Temos um governo corrupto, com presidente condenado em três instâncias. Temos um Congresso também corrupto e acovardado, sem disposição política para combater a corrupção e os ministros corruptos da Suprema Corte.
Temos uma Corte Superior cujo seus membros, com raras exceções, também são corruptos. Temos um universo de brasileiros desempregados com mais de 60 milhões recebendo migalhas do governo (Bolsa Família, Vale Gás, Programa Pé-de-Meia, Auxílio Reclusão), mas não tem emprego.
Temos um exército de cidadãos excluídos sem um lar, morando nas ruas embaixo de marquises. Temos um péssimo atendimento hospitalar. Temos um péssimo ensino nas escolas públicas. Temos a mais alta taxa de criminalidade na américa latina. Temos um governo que há vinte anos atrás tinha prometido acabar com a pobreza e ela aumenta diariamente.
Temos os maiores escândalos de corrupção nunca antes vistos, como os apurados na operação “Lava Jato”, um esquema criminoso bilionário estimado em R$ 6,3 bilhões de fraudes envolvendo o INSS, atingindo mais 4,1 milhões de pessoas pensionista e aposentados.
Temos mais um esquema corrupto envolvendo o Banco Master, que está produzindo um rombo de mais de 12 bilhões de reais já apurados, revelando várias figuras públicas entre as quais o ministro Dias Toffoli, que não se sabe porque está sentado no processo de apuração e se auto proclamou relator do inquérito e o ministro Alexandre “o grande” de Moraes, parceiro do Banco Master através de um contrato de prestação de serviços jurídicos pela generosa cifra de 130 milhões de reais.
Que futuro nos reserva, diante de um país extremamente corrupto, extremamente ditatorial (tirania dos ministros do STF), extremamente violento pelo crime organizado, que se impõe através do terrorismo urbano.
Certo é que estamos refém de todo tipo de violência praticada por aqueles que foram eleitos e os que não foram eleitos, mas que estão no poder impondo uma tirania sem precedente, superando até o período dos anos de chumbo da ditadura militar.
Se fossemos um país sério, democrático, ético e moral, os tiranos encastelados no STF, em particular Dias Toffoli e Alexandre de Moraes estariam presos e seus bens confiscados. Mas não é isso que está acontecendo. Pelo contrário, sabendo que não serão punidos (o crime no Brasil compensa), esses dois corruptos, assim como os demais encastelados no STF, continuam mandando e desmandando como se nada estivesse acontecendo. É no mínimo muita cara-de-pau. É a certeza da impunidade. Até quando?



