Categorias
Diário do Rio Jonathan Oliveira | E-Sports Jonathan Oliveira | eSports Notícias do Jornal Tecnologia

Call of Duty: redenção? (Parte 1)

Quem não conhece a franquia favorita de jogos de FPS denominado COD? Call of Duty é uma série de guerra, ação e tiro, em primeira pessoa, publicada desde sempre pela Activision. Hoje, o foco da matéria não é contar a história do jogo, e sim falar sobre o que vem acontecendo dentro do game, postura da publicadora e situações da empresa. Vamos lá!

Tudo começou lá trás, em 2003, com o primeiro jogo chamando apenas “Call of Duty”, com a temática da segunda guerra mundial, lançando primeiro para PC (Computador) e tendo uma ótima recepção pelas críticas como a Metacritic, com nota 91 de 100 (uma ótima nota!).

Até o terceiro jogo da franquia Call of Duty 3, o jogo se manteve no mesmo ambiente temático, recebendo ainda aclamações do público. Até então, o jogo decidiu ir para uma temática nova, para uma guerra mais moderna. Aí, veio o Call of Duty 4: Modern Warfare. Creio eu, o melhor jogo da franquia no quesito história, recebendo novamente 92 de 100 pela Metacritic e ganhando prêmio de melhor jogo do ano de 2007 na DICE Awards. E não podemos mentir: esse jogo foi muito bom!

Depois de estourar tanto, Call of Duty se manteve em um auge em que apenas Battlefield, seu maior concorrente, poderia bater de frente, criando assim uma fanbase enorme. Depois de sucesso de “Modern Warfare” e “Black Ops”. O jogo deu seu primeiro tiro no pé em 2013, com o Lançamento de Call of Duty: Ghosts… O jogo prometeu tanto a seu publico que seria um jogo inesquecível, mas realmente ninguém esquece o quanto foi ruim o game. Eu, particularmente, tenho os meus prós com relação ao game (curti bastante), mas não tiro a razão da galera que reclamava, pois era verdade.

Com esse sendo intitulado o pior jogo do COD, a publicadora Activision ganhou muita pressão do público e, com tentativas enormes de reconquistar o pessoal depois dessa catástrofe, só foi ficando mais tensa a situação. Logo depois de “Ghosts”, vieram “Advanced Warfare”, “Black Ops 3”, “Black Ops 4”, “Infinity Warfare”… Desastre atrás de desastre, até chegarmos a 2019.

Início de uma redenção?

E o que rolou em 2019? Podemos dizer que foi o maior reboot da história do Call of Duty. Não estamos falando da remasterização, e sim da franquia receber uma nova história do zero, sendo assim o início de um universo compartilhado que sinceramente abriu o “hype” de um mundo inteiro.

Em Call of Duty: Modern Warfare (2019), voltamos para a guerra moderna novamente? Sim, voltamos. E dessa vez o tiro foi nos concorrentes. Podemos dizer que foi uma obra prima, um jogo para o cenário atual com motor gráfico, qualidade, realismo bem surpreendente e multiplayer.

O jogo pegou elementos que fãs da franquia abraçaram nos games anteriores, como os personagens e a história. Foi um pouco retrabalhado isso, mas podemos viver esses momentos de novo em uma visão diferente e de qualidade bem impressionante. Esse foi o Call of Duty de 2019.

Jonathan Oliveira
Designer gráfico, fotógrafo e diagramador do Jornal DR1
jonathanoliveira@jornaldr1.com.br