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Presidente fala sobre auxílio emergencial e crescimento econômico

Da Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro falou nesta terça-feira (20) sobre o impacto do auxílio emergencial durante o período da pandemia de covid-19. Segundo Bolsonaro, iniciativas como o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e a colaboração do Congresso Nacional nas ações de enfrentamento à pandemia foram importantes para a evolução dos índices econômicos e de emprego em 2021.

“Terminamos em 2019 com índices bastante animadores. Lamentavelmente tivemos a pandemia em 2020, que persiste até hoje. A pandemia fez com que a gente botasse muitas propostas de governo para depois. Mas nos dedicamos, e muito, pela manutenção de empregos”, informou.

Planejamento

Sobre as expectativas para o futuro, o presidente Bolsonaro afirmou que está ciente do desgaste no âmbito político e pediu que haja mais transparência na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia que ocorre no Senado.

O presidente falou ainda sobre a compra de vacinas, e lembrou que a primeira dose foi aplicada em 2020, ainda no início de dezembro, e que a vacinação começou no mês posterior, janeiro de 2021.

“Hoje temos mais de 150 milhões de doses distribuídas, estamos na iminência de começar a produzir o IFA [ingrediente farmacêutico ativo] e temos vacinas brasileiras bastante avançadas. O gasto é grande, e pelo que tudo indica, essa doença [covid-19] não vai nos deixar tão cedo”, disse.

A presença do presidente marca o aniversário do programa A Voz do Brasil, que completa 86 anos no ar nesta quinta-feira (22).

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Governo libera R$ 6,5 milhões para acolher imigrantes e refugiados

O Ministério da Cidadania destinou R$ 6,5 milhões para municípios que receberão imigrantes e refugiados venezuelanos. O repasse emergencial dos recursos federais para ações socioassistenciais acontecerá em parcela única, referente a seis meses de atendimento.

A Portaria nº 641/2021 foi publicada no Diário Oficial da União. De acordo com o texto, a situação de vulnerabilidade dos imigrantes e refugiados oriundos de fluxo migratório provocado pela crise humanitária no país vizinho foi agravada pela pandemia de covid-19, por isso a necessidade de assegurar medidas de assistência emergencial.

Por meio da Operação Acolhida, o governo federal atende os venezuelanos que chegam ao país pelas fronteiras de Roraima e Amazonas. Parte da operação, a estratégia de interiorização leva voluntariamente refugiados e imigrantes dos estados do Norte para outras cidades no país, como forma de reduzir a pressão sobre comunidades locais que acolhem essas pessoas e proporcionar novas oportunidades aos cidadãos.

Os municípios beneficiados pela portaria receberão 2.730 pessoas. São eles: Venâncio Aires e Nonoai (RS); Chapecó e Xaxim (SC); Maringá (PR); Montes Claros e Belo Horizonte (MG); Teresina (PI); Palmas (TO); Itabuna (BA); Garanhuns (PE); São José do Ribamar e São Luís (MA); Itaituba e Santarém (PA); e Santana (AP).

O Ministério da Cidadania, por intermédio da Secretaria Nacional de Assistência Social, dará assessoramento técnico aos estados e municípios nas atividades de planejamento e implementação das ações.

Segundo dados divulgados, ao final de 2020 havia 57.099 pessoas refugiadas reconhecidas pelo Brasil. Apenas em 2020, foram feitas 28.899 solicitações da condição de refugiado, sendo que o CONARE reconheceu 26.577 pessoas de diversas nacionalidades como refugiadas. Tanto os homens (50,3%) como as mulheres (44,3%) reconhecidos como refugiados encontravam-se, predominantemente, na faixa de 25 a 39 anos de idade. A nacionalidade com maior número de pessoas refugiadas reconhecidas, entre 2011 e 2020, é a venezuelana (46.412). Os números de 2021 ainda não foram atualizados.