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Brasil Cultura Rio

Workshops gratuitos de dança on-line nos dias 10 e 17 de Abril para os alunos da rede municipal e estadual do Rio

A Laurent Produções & Eventos foi contemplada pelo Subsídio – Inciso II, da Lei Aldir Blanc e, realiza workshops gratuitos de dança, em versão totalmente on-line, por causa da pandemia de Covid-19, nos dias 10 e 17 de abril, para alunos da Rede Municipal e Estadual de Ensino do Rio de Janeiro, também para bailarinos em geral, pela plataforma Zoom.

Fonte Reprodução

Serão três modalidades de dança: Street Dance, das 10 às 12h com o professor Michael Baes; Funk Carioca, das 12h às 14h (somente dia 10) com Mac Rodrigues e Dança Afro e Danças Populares com percussão, das 12h às 14h (somente dia 17) com Kátia Bezerra e Alexandre Pires.

Você que é aluno (a) da Rede Municipal ou Estadual do Rio, ou bailarino (a) pode se inscrever pelo Instagram @laurentproducoes ou pelo WhatsApp da diretora da Laurent, Benita Góes (97625-2188). Participe!

Fonte: Reprodução
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Cultura Fica a Dica Rio

Últimas manifestações de um arteiro

 

O espetáculo “Arteiro em Manifesto” faz, neste domingo (28) suas últimas apresentações,em duas sessões: às 18h e 20h. Uma montagem linda, idealizada e encenada pelo ator Roberto Rodrigues. Ele dá vida a Mestre Palito, que pretende ampliar a criatividade como ferramenta necessária para transformação social, abrindo espaço para reflexões através do riso e do absurdo. A produção pode ser vista, de forma gratuita, pela plataforma Sympla.

“A arte é a única ferramenta, na qual acredito, vislumbrar novos mundos possíveis, onde sejamos mais generosos, empáticos e equitativos. Essa obra abarca com sutileza e acidez assuntos contundentes, como a desigualdade e o capitalismo. E como disse Manoel de Barros: É preciso transver o mundo”, reflete Roberto Rodrigues

Com profissionais de grande reconhecimento nacional que assinam a equipe técnica, “Arteiro em Manifesto” ganha tom cômico e ácido, permeado de teatro e comédia física. E Roberto Rodrigues idealizou o personagem impregnado dessa arte manifestada através do riso, da comunhão democrática da rua, do teatro, do circo, do encantamento da música, da transcendência do espírito pelas artes plásticas, dos questionamentos a partir da filosofia e o poder através da troca de saberes. E, por tudo isso, Arteiro em Manifesto será encenado, e transmitido, diretamente da calçada da casa do ator.

“O caos está na obra como, está em todos nós neste momento. O tempo, as políticas, os colapsos, a obra poderia muito bem se tratar de um universo distópico, porém é presente, está no presente. E é sobre esse momento de mudança que ela aponta, a necessidade de mudar. Acho que é isso”, destaca Roberto Rodrigues

Vale ressaltar que a realização de Arteiro em Manifesto só foi possível através da Lei Aldir Blanc e o incentivo do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.

Serviço:

Espetáculo: Arteiro em Manifesto

Data: 28 de março de 2021

Horário: 18h e 20h | duas sessões

Intérprete: Roberto Rodrigues

Gênero: Monólogo

Classificação etária: 14 anos

Capacidade: 300 participantes por sessão

Capacidade: 300 participantes por sessão

Local: Sympla/Zoom | Online e gratuito

https://www.sympla.com.br/produtor/arteiroemmanifesto?tab=proximos-eventos

Foto: Leo Bandeira

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Cultura Entrevistas Notícias do Jornal

“É preciso muita coragem para escolher viver de arte”

 

Nascido em Teresópolis e tendo vivido neste município por quase 25 anos, o ator Beto Corrêa é o idealizador do projeto Esqueterê,  primeiro festival competitivo de esquetes da charmosa cidade região serrana do Rio. Seu desafio é movimentar culturalmente um município que está fora do circuito teatral brasileiro.   Mesmo com todas as dificuldades em meio à pandemia, o Esqueterê contou com mais de cem trabalhos inscritos já nessa sua primeira edição, mas Beto, Bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO, conta em entrevista ao DR1 que essa história  está só começando.

DR1 – O que fez você decidir investir em um festival, ainda com todas as dificuldades e a pandemia?

Beto Corrêa – Esse projeto foi idealizado muito antes da pandemia. Quando nos demos conta que só seria possível realizar de forma online, confesso que foi um pouco desanimador, porque achávamos que o festival não alcançaria nossos objetivos, mas nunca pensamos em desistir. É claro que o ideal seria o formato presencial, com a aglomeração, a troca de experiências, o encontro entre os artistas. Hoje, com dois meses de produção, percebemos que vamos conseguir alcançar nossos objetivos da mesma forma.

DR1 – Teresópolis é uma localidade pequena da Região Serrana, porque  resolveu expandir as inscrições para grupos de todo Brasil?

Beto Corrêa – Sempre acreditei que um festival desses na cidade poderia trazer muitas vivências e experiências importantes para os artistas locais. A expansão a nível nacional se dá justamente pela troca de experiências, por esse intercâmbio cultural entre os artistas. Isso é maravilhoso e muito enriquecedor para o artista, para o pesquisador que recebe todo esse feedback e que, por conta disso, evolui o seu trabalho.

DR1 – Como vê Teresópolis diante o cenário nacional do teatro? Que dificuldades que enfrentou para ser um ator, fora dos grandes centros?

Beto Corrêa – Quando saí de Teresópolis e fui experimentar outras vivências artísticas, eu percebia, principalmente nos festivais nacionais, que tinha grupos de todo canto do Brasil, mas nunca havia grupos de Teresópolis participando. E  sei do potencial artístico que a cidade tem, não só no teatro.   E as dificuldades que passei não foram diferentes de qualquer artista. É uma profissão que não tem o valor reconhecido e, muitas vezes, o artista trabalha de graça para não ficar parado. As maiores dificuldades acabam sendo sempre financeiras. Já que fui obrigado a largar o Teatro para trabalhar em outras funções. Hoje em dia, é preciso muita coragem para escolher viver de arte. Principalmente no cenário em que nos encontramos atualmente.

DR1 – Conte a história do Esqueterê. Como tudo começou ?

Beto Corrêa – A ideia surgiu quando participei de meu primeiro festival competitivo. Eu fiquei tão impressionado com tudo, que queria muito que meus amigos artistas de Teresópolis experimentassem isso também. Não tinha nome ainda, eu só sabia que um festival assim deveria acontecer na cidade. E acredito que o festival competitivo apura o nosso olhar crítico da cena. Então, depois do desejo surgido, um belo dia resolvi colocá-lo no papel.

O festival teve inscrições de grupos de vários estados brasileiros (Foto: Victor Hugo)

DR1 Os concorrentes te surpreenderam em algum aspecto?

Beto Corrêa – Recebemos muitas inscrições e só isso já foi uma surpresa. Estamos muito felizes com tudo. Foram inscrições de todo Brasil, muita coisa do Rio e São Paulo. Tivemos inscrições do Distrito Federal, Paraná, Ceará, Minas Gerais, Bahia, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, enfim, eu fico muito feliz de saber como tem grupos espalhados por esse Brasil e todos produzindo, mesmo diante de uma pandemia.

DR1 – E quanto ao patrocínio. Acha que as empresas ainda estão receosas de investir na arte ou o momento que vivemos agrava tudo?

Beto Corrêa – É um momento muito complicado para as empresas investirem em projetos, já que precisam se reestabelecer pelo prejuízo causado por conta da pandemia. O último evento que produzi em Teresópolis foi em 2013 e não senti dificuldade alguma em conseguir patrocínios e apoiadores. Mas agora, não é muito propício. Graças à aprovação na Lei Aldir Blanc, conseguimos uma verba para realizar a 1ª edição do Esqueterê. Para complementar essa verba, buscamos apoios em estabelecimentos que não sofreram tanto com a pandemia, como supermercados.

DR1 – Como será a programação, será aberta ao público?

Beto Corrêa – Sim. Será o Esqueterê Mostra Convida, que acontecerá no dia 27 de março às 20h. Serão 6 apresentações de artistas de Teresópolis, que terão um espaço de 5 a 10 minutos para mostrarem seus lindos trabalhos. Na programação teremos diversas linguagens como fotografia, dança de rua, cinema, música etc. Toda a programação será transmitida ao vivo pela plataformas digitais, aberta para quem quiser assistir.

DR1 – Como será a dinâmica da apresentação das esquetes selecionadas?

Beto Corrêa – Serão 24 esquetes selecionadas e dividimos as apresentações em 3 dias: 24, 25 e 26 de março, 8 esquetes por dia. Para selecionar as 24 esquetes, a curadoria levou em consideração a diversidade, a relevância dos temas, a pesquisa, entre outros fatores. Dessas 24 esquetes, 8 serão selecionadas pelos nossos jurados para a final, que será realizada no dia 28 de março. Toda a programação será transmitida on-line pelas plataformas digitais com início às 20h.  Os links estarão disponíveis no site www.esquetere.com.br

Foto: Divulgação

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Cultura Notícias do Jornal

Mostra virtual homenageia as mulheres no mês de março

 

A exposição virtual “Mulheres do Bembé”, que o fotógrafo Edgar de Souza realiza ao longo de todo mês de março, é uma grande homenagem às mulheres. O conteúdo da mostra foi gerado durante cobertura fotográfica dos festejos do Bembê do Mercado, a partir do ano de 2009, durante a comemoração dos 120 anos do evento. O projeto pode ser acessado gratuitamente através o site www.expomulheresdobembe.com.br.

São 26 fotos inéditas com a coautoria da produtora cultural e Ekedji, do Terreiro Ilê Axé Tokolê, Cris Santana O objetivo do projeto é reafirmar o papel das mulheres no fortalecimento da religião do candomblé através das diferentes vertentes, tais como; atuação sacerdotal, ritual, comercial e o resgate da memória cultural e a preservação dos costumes de um povo.

A festa do Bembé do Mercado é uma manifestação cultural do município baiano de Santo Amaro da Purificação, que acontece desde 1890, quando um grupo de negros, juntou-se em praça pública para celebrar a Abolição da Escravatura. E desde então, é festejado por três dias consecutivos e recebe a adesão dos terreiros de candomblé da região.

A manifestação cultural recebeu o título de Patrimônio Imaterial da Bahia em 2012, dado pelo governo do estado; e em 2019, Patrimônio Cultural do Brasil, concedido pelo Instituto Patrimonial Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O fotógrafo Edgar Souza apaixonado pela manifestação do recôncavo baiano, em 2009 realizou a mostra fotográfica “Bembé do mercado”, expondo pelas cidades de Paris (França), Luanda (Angola) e Nova Iorque (EUA): “Este ano realizo mais uma conquista em minha vida”, afirma Edgar.

O Projeto tem o apoio do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e do Centro de Culturas Identitárias-CCPI (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

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Cultura Fica a Dica Rio

Três espetáculos infantis premiados ganham temporada online e gratuita em março

 

 

Governo FederalGoverno do Estado do Rio de JaneiroSecretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam:

TRILOGIA DO AMORcomposta pelos musicais A GaiolaContos Partidos de Amor e Vamos Comprar um Poeta, é apresentada em temporada on-line e gratuita no mês de março. Com direção de Duda Maia, os espetáculos abordam temas presentes no dia a dia das crianças, dos pais e das mães.

 

Nesta situação de isolamento, estamos nos distanciando dos amigos e parentes. O lugar onde moramos se tornou o local de trabalho, escola e espaço de lazer.

Muitas vezes, esse convívio intenso se torna repetitivo e cansativo. Pensando em levar alegria e poesia, a Palavra Z Produções Culturais irá proporcionar um delicioso encontro com a arte.

Durante três fins de semana de março, de 13 a 28, adultos e crianças poderão, de suas casas, assistir a três musicais premiadíssimos. São espetáculos que provocam o pensamento, atiçam a criatividade e estimulam o diálogo entre pessoas de todas as idades.

A temporada, com patrocínio da Lei Aldir BlancGoverno Federal e Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, será transmitida gratuitamente através do canal youtube.com/palavraz. Todas as sessões têm início às 16h. Reúna a família para assistir e se deleitar com essas três histórias amorosas.

Os espetáculos:

A Gaiola conta a história de amor e de separação entre uma menina e um passarinho, interpretados por Carol Futuro e Pablo Áscoli. No palco, os personagens iniciam uma história de amor e amizade quando o passarinho cai, ferido, na varanda da casa da menina.

Na trama, a menina se dedica a cuidar do pequeno bicho e, à medida que vão convivendo, se apegam um ao outro até se apaixonarem. Ele fica curado e na hora da despedida se deparam com a vontade de ficar juntos. Um dia, a menina flagra o passarinho na gaiola encantado com a beleza do dia lá fora e uma crise se instala entre os dois. Venha conhecer como a história termina. Uma história de Amor e Liberdade.

À Adriana Falcão, autora do livro de mesmo nome e que inspirou a peça, rendeu uma indicação ao Prêmio Jabuti.

Serviço:

A Gaiola

Canal: youtube.com/palavraz

Sessões: Dias 13 e 14 de março de 2021

Horário: 16h*

Classificação: Livre

Duração: 50 minutos

* Ao final da sessão, haverá bate-papo com a diretora Duda Maia (sáb e dom), Eduardo Rios (sáb) e Carol Futuro e Pablo Áscoli (sáb e dom)

A Gaiola foi o destaque da 3ª Edição do Prêmio CBTIJ 2016, ao conquistar sete estatuetas: Melhor Espetáculo; Melhor Texto Adaptado – Adriana Falcão e Eduardo Rios; Melhor Direção – Duda Maia; Melhor Atriz – Carol Futuro; Melhor Cenário – João Modé; Melhor Iluminação – Renato Machado; e Música Original – Ricco Viana, Eduardo Rios e Adriana Falcão. E no 11º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil, venceu nas categorias: Melhor Espetáculo; Melhor Direção – Duda Maia; e Melhor Cenário – João Modé. A Gaiola foi também o espetáculo vencedor do Prêmio Botequim Cultural 2016, levando todos os prêmios, sendo eles: Melhor Espetáculo; Melhor Direção – Duda Maia; Melhor Atriz – Carol Futuro; Melhor Ator – Pablo Áscoli; e Melhor Texto – Eduardo Rios e Adriana Falcão.

Contos Partidos de Amor apresenta a história de quatro pessoinhas apaixonadas e ciumentas, que discutem sobre relações possessivas e amorosas. A encenação se dá através de diálogos bem-humorados, uma sofisticada linguagem de movimento e uma direção musical que alinhava toda a encenação, as músicas em alguns números são tocadas pelo próprio grupo de intérpretes – Diego de AbreuIsadora MedellaJuliana Linhares e Tiago Herz. A obra apresenta canções e contos originais de Eduardo Rios, inspirados na obra de Machado de Assis.

“Esbarrei com ‘Contos de Amor e Ciúme’, gostei do título e só depois vi que era do Machado de Assis. Fiquei entusiasmada em criar uma peça para crianças sobre o ciúme, a partir do universo do escritor”, lembra Duda Maia. “Todos nós sentimos ciúme e a criança também é muito ciumenta”.

Para ela “teatro para o público infantil não tem que ser apenas uma história legal, precisa ser necessário, trazer reflexões para quem assiste. É preciso não subestimar nem a inteligência das crianças e nem a capacidade de elas travarem diálogos importantes com os adultos”, acredita.

Serviço:

Contos Partidos de Amor

Canal: youtube.com/palavraz

Sessões: Dias 20 e 21 de março de 2021

Horário: 16h*

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

* Ao final da sessão, haverá bate-papo com a diretora Duda Maia, Eduardo Rios e elenco

Contos Partidos de Amor foi espetáculo vencedor do 11º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil, nas seguintes categorias: Melhor Direção – Duda Maia; e Melhor Figurino – Kika Lopes.

Vamos Comprar um Poeta, inspirado em livro homônimo de Afonso Cruz, narra a chegada de um poeta à casa de uma família comum. Nesse lar, moram um pai, que só pensa em ganhar dinheiro; uma mãe, que organiza todos os dias os trabalhos domésticos; uma menina esperta e curiosa que gosta de entender o significado das coisas; e um menino apaixonado, que adora fazer contas.

O Poeta ensina os pequenos a observarem borboletas, escreverem os próprios poemas e a darem abraços. A montagem cria uma divertida reflexão sobre a nossa capacidade de invenção, o significado de produtividade e a importância da amizade. O espetáculo mistura música, poesia e dança em um cenário que traz elementos de um parque, tornando a encenação lúdica e dinâmica.

A peça, dirigida por Duda Maia, tem adaptação de Clarice Lissovsky, direção musical de Ricco Viana e elenco formado por Letícia MedellaLuan Vieira e Sergio Kauffmann.

Serviço:

Vamos Comprar um Poeta

Canal: youtube.com/palavraz

Sessões: Dias 27 e 28 de março de 2021

Horário: 16h*

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

* Ao final da sessão, haverá bate-papo com a diretora Duda Maia e elenco

“Vamos Comprar um Poeta” arrematou o prêmio de Melhor Espetáculo Infanto-Juvenil de 2019, pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), e Prêmio CBTIJ foi vencedor nas categorias Texto Adaptado, para Clarice Lissovsky; Direção, para Duda Maia; Coletivo de Atores e Atrizes, para Letícia Medella, Luan Vieira e Sergio Kauffmann; Cenário, para André Cortez; Iluminação, para Renato Machado; além das indicações de melhor Música Original, para Ricco Viana, Clarice Lissovsky e Juliana Linhares; e Direção de Produção, para Bruno Mariozz.

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Cultura Rio

Secretária de Cultura do Estado conhece o Movimento Ocupa Fazenda Engenho Novo

O dia 10 de março de 2021 foi um marco para a história da cultura e patrimônio de São Gonçalo. Na última quarta, recebemos em nosso município a secretária de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, a Danielle Barros juntamente com seu subsecretário Victor Corrêa.

Eles vieram para São Gonçalo com objetivo de conhecer o trabalho realizado pelo Movimento Ocupa Fazenda Engenho Novo contemplado pela Lei Aldir Blanc. A equipe do projeto é composta pelos professores de história: Aretha, Daiana, Juliana, Naila, Rhaiane, Victor, o assistente social Marcelo e pela idealizadora, professora de história e assistente social Daniele. Para a recepção das autoridades foi realizado um café da manhã no espaço da APRAFEN, e contou com a presença de moradores da localidade de Monjolos.

 

Fonte: Reprodução

Após esse primeiro momento, todos foram encaminhados para uma visita guiada realizada pela historiadora Rhaiane Leal no espaço das ruínas da Fazenda Engenho Novo. Nas escadas da Casa Grande-Senzala foi apresentada uma atuação de época das crianças do Projeto filhos de Dandara e do ator Anderson Sabino.

A visita às ruínas do patrimônio gonçalense contou com a presença do presidente da OAB – São Gonçalo, Eliano Enzo. Também participaram os secretários municipais de Cultura e Turismo, Lucas Muniz, e de Agricultura e Pesca, Roberto Salles. O responsável pela ITERJ, Leonardo Lopes, também compareceu ao evento. Contamos também com a presença de entidades do Movimento Negro, como a presidente estadual da UNEGRO-RJ, Claudia Vitalino.

Segue abaixo o relato de uma das participantes da visita guiada na manhã de ontem:

O dia 10 de março foi muito especial para todos nós, enquanto organizadores de projeto e articuladores de pessoas. O evento foi uma oportunidade para conectar a história do tempo presente com os fatos ocorridos no passado, principalmente no que tange a guerra e ao enfrentamento do povo negro. Consideramos que somos frutos da luta dos nossos antepassados, estes que sofreram e reivindicaram um mundo com mais igualdade racial. Mesmo após mais de um século de abolição, as marcas da escravidão ainda nos assombram, pois ainda existem as ações racistas vindo de pessoas que pensam ser superiores as outras somente pela cor de pele. Através do projeto Filhos de Dandaras e Movimento Ocupa Fazenda Engenho Novo, nós temos a oportunidade de ter voz para reescrever a história. Contamos com o apoio da sociedade gonçalense para o fortalecimento e crescimento desses projetos socioculturais e identitários em nossa cidade. Muito obrigada a todos que compareceram a mais um dia de luta pela nossa igualdade.

No momento, as visitas estão suspensas devido à crise pandêmica da Covid-19. Para mais informações, disponibilizamos os seguintes contatos:

instagram @fazenda_engenhonovo,

e-mail: gfazendaengenhonovo@gmail.com

telefone (21) 98488-0774.

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Cidade Cultura Diário do Rio Notícias Notícias do Jornal

Palácios Guanabara e das Laranjeiras guardam história do Rio e do Brasil

Com espaços que guardam parte da história do Rio e do Brasil, os palácios Guanabara e das Laranjeiras serão abertos para visitação de cariocas e turistas. A abertura aconteceria neste sábado (6), mas foi adiada por causa das novas medidas restritivas adotadas pela prefeitura para conter o avanço da covid-19, que valem até 11 de março.

Quando nova data de abertura for definida, os interessados em ir aos museus vão precisar agendar horários de visitas, que, inicialmente, só poderão acontecer aos sábados, das 9h às 17h.

Chafariz do Deus Netuno no Palácio da Guanabara. (Foto: Philippe Lima)

A visitação aos palácios faz parte do programa “Palácios do Povo”, lançado pelo governo do estado com a Fecomércio RJ, que tem o objetivo fortalecer a cultura e o turismo.

Os passeios pelos palácios serão guiados por alunos e instrutores do curso técnico em Guia de Turismo, do Senac-RJ. A expectativa é que os prédios históricos recebam mais de 310 pessoas por dia. Os visitantes deverão seguir os protocolos sanitários, usar máscara e manter distanciamento de pelo menos um metro de outras pessoas.

No Palácio Guanabara, a visitação poderá ser guiada ou livre, com capacidade máxima para 30 pessoas por hora. Já no Palácio das Laranjeiras, as visitas serão apenas guiadas e cada grupo pode ter até 20 pessoas.

Palácio Guanabara

Fachada do Palácio Guanabara. (Foto: Luis Claudio Alvarenga)

Além do tour, o Palácio Guanabara receberá aos sábados apresentações musicais e uma feira de agricultores familiares.

O visitante pode conhecer um pouco da história do prédio, sede administrativa do Governo do Rio. O passeio inclui visita ao Salão Nobre, onde aconteciam saraus culturais na época da Princesa Isabel, e ao Salão Verde, local de assinaturas de convênios e entrevistas oficiais do governo.

Salão Nobre do Palácio da Guanabara. (Foto: Divulgação)

Tem também a Sala Estácio de Sá, antiga sala de jantar da Princesa Isabel e atual gabinete dos governadores do Estado, e a sala onde foi descoberto, na restauração de 2011, um calçamento tipo pé-de-moleque centenário, decorada com pinturas cedidas pelos museus do Rio. O jardim é outro ponto a ser visitado, tendo como principal elemento o Chafariz do Deus Netuno.

Palácio das Laranjeiras

Palácio das Laranjeiras. (Foto: Carlos Magno Rodrigues de Figueiredo)

Na visita ao Palácio das Laranjeiras, o público poderá viajar pela história do Rio e do país durante 80 minutos. O passeio inclui o hall de entrada, o Salão Luis XIV, a Sala de Música, com o famoso piano inspirado no cravo de Maria Antonieta, o Fumoir e a Sala de Jantar.

O público pode visitar a biblioteca que abriga o Bureau du Roi, cópia fiel do que pertencia ao Rei Luis XV da França e que está no Palácio de Versalhes, o Salão Império e a Galeria Regência.

Banheiro de mármore do Palácio das Laranjeiras. (Foto: Carlos Magno Rodrigues de Figueiredo)

A visita também inclui o Boudoir, primeiro ambiente íntimo da casa, que era associado ao espaço feminino, além do Quarto Luis XV, do “Quarto des Enfants” (Quarto das Crianças), do Banheiro de Mármore e do Elevador, um dos primeiros instalados em residências da América do Sul, decorado em estilo rococó.

Visitação

O público vai poder agendar a visitação pelo site www.palaciosdopovo.rj.gov.br, onde também é possível realizar um tour virtual pelos espaços históricos dos palácios.

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Cultura Fica a Dica Rio

Sarau em Casa Com Vida recebe Muato e Reinaldo Amâncio

Projeto da Casa com a Música promove lives semanais com artistas de diferentes gerações, países e estilos        

A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e a Secretaria Municipal de Cultura, através da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, apresentam o Sarau em Casa Com Vida, projeto de shows online que promove nesta terça, 9 de março, às 21h, o encontro dos cantores, músicos e compositores Muato e Reinaldo Amâncio. Realizada pela Casa com a Música em parceria com o Sindicato Nacional dos Compositores Musicais, a iniciativa tem o propósito de abrir espaço para a diversidade e a riqueza das manifestações artísticas e é uma extensão virtual do evento Sarau ComVida, paralisado por causa da pandemia de Covid-19. A apresentação é de Robertinha Villas e Ricardo Moreno. 

Muato – Foto: Reprodução

Cantor, ator, diretor e produtor musical, Muato é de Vila Isabel, bairro do subúrbio carioca famoso por revelar ícones da nossa cultura, como Noel Rosa e Martinho da Vila, e iniciou sua trajetória no estudo da música de concerto e tem se destacado pela sua atuação em diversas funções artísticas. Diretor musical de espetáculos teatrais, recebeu o prêmio APTR pela canção de “OBORÓ, Masculinidades Negras”, ao lado de César Lira. A sua linguagem é marcada pela utilização de recursos expressivos, como percussão vocal e corporal e arranjos vocais com sonoridades não convencionais. Fundou a Orquestra de Pretxs Novxs, que estreou em 2019 com o espetáculo “Reza”, realizando as composições, arranjos e direção musical da peça, dirigida por Carmen Luz, além de estar em cena como ator. Atuou em produções aclamadas por público e crítica, como “Andança – Beth Carvalho”, “Cartola – O Mundo é um Moinho”, “Rio Mais Brasil – O Nosso Musical”, “Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro” e “Quando a Gente Ama”. Como produtor musical, foi premiado na Europa pelo Awards Deutscher Rock & Pop Preis 2019, ganhando em sete categorias, entre elas, “Melhor Disco de World Music”, “Melhor Disco de Pop Latino” e “Melhor Arranjo”.  

O seu mais recente trabalho é a série de videoclipes Afrolove Songs ou A Canção Urbana de Amor Política”, exibida no seu canal no Youtube, que expressa o amor dentro do contexto social vivido pela população preta. O single “Nossa História” é o terceiro da sequência e encerra a primeira parte do projeto. Em abril, ele entra numa nova fase: uma série de cinco músicas apresentadas em performances audiovisuais ao vivo com convidados. live session, gravada no Teatro Firjan – SESI, no Centro do Rio de Janeiro, será disponibilizada nas principais mídias digitais de forma gratuita e amplifica a perspectiva, trazendo outros artistas negros para interagirem com as questões abordadas e utilizarem suas expressividades artisticamente. O projeto foi selecionado pelo “Bossa Nova”, programa de fomento à cultura idealizado pela plataforma Benfeitoria e viabilizado pela Lei Municipal de Incentivo do ISS-RJ, com patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Cultura, Globo, Kappamakki, PSR e Rede D’or.

Reinaldo Amâncio – Foto: Reprodução

Natural de Japeri, município da Baixada Fluminense, Reinaldo Amâncio tem a música no DNA. Com pai violonista e mãe cantora, absorveu influências de diversos estilos, como o choro, o samba, o soul, o rock e o baião. Ainda criança, começou a frequentar com o pai os saraus musicais e, aos 15 anos, formou, com amigos, sua primeira banda para participar de festivais, chamada “Flor da Pele”. Na sequência, integrou o grupo “Desaguada”, que mais tarde trocou o nome para “KMD5”. Com o “KMD5”, fez sua primeira gravação, no antigo estúdio Havaí. Participou de muitos projetos e shows no Sesc de São João de Meriti, município onde passou a atuar na animação cultural depois de romper com o KMD5. Passou por diversos conjuntos de samba da Baixada até ser convidado pela nova geração de músicos de Belford Roxo para compor uma banda que carregava o nome “Sou do Beco”, mudando posteriormente para “Cabeça de Nego”.

Essa formação foi mais longe, participando do Rock in Rio e do Free Jazz Festival. Como compositor, coleciona parcerias com nomes como Serginho Meriti, Renato Biguli, Ronnie Marruda e Nilo Romero. Após o aprendizado adquirido em duas viagens à Europa, Amâncio tornou-se um ativista ambiental, tendo lançado dois clipes sobre a causa, “Eu quero plantar” e “Nosso planeta é a nossa casa”, e desenvolvido, em parceria com a escritora e poetisa Ana Carolina, uma iniciativa sustentável para conscientizar as pessoas sobre a importância de cuidar do planeta. Atualmente, está envolvido em um projeto da prefeitura que proporciona atividades artísticas a idosos, transformando a vida de diversas pessoas.

    

Sarau em Casa         

O Sarau em Casa Com Vida realiza lives semanais, sempre às terças-feiras, com o propósito de abrir espaço para a diversidade e riqueza das manifestações artísticas, além abordar temas relevantes para a cultura. É a versão online do Sarau Com Vida, evento por onde já passaram mais de 150 artistas, de nomes de peso da música brasileira, como Jane Duboc, Carlos Dafé, Azymuth, Gerson King Combo, Kiko Continentino, Renato Piau, Mauro Senise e Reppolho, à nova geração, como Abufela, Beraderos, Soul Guanabara, Luciane Dom, ChelleMuato, Nana Kozak e Lílian Bonard.         

Ao longo da transmissão, o público poderá participar com perguntas e comentários. Para assistir, acesse www.facebook.com/casacomamusica

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Cultura Rio

Projeto Plus No Samba RJ: Inclusão social e representatividade no desenvolvimento e autoestima das mulheres plus sizes

 

 

O Carnaval não aconteceu da forma tradicional costumeira, mas, isso não desanimou um grupo de mulheres empoderadas, liderado por Nilma Duarte. A moradora do Lins de Vasconcelos, uma mulher “Grandona”, como gosta de chamar as mulheres plus size, percebeu uma crescente demanda de mulheres gordas, ávidas por atividades pensadas para elas, e desde o ano de 2017, criou o ‘Projeto Plus No Samba RJ’, grupo que reúne mulheres que buscam romper os padrões pré-estabelecidos por estereótipos da ‘sambista padrão’, promovendo diversas atividades.

Tudo começou no samba, mas o projeto desenvolve um importante trabalho de cunho social, levantando a autoestima das mulheres plus sizes, com um trabalho de  empoderamento, para elevar a autoestima e incentivar a qualidade de vida, assim como o bem-estar, com ações que possam enaltecer a valorização da mulher plus size.

Atualmente, Nilma tem representado o movimento das passistas Plus Size, que conta com participantes de todas as classes sociais, mas principalmente, mulheres que se amam e se valorizam. Periodicamente, elas se reúnem pelo samba, por ideais, pela vida. O projeto deu tão certo que no ano do lançamento, a ideia rendeu a Nilma o título de honra ao mérito cultural, concedido pela Confederação Brasileira de Letras e Artes – CONBLA em prol do Projeto Plus No Samba-RJ.

Com diversas atividades como: palestras, workshops, dicas de passarelas e comportamentos, além do queridinho de todas: um ensaio fotográfico, a proposta é sempre transformar e empoderar as mulheres que ainda não conseguem se enxergar de forma positiva. Só podem participar mulheres a partir do manequim 46. E através do samba e atividades que enalteçam a beleza e bem-estar da mulher plus size, a comunidade só tende a crescer.

Foto: Reprodução

E foi na pandemia que uma grande recompensa chegou para Nilma. Neste ano, o projeto foi contemplado com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa RJ, através da lei Aldir Blanc, o que possibilitará que ela gere novas oportunidades para continuar tocando seu trabalho de inclusão social.

Eu amo incentivar as mulheres a serem felizes como estão, mas, reforço que é sem apologia à obesidade. Ser grandona não significa que a pessoa não é saudável.  É preciso ter desenvoltura e buscar qualidade de vida, pois vida saudável é primordial. E, buscar qualidade de vida faz parte do nosso projeto.

Malhamos, dançamos, sambamos e buscamos nos alimentar corretamente.  O samba pede passagem é um ditado antigo, então não brinco ‘eu digo’. Eu sempre cheguei nos locais empoderada, sempre sambei e me joguei. A mulher ‘grande’ pode frequentar roda de samba, assistir shows e ser o que ela quiser, ressalta Nilma Duarte.

Nilma ainda comenta que uma mulher positiva é capaz de transformar a realidade ao seu redor. “Eu pretendo com esse projeto mostrar que a mulher acima do peso ou demais medidas impostas pela sociedade pode ser feliz ‘grandona’ como está, e saudável também. Quero conquistar mais mulheres grandes para minha tribo, e ajudá-las a se descobrirem através do autoamor e empoderamento”, comenta.

Para quem deseja conhecer melhor e participar do projeto ‘Plus No Samba RJ’ da modelo e plus size, Nilma Duarte basta acessar o Instagram: https://www.instagram.com/plusnosambarj/

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Cultura Fica a Dica Rio

“Invisíveis” – Espetáculo do Coletivo Pé na Porta estréia dias 06 e 07 de março

 

 

Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam “Invisiveis” .

Com tradução em Libras, espetáculo do Coletivo Pé na Porta aborda racismo em reestreia online dias 06 e 07 de março, às 20h, na plataforma Sympla.

Invisíveis conta a história de três pessoas pretas que trabalham como auxiliar de serviços gerais num mesmo lugar e como se dá a manutenção da invisibilidade desses profissionais.

Esse recorte apresenta o resumo de suas vidas repletas de camadas e também mostra suas trajetórias até chegarem nesse momento.

O texto inédito, escrito por Renata Tavares, que também dirige o espetáculo, aborda como o racismo é fundamental para a base estrutural econômica-política-social no Brasil.

É através da perspectiva das histórias que os personagens contam, que se percebe como qualquer outro fator como a conservação desenfreada do capitalismo, a exposição da pessoa como lgbtqi+ e a subjugação de alguém que cumpriu pena, se torna mais um recurso na utilização da depreciação da vida humana preta.

A cor evidencia essa complexa relação desses trabalhadores com os seus superiores que na grande maioria, nem percebem que eles existem, nem sabem seus nomes, e se aproveitam hierarquicamente por estarem acima para estereotipá-los.

A abordagem realizada pelos atores de forma descontraída e intensa, provoca uma reflexão sobre o racismo, desigualdade social, homofobia, humilhação e demais situações enfrentadas cotidianamente  por esses profissionais invisibilizados  pela sociedade.

Sinopse

Invisíveis  conta a história de três pessoas pretas que trabalham como auxiliar de serviços gerais num mesmo lugar e como se dá a manutenção da invisibilidade desses profissionais.
Esse recorte apresenta o resumo de suas vidas repletas de camadas e também mostra suas trajetórias até chegarem nesse momento.
A obra relata como o racismo reflete na base estrutural econômica-política-social no Brasil.  E como fatores como a conservação desenfreada do capitalismo, a exposição da pessoa como lgbtqi+ e a subjugação de alguém que cumpriu pena, se torna mais um recurso na utilização da depreciação da vida humana preta.
Retratos Invisíveis tem o objetivo de promover a reflexão  sobre o racismo estrutural e suas consequências sociais  e o quanto é preciso lutar para que  pretos e pretas tenham os seus direitos respeitados.

Ficha Técnica:

Texto e Direção: Renata Tavares
Elenco:Cridemar  Aquino, Milton Filho e Raphael Rodrigues.
Produção:Camila Lima
Editor de Imagens :Flávio Vidaurre
Assessoria de Comunicação: Isabel Ludgero

Serviço:

Invisíveis  – Exibições Virtuais
Dias: 06 e 07 de março
Hora: 20h
Onde comprar e assistir:  Plataforma Sympla

Ingressos para o dia 06 (clique aqui)

Ingressos para o dia 07(clique aqui)

Classificação Etária: 16 anos
Redes Social/Instagram: @coletivopenaporta 

Sobre o Coletivo Pé na Porta

O coletivo Pé na Porta surgiu em 2016 com o intuito de criar dramaturgias em que o lugar do artista preto pudesse ser acessado em todas as suas potencialidades.
A Cia traz uma percepção diaspórica dos fazeres artísticos pretos em seu lugar de protagonismo e conecta para além de suas plataformas, o acesso às subjetividades que somente podem ser contadas através de vivências do povo preto.
O grupo tem o objetivo de promover o resgate histórico e cultural de danças de matrizes africanas e composição de espetáculos teatrais com temáticas pretas, todas essas, ligadas diretamente na luta contra o racismo e no entendimento da arte como ferramenta política-social no Brasil.
A dramaturgia “Invisíveis” foi criada a partir das experiências vividas pelos atores, pela troca de conversa, pelos questionamentos levantados e debatidos durante a concepção do texto inédito, escrito por Renata Tavares.