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Colunas Destaque Diário do Rio Janaina Macedo Calvo | Desenvolvimento Pessoal & Finanças Notícias do Jornal

Aprenda a tomar decisões certas

Olá, Leitor do Jornal DR1!

Um dos primeiros passos relacionados a decisão que acredito que todos devam atentar, é dominar a procrastinação.

Caroline Bouvier Kennedy disse uma vez que “quando você toma a decisão certa, realmente não interessa o que os outros pensam”. Concordo plenamente. Entretanto, existe um vasto caminho para que se tenha a certeza de que a decisão foi a mais acertada.

Pessoas de sucesso financeiro por exemplo, possuem suas mentes preparadas e desta forma suas decisões são rápidas e, portanto,
agem em direção ao que querem de uma maneira muito pontual. Caso não seja o caminho mais acertado, vão mudando a rota devagar, afim de que não haja nenhuma ruptura drástica que possa prejudicar o “produto final”.

É importante ter um plano. Saber o que se quer e desenhar as estratégias para chegar a este fim. E se colocar em movimento, com vigor: agir. Não dá para esperar as circunstâncias acontecerem.

E pior: essas circunstâncias podem estar sendo “criadas” pela sua mente. Cuidado! Se você possui crenças (pensamentos impregnados) que limitam seu potencial, você não toma as decisões a partir de um planejamento, e sim, de suas crenças. É tudo aquilo que você desconhece sobre o que acredita. Por isso é tão importante ter consciência do que não sabe, assumir humildemente essa condição, pois assim você terá de fato uma decisão pautada nas suas escolhas e não levada pelas ações subconscientes que atrapalham sua tomada de decisão.

A coisa mais difícil da decisão é agir

Mas a ação depende de acreditar profundamente naquilo que se dispõe a fazer. Se existir um pedacinho de dúvida, você sucumbe a procrastinação. Por isso é preciso urgentemente descobrir a sua verdade que mora no seu subconsciente. Então poderá fazer qualquer coisa que decida: descobrir quais são as suas crenças limitantes, saber de fato o que deseja para a sua vida, ter um plano eficaz, um mapa para chegar onde realmente quer e um programa de gerenciamento para não sair da rota que estabeleceu.

Entretanto, é preciso ter algumas estratégias sobre o que fazer caso os resultados não estejam levando na direção esperada.

Me sigam no Instagram @janainacalvo e conheça mais sobre mentoria financeira, além de receber dicas de finanças e comportamento, reservei para vocês em minha bio um super e-book [GRATUITO] que ensina “4 Técnicas Para Vencer a Procrastinação” contando um pouco da minha história. Chega de Procrastinar!

Bjocas carinhosas, Janaina.

 

 

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Que tal investir em sustentabilidade?

Olá, tudo bem?

Você já ouviu falar em investimentos ESG? Essa é uma tendência forte do mercado financeiro e que veio para ficar!

A sigla significa environmental, social and governance — que, em português, quer dizer ambiental social e governança corporativa.

Na prática, ela consiste em uma série de critérios aos quais as empresas precisam se enquadrar para serem consideradas sustentáveis.

No aspecto ambiental, algumas práticas importantes são: utilizar matérias-primas limpas, garantir a eficiência energética, fazer a gestão de rejeitos e evitar a emissão de poluentes nas atividades.

Já os fatores sociais dizem respeito às condições de trabalho dos funcionários, a diversidade no quadro de colaboradores, a segurança entre outros cuidados essenciais.

Por fim, a governança corporativa se relaciona com a ética e a transparência na organização, a composição do conselho administrativo etc.

Mas o que isso tem a ver com os seus investimentos?

Essa é uma proposta forte para o futuro e as empresas precisarão se enquadrar.

Portanto, os modelos de negócio que já estão se adaptando conseguem uma vantagem competitiva e podem apresentar melhores resultados — o que beneficia também o investidor.

As empresas que optam por esses critérios apresentam melhor uso dos recursos, preocupação com a inovação e responsabilidade em suas atividades. E isso as coloca um passo à frente daquelas que focam apenas nas métricas financeiras.

Se antes havia uma crença de que os investimentos em empresas sustentáveis atendiam apenas ao aspecto de responsabilidade, mas não contavam com boas possibilidades de ganhos, hoje o cenário é diferente.

Além disso, é uma opção para quem se preocupa com essas questões e deseja uma carteira alinhada aos seus valores pessoais.

Existem alternativas de renda fixa e renda variável que já se enquadram na proposta e podem compor a sua estratégia financeira.

Então, que tal conhecer esses investimentos e investir em sustentabilidade? Entre em contato conosco e responderemos todas suas dúvidas!

Bjocass Carinhosas!

Janaina

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Você conhece os 17 ODS da ONU (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável)?

Olá, como vai?
Hoje estou aqui para falar sobre um assunto importante para o mundo todo: os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).
São 17 objetivos elencados pela ONU e que devem ser buscados por todos os 193 países membros — inclusive o Brasil.
Os objetivos ODS fazem parte da Agenda 2030, que conta também com 169 metas. Ela recebe esse nome pois a projeção é concretizar as ações até o ano de 2030.
E por que você precisa conhecer cada um deles?
A verdade é que eles intencionam solucionar problemas que estão relacionados ao meio ambiente e à qualidade de vida na Terra. Nesse sentido, a sustentabilidade assume um sentido amplo.
Afinal, abrange outros fatores além da questão ambiental — como a paz, a justiça, o desenvolvimento científico, a erradicação da pobreza, entre outros. E eles afetam a vida de todos nós.
Mas existem muitos outros motivos para você entender mais sobre o ODS…
O fato é que já existem muitas iniciativas para tornar esses objetivos realidade. No mundo dos investimentos, por exemplo, é possível encontrar alternativas chamadas ESG.
Você já ouviu falar desse tema?
A sigla vem do inglês e, em português, quer dizer ambiental, social e governança corporativa.
Essas opções incentivam as empresas a adotarem práticas mais sustentáveis.
Também dão aos investidores a chance de apoiar os projetos que tenham compromisso com esses critérios enquanto obtêm benefícios financeiros.
Ao conhecer os 17 objetivos da ONU, você percebe que eles estão interligados e estabelecem uma missão coletiva, não é?
Por isso, saber quais são as propostas, os fundamentos de cada uma delas e as ações para torná-las realidade é um primeiro passo.
Cabe destacar que o último objetivo da lista é a parceria entre as nações para implementar os ODS. Assim, fica claro como a colaboração e a participação de todos é fundamental.
E isso inclui a nós, cidadãos e empresas brasileiras!
E lembre-se: você também pode ser agente de transformação e ajudar a construir o mundo que deseja!

Bjocass carinhosas,
Janaina