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DPVAT não é cobrado de motoristas mas vítimas continuam a receber indenização

 

 

Mudança na cobrança do DPVAT não altera o direito da vítima à indenização

No Brasil, uma pessoa morre a cada 15 minutos vítima de acidente de trânsito, segundo dados do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV). Além disso, milhares de pessoas sofrem acidentes com sequelas anualmente no País. Essa realidade difícil, muitas vezes é agravada pelo desconhecimento da população sobre seus próprios direitos.

Desde 1974, condutores, passageiros e pedestres têm direito a indenização por danos pessoais em acidentes de trânsito, mesmo que tenham responsabilidade sobre o ocorrido. Essa indenização, assegurada pelo DPVAT, cobre morte, invalidez ou gastos médicos.

Em 2021 o DPVAT sofreu uma grande mudança em sua administração e agora é de responsabilidade da Caixa Econômica Federal. Essa alteração trouxe muita confusão e desinformação para quem precisa receber o seguro, principalmente após a notícia de que os proprietários de veículos não precisariam mais pagar o DPVAT, que até então era obrigatório.

É importante ressaltar que o DPVAT continua ressarcindo e indenizando vítimas de trânsito! A decisão da não cobrança do seguro para os proprietários de veículos não altera sua função: dar suporte para a vítima de acidentes de trânsito.

O DPVAT indeniza vítimas que com sequelas decorrentes de acidentes e herdeiros e familiares de vítimas fatais em até R$13.500 reais, além de reembolso de despesas médicas, como remédios, exames e consultas, no valor de até R$2.700 reais.

Saiba mais sobre o seguro DPVAT e indenizações para vítima de trânsito.

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No Barquinho da Paciência

Em análise

Completando quase 5 meses de quarentena é inadmissível, assistir diariamente o cotidiano de milhares de brasileiros, ainda nas filas para receber a primeira parcela do auxílio emergencial. Um benefício criado polo governo federal, cujo objetivo principal era matar a fome da população durante a pandemia, virou um pesadelo para muitos.
O projeto anunciado em março, atenderia cerca de 65 milhões de brasileiros, porém até o momento, ainda existem 850 mil trabalhadores informais e desempregados aguardando informações e justificativas pelos mais variados erros no sistema. Para muitos, o processo ainda continua em análise ou inadimplência, no cadastro, que por muitas vezes é improcedente.
Por outro lado, 620 mil brasileiros receberam indevidamente o auxílio, dentre eles 400 mil funcionários públicos. Outra parte, eram militares, presidiários e brasileiros que moram no exterior.
Na quarta-feira (22), o governo anunciou que excluiu do auxílio emergencial 565 mil pessoas. Na lista estão presos e brasileiros que moram no exterior. O grupo de quem recebeu indevidamente tem quase 400 mil funcionários públicos.
Em 22 de julho, foi liberado o pagamento da 4ª. Parcela, que muitos ainda almejam receber a primeira. A falta respeito com o cidadão, ultrapassa todos os limites da ética e da cidadania. A fome tem urgência para , centenas, milhares que além de não estarem nos cálculos da estatística do país, continuarão passando despercebidos e sofrendo na pele, todas as inconsequências das políticas de governo do Brasil, que busca favorecer somente aos bilionários esquemas de corrupção, liderados por meia dúzia de políticos influentes do país.