no Brasil, focados em infraestrutura, educação, saúde e geração de renda para a população. Construir centenas de moradias com foco em áreas de vulnerabilidade; ou investir na regularização fundiária, saneamento básico, iluminação e pavimentação de periferias, melhorando a qualidade de vida imediata; ou financiar centros de pesquisa e produção de vacinas e medicamentos focados em doenças negligenciadas ou tratamentos de alto custo, com foco nas terapias celulares para câncer; ou construção de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e UPAs em municípios com déficit de cobertura, além de aquisição de equipamentos modernos.; ou criar uma rede de escolas técnicas em periferias, focadas em tecnologia, gerando qualificação rápida para o mercado de trabalho; construção de creches, abrigos para crianças e jovens em situação de rua ou áreas de risco; ou financiamento de restaurantes populares, bancos de alimentos e incentivo à agricultura familiar para combate à fome.
Não para por aí – o governo mamou cerca de R$ 2,890 trilhões em impostos.
E no Congresso, Senado e no STF é só escândalo e aumento de salários, os tais penduricalhos…
O caso Banco Master, o ministro André Mendonça revogar decisões Dias Toffoli, envolvido até o pescoço com seus irmãos num dos maiores escândalos financeiros da história recente do país, ou seja, a maior fraude financeira da história, de mais de R$ 50 bilhões; e o ministro do Gilmar Mendes concede liminar com um habeas corpus declarando nulo a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico da empresa Maridt Participações S.A., que tem como sócio Dias Toffoli. Eles se protegem e o povo na lama provocada pelas enchentes.
Os tais ‘penduricalhos’, verbas indenizatórias criadas para “cobrir gastos de trabalho, como moradia ou transporte”. A cara de pau é tamanha que
Associações da magistratura afirmam que a “carreira perdeu atratividade e que os salários atuais não são suficientes para atrair bons candidatos.”
Os magistrados de primeira instância em tremenda choradeira reclamaram que lhes faltam até benefícios básicos, como lanche ou combustível pago pelo tribunal.
E a apuração do escândalo é fundamental pois envolve suspeitas sobre relações financeiras de familiares e empresas ligadas aos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes – um contrato de R$ 129 milhões entre sua mulher e o banqueiro do Banco Master, Daniel Vorcaro. Uma empresa de Toffoli teria recebido R$ 35 milhões na venda de sua parte num resort de luxo. Uma empresa de Toffoli teria recebido R$ 35 milhões na venda de sua parte num resort de luxo.
Chega ser uma provocação, em violência contra o povão do salário mínimo que perdeu tudo nas enchentes, quando os defensores dos juízes alegam em defesa do pagamento dos penduricalhos que “Juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso o combustível, o carro é financiado enfim. Não tem apartamento funcional, não tem plano de saúde, não tem água e não tem café”, queixou-se, acrescentando que, do salário bruto, há um desconto de imposto de renda”.
Entre tapas e palavrões a CPMI do INSS resiste à pressão dos corruptos…
Em votação na CPI do INSS, sob a votação e pressão contrária da base do governo, aprovou-se a quebra do sigilo e a convocação do Lulinha, para depor na CPMI. Para reviver a memória, o Lulinha era monitor de zoológico e logo depois vendeu por milhões a empresa Gamecorp para a Oi. É muita podridão.
Vamos mudar. As eleições vêm aí.





